nova boca eruptiva do vulcão

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Vulcão em La Palma abre nova boca eruptiva e obriga a mais evacuações
Lusa 2 horas atrás. A anterior erupção na ilha ocorreu em 1971, em Teneguía, e durou 24 dias.
Autoridades avisam que a chegada ao mar da lava pode provocar explosões.O vulcão Cumbre Vieja, na ilha de La Palma, nas Canárias, entrou no domingo em erupção na zona de Las Manchas. Do local já foram retiradas mais de 5.000 pessoas e as autoridades avisam agora que a chegada ao mar da lava pode provocar explosões e a emissão de gases nocivos para a atmosfera. Ativo continua também o alerta de incêndios florestais, para o qual estão mobilizados bombeiros e brigadas florestais de diferentes localidades, bem como a Unidade de Emergência Militar (UME), que acompanham a torrente e controlam o perímetro. O comité científico do Pevolca continua a recomendar um raio de exclusão de dois quilómetros ao redor dos centros de emissão para minimizar o risco de impacto de piroclastos e a exposição a gases tóxicos. Lembra também os cidadãos que não se devem aproximar dos fluxos de lava devido ao risco de ficarem expostos aos gases emitidos, a possíveis deslizamentos de terra e a altas temperaturas. A temperatura da superfície da lava emitida chega a 1.113 graus Celsius e, por enquanto, está confirmada a formação de um cone principal. Estima-se que os gases vulcânicos emitidos possam atingir os 3.000 metros de altitude. Veja também: O momento em que a lava do vulcão Cumbre Vieja destrói uma casa em La Palma Mais de cinco mil pessoas retiradas de La Palma devido à erupção do vulcão Cumbre Vieja Vulcão em erupção nas Canárias: oito portugueses identificados estão bem © BORJA SUAREZ Autoridades avisam que a chegada ao mar da lava pode provocar explosões.
O vulcão Cumbre Vieja, na ilha de La Palma, nas Canárias, entrou no domingo em erupção na zona de Las Manchas. Do local já foram retiradas mais de 5.000 pessoas e as autoridades avisam agora que a chegada ao mar da lava pode provocar explosões e a emissão de gases nocivos para a atmosfera.
Ativo continua também o alerta de incêndios florestais, para o qual estão mobilizados bombeiros e brigadas florestais de diferentes localidades, bem como a Unidade de Emergência Militar (UME), que acompanham a torrente e controlam o perímetro.
O comité científico do Pevolca continua a recomendar um raio de exclusão de dois quilómetros ao redor dos centros de emissão para minimizar o risco de impacto de piroclastos e a exposição a gases tóxicos.
Lembra também os cidadãos que não se devem aproximar dos fluxos de lava devido ao risco de ficarem expostos aos gases emitidos, a possíveis deslizamentos de terra e a altas temperaturas.
A temperatura da superfície da lava emitida chega a 1.113 graus Celsius e, por enquanto, está confirmada a formação de um cone principal. Estima-se que os gases vulcânicos emitidos possam atingir os 3.000 metros de altitude.
O vulcão Cumbre Vieja que entrou em erupção no domingo na ilha espanhola de La Palma (Canárias) tem uma nova boca eruptiva próxima da cidade de Tacande, o que obrigou a evacuar mais habitações, informaram hoje as autoridades.
De acordo com a informação do Plano Especial de Emergências Devido a Risco Vulcânico das Canárias (Pevolca), a nova boca do vulcão surgiu na noite de segunda-feira a cerca de 900 metros da principal, tendo sido solicitada a retirada da população daquele local, na zona de El Paso.
Até à tarde de ontem, foram mais de 5.000 habitantes retirados das suas casas, devido à proximidade da zona da erupção ou porque as propriedades foram engolidas pela lava.
Esta erupção, a oitava ocorrida em La Palma, desde o séc. XV, expele através de duas fissuras alinhadas, de norte a sul e a cerca de 200 metros de distância, com vários pontos de emissão, conforme detalhou a comissão científica que acompanha a ocorrência.
Tacande é uma cidade com 704 habitantes, mas as autoridades não foram capazes de especificar quantos terão de ser despejados das suas casas, alertando que as evacuações devem seguir os critérios de precaução.
Frente de lava expelida pelo vulcão de La Palma chega a atingir os seis metros de altura
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açores e madeira o custo da insularidade

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Açores e Madeira reiteram que custos da insularidade devem ser suportados pelo Estado
Ponta Delgada, Açores, 20 set 2021 (Lusa) – O presidente da Assembleia da Madeira, José Manuel Rodrigues, e o líder do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, reiteraram hoje que os “custos da insularidade” das regiões autónomas devem ser suportados pelo Estado central.
“Entendo que os custos da insularidade não podem ser suportados pelos portugueses das ilhas. Os custos da insularidade são custos de soberania. Portanto, têm de ser suportados pelo Estado português”, disse José Manuel Rodrigues aos jornalistas, em Ponta Delgada, na sede da Presidência do Governo dos Açores, após uma reunião com o chefe do executivo açoriano (PSD/CDS-PP/PPM).
Também José Manuel Bolieiro considerou que “os custos da insularidade são uma responsabilidade de soberania” e que “a soberania sabe que, com as regiões autónomas, tem mais potencial no seu contexto de importância internacional”.
José Manuel Rodrigues lembrou que as atuais maiorias parlamentares que suportam os governos das regiões autónomas “defendem um aprofundamento da autonomia numa futura revisão constitucional”.
O presidente da Assembleia da Madeira considerou que os dois arquipélagos “têm problemas em comum”, pelo que devem ter “soluções comuns”.
“Sempre que os Açores e a Madeira concorreram isoladamente na negociação com o Estado não fizeram valer os seus direitos. Sempre que nos unimos, fomos mais fortes, e juntos conseguimos realmente assegurar os interesses dos portugueses da Madeira e dos Açores”, declarou.
José Manuel Rodrigues destacou ainda que a proposta da revisão da lei das finanças regionais, aprovada por unanimidade no parlamento madeirense, procura “reforçar o princípio da solidariedade nacional” com os “portugueses das ilhas”.
“Entendemos que é necessário rever a lei de finanças das regiões autónomas no sentido de garantir a correção das injustiças que essa lei tem em relação à Madeira, mas no sentido também de assegurar que os Açores não perdem qualquer tipo de verba”, apontou.
Para José Manuel Bolieiro, a proposta madeirense para a revisão da lei das finanças regionais é centrada “no interesse global da relação estável e mais solidária entre o Estado e as regiões autónomas”.
“É uma proposta que configura soluções de interesse para as duas regiões e não é propriamente uma proposta focada no interesse específico da Madeira”, avaliou.
O presidente do Governo dos Açores defendeu igualmente uma revisão constitucional para “aprofundar e clarificar as competências autonómicas”.
RPYP // ACG
May be an image of coast, ocean and text that says "Madeira Vs. Azores"
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