tropas russas recuam

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A GUERRA E INVASÃO
RUSSA DA UCRÂNIA
As forças militares ucranianas obrigaram à retirada das forças militares russas invasoras…..
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1h
Forças russas foram obrigadas a recuar.
Zona de Makariv foi resgatada das mãos das tropas russas pela Ucrânia
CM-TV.PT
Zona de Makariv foi resgatada das mãos das tropas russas pela Ucrânia
Forças russas foram obrigadas a recuar.
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mais 5 sismos esta tarde

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Atividade sísmica em São Jorge: CIVISA regista, nas últimas horas, 5 novos eventos:
▪️ às 13:33 foi registado um evento com magnitude 2,2 (Richter) e epicentro a cerca de 3 km a E de Santo Amaro – o sismo foi sentido com intensidade máxima III/IV (Escala de Mercalli Modificada) na freguesia das Velas;
▪️ às 13:53 foi registado um evento com magnitude 2,3 (Richter) e epicentro a cerca de 2 km a NE de Santo Amaro – o sismo foi sentido com intensidade máxima III/IV (Escala de Mercalli Modificada) na freguesia das Velas;
▪️ às 14:56 foi registado um evento com magnitude 1,9 (Richter) e epicentro a cerca de 3 km a E de Santo Amaro – o sismo foi sentido com intensidade máxima III/IV (Escala de Mercalli Modificada) nas freguesias das Velas e Norte Grande;
▪️ às 15:13 foi registado um evento com magnitude 2,2 (Richter) e epicentro a cerca de 1 km a ENE de Santo Amaro – o sismo foi sentido com intensidade máxima III/IV (Escala de Mercalli Modificada) na freguesia das Velas;
▪️ às 15:38 foi registado um evento com magnitude 2,2 (Richter) e epicentro a cerca de 3 km a NNW de Urzelina – o sismo foi sentido com intensidade máxima III (Escala de Mercalli Modificada) na freguesia de Urzelina.
Mais informação: bit.ly/3D5lDa9
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a história sísmica em https://blog.lusofonias.net/relembrar-a-historia-das-calamidades-de-sao-jorge/

