RÚSSIA O FIM DOS ROMANOV

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Carlos Fino and Eunice Brito shared a link.

16 de julho de 1918: o último dia de vida dos Romanov!
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16 de julho de 1918: o último dia de vida dos Romanov!
Por: Renato Drummond Tapioca Neto Há um século, a Rússia sepultava de vez os resquícios do feudalismo e da velha monarquia absolutista, juntamente com os corpos daqueles que outrora foram a figura …

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  • Maria Teresa Barros

    Adorei
    Muito obrigada Carlos Fino.
    Já sabia a história ,mas está está muito mais pormenorizada.

OLIVENÇA E A LIVRE CIRCULAÇÃO NA CPLP

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A CPLP pode é deve desempenhar um papel importante na questão de Olivença, já que os políticos dos países de língua oficial portuguesa não tem qualquer inibição quanto a Espanha, podendo a organização servir de pressão em organismos internacionais como por exemplo a ONU, e dado que o precesso da livre circulação de pessoas e bens no espaço CPLP está bem encaminhado, mais reforça a ideia de que Olivença deve estar dentro desse espaço sob a administração portuguesa,, passando a ser a fronteira portuguesa mais a Este deste futuro espaço comunitário.
António Costa lançou proposta de livre circulação e Marcelo apoiou-a desde a primeira hora
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António Costa lançou proposta de livre circulação e Marcelo apoiou-a desde a primeira hora
António Costa considerou essencial que a CPLP reforçasse a sua dimensão de cidadania e lançou a proposta de livre circulação para os países da CPLP, e…
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  • Idilio Ferreira

    Completamente de acordo e, especialmente de entre todos eles, o Brasil dadas as “desculpas esfarrapadas” de Espanha devido ao Uruguai. Aliás o Brasil, na minha opinião, tem esse dever histórico de estar com Portugal neste assunto, assim haja mais consc…

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PARABÉNS ANTÓNIO CALLIXTO

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O NOSSO ASSOCIADO Nº 111-2016 ANTÓNIO CALLIXTO CELEBRA HOJE UM ANIVERSÁRIO NATALÍCIO E EM NOME PESSOAL E NO DE TODOS OS ASSOCIADOS ENVIO OS MELHORES VOTOS May be an image of 4 people and people smiling


 

 

Caro amigo, muitos parabéns! Que a vida te traga, sempre, inúmeros sucessos. Abraço.
You and Pedro Paulo Camara
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Sydney tightens lockdown as Australia’s COVID-19 cases rise | Reuters

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The Australian city of Sydney on Saturday ordered a shutdown of building sites, banned non-essential retail and threatened fines for employers who make staff come into the office as new COVID-19 cases kept rising three weeks into a citywide lockdown.

Source: Sydney tightens lockdown as Australia’s COVID-19 cases rise | Reuters

Visão | Escolas portuguesas nos EUA têm de adaptar ensino aos novos perfis de emigração

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Ao entrar para a escola portuguesa comunitária de New Bedford, nos Estados Unidos, há seis anos, Leslie Vicente achou que o currículo era “antiquado” e não tinha nada a ver com o perfil da emigração de hoje em dia

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aqui ficou instalado o 34º colóquio Senhora da Rosa, um refúgio entre ananases e bananeiras nos Açores

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Embrenhadas na vegetação exuberante de São Miguel, com a folhagem das bananeiras quase a entrar pela varanda, as duas cabanas em madeira do novo Senhora da Rosa Tradition & Nature…

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CRISE EM CUBA

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Escreve Carlos Vargas:
CUBA
É preciso dizer que o embargo americano não é a única causa da falta de bens essenciais em Cuba. A pobreza cubana radica em dois fatores principais: 1. A insistência em políticas económicas erradas, entre as quais uma atávica e excessiva dependência do Estado e do turismo. 2. Um sistema de protecção social subfinanciado e depauperado ao longo de décadas, que se tornou insuficiente.
É preciso dizer também que o embargo americano, decidido há 60 anos num contexto de guerra fria e de comoção nacional devido à crise dos mísseis, é hoje uma peça política obsoleta sem qualquer sentido ou racionalidade. Tem o significado de uma vingança do castrismo fora do seu tempo. Porém, o embargo é um fator de agravamento das dificuldades do povo cubano, em particular dos mais pobres. É dos EUA que poderiam chegar as transferências em dólares dos emigrantes e uma panóplia de bens de primeira necessidade que o embargo impede de chegarem a Cuba. As remessas estão limitadas a 1.000 dólares por trimestre, ou seja, a uma pequena fração do salário médio de um emigrante nos EUA, fomentando por isso o mercado negro e a corrupção.
Com 243 medidas aprovadas por Trump a agravarem o embargo, a pandemia e o colapso do turismo, as coisas terão piorado bastante. Já antes, quem voasse de Miami para Havana podia ver aviões cheios de emigrantes carregados de comida até às orelhas. Literalmente. Numa ocasião cheguei a ver uma senhora que transportar um cordão de salsichas debaixo do lenço que lhe tapava os cabelos arriscando ser presa. Vi passageiros com sacos de supermercado atulhados de medicamentos ou acartando uma parafernália de eletrodomésticos, peças de automóvel, pneus de bicicleta ou material de pesca. Tudo espalhado por malas, malinhas e malotes ou dissimulado no próprio vestuário. Bastaria viver por umas horas a experiência desse espectáculo indigno para se ter a percepção do drama que é viver dia após dia, ano após ano, década após década, sem o básico essencial.
O embargo americano não explica toda a miséria que se vê em Cuba mas agrava-a severamente. E causa danos, sobretudo aos mais pobres. Aliás, se o embargo fosse inócuo, como alguns pretendem, não estaria em vigor há 6 décadas e resistido a 15 mandatos presidenciais, entre os quais 7 administrações democratas, desde John F. Kennedy.
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    Jose Gomez Bulhao

