hdes responde ao bloco

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HDES responde ao Bloco de Esquerda
Relativamente às declarações divulgadas ontem pelo líder da bancada parlamentar do Bloco de Esquerda, o Conselho de Administração do HDES veio ontem esclarecer, numa nota enviada aos jornais, que os pormenores sobre o ataque informático “obviamente que não podem ser divulgados enquanto estiverem em investigação, revelando mesmo alguma irresponsabilidade por parte do referido partido”.
Sobre outras críticas feitas pelo BE e publicadas ontem na nossa edição, o HDES esclarece nos seguintes termos:
“1. O Dr. Mário Freitas, insigne médico de gabarito nacional, prestou serviços neste hospital, mas foi dispensado pelo anterior Conselho de Administração, em Dezembro, dei- xando de ter qualquer ligação remunerada com o HDES em Março deste ano. Não se entende a que propósito é afirmado o que hoje foi afirmado, nos moldes em que nos é transmitido pelo jornalista.
Vamos a factos. O Dr. Mário Freitas é médico, consultor (assistente graduado) da carreira médica, ramo de Saúde Pública, sendo também delegado de saúde. Ensinou Epidemiologia e Saúde Pública na Escola de Medicina da Universidade do Minho, durante mais de 1 década. É ainda médico especialista em Medicina do Trabalho, integrando a direcção do Colégio da Ordem dos Médicos dessa Especialidade, e presta serviços ao HDES desde 2005, nessa qualidade (de médico do trabalho). Ora, nos termos da Lei (artigo 107 da Lei 102/2009) “a responsabilidade técnica da vigilância da saúde (dos trabalhadores do HDES, neste caso) cabe ao médico do trabalho”. No passado nem sempre assim foi, e há situações que aconteceram que estarão a ser analisadas por quem de direito. Com este CA, a Lei é sagrada.
Saliente-se que Dr Mário Freitas colabora com o HDES desde 2005. Desde há 16 anos. Muito para lá das funções de médico do trabalho, prestou sempre apoio e trabalho nas suas outras áreas de especialização, nomeadamente na área da Saúde Pública.
Foi dele a ideia de, em 2009, ser criado o Serviço de Epidemiologia do HDES, por Despacho do Dr Anahory, um dos primeiros serviços desta natureza, a nível hospitalar, em Portugal.
Uma vez rescindido o contrato com a empresa através da qual o Dr Mário Freitas prestava serviços (tendo o presente CA informação que o anterior CA pretendia realizar um Ajuste com uma outra empresa, que oneraria o HDES em 5 vez mais o custo deste serviço), e porque nos termos da Lei médicos autorizados para o exercício de Medicina do Trabalho só o podem realizar sob a Direção de um especialista, o Dr Mário Freitas aceitou fazer tal função de forma gratuita, em mais uma prova do sentido de dedicação e serviço que sempre deu aos Açores. De igual forma, e também como consultor a título gracioso, o Dr Mário Freitas tem colaborado com a UEC3IS, Unidade de Epidemiologia Clínica do HDES.
Acresce informar que não há qualquer remuneração, suplemento ou acréscimo aos membros da CTCovid19, e a forma como esta comissão tem dado resposta às centenas de pedidos de parecer corrobora o acerto na nossa decisão.
Junto anexamos o Despacho de criação da Comissão CTCOVID19, a qual foi um compromisso da PCA na audição na ALRAA, prévia à nomeação do CA. Ou seja, o cumprimento de um compromisso efectuado perante os legítimos representantes do povo açoriano.