pangim, goa

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PANGIM, 174 ANOS DE CIDADANIA
Faz hoje 22 de Março de 2022, precisamente há 174 anos, quando a 22 de Março de 1843, Pangim foi declarada a capital de Goa.
Pangim (em inglês: Panjim; em concani: Ponjé; em hindi e marata: पणजी), oficialmente Panaji e antigamente chamada Nova Goa, é a capital do Estado de Goa, na Índia. É também a sede administrativa do distrito de Goa Norte e da taluca de Tisuadi.
Até ao século XVIII foi uma aldeia chamada “Taleigão”. Foi ganhando importância principalmente a partir de 1759, quando o vice-rei e governador da Índia Portuguesa Manuel de Saldanha de Albuquerque e Castro, depois 1.º Conde da Ega, ali instalou a sua residência, a 1 de Dezembro. Antes de se mudar, o vice-rei e governador remodelou a fortaleza do Idalcão, transformando-a num palácio. Tornou-se, então, na “Vila de Pangim”.
Foi então oficialmente a sede administrativa da Índia Portuguesa, em substituição da Cidade de Goa (que gradualmente passou a ser conhecida como Goa Velha), tendo então mudado de nome para “Nova Goa”.
D. Miguel I de Portugal, por decreto de 29 de setembro e carta de 9 de outubro de 1829, criou a 1.ª Condessa de Vila de Pangim D. Maria Leonor Teresa da Câmara, filha do antigo vice-rei e capitão-geral D. Manuel Maria Gonçalves Zarco da Câmara e de sua mulher D. Maria Teresa José de Jesus de Melo.
Em 9 de novembro de 1854 é criada o importante Liceu de Goa, a primeira instituição liceal das possessões portuguesas da Índia.
D. Luís I de Portugal, por decreto de 7 de junho de 1864, criou 1.º Conde de Nova Goa D. Luís Caetano de Castro e Almeida Pimentel de Sequeira e Abreu.
Quando Goa passou a ser oficialmente um estado da União Indiana, a 30 de maio de 1987, Pangim veio a ser capital estadual.
Como o resto das possessões portuguesas na Índia, a 19 de dezembro de 1961, Pangim passou a fazer parte da União Indiana, ficando como capital do território da União de Goa, Damão e Diu.
É o centro de uma zona fortemente urbanizada, posicionando-se como a terceira mais populosa cidade goesa, atrás somente de Vasco da Gama e de Margão. Tal área metropolitana tinha 114 405 habitantes em 2011.
A cidade de Pangim cobre quase a totalidade da área territorial da taluca de Tusuadi. Assim como sua taluca, situa-se ilha de Tisuadi, em um terreno pouco elevado, cercado pelas águas da baía de Mormugão, do canal Cumbarjem e do rio Mandovi.
A cidade tem uma altitude média de 7 metros e várias subdivisões administrativas como São Tomé, Fontainhas, Mala, Portais, Altinho, Cortin, Praça da Igreja, Tar (junto ao cais do ferryboat), Bazar, Japão (perto de Dom Bosco) e Boca de Vaca. Outras zonas fora do perímetro urbano são, por exemplo, Campal, Santa Inês, Chincholem, Batulem, e Pato. Além de se situar nas margens do Mandovi, o centro de Pangim é limitado por duas ribeiras (chamadas localmente pői no singular), a ribeira de Ourém a leste e a de Santa Inês a oeste.
Na figura, “Vista de Pangim, nas margens do Mandovi” (1887/87), de Horace Van Ruith(1839-1923).
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a guerra da raiva

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A GUERRA DA RAIVA SEM SENTIDO
Em Mariupol assiste-se a uma catástrofe onde o vicioso e a maldade se juntam.
Suspeita-se que a destruição de Mariupol é a resposta de Putin à pressão ocidental. Na cidade viviam 400.000 pessoas e agora só lá vivem 300.000.
A Rússia pediu a Mariupol que se rendesse, ao que a vice-chefe do governo respondeu: “Não haverá rendição, não haverá abandono de armas!”
Em Mariupol, lutam sobretudo os combatentes do batalhão Azov, que têm sido chamados “neonazis”.
O Batalhão Azov “é um movimento de extrema-direita a que se juntam estrangeiros de extrema-direita”, segundo o que afirmou a organização não governamental norte-americana SITE Inteligence Group, e acrescentou é” errado que o governo ucraniano esteja infiltrado por neonazis” (HNA 22.03).
Em Mariupol, soldados russos procuram entre a população combatentes ucranianos. Já capturaram 100 que são reconhecíveis pelos hematomas e contusões nos seus corpos pelos coletes de protecção que costumam usar.
Encontramo-nos, por um lado, numa guerra na Ucrânia: pobre da população ucraniana; por outro lado, encontramo-nos, também no Ocidente, numa guerra de informação dividida em pró-russa e pró-americana. Reina a partidarização e a confusão.
A nossa sociedade encontra-se dividida em dois polos cada vez mais extremos. Alguns falam das imagens de Kiev como uma encenação da América, outros falam de lavagem ao cérebro, outros veem em nós servidores do governo, diria, argamassa de amassar das elites! Facto é que, pelo que mais sobressai, quer os que são por um polo quer os que são pelo outro se mantêm radicalmente seguros na sua opinião; tudo parece certo de que acima da própria lógica não funciona a razão. Esta atitude foi o que conduziu primeiro à guerra civil ucraniana e agora à invasão russa!
Pelos vistos temos todos a tendência em alinharmo-nos, como se fôssemos todos guerreiros, de nascença!
Hoje para formarmos uma opinião mais diferenciada temos de estar atentos não só aos Media do sistema, mas também aos “media sociais”. Os media sociais (são uma espécie de democracia de base) que minam a uniformização do poder dos media oficiais; uns e outros devem ser encarados com mente crítica. Todos estamos expostos ao perigo do pathos de uma opinião e accionismo (espécie de determinismo) que não calcula as consequências.
No ar, respira-se um espírito maniqueu que só distingue entre adversários e apoiantes, demónios ou anjos!
António da Cunha Duarte Justo
Chrys Chrystello
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defender a Ucrânia até ao último ucraniano

