os nossos livros mais recentes 2022-2025 (AICL Colóquios da lusofonia)

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CHRÓNICAÇORES

(Volume 7 – 2021-2023)
todos estes livros (menos o ChronicAçores vol 7 em pdf /flipbook) estão disponíveis na livraria Letras Lavadas,
https://www.letraslavadas.pt/contacto/

Grupo Nova Gráfica, Lda.
Largo da Matriz, 69 R/C – 9500-094 Ponta Delgada – São Miguel – Açores
Tef +351 296 283 113 (Chamada para a rede fixa nacional) | livraria@letraslavadas.pt
publicor@publicor.pt ​ | www.letraslavadas.pt

Wook, Fnac, Bertrand, worten, etc…

Açores testam semana de quatro dias na administração pública em janeiro – jornalacores9.pt

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O governo açoriano vai aplicar em janeiro de 2026 o projeto-piloto da semana de quatro dias de trabalho na administração pública regional e a amostra dos serviços e trabalhadores envolvidos será constituída em novembro, foi hoje revelado. “Em novembro […] será constituída a amostra de serviços e [de] trabalhadores que irão participar neste projeto-piloto. Assim, […]

Source: Açores testam semana de quatro dias na administração pública em janeiro – jornalacores9.pt

Derrocada leva ao encerramento do caminho de acesso à Fajã dos Cubres nos Açores(só não entendo como deixam desde 4ªfª 80 pessoas isoladas …

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Foi ativado o plano de emergência municipal por precaução.

80 pessoas isoladas nas Fajãs de São Jorge | RTP Açores

https://l.facebook.com/l.php?u=https%3A%2F%2Facores.rtp.pt%2Flocal%2F80-pessoas-isoladas-nas-fajas-de-sao-jorge%2F%3Ffbclid%3DIwZXh0bgNhZW0CMTEAAR5cmkGTKHD9pSCz8Z7XV2Sr8pVxQHKhYhCBuQCRjnfbZRWpP7Ej0F5RDTq-gA_aem_HXpPcG6BS2ZJ_U3Ce_23uQ&h=AT09phk0AajMHdC4LmLL5lKlg32_p0K7vh70rZIkrvd-Me9wxKzYNN_-qEe_CT9Lj25nVEZcKVDV8mDPf2ShJ6xJDD81Mxk6X-WpxtiPmsYACFZsKA5V3cZEM3jHzWhVbBirb9RLdFnSHBh7tdwhXPG5vwUydleN&__tn__=%2CmH-y-R&c[0]=AT2vsO9LgUuhaCDlVhLTztrHyxxwfex2qvwbswX_ZoW-34ECe2nIE9Op05rGaRDV8FOcrrrZ2QovWSBBzbZZp_6RZohgx3hn1gCZY-sD8w8Qh2UN7nwf3DCpZHeQvgn6hDr41gk7Sf31f0tqsNjjyHK9wUe53cIj3rvSu1ll6uOMUEdJvIhW_SplTMr7i4xqe5yduNSRLylnE8QH-SJgeTcFxqVlSvRnO1PoYPwaDOsuLbGySIDqRkqImUWi

Source: Derrocada leva ao encerramento do caminho de acesso à Fajã dos Cubres nos Açores – Portugal – Correio da Manhã

A Guerra dos Emus: como estas aves que nem voam derrotaram o exército da Austrália

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Uma campanha militar destinada a livrar a Austrália Ocidental da sua numerosa população de emus, que destruía as culturas locais, falhou estrondosamente. Mas o confronto surreal veio realçar o papel crucial das aves no ecossistema e na identidade cultural do país. A Austrália é conhecida pelas suas históricas operações de gestão da vida selvagem, com resultados que variam entre o sucesso e o fracasso. Desde o final do século XIX, as tentativas de restringir algumas espécies a certas regiões do continente passaram por diversas abordagens — por exemplo, construir extensas cercas para proteger campos de cultivo. Por outro lado, o

Source: A Guerra dos Emus: como estas aves que nem voam derrotaram o exército da Austrália

ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS

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608. ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS 16.09.2025

 

 

 

 

Senhores candidatos
Na era digital em que vivemos justifica-se gastarem tanto dinheiro em papel para ir tudo direto para o caixote de lixo?
Pensem bem nisto por favor

Um asteroide acabou de passar a rasar a Terra (e só percebemos depois)

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Uma tangente mais próxima da Terra do que a distância Porto-Algarve: 430 km que nos “salvaram” de um asteróide. A 430 km da Terra, um asteroide acaba de passar um “voo rasante” ao nosso planeta e tornar-se segunda passagem mais próxima registada até hoje (apenas superado pelo 2020 VT4, que passou a apenas 368 quilómetros da Terra há 5 anos). Agora, o 2025 TF, passou sobre a Antártida às 00:47:26 UTC de quarta-feira, 1 de outubro, a uma altitude de cerca de 428 quilómetros, explica a Science Alert. E foi mesmo uma tangente: a ilustração da capa mostra que o

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imigrantes indesejados, anos 60

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O que era dito na França a propósito dos emigrantes portugueses:
“São esquisitos, baixos e com bigodes e barbas. Chegam, na esmagadora maioria, homens. Elas, quando vêm, cobrem os cabelos com panos e não usam saia acima do joelho. Muitas são proibidas pelos maridos de cortarem o cabelo. Por vezes, eles ameaçam-nas com uma chapada ou um murro; elas, subservientes, baixam a cabeça e colam as mãos ao ventre. Trazem com eles uma paixão fervorosa pela religião. Usam colares com o símbolo das suas crenças e são capazes de dar mais do que têm para que o seu local de culto, na sua terra natal, tenha um relógio ou um telhado novo. Rezam, pelo menos, de manhã e à noite. Se puder ser, ao final da tarde, cumprem mais um ritual.
Chegam sem falar uma palavra da nossa língua. Parece que fogem de uma guerra qualquer lá no país deles, da fome e da miséria. (…) Atravessam países inteiros a pé ou à boleia para chegarem aqui. Pagam milhares para saírem do seu país e vêm ficar na miséria. Alguns têm muitos filhos, muito mais do que aquilo a que estamos habituados. Deixam-nos sozinhos ou com os irmãos mais velhos, que não vão à escola. Mas são muito trabalhadores.
(…)
São diferentes de nós e isso causa-nos má impressão. Não são muito limpos, cospem para o chão e as suas maneiras em público deixam muito a desejar. Vivem em bairros de lata que mais parecem campos de refugiados. Não sei como conseguem.”
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“́ “. Ricardo M. Santos.2015
Foto de Immigrées portugaises dans un bidonville. Saint-Denis (Seine-Saint-Denis), 1966-1967.
Do mural de Paulo Maia Fernandes.May be a black-and-white image of 3 people and crowd