2. A Diretora do Serviço de Endocrinologia e Nutrição, médica de elevado prestígio, foi nomeada em Fevereiro deste ano, por mérito próprio e por se inserir na estratégia de aumento da produtividade encetada por este CA. O facto de ser familiar do novo Director Clínico é totalmente alheio à sua nomeação. O Director Clínico não teve qualquer influência na sua nomeação, que é da inteira responsabilidade do CA, e obviamente que a sua escolha não poderia ser prejudicada por isso, até porque o seu currículo fala por si. É triste ver um partido alinhar na calúnia pública por interesses particulares.
O Director de um serviço deve ser nomeado pelo conselho de administração em comissão de serviço, por um período de três anos, preferencialmente assistente graduada sénior ou, na sua falta, de entre assistentes graduados que manifestem notórias capacidades de organização e qualidades de chefia. A Dra. Isabel Sousa desempenha há 9 anos o cargo de Directora de Serviço da Consulta Externa do HDES, tendo merecido de várias administrações do HDES total confiança para o desempenho do cargo. Está envolvida na formação pré-graduada do Curso Básico de Medicina da Universidade dos Açores.
As suas capacidades de organização e chefia estão claramente demonstradas, nesse papel, tendo inclusive formação pós-graduada em gestão de unidades de saúde, o que a par da sua inquestionável capacidade no relacionamento interpessoal, nos leva a ter confiança de ser a pessoa melhor preparada para substituir um líder com o carisma e profissionalismo do Sr. Dr. Rui César.
Quanto ao facto de a nomeada não ser a médica mais antiga do serviço, não é propriamente uma tradição no HDES, exemplificado pelo próprio facto de a actual Presidente do Conselho de Administração do HDES ter sido nomeada Directora do Serviço de Hematologia, já em janeiro de 2013, não sendo a médica mais antiga do serviço. Outros exemplos existem no HDES, EPER
A nomeação de Directores dos Serviços Clínicos é uma competência discricionária do Conselho de Administração do hospital, sendo que foi escolhida uma médica com a categoria de assistente graduado, não existindo nenhum médico com categoria superior, ou seja com a categoria de assistente graduado sénior (no serviço clínico em causa).
A proposta de nomeação da Dra Isabel Sousa não foi efectuada pelo Director Clínico, nem participou no debate desta deliberação.
Entendemos que as relações maritais não podem ser factor para tomadas de decisão no que toca a nomeações, mas também não poderão ser factor de prejuízo para a melhor organização do Hospital, dos seus serviços, e para a satisfação dos seus trabalhadores, o que se reflectirá no serviço prestado à população.
Os profissionais do HDES não se deixam amedrontar por acusações sem fundamento e insinuatórias do bom nome dos seus profissionais, e daqueles que com ele colaboram, por parte de ninguém.
A nossa missão é clara e destina-se a dar cada vez mais saúde aos açorianos.
Desde que este CA tomou posse, tem havido total transparência na sua atuação e na divulgação dos números que os refletem. Os actos contam mais do que as palavras, e este caso é bem exemplo disso. Na prática, verificamos que o BE se deixou embalar na campanha de desinformação e manipulação que tomou o HDES como alvo, nas últimas semanas.
Está, simplesmente, errado. Mas cada um é responsável pelo que faz, e as palavras ficam com quem as profere.
O nosso objectivo é outro: é o Povo Açoriano!”
(Diário dos Açores de 23/07/2021)
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faleceu NORTON DE MATOS

