o dr rui moreira presidente de ponta delgada por uns tempos

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Chamem o dr. Rui Moreira…
O dr. Rui Moreira é, de facto, um grande presidente da Câmara Municipal do Porto. Recuperou o enorme Mercado do Bolhão, uma obra pública de enorme envergadura. Sem a sua determinação, o seu empenho e a sua ação tal não seria possível. Numa obra muito menor no Mercado da Graça, em Ponta Delgada, é a trapalhada que temos visto, com queixas até para o Tribunal de Contas e o Ministério Público. Enquanto isso, a previsão da conclusão das obras – já na terceira versão… – é para daqui a um ano…Ou talvez mais. O dinâmico dr. Rui Moreira não se ficou pelo belo, característico e identitário Mercado do Bolhão – espaço comercial agrícola, de convivência de todas as classes sociais e atractivo turístico, tal como o Mercado da Graça -, pois já anunciou que vai recuperar o velho Coliseu do Porto, não menos belo, característico e identitário. Tenho admiração pelo dr. Rui Moreira, mesmo não concordando com toda a sua ação pública e política. Ele deixa uma marca sem dúvida positiva na capital do norte do continente, acima dos partidos, por amor e dedicação àquela grande região do nosso Portugal. Entre outras obras, resolveu o Mercado do Bolhão e vai resolver o Coliseu do Porto. Em Ponta Delgada, na sempre amada ilha açoriana de de São Miguel, o nosso Mercado da Graça é a trapalhada que se conhece e o Coliseu Micaelense, embora já muito bem recuperado, vai ser entregue, como foi anunciado, à banca, sob hipoteca. A confirmar-se, é de pôr as mãos à cabeça. Tenho uma solução para isso: peçam ao dr. Rui Moreira para ser presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada durante seis meses…
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Privatização da TAP corre o risco de ficar deserta e perda de dinheiro é inevitável 

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Especialistas em economia e aviação não duvidam que o Estado vai perder dinheiro com a venda da TAP, depois de ter injetado, nos últimos dois anos, 3,2 mil milhões de euros na companhia. Problemas estratégicos e concorrência das low-cost são apontados como os principais desafios.

Source: Privatização da TAP corre o risco de ficar deserta e perda de dinheiro é inevitável 

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Este é o tamanho das pedras usadas para construir a grande pirâmide no Egito.

São 2 milhões e 500 mil blocos no total, ou seja, em 20 anos teriam que extrair, transportar centenas de quilômetros, atravessar um rio, levantar e colocar um bloco de dezenas de toneladas A CADA 9 SEGUNDOS, 24 horas por dia, sem interrupção. Estima-se que as obras das pirâmides tenham começado no ano 2.500 a.C.

Para chegar ao topo, teria que haver uma rampa de 3 km para chegar a 150 metros sem ficar muito íngreme. Alguns engenheiros atuais revelam que isso não é possível mesmo com equipamentos e métodos pesados.Uma enorme e avançada obra de engenharia foi utilizada no passado remoto, disso não há dúvidas.