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EM TEMPO DE GUERRA…
O que eu penso, escrito por quem sabe mais do que eu.
Mota Amaral escreve hoje assim nos jornais dos Açores (destaco o que para mim é essencial):
(…) «Desde finais do século passado foi sendo elaborada a doutrina sobre a “obrigação de proteger”. A Comunidade Internacional não pode assistir indiferente à chacina indiscriminada de populações inteiras e tem o direito e até a obrigação de intervir para pôr cobro a práticas tão repelentes e contrárias ao Direito das Gentes. O pretexto foi então o suposto genocídio em execução pelos exércitos da Sérvia no Kosovo e o uso da força contra o opressor foi considerado legítimo, levando ao bombardeamento de cidades pela Aviação Americana, a pedido das Autoridades Europeias, que assim confessaram a sua impotência para enfrentar a crise. A Rússia
ainda protestou, em nome da solidariedade eslava, mas ficou por isso mesmo»
(…) «Ora, a situação existente hoje em dia na Ucrânia assemelha-se, tragicamente, à que deu origem à doutrina sobre a “obrigação de proteger”. Mas não se vê que ninguém esteja disposto a invocá-la! Antes pelo contrário, parece que a Comunidade Internacional se encontra paralisada, transida de medo pela ameaça de recurso ao
arsenal nuclear feita pelo regime ditatorial russo, com total despudor. Palmas para o Presidente Ucraniano é coisa que não falta nos Parlamentos de muitos países, entusiasmados com os discursos proferidos via Zoom e até aplaudindo de pé e unânimemente, coisa que talvez se não verificasse na nossa
Assembleia da República, caso algum dia ela venha a acolher uma dessas transmissões… Mas nisso temos ficado, repetindo o mantra de que não se enviarão tropas para o terreno. Ou seja, como já tive oportunidade de ler:
estamos todos dispostos a defender a Ucrânia até ao último ucraniano!»
May be an image of 1 person and text that says "E João Bosco Mota Amaral imagens constantemente lidade ao pelas tropas chegam da Ucrânia, mostrando bruta- ordens ditador rde Moscovo. deve- "obrigação de proteger"? avançam nuelear destruição nternaciona Direito nospitais, ditatorial coisa Tribunal total Parlamentos Zoom muitos aises, Haia. acolher uma dessas parte tudo principal indiscriminada cobro foi bem indiferente Direito traa pelas adesão Europeia muitos independente. existente sobre incluindo Portugal, esteja divulgadas proteger Mas nham contra Rússia nem medo quenin Comunidade recurso Tribunal Penal Internacional. Internacional, mais ra- chamado Acordo Ortográfico"
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russos, como os nazis, deportam crianças

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Não à guerra. Putin, abaixo! [79]
Tal como na 2ª Guerra fizeram os nazis,
russos deportam crianças ucranianas
Russos são acusados deportar à força mais de 2 mil crianças
AVENTURASNAHISTORIA.UOL.COM.BR
Russos são acusados deportar à força mais de 2 mil crianças
A acusação foi feita pelo Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia
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Belarus Rail Lines Carrying Trains With Supplies for the Russian Army Are Being Hit by Sabotage Attacks – RedState

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The last thing Lukashenko or Putin need is this.

Source: Belarus Rail Lines Carrying Trains With Supplies for the Russian Army Are Being Hit by Sabotage Attacks – RedState