o melhor restaurante macaense do mundo

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Macau Kitchen recebe uma roseta do guia AA por excelência culinária. 🏴󠁧󠁢󠁳󠁣󠁴󠁿🇲🇴
A distinção é similar às estrelas Michelin, mas apenas são dadas a restaurantes situados no Reino Unido.
Os inspectores do AA consideram o Macau Kitchen “uma experiência gastronómica única no coração de Edimburgo”.
Ao PONTO FINAL, o chef Kei de Freitas, proprietário do espaço, considera que as expectativas sobre a experiência gastronómica no restaurante “vão aumentar” e, por conta disso, “vamos ter que estar preparados para tal”.
O mais premiado restaurante de comida macaense no mundo voltou a fazer das suas.
Desta vez, o Macau Kitchen acaba de ser agraciado com uma roseta pelo guia AA, o equivalente ao guia Michelin, mas apenas no Reino Unido.
“Acabámos de entrar no maior guia de restaurantes do Reino Unidos.
O Macau Kitchen recebeu uma roseta no AA, o que faz com que passemos a ser o primeiro restaurante de cozinha de fusão a ganhar este distinto prémio”, começou por dizer ao PONTO FINAL o chef Kei de Freitas, que juntamente com a mulher Hoeyyn Ngu são os proprietários do espaço.
Os inspectores do guia AA são peremptórios: “o Macau Kitchen é uma experiência gastronómica única no coração de Edimburgo”.
“Este restaurante centra-se na herança gastronómica de 500 anos da cozinha macaense e malaca da Eurásia, seguindo a rota das especiarias portuguesas na Ásia.
O menu inclui os favoritos da cozinha macaense e malaca, e eles também têm um menu que muda diariamente com um menu criativo do chef baseado nos princípios do estilo de cozinha e a sua jornada pessoal em Macau e Malaca”, acrescentam.
O estilo de cozinha de fusão luso-asiática é igualmente destacado pelos inspectores do guia AA.
“Luso-asiática refere-se à sua herança culinária que se origina dos assentamentos portugueses e casamentos em Goa, Malaca e Macau.
Todas essas regiões são abençoadas com um clima tropical e uma incrível diversidade de temperos, técnicas culinárias e produtos.
Essa diversidade forma a base dos sabores com os quais o chef cresceu.
A presença portuguesa em Goa criou a cozinha luso-asiática goesa, que por sua vez influenciou a cozinha luso-asiática encontrada em Malaca.
Esta evolução multifacetada também moldou a cozinha de fusão luso-asiática de Macau, sendo a influência comum a todos influenciada pelo comércio de especiarias portuguesas na Ásia e o casamento com mulheres locais em Goa, Malaca e Macau”, concluiu o guia na sua apreciação ao Macau Kitchen.
Para Kei de Freitas o mais recente galardão traz ainda mais responsabilidades a um conceito que tem vindo a ser um sucesso desde a primeira hora.
“É um orgulho ser o primeiro restaurante a ganhar um rosette AA com cozinha de fusão e com a tradição macaense e a ligação a Portugal.
Só existem 1403 restaurantes com rosettes no guia AA em todo o Reino Unido e ser o primeiro português a confeccionar cozinha macaense e a entrar no guia com uma rosette é fantástico paramim e para toda a equipa que trabalha, diariamente, muito seriamente”.
Daqui para a frente, os planos são muito claros.
“Écontinuar a trabalhar e a melhorar o que jáfazemos.
Certamente, as espectativas sobre a experiência gastronómica no Macau Kitchen vão aumentar e nós vamos ter que estar preparados para tal”, referiu ainda o cozinheiro moçambicano criado na cidade do Porto.
O restaurante Macau Kitchen abriu portas em 2019 e foi fortemente impactado pela pandemia de Covid-19.
Recorde-se que, desde a sua abertura, o Macau Kitchen já foi laureado por diversas vezes de onde se destacam o prémio de Melhor Restaurante de “World Food”, em 2022, pelo jornal Edinburgh Evening News, um dos mais prestigiados na Escócia.
Também no ano passado, foi nomeado finalista na edição deste ano do The Scottish Asian Food Awards na categoria de Asian Fusion Restaurant of the Year, que venceu.
O prémio roseta do guia AA, concedido pela primeira vez em 1956, foi a primeira plataforma britânica de avaliação da qualidade da alimentação servida por restaurantes e hotéis.
A equipa de inspectores tem uma experiência na avaliação da qualidade em todo o Reino Unido, portanto, conforme se pode ler no site na Internet dos prémios, “receber o prémio é uma grande conquista que não deve ser subestimada”.
“A roseta é um prémio e não uma classificação, sendo que as rosetas são concedidas anualmente em escala crescente com base numa visita de um ou mais dos nossos inspectores”.
Macau foi designada como Cidade Criativa da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) na área da gastronomia, em 2017, reconhecendo-se que a cozinha macaense contribui para o desenvolvimento sustentável do território, sendo considerada uma das mais antigas de fusão.
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Manuela Silva