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Estava doente há já algum tempo. Hoje, deixou-nos. Que Deus o guarde, como merece. Foi um homem de mão cheia, um encanto de pessoa: sereno, discreto, generoso, amigo, bem humorado.
Conheci o António Norton de Matos – o “senhor engenheiro”, como os mais novos o tratávamos -, quando ele foi deputado do CDS na Assembleia Constituinte, em 1975/76. Depois, fiquei a conhecê-lo muito bem, quando foi meu diretor na “Democracia 76”, o órgão oficial do partido, durante o período de um ano e oito meses em que se publicou (1976/77). Esta fotografia é desse período, em 1976, quando ele tinha pouco mais de 40 anos – é tirada do n.º 8 da revista, Agosto/Setembro 1976.
O órgão inicial do CDS, o jornal “Democracia 74”, foi literalmente soterrado pelos dois assaltos ao “Caldas”, a sede nacional do partido, no 4 de Novembro (1974) e no 11 de Março (1975). Os assaltos dos extremistas de esquerda vandalizaram a sede e com particular intensidade o rés-do-chão, onde o jornal era produzido. O parque de máquinas foi destruído e houve perda de muitos materiais. Recomeçar era difícil e o CDS tinha poucos recursos. À segunda foi pior. A seguir ao 11 de Março, só sairiam mais dois números, produzidos fora. Esse quinzenário original acabou ao fim de dez edições.
A seguir ao 25 de Novembro, formei uma pequena equipa de gente nova que propôs a retoma do jornal, agora em formato de revista mensal. O projecto foi aprovado pela direcção do CDS, nascendo, assim, a “Democracia 76”, composta e impressa (ainda a chumbo) numa tipografia – a Neogravura – ao pé da Basílica da Estrela.
Eu tinha 22 anos. A direcção do partido escolheu o Eng.º António Norton de Matos como uma espécie de nosso tutor. Era o director. Fiquei como sub-director e o resto da equipa na redacção.
Foi um projecto que nos realizou e nos ajudou a crescer: o João Mattos e Silva, o José Pedro Barretto, o Jaime Almeida Ribeiro e o José Theotónio (mais tarde, o António Câmara de Oliveira) – a que acresciam, o José Almeida Ribeiro (cartoonista), o José Manuel Vasconcelos (fotógrafo) e o Luís Moreira (gráfico). Destes, já morreram três. Além da revista, todos asseguravam em permanência o funcionamento do mítico DOP, que conduzia toda a comunicação do partido, sob a supervisão do Vice-Presidente, o Adelino Amaro da Costa.
O António Norton de Matos era um director amigo e encorajador. Não houve uma única divergência e, quando as dificuldades apertavam, lá estava a dar-nos ânimo. Com formato modesto, que os recursos eram muito escassos, a revista era apreciada pelos militantes e simpatizantes e houve algumas edições que marcaram, embora sem nunca alcançar o impacto da “Folha CDS”, que também produzíamos no DOP, de que eu era director. Da “Democracia 76” publicaram-se 22 números, até ter de deixar de publicar-se por falta de capacidade financeira. Passámos a ver-nos menos a partir daí.
Ficámos amigos para a vida. Cada encontro foi sempre uma festa, nas andanças minhas ou nas do “senhor engenheiro”, fosse em Lisboa, fosse em Ponte de Lima, terra a que realmente pertencia e de onde era originária a sua família.
Norton de Matos é um nome ilustre da vida portuguesa. E ele nunca o desmereceu. Pelo contrário, ficou como um seu príncipe, que é o que esta foto (por certo do José Manuel Vasconcelos) instantaneamente nos lembra: um príncipe.
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NA MADEIRA UMA CRÓNICA DE VIAGEM

