Governo dos Açores prepara cenários de retirada de população da ilha de São Jorge – Observador

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No imediato, os doentes internados no Centro de Saúde das Velas, que está próximo dos epicentros dos sismos, serão deslocados para o Centro de Saúde da Calheta, na outra ponta da ilha de São Jorge.

Source: Governo dos Açores prepara cenários de retirada de população da ilha de São Jorge – Observador

Impressões sobre o livro Histórias (de) VIDAS, de Francisco Madruga

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Impressões sobre o livro Histórias (de) VIDAS, de Francisco Madruga (VAI SER APRESENTADO NO 35º COLÓQUIO EM BELMONTE)
No livro Histórias (de) VIDAS, encontramos crónicas, relatos de momentos vividos intensamente, com a convicção de que não havia outro modo de os viver nem de os contar.
As histórias, em geral, encadeiam-se umas nas outras, ao ritmo das recordações ou porque a narrativa suscita uma reflexão. Em todas, se destaca uma frase, um detalhe (muitas vezes humorístico) que justifica a razão pela qual merecem ser contadas. São, assim, histórias únicas que remetem para vidas singulares, partilhadas por pessoas/personagens diferentes dos comuns mortais. Une-as o fio inquebrantável da amizade – a palavra aparece sempre como nome próprio e, por isso, escrita com letra maiúscula, Amizade. Inquestionavelmente, é a amizade o sentimento maior – o maior – que aproxima as pessoas/personagens desta obra. É o fio condutor da narrativa. Por isso, este é um livro bonito.
O narrador narra as histórias na terceira pessoa – às vezes, trai-se e lá aparecem marcas de primeira pessoa, o que não deixa de ser um detalhe muito interessante. Ao serem referidas as vivências de Pedro Domecq, com muita frequência as frases não têm o sujeito gramatical presente, mas sim subentendido. A mensagem é clara: as vivências, as emoções foram vividas no coletivo, no plural, e valem por isso; não é “ele”, mas “eles”. O individual não interessa, não tem sabor. As lutas travam-se com vontades plurais; as vicissitudes, as conquistas que realmente interessam são vivenciadas em conjunto. O que se é realmente e o que se pensa – quando profundamente assumido e convictamente vivido – vem sempre ao de cima! Tal é uma constante nesta obra.
Neste livro aparece em destaque mais o narrador do que a personagem principal, Pedro Domecq, que está envolvido nas várias histórias que são narradas. É um narrador muito observador, muito perspicaz, sempre muito atento às pessoas das suas relações, para enaltecer o que elas têm de seu, só seu. Verdades só suas. E, por isso, é um narrador que nos transmite o que aprendeu sobre o mundo, o que pensa e sente, pela convivência com o protagonista nas suas deambulações. Quantas vezes lhe alugou os ouvidos para ouvir algumas amarguras indizíveis…
Se a amizade é o sentimento que une as pessoas/personagens desta obra, o 25 de Abril é a seiva de que se alimentam e que as mantém de pé, norteando-lhes a existência, antes e depois de 1974. É a razão dos seus gestos, do seu viver.
Histórias há em que o leitor é surpreendido com trechos imbuídos de poesia, plasticamente bonitos, ao lado dos quais apetece colocar um ponto de exclamação ou escrever “Bem bonito”!
A obra Histórias (de) VIDAS é um livro bonito, pá!
“Quando em tempos de irracionalidade, de luta fraticida pelo domínio do mundo e das suas riquezas naturais, os homens, mulheres e crianças, vítimas das guerras que grassam pelo Mundo, recebes esta pequena nota, de alguém que te gostou, ficas com a sensação de nada teres feito de significativo, para a construção de uma sociedade que dignifique o ser humano em todas as vertentes. Sim, é possível um Mundo mais digno e sem guerras”.
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TEOLINDA GERSÃO ARRASA O ENSINO DA LÍNGUA