Parabéns 👏👏👏
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PR timorense visita Coreia do Sul e Roma, para encontro de Prémios Nobel com Papa – Atualidade – SAPO

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O Presidente timorense parte na próxima semana para uma visita à Coreia do Sul que pretende, entre outros aspetos, promover as oportunidades de investimento em Timor-Leste a um conjunto de empresários coreanos.

Source: PR timorense visita Coreia do Sul e Roma, para encontro de Prémios Nobel com Papa – Atualidade – SAPO

Eleições em Timor-Leste: primeiro-ministro timorense felicita vencedor após primeiro encontro com Presidente da República desde janeiro – Observador

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O primeiro-ministro timorense felicitou o partido CNRT, vencedor das eleições e admitiu sentir-se realizado por terminar a sua missão de serviço ao país, contribuindo para o desenvolvimento nacional.

Source: Eleições em Timor-Leste: primeiro-ministro timorense felicita vencedor após primeiro encontro com Presidente da República desde janeiro – Observador

novo livro

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Pode ser uma imagem de texto que diz "TEÃFILO BRAGA AS PLANTAS NA MEDICINA POPULAR NOS NOSAÇORES AÇORES CONVITE A editora Publiçor/ Letras Lavadas tem o prazer de convidar V.Ex". família para sessão pública de lançamento do livro AS PLANTAS ΝΑ MEDICINA POPULAR NOS AÇORES Lavadas da autoria de Teofilo Braga. o livro será apresentado pelo Doutor Mário Moura e pela Doutora Maria do Carmo Barreto, no Centro Natália Correia, no dia 25 de maio de 2023, pelas 18 horas. UBLIÇOR Rua Prala dOs ROQUe 9500- PONTA DELGADA MIGUEL ACORES Felef. 000 Letras, Lavadas edióes S"

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🌱🌿☘️ O lançamento do livro “As Plantas na Medicina Popular nos Açores”, de Teófilo Braga, será no dia 25 de Maio às 18:00h no Centro Natália Correia. A apresentação caberá à Doutora Maria do Carmo Barreto e ao Doutor Mário Moura. 🍵
Este livro, para além de pretender ser um modesto contributo para a nossa etnologia, é uma homenagem a todos os açorianos que ao longo dos séculos, através do conhecimento das virtudes das plantas, contribuíram para uma melhor qualidade de vida no nosso arquipélago. No livro é apresentada uma selecção de 55 plantas usadas na medicina popular. Para cada uma das plantas são indicados, entre outros itens, os fins a que se destinavam e o modo de emprego em diversas localidades dos Açores, nomeadamente da ilha de São Miguel.

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TECNOLOGIA INDESEJADA

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Novo projeto tecnológico de Inteligência Artificial vai eliminar os telemóveis.
Ufa, até que enfim! Mas….
Chamadas e mensagens serão projetadas na palma da mão a partir de um microdispositivo instalado no organismo humano
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há 2 anos no passeio da fama da AEA…

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morreu a Eduarda Dionísio

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Estive todo o dia out e, regressando a casa de carro, ouvi que morreu a Eduarda Dionísio. Foi minha professora em 1986. Minha e de mais 14 aprendizes de jornalismo, nas Caldas da Rainha. Ela e o Beça Múrias, o Carlos Pinhão, o Rangel e o Adelino Gomes, o Jorge Almeida Fernandes, a Diana Andringa, o Mário Mesquita. And so on. Com a ED aprendi a olhar para os jornais e a vê-los. Ajudou o livro do antigo diretor do Monde, Jacques Fauvet (Lire le journal), que nos ajudou a fotocopiar. Li-a também. Em “Retrato de um amigo enquanto falo” e “Alguns lugares muito comuns”. Não a via desde 1986. Muito tempo. RIP.
[A foto é de 1986]
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Alberto De Carvalho