    Se os cubanos (o regime) não conseguiram superar nem contornar o embargo americano durante 60 anos, então isso quererá dizer que o que Cuba necessita é novamente de voltar a depender dos EUA como antes de Fidel, pergunto-me?

FLORES REVOGADA LEI SOBRE A PONTA DA FAJÃ

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Hoje, na Assembleia Legislativa Regional, foi revogado o DLR 23/89/A de 20 de Novembro.
Esta medida permite que se altere um decreto obsoleto e que se proceda à alteração da legislação ajustada ao século XXI. Foi um passo que revelou um esforço dos vários partidos em procurarem soluções apoiadas no bom senso e nos meios técnicos e científicos que actualmente dispomos e que não existiam em 1989.
Saudar os partidos que tiveram a iniciativa de revogação, uma aspiração antiga, não apenas dos proprietários do lugar da Ponta da Fajã, mas de muitos florentinos que entendiam que as proibições decorrentes do DLR de 89 constituíam uma iniquidade face às outras Fajãs dos Açores, onde existem riscos semelhantes.
Um agradecimento especial aos deputados florentinos que deram visibilidade a esta questão e que desenvolveram um vasto conjunto de diligências para que a decisão de hoje fosse alcançada e ao Governo Regional.
Um agradecimento pessoal à minha família, ao empenho incansável da Dra Inês Raposo e da Dra Cláudia Almeida. Aos meus amigos Rui Coutinho e Pedro Gomes por me terem aturado, mesmo no meio das nossas divergências em relação a algumas matérias (o diálogo e o respeito pelas diferenças é sempre uma extraordinária aprendizagem).
Agradeço também a disponibilidade das seguintes pessoas em nos receber e/ou ouvir: Deputados Bruno Belo, Gustavo Alves, Paulo Estêvão, António Lima, Alexandra Manes, Pedro Neves, Nuno Barata, Dr Vasco Cordeiro (enquanto Presidente do Governo Regional), Dra Andreia Carreiro (enquanto Directora Regional da Energia), Presidente da Junta de Freguesia da Fajã Grande, Victor Fagundes e Presidente da Câmara Municipal de Lajes das Flores, Luís Maciel.
Ao Diogo Caetano por toda a disponibilidade e esclarecimentos técnicos. Ao Sr Renato Moura por defender e dar visibilidade a esta causa.
Ao Frédèric Fournier pela campanha poética que sempre faz pelas causas importantes da ilha das Flores.
Aos proprietários e moradores da Ponta da Fajã, que demonstraram elevação, civismo, combatividade e espírito comunitário exemplares.

Um abraço

especial ao Sr Serafim Freitas, pelo seu comovente amor ao lugar onde nasceu e por todas as diligências providenciadas ao longo dos últimos anos.

O meu muito obrigada a todos os que manifestaram solidariedade para com a nossa causa, em especial os habitantes de outras Fajãs deste Arquipélago.
Estão criadas as condições para que no futuro se proceda a uma reavaliação e análise mais detalhadas da Rocha da Ponta da Fajã, recorrendo a metodologias actuais que apoiem as medidas de monitorização, acompanhamento e mitigação mais adequadas a cada zona e a cada situação.
Faço votos para que o zelo hoje demonstrado por vários deputados em relação à Ponta da Fajã se estenda a todas as outras questões do Ordenamento do Território na Região Autónoma dos Açores, incluindo a aprovação urgente do POTRAA e espero que estudos ou pareceres que sejam mais opinativos do que técnicos e com argumentos duvidosos não sirvam de base para decisões políticas. Desejo sobretudo que a população da ilha das Flores seja mais unida.
Apenas uma nota de esclarecimento: das 52 moradias da Ponta da Fajã apenas 15 receberam indemnizações após a publicação do DLR 23/89/A de 20 de Novembro. Esses apoios não cobriram o valor total dos imóveis. Na sua maioria destinaram-se a apoiar novas construções ou à compra de materiais.
Hoje assistimos a um bonito momento democrático, em que vários partidos, com posições divergentes, se uniram para encontrar uma solução aos problemas de uma comunidade. Hoje há mais liberdade, justiça e paz no lugar mais ocidental da Europa. E eu só gostaria de lá estar para poder abraçar a minha gente.
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Telmo R. Nunes, Frederico Fournier and 27 others
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