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alice empresta-me o país das maravilhas?
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“…Nesta época estranha a inteligência parece estúpida e a estupidez inteligente, e torna-se salutar desconfiar de ambas por questão de prudência….”
António Lobo Antunes, in ó .
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MUÇULMANOS, ÁRABES, E QUEJANDOS
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A CAUSA DAS COISAS
Um árabe não é um muçulmano, islâmico não é o mesmo que um islamita, nem um jiadista. Estes e outros termos, de novo na actualidade por via da vitória dos talibãs no Afeganistão, resumidos neste texto publicado no jornal digital “Observador”.

OBSERVADOR.PT
Glossário: um muçulmano é um árabe? Não
Um árabe não é um muçulmano, islâmico não é o mesmo que um isl
EM BALI ENTRGEA DE OVOS AO DOMICILIO
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ANIMAIS PREFEREM MILHO ORGÂNICO AO GMO
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A CAUSA DAS COISAS
O milho é uma das culturas mais sujeitas à modificação genética. A principal razão? Aumentar a produtividade das culturas para obter maiores quantidades de produto, em detrimento da biodiversidade. E provavelmente também sobre saúde, embora existam opiniões muito diferentes sobre isso.
Com o objetivo de comparar milho transgênico e não transgênico, um grupo de alunos, de acordo com a página fb do Die Kraft Der Natur , decidiu fazer uma experiência. Colocaram 4 espigas de milho, transgênicas e não transgênicas, num parque povoado por vários esquilos. Resultado?
Os primeiros permaneceram intactos, enquanto os últimos foram muito apreciados pelos esquilos. Prova de que preferem o milho orgânico. Isso não é evidência suficiente para provar que o milho OGM faz mal à saúde; no entanto, o instinto animal certamente não deve ser subestimado.
Isso sem falar nos resultados de muitos estudos que ao longo do tempo mostraram os danos causados pelos OGM à agricultura e à biodiversidade. Sem falar de outras pesquisas publicadas no Jornal Internacional de Nutrição Humana e Medicina Funcional, segundo as quais a saúde humana melhora drasticamente quando nós eliminamos alimentos geneticamente modificados da nossa dieta ou pelo menos reduzir o seu consumo.
A experiência da espiga de milho na verdade tem uma longa história por trás, lançado anos atrás pela Biology Fortified que, por meio de uma campanha de arrecadação de fundos no Experiment.com, conseguiu financiar o custo de fabricação e envio de um grande número de kits contendo uma manjedoura, OGM e não Milho OGM. Kits especialmente projetados para permitir que voluntários realizem a experiência em casa.

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AUTÁRQUICAS
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Embora as eleições autárquicas sejam coisa séria, não podemos deixar de sorrir…

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EM 1918 JÁ HAVIA TROTINETAS NO PALÁCIO DE CRISTAL
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Anda tudo entusiasmado com as maquinetas espalhadas pela cidade?
Pois em 1918, os nossos avós passeavam-se nos jardins do Palácio de Cristal, no Porto, em bólides semelhantes. E não precisavam de nenhuma App…
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O FUNCHAL (PAQUETE) É UM HOTEL DE LUXO
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JORNALECONOMICO.SAPO.PT
Empresário norte-americano gastou sete milhões para comprar e transformar paquete Funchal em hotel de luxo
A MISERÁVEL tv DO JORNALIXO
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Bem observado

António Barreto
“É simplesmente desmoralizante. Ver e ouvir os serviços de notícias das três ou quatro estações de televisão é pena capital. A banalidade reina. O lugar-comum impera. A linguagem é automática. A preguiça é virtude. O tosco é arte. A brutalidade passa por emoção. A vulgaridade é sinal de verdade. A boçalidade é prova do que é genuíno. A submissão ao poder e aos partidos é democracia. A falta de cultura e de inteligência é isenção profissional.
Os serviços de notícias de uma hora ou hora e meia, às vezes duas, quase únicos no mundo, são assim porque não se pode gastar dinheiro, não se quer ou não sabe trabalhar na redacção, porque não há quem estude nem quem pense. Os alinhamentos são idênticos de canal para canal.
Quem marca a agenda dos noticiários são os partidos, os ministros e os treinadores de futebol. Quem estabelece os horários são as conferências de imprensa, as inaugurações, as visitas de ministros e os jogadores de futebol.
Os directos excitantes, sem matéria de excitação, são a jóia de qualquer serviço. Por tudo e nada, sai um directo. Figurão no aeroporto, comboio atrasado, treinador de futebol maldisposto, incêndio numa floresta, assassinato de criança e acidente com camião: sai um directo, com jornalista aprendiz a falar como se estivesse no meio da guerra civil, a fim de dar emoção e fazer humano.
Jornalistas em directo gaguejam palavreado sobre qualquer assunto: importante e humano é o directo, não editado, não pensado, não trabalhado, inculto, mal dito, mal soletrado, mal organizado, inútil, vago e vazio, mas sempre dito de um só fôlego para dar emoção! Repetem-se quilómetros de filme e horas de conversa tosca sobre incêndios de florestas e futebol. É o reino da preguiça e da estupidez.
É absoluto o desprezo por tudo quanto é estrangeiro, a não ser que haja muitos mortos e algum terrorismo pelo caminho. As questões políticas internacionais quase não existem ou são despejadas no fim. Outras, incluindo científicas e artísticas, são esquecidas. Quase não há comentadores isentos, ou especialistas competentes, mas há partidários fixos e políticos no activo, autarcas, deputados, o que for, incluindo políticos na reserva, políticos na espera e candidatos a qualquer coisa! Cultura? Será o ministro da dita. Ciência? Vai ser o secretário de Estado respectivo. Arte? Um director-geral chega.
Repetem-se as cenas pungentes, com lágrima de mãe, choro de criança, esgares de pai e tremores de voz de toda a gente. Não há respeito pela privacidade. Não há decoro nem pudor. Tudo em nome da informação em directo. Tudo supostamente por uma informação humanizada, quando o que se faz é puramente selvagem e predador. Assassinatos de familiares, raptos de crianças e mulheres, infanticídios, uxoricídios e outros homicídios ocupam horas de serviços.
A falta de critério profissional, inteligente e culto é proverbial. Qualquer tema importante, assunto de relevo ou notícia interessante pode ser interrompido por um treinador que fala, um jogador que chega, um futebolista que rosna ou um adepto que divaga.
Procuram-se presidentes e ministros nos corredores dos palácios, à entrada de tascas, à saída de reuniões e à porta de inaugurações. Dá-se a palavra passivamente a tudo quanto parece ter poder, ministro de preferência, responsável partidário a seguir. Os partidos fazem as notícias, quase as lêem e comentam-nas. Um pequeno partido de menos de 10% comanda canais e serviços de notícias.
A concepção do pluralismo é de uma total indigência: se uma notícia for comentada por cinco ou seis representantes dos partidos, há pluralismo! O mesmo pode repetir-se três ou quatro vezes no mesmo serviço de notícias! É o pluralismo dos *papagaios no seu melhor!
Uma consolação: nisto, governos e partidos parecem-se uns com os outros. Como os canais de televisão.
*Papagaios não, chilreada de periquitos sim!*”
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FOI HÁ 20 ANOS
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Já passaram 20 anos

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Faz Hoje 20 Anos Aterragem De Emergência Nos Açores Do Maior Voo Planado Da História