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Vou chumbar a Língua Portuguesa, quase toda a turma vai chumbar, mas a gente está tão farta que já nem se importa. As aulas de português são um massacre. A professora? Coitada, até é simpática, o que a mandam ensinar é que não se aguenta. Por exemplo, isto: No ano passado, quando se dizia “ele está em casa”, ”em casa” era o complemento circunstancial de lugar. Agora é o predicativo do sujeito.”O Quim está na retrete”: “na retrete” é o predicativo do sujeito, tal e qual como se disséssemos “ela é bonita”. Bonita é uma característica dela, mas “na retrete” é característica dele? Meu Deus, a setôra também acha que não, mas passou a predicativo do sujeito, e agora o Quim que se dane, com a retrete colada ao rabo.
No ano passado havia complementos circunstanciais de tempo, modo, lugar etc., conforme se precisava. Mas agora desapareceram e só há o desgraçado de um “complemento oblíquo”. Julgávamos que era o simplex a funcionar: Pronto, é tudo “complemento oblíquo”, já está. Simples, não é? Mas qual, não há simplex nenhum, o que há é um complicómetro a complicar tudo de uma ponta a outra: há por exemplo verbos transitivos directos e indirectos, ou directos e indirectos ao mesmo tempo, há verbos de estado e verbos de evento, e os verbos de evento podem ser instantâneos ou prolongados; almoçar por exemplo é um verbo de evento prolongado (um bom almoço deve ter aperitivos, vários pratos e muitas sobremesas). E há verbos epistémicos, perceptivos, psicológicos e outros, há o tema e o rema, e deve haver coerência e relevância do tema com o rema; há o determinante e o modificador, o determinante possessivo pode ocorrer no modificador apositivo e as locuções coordenativas podem ocorrer em locuções contínuas correlativas. Estão a ver? E isto é só o princípio. Se eu disser: Algumas árvores secaram, ”algumas” é um quantificativo existencial, e a progressão temática de um texto pode ocorrer pela conversão do rema em tema do enunciado seguinte e assim sucessivamente.
No ano passado se disséssemos “O Zé não foi ao Porto”, era uma frase declarativa negativa. Agora a predicação apresenta um elemento de polaridade, e o enunciado é de polaridade negativa. No ano passado, se disséssemos “A rapariga entrou em casa. Abriu a janela”, o sujeito de “abriu a janela” era ela, subentendido. Agora o sujeito é nulo. Porquê, se sabemos que continua a ser ela? Que aconteceu à pobre da rapariga? Evaporou-se no espaço?
A professora também anda aflita. Pelo visto, no ano passado ensinou coisas erradas, mas não foi culpa dela se agora mudaram tudo, embora a autora da gramática deste ano seja a mesma que fez a gramática do ano passado. Mas quem faz as gramáticas pode dizer ou desdizer o que quiser, quem chumba nos exames somos nós. É uma chatice. Ainda só estou no sétimo ano, sou bom aluno em tudo excepto em português, que odeio, vou ser cientista e astronauta, e tenho de gramar até ao 12º estas coisas que me recuso a aprender, porque as acho demasiado parvas. Por exemplo, o que acham de adjectivalização deverbal e deadjectival, pronomes com valor anafórico, catafórico ou deítico, classes e subclasses do modificador, signo linguístico, hiperonímia, hiponímia, holonímia, meronímia, modalidade epistémica, apreciativa e deôntica, discurso e interdiscurso, texto, cotexto, intertexto, hipotexto, metatatexto, prototexto, macroestruturas e microestruturas textuais, implicação e implicaturas conversacionais? Pois vou ter de decorar um dicionário inteirinho de palavrões assim. Palavrões por palavrões, eu sei dos bons, dos que ajudam a cuspir a raiva. Mas estes palavrões só são para esquecer, dão um trabalhão e depois não servem para nada, é sempre a mesma tralha, para não dizer outra palavra (a começar por t, com 6 letras e a acabar em “ampa”, isso mesmo, claro.)
Mas eu estou farto. Farto até de dar erros, porque me põem na frente frases cheias deles, excepto uma, para eu escolher a que está certa. Mesmo sem querer, às vezes memorizo com os olhos o que está errado, por exemplo: haviam duas flores no jardim. Ou: a gente vamos à rua. Puseram-me erros desses na frente tantas vezes que já quase me parecem certos. Deve ser por isso que os ministros também os dizem na televisão. E também já não suporto respostas de cruzinhas, parece o totoloto. Embora às vezes até se acerte ao calhas. Livros não se lê nenhum, só nos dão notícias de jornais e reportagens, ou pedaços de novelas. Estou careca de saber o que é o lead, parem de nos chatear. Nascemos curiosos e inteligentes, mas conseguem pôr-nos a detestar ler, detestar livros, detestar tudo. As redacções também são sempre sobre temas chatos, com um certo formato e um número certo de palavras. Só agora é que estou a escrever o que me apetece, porque já sei que de qualquer maneira vou ter zero.
E pronto, que se lixe, acabei a redacção – agora parece que se escreve redação.O meu pai diz que é um disparate, e que o Brasil não tem culpa nenhuma, não nos quer impôr a sua norma nem tem sentimentos de superioridade em relação a nós, só porque é grande e nós somos pequenos. A culpa é toda nossa, diz o meu pai, somos muito burros e julgamos que se escrevermos ação e redação nos tornamos logo do tamanho do Brasil, como se nos puséssemos em cima de sapatos altos. Mas, como os sapatos não são nossos nem nos servem, andamos por aí aos trambolhões, a entortar os pés e a manquejar. E é bem feita, para não sermos burros.
E agora é mesmo o fim. Vou deitar a gramática na retrete, e quando a setôra me perguntar: Ó João, onde está a tua gramática? Respondo: Está nula e subentendida na retrete, setôra, enfiei-a no predicativo do sujeito.
João Abelhudo, 8º ano, setôra, sem ofensa para si, que até é simpática
Este texto é da autoria de Teolinda Gersão. Escritora, Professora Catedrática aposentada da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade
Nova de Lisboa. Escreveu-o depois de ajudar os netos a estudar Português. Colocou-o no Facebook
João Filipe Gonçalves Tolentino
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tropas russas recuam