Escritora Eduarda Dionísio morre aos 77 anos
Lisboa, 23 mai 2023 (Lusa) – A escritora e dinamizadora cultural Eduarda Dionísio morreu na segunda-feira, em Lisboa, aos 77 anos, vítima de doença oncológica, disse hoje à agência Lusa fonte próxima da família.
Numa nota publicada na página da Presidência da República, o chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, apresentou as condolências à família e lembrou a “ficcionista, dramaturga, tradutora (Shakespeare, Schnitzler, Brecht, Müller, Fosse), ensaísta, jornalista, professora, sindicalista e ativista cultural, [que] foi figura muito relevante de uma geração politicamente empenhada, antes e depois do 25 de Abril”.
“Autora de um importante estudo sobre a cultura em Portugal (‘Títulos, Ações, Obrigações’, 1993), escreveu romances que fazem o balanço desencantado, mas não desistente, da militância e da educação sentimental. Colaborou, entre outros, com o Teatro da Cornucópia, nomeadamente com uma poderosa colagem de textos de Raul Brandão, ‘Primavera Negra’”, acrescentou a Presidência da República.
Nascida em Lisboa, em 1946, filha do escritor e pintor Mário Dionísio e da professora Maria Letícia Silva, Eduarda Dionísio era licenciada em Filologia Românica pela Universidade de Lisboa, como recorda a biografia publicada pelo Esquerda.net.
“Foi professora do ensino secundário e, além de ficcionista, destacou-se pelo seu intenso envolvimento social e político, sobretudo nas décadas de 1970 e 1980. Participou em exposições coletivas de artes plásticas, escreveu algumas antologias de textos literários portugueses e participou ativamente na área do teatro, tendo chegado, inclusive, a representar na Cornucópia e no Bando”, pode ler-se na biografia publicada pela Infopédia.
Eduarda Dionísio dirigia a Casa da Achada, em Lisboa, onde se encontra o espólio de seu pai.
A estreia literária aconteceu em 1972 com “Comente o Seguinte Texto”, “revelando desde logo uma arte narrativa peculiar, evocando um ambiente onde alunos prestam provas, comentando um texto sob a vigilância do professor”, descreve a Infopédia sobre a autora que assinou, com Antonino Solmer, a peça “Dou-Che-Lo Vivo, Dou-Che-Lo Morto”.
Citado pelo Esquerda.net, o professor universitário e cofundador do Bloco de Esquerda Francisco Louçã referiu-se a Eduarda Dionísio como “um monumento de capacidade de trabalho, meticulosa ao pormenor, culta como pouca gente, curiosa como ninguém, operária da memória”.
“Amava a cultura e queria-lhe a marca de uma paixão revolucionária e intransigente na sua contraposição à rotina e à modorra. Queria fazer e fez”, acrescentou.
CP // TDI
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cadernos açorianos nº 41 MALVINA SOUSA

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ATT AMANTES DA LITERATURA AÇORIANA
temos o prazer de anunciar que acaba de ser publicado o 41º referente À escritora MALVINA SOUSA que vai regressar aos colóquios da lusofonia 4-8 outº na Ribeira Grande (detalhes em

coloquios.lusofonias.net

38 COLOQUIO 2023 RIB GRANDE

🔗 https://coloquios.lusofonias.net/XXXVIII/

Antes da Malvina os 40 Cadernos dedicaram-se a

Cristóvão de Aguiar, Daniel de Sá. Dias de Melo, Vasco Pereira da Costa, Álamo Oliveira, Caetano Valadão Serpa, Machado Pires, Fernando Aires, Mário Machado Fraião, Emanuel Félix, Eduardo Bettencourt Pinto, Eduíno de Jesus, Onésimo Teotónio Almeida, Maria de Fátima Borges, Marcolino Candeias, Norberto Ávila, Victor Rui Dores, José Martins Garcia, Joana Félix, José Nuno da Câmara Pereira, Manuel Policarpo, Tomaz Borba Vieira, Maria das Dores Beirão, Maria Luísa Soares, Susana Teles Margarido, Madalena San-Bento, Carlos Tomé, Brites Araújo, Maria Luísa Ribeiro, Carolina Cordeiro, Pedro Paulo Câmara. José Nuno da Câmara Pereira II, José Luís da Silva, João Pedro Porto, Diniz Borges. Francisco Cota Fagundes, Pedro Almeida Maia, Diogo Ourique, Maria João Ruivo.

este e os anteriores (além dos relevantes suplementos) estão no noso portal www.lusofonias.net em

www.lusofonias.net

Cadernos de Estudos Açorianos e Suplementos

Site da AICL Associação Internacional dos COLÓQUIOS DA LUSOFONIA, Portal da Lusofonia

🔗 https://www.lusofonias.net/acorianidade/cadernos-acorianos-suplementos.html