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ANDA BATER, TU BATES BEM
Olhei para o prato e, desiludido, chamei a menina para lhe dizer que na ementa estava escrito “peixe grelhado”.
Ora o peixe tem cabeça, rabo, olhos, umas curvas acentuadas. É um bicho que dignifica o empratamento e o eleva a arte.
Já aquela posta mísera, quase perdida na salada sem tempero, era apenas um embaraço para a gastronomia portuguesa. Ela pediu desculpa pela hipérbole da ementa e eu segui o meu caminho. Com fome.
Algumas horas passadas, devidamente consolado pelas ponchas e depois de passar na praça CR7, ao lado do Pestana CR7, colado ao museu CR7, em frente à estátua CR7, a poucos quilómetros do aeroporto CR7, pensei: “julgo que esta iha devia homenagear o Ronaldo de alguma forma…”
Alagado em suor aportei numa esplanada com produção de cerveja e de arroz de lagosta. Puxaram-me para uma mesa onde o mar dividia o cenário com um ecrã gigante. Lá dentro, do ecrã, jogava o benfica sem tarabt, seferovic ou gabriel. A lágrima tocou no olho e a doença disse presente. Desisti do romance ao fim de 5 minutos e desviei a atenção para a mesa do lado. O silêncio chamou-me.
6 jovens, a caminho da maioridade, calados e rodeados pelo mar, não levantaram a cabeça dos telemóveis durante todo o jantar. O meu.
Em silêncio, os seis, levavam as bebidas à boca sem perderem o fio ao que cada telefone lhes ditava.
Detesto silêncio. E fico angustiado quando vejo mesas recheadas de pessoas que não falam. Tenho sempre a tentação de lá ir para quebrar o gelo e dar início ao tema. Um qualquer. Encho chouriços como poucos e nem vou ao “diz que vai chover”.
Ao lado destes miúdos estavam uns velhotes, 7 ou 8, que falavam tão alto que todos acabamos a viver aquelas histórias. E riam. Abraçavam-se. Eram da geração que não nos atende o telemóvel quando ligamos com a justificação de que “aquilo não tocou”.
E fazem muito bem.
Generalizar é camisola que não me assenta mas tenho a sensação que a “geração ecrã” se vai tornando extraordinariamente desinteressante. Putos que já não sabiam conviver em 2019 e que, no fim destes confinamentos, parecem entrar num zoológico de cada vez que iniciam uma conversa.
E sabem pouco, sabem tão pouco. Com a cabeça enfiada nos telefones, nem aí aproveitam para abrir o Google e aprender qualquer coisa na imensidão do silêncio.
Mas posso estar enganado.
Levantaram-se e seguiram, calados, para outro sítio qualquer. Fiquei aliviado. O mar voltou a fazer barulho e a vergonha alheia desapareceu.
Como é que se pode ter o mundo no bolso e ser tão desinteressante e desinteressado? Coisas que não percebo mas que atrapalham a digestão do arroz a quem, acrescente-se, algum sal e coentro, não teriam magoado.
Volto a bater as pernas na tentativa de libertar alguma da poncha. E do arroz. Ainda nem tinha aquecido as juntas quando passo na esplanada do pizza hut. Vejo, o exacto momento em que os meus 6 novos amigos colocam a mão no bolso e, numa precisão olímpica e ritmada, arrumam os telefones.
Estavam as pizzas a chegar e a sofreguidão fez-me perceber o seguinte: o ecrã dá fome e, apesar de serem antisociais, os putos comem pizza de garfo e faca.
Paula Bobone aprovou. Marco Bellini não.
Eu fiquei apenas curioso para saber de que falariam e quantos tinham escolhido ananás.
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  • Ricardo Soares