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A GUERRA E INVASÃO
RUSSA DA UCRÂNIA
As forças militares ucranianas obrigaram à retirada das forças militares russas invasoras…..
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1h
Forças russas foram obrigadas a recuar.
Zona de Makariv foi resgatada das mãos das tropas russas pela Ucrânia
CM-TV.PT
Zona de Makariv foi resgatada das mãos das tropas russas pela Ucrânia
Forças russas foram obrigadas a recuar.
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mais 5 sismos esta tarde

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Atividade sísmica em São Jorge: CIVISA regista, nas últimas horas, 5 novos eventos:
▪️ às 13:33 foi registado um evento com magnitude 2,2 (Richter) e epicentro a cerca de 3 km a E de Santo Amaro – o sismo foi sentido com intensidade máxima III/IV (Escala de Mercalli Modificada) na freguesia das Velas;
▪️ às 13:53 foi registado um evento com magnitude 2,3 (Richter) e epicentro a cerca de 2 km a NE de Santo Amaro – o sismo foi sentido com intensidade máxima III/IV (Escala de Mercalli Modificada) na freguesia das Velas;
▪️ às 14:56 foi registado um evento com magnitude 1,9 (Richter) e epicentro a cerca de 3 km a E de Santo Amaro – o sismo foi sentido com intensidade máxima III/IV (Escala de Mercalli Modificada) nas freguesias das Velas e Norte Grande;
▪️ às 15:13 foi registado um evento com magnitude 2,2 (Richter) e epicentro a cerca de 1 km a ENE de Santo Amaro – o sismo foi sentido com intensidade máxima III/IV (Escala de Mercalli Modificada) na freguesia das Velas;
▪️ às 15:38 foi registado um evento com magnitude 2,2 (Richter) e epicentro a cerca de 3 km a NNW de Urzelina – o sismo foi sentido com intensidade máxima III (Escala de Mercalli Modificada) na freguesia de Urzelina.
Mais informação: bit.ly/3D5lDa9
May be an image of text that says "COMUNICADO SISMOLÓGICO"
a história sísmica em https://blog.lusofonias.net/relembrar-a-historia-das-calamidades-de-sao-jorge/