Fato Curioso

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OS 2%
O deputado independente Carlos Furtado levantou esta semana uma questão pertinente: que sustentabilidade pode ter uma governação dependente de dois partidos que não chegam a 2%?
O parlamentar considera que é “inviável” governar nestas condições, “refém de minorias” e de “dois deputados”.
De facto, o que assistimos nos últimos dias por parte do Chega e do IL, exigindo do governo a aprovação de propostas bastante polémicas, em troca do voto dos dois deputados em sede de Orçamento Regional, é um exagero político com consequências negativas para todos os partidos da coligação, incluindo os dois mais pequenos.
A proposta dos 1.500 euros para gastar nas farmácias é mesmo tonta, inconstitucional porque discriminatória e uma cedência ao Chega.
Este extremismo, tolerado pacientemente por Bolieiro, vai aumentar de tom à medida que nos aproximamos das eleições, numa estratégia desesperada para os mais pequenos segurarem os seus eleitorados.
Se o Chega e o IL estivessem “colados” incondicionalmente à coligação, seriam “engolidos” no próximo acto eleitoral, na medida em que os seus eleitores certamente iriam preferir votar na coligação, “porque estão todos em sintonia”.
Ora, a única alternativa dos dois partidos afirmarem a sua autonomia junto do seu eleitorado é criar a sensação de que têm um caminho próprio, que não estão sempre de acordo com a coligação e que conseguem visibilidade política com as propostas que o deputado independente classifica de “chantagistas”.
No fundo, a estratégia de ambos é afirmarem-se como a “voz crítica” da coligação, criando o seu próprio espaço e tentando segurar os seus eleitores.
Se estivessem todos de acordo, como reagiria um eleitor dos dois partidos? “Bom, se são todos iguais então é mais seguro votar na coligação, que tem mais hipóteses de ganhar”.
É uma estratégia arriscada, porque ao extremar posições poderão obter uma resposta diferente dos eleitores, sobretudo se as propostas “chantagistas” não forem consistentes e o eleitorado as considerar “uma idiotice”, como disse o deputado independente.
Presumo que na discussão deste Orçamento para 2023 vamos continuar a assistir a este endurecer de posições, mas nenhum deles terá a ousadia de reprovar o documento e provocar eleições antecipadas.
No próximo ano sim, quando faltar apenas um orçamento e alguns meses para novo acto eleitoral, então serão os próprios três maiores partidos da coligação que poderão jogar uma cartada, provavelmente também arriscada, mas decisiva para captar mais eleitorado, rompendo com os dois pequenos e ficando a aguardar que um deles, ou os dois, tomem a iniciativa de provocar eleições antecipadas.
Até lá, vamos continuar a assistir a este jogo desgastante, mas também de muita paciência.
O PAPEL DA OPOSIÇÃO
Enquanto a coligação anda nestes “jogos florais”, a desgastar-se a si própria, o PS anda a desbaratar o seu capital enquanto oposição.
Desde que Vasco Cordeiro assumiu o cargo de Presidente do Comité das Regiões, ocupando-se dos temas europeus em Bruxelas, o PS ficou entregue a rapazes, com posições públicas fora da realidade, sem propostas, rostos cansados e sem credibilidade, fazendo o mesmo papel, errado, que o PSD fazia quando estava na oposição.
O prestígio que Vasco Cordeiro tenta ganhar lá fora corre o risco de ser desbaratado cá dentro se não tiver mão no partido e melhorar a qualidade das intervenções de alguns dos seus dirigentes.
Agora percebem, apesar de tudo, a falta que faz Francisco César?
Osvaldo Cabral
Editorial “Diário dos Açores” 16-10-2022
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  • Jose Alberto Ornelas

    No quarto parágrafo não era melhor escrever Artur Lima em vez do nome do presidente do governo?
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    • 9 h

These Photos Give a Sneak Peek Into What North Korea Is Like – en.culturess.com

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These Photos Give a Sneak Peek Into What North Korea Is Like – Pretty much everyone has heard at least something about North Korea, but there are very few real and genuine photos that really showcase the harsh conditions of life in North Korea. Korea, historically, was one nation until the Second World War, when the country was divided. North Korea became a communist state and South Korea become a democracy. It’s incredibly rare that Western photographers are able to document the lifestyles of the poverty-stricken inhabitants of North Korea under dictator K

Source: These Photos Give a Sneak Peek Into What North Korea Is Like – en.culturess.com

quem quer comprar o coliseu micaelense?

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Coliseu Micaelense: alienação à vista?
A anunciada hipoteca à banca é o primeiro passo para o Coliseu Micaelense, em Ponta Delgada, ser vendido a privados. Ao hipotecar-se o histórico imóvel, reestrutura-se uma dívida, mas não se paga. Depois, com o argumento de que tem de se pagar e não há dinheiro para tal, vende-se o belo imóvel, avaliado em 12 milhões de euros. Paga-se o que se deve e arrecada-se o restante capital. Portanto, o Coliseu Micaelense tem os dias contados como património municipal. É o que me parece. Depois de muitos anos de decrepitude, o imponente Coliseu Micaelense, de tão boas tradições e recordações, foi adquirido a privados e foi muito bem restaurado, uma obra muito meritória, sem dúvida. Não sei se a gestão tem sido boa ou má: não sou capaz de fazer essa avaliação, precisamente por desconhecimento. Percebe-se, no entanto, que nem tudo tem decorrido bem. Lamento imenso se o Coliseu Micaelense acabar por ser vendido, deixando a órbita pública municipal e passando para uma qualquer empresa ou fundo financeiro, regional, nacional ou estrangeiro.
Paula Cabral, Jose Gomez Bulhao and 32 others
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  • Pedro Medeiros

    Muito “vivi” no Coliseu. 😞
  • Pedro Medeiros

    Tomás, continua a denunciar esses atentados. Abraço.
  • Maria Isabel Oliveira

    Um novo hotel? Será?
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  • Zinha Baptista

    oh não quero acreditar que isso vai aconteçer a CMPDL tem milhares de euros para festas e eventos e não tem capacidade de tomar uma atitude, e Secretaria da Cultura e Governo Regional etc 😟
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    • 10 h
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  • Francisco Xavier Sousa

    Uma morte anunciada com “brilhantina”
    No ouviu-se dizer que o carrasco tinha “taxo” garantido
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    • 9 h
  • Alexandrina Bettencourt

    Estão acabando com tudo… tristeza
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    • 8 h