    Já agora, e porque estás na Madeira, experimenta o Restaurante Pipa. Fica no Porto da Cruz. Tens peixe, mariscos, poncha, hospitalidade, praia de areia, piscina natural, paisagem deslumbrante e zona de surf à distância de 50 metros.

CALHETA PERO DE TEIVE SEM MAIS CONSTRUÇÕES

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Calheta de Pêro de Teive: promessa de não haver “mais construções” tem que ser cumprida
A secretária regional das Obras Públicas e Comunicações, Ana Carvalho, disse que o futuro do espaço público da Calheta de Pêro de Teive, em Ponta Delgada, concretizada que está a demolição das ruínas que ali estavam, passa por um “projecto que irá permitir às pessoas usufruírem” de “uma zona verde, uma zona de estar e uma zona de recreio”, garantindo que não existirão “mais construções” naquele local.
Ana Carvalho, que muito considero, falou como secretária regional das Obras Públicas e Comunicações, falou em nome do Governo Regional e falou também em nome da Região Autónoma dos Açores, proprietária do espaço público da Calheta de Pêro de Teive, que tem estado concessionado, desde há vários anos, a uma empresa privada, sob contrapartidas financeiras. Portanto, Ana Carvalho assumiu um compromisso muito sério perante a população, compromisso que vincula, pois, todo o Governo Regional, a começar pelo respectivo presidente, José Manuel Bolieiro.
Tratando-se de uma pessoa credível, não posso acreditar que as palavras de Ana Carvalho sejam meras promessas em vésperas de eleições autárquicas, para agradar aos eleitores do concelho de Ponta Delgada.
É que José Manuel Bolieiro, na campanha para o seu primeiro mandato como presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada, prometeu muito sobre a Calheta de Pêro de Teive e depois de eleito não cumpriu nada. Agora, como presidente do Governo Regional, tem uma excelente oportunidade de corrigir a sua inação nesta matéria, tanto mais que a secretária regional das Obras Públicas e Comunicações deu uma garantia que não poderá ser esquecida e ultrapassada.
O anterior Governo Regional, dominado pelo PS, apresentou um projecto absurdo para a Calheta de Pêro de Teive, que previa a construção por um privado de um monstruoso hotel, restando uma limitada zona verde, quando desde o início se previa que aquele espaço conquistado ao mar se destinaria todo para usufruto da população. O PS perdeu uma fantástica oportunidade de ficar bem na história da Calheta de Pêro de Teive, mas preferiu, teimosamente, agradar a interesses financeiros e imobiliários, ignorando a vontade da população. Parece que o actual Governo Regional, constituído por PSD, CDS e PPM, quer reverter esse projecto de má memória. Oxalá que sim!
Ana Carvalho revelou que, após o levantamento, a cargo de técnicos da Secretaria Regional, do existente no local, será lançado um concurso de ideias que contará com o apoio da Ordem dos Arquitectos e que será, posteriormente, “colocado a discussão pública para que todos possam dar a sua opinião”. E acrescentou: “Só depois avançaremos com a adjudicação de uma das soluções”.
De qualquer modo, “irá ser feito um aproveitamento daquele espaço para usufruto das pessoas e não para mais construções”, vincou a secretária regional. Muito bem, muito bem!
A Calheta de Pêro de Teive não é de Governos Regionais, de partidos políticos, de empresas ou de personalidades: é da Região Autónoma dos Açores, o mesmo é dizer pertence ao povo açoriano, muito particularmente à população do concelho de Ponta Delgada. Aquela zona da cidade, se as promessas agora feitas forem cumpridas, ficará muito valorizada com uma ampla zona de lazer para a população, sem mais mamarrachos à mistura.
Será uma grande vitória para a população e uma grande derrota para todos os que andaram anos a dizer que a Calheta de Pêro de Teive não tinha solução, a não ser entregá-la a interesses financeiros e imobiliários. Onde já se viu um privado ter autorização para construir num espaço público mesmo que pagando para isso? Não! A nossa terra não está em saldo!
Houve verdadeiros defensores da Calheta de Pêro de Teive, mas houve também – isto tem que ser dito! – falsos defensores da Calheta de Pêro de Teive, que mais não fizeram do que tentar convencer a população para soluções atentatórias do interesse colectivo, porque julgavam certamente que ficariam bem no “retrato” junto de interesses particulares e políticos.
A Calheta de Pêro de Teive é do povo da nossa terra, foi ali que nasceu a cidade de Ponta Delgada há mais cinco séculos e é um símbolo de trabalho, de cidadania e de açorianismo. Se “o povo é quem mais ordena”, então a Calheta de Pêro de Teive deve ser devolvida ao povo, para dela desfrutar como “uma zona verde, uma zona de estar e uma zona de recreio”, como propõe – e muitíssimo bem! – a secretária regional Ana Carvalho.
Maria Das Neves Baptista, Fátima Silva and 16 others
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mais património desbaratado

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A fonte da Mijareta em Montalegre, antes e… depois da “injeção” de alguns milhares de euros!
A alegoria de um futuro pré-anunciado para a terra – sem verde, sem brilho, sem alma e sem vida!

carro dos anos 1930 melhor que os atuais

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The Schlorwagen, a German experimental vehicle from 1939 which had a drag coefficient lower than most modern vehicles. It was nearly seven feet wide and had three-row seating for seven, Germany 1939.
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BRASIL transar é de esquerda

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AGORA QUERO VER QUEM TEM CORAGEM DE AFIRMAR QUE É DE DIREITA…..
🙂
Damares Regina Alves, ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos ( 🙂 ), do governo de Jair Bolsonaro, afirmou que «transar» é coisa de esquerda 🙂
Esta senhora, com cara de bruxa, nasceu em 1964 e é «pastora» evangélica.
Memória FB de Julho.2020
@ Ryc
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Lúcia Vasconcelos Franco and 3 others
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  • Roberto Y. Carreiro

    Quem se assumir de «direita» ganha um fim de semana no Marina Hotel com pensão completa…