pangim, goa

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PANGIM, 174 ANOS DE CIDADANIA
Faz hoje 22 de Março de 2022, precisamente há 174 anos, quando a 22 de Março de 1843, Pangim foi declarada a capital de Goa.
Pangim (em inglês: Panjim; em concani: Ponjé; em hindi e marata: पणजी), oficialmente Panaji e antigamente chamada Nova Goa, é a capital do Estado de Goa, na Índia. É também a sede administrativa do distrito de Goa Norte e da taluca de Tisuadi.
Até ao século XVIII foi uma aldeia chamada “Taleigão”. Foi ganhando importância principalmente a partir de 1759, quando o vice-rei e governador da Índia Portuguesa Manuel de Saldanha de Albuquerque e Castro, depois 1.º Conde da Ega, ali instalou a sua residência, a 1 de Dezembro. Antes de se mudar, o vice-rei e governador remodelou a fortaleza do Idalcão, transformando-a num palácio. Tornou-se, então, na “Vila de Pangim”.
Foi então oficialmente a sede administrativa da Índia Portuguesa, em substituição da Cidade de Goa (que gradualmente passou a ser conhecida como Goa Velha), tendo então mudado de nome para “Nova Goa”.
D. Miguel I de Portugal, por decreto de 29 de setembro e carta de 9 de outubro de 1829, criou a 1.ª Condessa de Vila de Pangim D. Maria Leonor Teresa da Câmara, filha do antigo vice-rei e capitão-geral D. Manuel Maria Gonçalves Zarco da Câmara e de sua mulher D. Maria Teresa José de Jesus de Melo.
Em 9 de novembro de 1854 é criada o importante Liceu de Goa, a primeira instituição liceal das possessões portuguesas da Índia.
D. Luís I de Portugal, por decreto de 7 de junho de 1864, criou 1.º Conde de Nova Goa D. Luís Caetano de Castro e Almeida Pimentel de Sequeira e Abreu.
Quando Goa passou a ser oficialmente um estado da União Indiana, a 30 de maio de 1987, Pangim veio a ser capital estadual.
Como o resto das possessões portuguesas na Índia, a 19 de dezembro de 1961, Pangim passou a fazer parte da União Indiana, ficando como capital do território da União de Goa, Damão e Diu.
É o centro de uma zona fortemente urbanizada, posicionando-se como a terceira mais populosa cidade goesa, atrás somente de Vasco da Gama e de Margão. Tal área metropolitana tinha 114 405 habitantes em 2011.
A cidade de Pangim cobre quase a totalidade da área territorial da taluca de Tusuadi. Assim como sua taluca, situa-se ilha de Tisuadi, em um terreno pouco elevado, cercado pelas águas da baía de Mormugão, do canal Cumbarjem e do rio Mandovi.
A cidade tem uma altitude média de 7 metros e várias subdivisões administrativas como São Tomé, Fontainhas, Mala, Portais, Altinho, Cortin, Praça da Igreja, Tar (junto ao cais do ferryboat), Bazar, Japão (perto de Dom Bosco) e Boca de Vaca. Outras zonas fora do perímetro urbano são, por exemplo, Campal, Santa Inês, Chincholem, Batulem, e Pato. Além de se situar nas margens do Mandovi, o centro de Pangim é limitado por duas ribeiras (chamadas localmente pői no singular), a ribeira de Ourém a leste e a de Santa Inês a oeste.
Na figura, “Vista de Pangim, nas margens do Mandovi” (1887/87), de Horace Van Ruith(1839-1923).
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a guerra da raiva

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A GUERRA DA RAIVA SEM SENTIDO
Em Mariupol assiste-se a uma catástrofe onde o vicioso e a maldade se juntam.
Suspeita-se que a destruição de Mariupol é a resposta de Putin à pressão ocidental. Na cidade viviam 400.000 pessoas e agora só lá vivem 300.000.
A Rússia pediu a Mariupol que se rendesse, ao que a vice-chefe do governo respondeu: “Não haverá rendição, não haverá abandono de armas!”
Em Mariupol, lutam sobretudo os combatentes do batalhão Azov, que têm sido chamados “neonazis”.
O Batalhão Azov “é um movimento de extrema-direita a que se juntam estrangeiros de extrema-direita”, segundo o que afirmou a organização não governamental norte-americana SITE Inteligence Group, e acrescentou é” errado que o governo ucraniano esteja infiltrado por neonazis” (HNA 22.03).
Em Mariupol, soldados russos procuram entre a população combatentes ucranianos. Já capturaram 100 que são reconhecíveis pelos hematomas e contusões nos seus corpos pelos coletes de protecção que costumam usar.
Encontramo-nos, por um lado, numa guerra na Ucrânia: pobre da população ucraniana; por outro lado, encontramo-nos, também no Ocidente, numa guerra de informação dividida em pró-russa e pró-americana. Reina a partidarização e a confusão.
A nossa sociedade encontra-se dividida em dois polos cada vez mais extremos. Alguns falam das imagens de Kiev como uma encenação da América, outros falam de lavagem ao cérebro, outros veem em nós servidores do governo, diria, argamassa de amassar das elites! Facto é que, pelo que mais sobressai, quer os que são por um polo quer os que são pelo outro se mantêm radicalmente seguros na sua opinião; tudo parece certo de que acima da própria lógica não funciona a razão. Esta atitude foi o que conduziu primeiro à guerra civil ucraniana e agora à invasão russa!
Pelos vistos temos todos a tendência em alinharmo-nos, como se fôssemos todos guerreiros, de nascença!
Hoje para formarmos uma opinião mais diferenciada temos de estar atentos não só aos Media do sistema, mas também aos “media sociais”. Os media sociais (são uma espécie de democracia de base) que minam a uniformização do poder dos media oficiais; uns e outros devem ser encarados com mente crítica. Todos estamos expostos ao perigo do pathos de uma opinião e accionismo (espécie de determinismo) que não calcula as consequências.
No ar, respira-se um espírito maniqueu que só distingue entre adversários e apoiantes, demónios ou anjos!
António da Cunha Duarte Justo
Chrys Chrystello
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