Views: 0
Source: (6) Facebook

http://coloquios.lusofonias.net/XXX/
Views: 0





José Viana, Tomás Quental and 6 others
Views: 0
People who are into art, design, and style have a reputation for being a little bit weird and funky, but thank goodness for their creative minds, otherwise, we’d be living in a boring world. Architects come up with the most unusual designs for buildings and homes. The designs they come up with either leave us […]
Source: Uncommon Architectural Designs That Left Us Asking, “Who Drew Up The Plans?” – Doc Journals
Views: 0
Página dedicada aos que gostam dos Açores, e queiram partilhar o que temos de melhor.
Source: Parque Terra Nostra – Furnas – Horários e Preços – I Love Azores
Views: 0
Página dedicada aos que gostam dos Açores, e queiram partilhar o que temos de melhor.
Source: Veja como é Aterrar nas Flores a partir do Cockpit! – I Love Azores
Views: 0
Source: Facebook
Views: 1
Transparência José Soares
Prepotências e caciquismos
Há quem diga que as maiorias absolutas em governos, não deviam existir em Democracia, já que este facto despoleta sempre pretensões para tiques ditatoriais. É uma opinião com a qual não concordo, já que o povo é quem decide.
No meio século de vida politicamente livre em Portugal, na Madeira e nos Açores, poderemos afirmar sem receio, que o sistema democrático está seguro, embora longe de ser eterno.
Como em muitos outros países, a febre do poder tem tido temperaturas altas nas cabeças de alguns políticos menos democratas. Com a noção de que a maioria absoluta lhes serve de escudo defensivo contra tudo e todos, arrotam discursos evasivos, cheios de nada, para com isso ganharem alguns segundos de fama ou mostrarem “quem realmente manda” no desmando cada vez maior que varre o país.
O Partido Socialista português obteve uma maioria absoluta para governar estruturalmente Portugal. O Povo deu-lhe um cheque em branco para fazer mudanças de fundo há muito exigidas. Criaram-se as condições básicas para que Portugal fosse governado a sério, com a coragem, liderança e competência que o país merece.
A essa necessária maioria política, junta-se um caudal de milhões de euros num plano de ajuda europeu nunca até aqui alcançado. Chamam-lhe PRR – Plano de Recuperação e Resiliência, um programa de aplicação nacional, com um período de execução até 2026, que visa implementar um conjunto de reformas e investimentos destinados a repor o crescimento económico sustentado, após a pandemia, reforçando o objetivo de convergência com a Europa, ao longo da próxima década. Este instrumento contém o Mecanismo de Recuperação e Resiliência onde se enquadra o PRR, um plano de investimentos para todos os portugueses (e não para os partidos políticos), assente em três dimensões estruturantes: Resiliência; Transição Climática; Transição Digital.
Com uma oportunidade única de retirar o país da retaguarda europeia, o governo maioritário do partido socialista português, limita-se a entrar por estranhos caminhos ideológicos e batalhas de retórica e flagrantes mentiras que nenhum cidadão compreende. O primeiro-ministro António Costa ganha todas as lotarias das inverdades perante as câmaras televisivas, já estafadas de tanta conversa vã.
Valendo-se dessa maioria absoluta, prefere entrar em perseguições e vinganças partidárias, abusos de poder por muitos dos seus membros. Um governo com cada vez mais arguidos no seu seio e uma completa insatisfação popular, bem como arrependimento pela maioria absoluta dada em vão a este PS. O primeiro-ministro António Costa vai até ao descaramento de dizer que os portugueses não estão interessados em saber quem rouba mais ou menos, mas sim sobre a inflação, como se qualquer partido estivesse, de facto, interessado nos portugueses…!
O Povo não vai esquecer nem tão cedo que o inquérito parlamentar à TAP pariu um rato. Mais um para o Largo do Rato.
Apesar de todos os abusos cometidos, não há demissões (ninguém desiste da teta) e as indecências podem continuar. A comissão parlamentar foi uma farsa presidida por um socialista de escolhida aparência honesta e o relatório foi escrito a mando do PS e por conseguinte, sabendo antecipadamente que teria a maioria para votar a favor dos mais ambíguos resultados que dele saíssem. Mais estes milhares de euros queimados durante semanas, para delírio partidário.
Foram mais umas toneladas de areia atiradas aos olhos do país.
Views: 12
Views: 1

4
Views: 0