atentado à memória do povo

Views: 0

May be an image of aircraft

“NÃO HAVERÁ HISTÓRIA SE AS OBRAS E TESTEMUNHOS DO PASSADO NÃO FOREM CONSERVADOS E RESPEITADOS”, ACRESCENTANDO QUE “POVO SEM MEMÓRIA COLETIVA É UM POVO SEM ALMA”…

See more
All reactions:

Luís Botelho and 13 others

5 comments
1 share
Like

Comment
Share

Comments

All comments

  • Active
    Luís Botelho

    Author
    Ao lado da nova “Torre de Controlo” ainda resistem as ruínas da “antiga”, num claro atentado à “memória coletiva de um povo”!…Até quando?
    • Like

    • Reply
    • Share
    • 36 m

“NÃO HAVERÁ HISTÓRIA SE AS OBRAS E TESTEMUNHOS DO PASSADO NÃO FOREM CONSERVADOS E RESPEITADOS”, ACRESCENTANDO QUE “POVO SEM MEMÓRIA COLETIVA É UM POVO SEM ALMA” (J.Melo, CADEP-CN, Sta Maria)

All reactions:

Luís Botelho and 12 others

5 comments

1 share

Like

Comment
Share
View more comments
Luís Botelho

Ao lado da nova “Torre de Controlo” ainda resistem as ruínas da “antiga”, num claro atentado à “memória coletiva de um povo”!…Até quando?

  • Like

  • Reply
  • Share
  • 35 m

ATUALIDADE. SOCIEDADE. CRISE SÍSMICA DO FAIAL – Soutoemlinha

Views: 1

Quatro sismos sentidos em três dias Depois de quase duas semanas esquecida, a atividade sísmica ao largo dos Capelinhos voltou a fazer-se notar

Source: ATUALIDADE. SOCIEDADE. CRISE SÍSMICA DO FAIAL – Soutoemlinha

SATA ALUGA AERONAVES

Views: 1

ACMI
Afinal quantos aviões a Azores Airlines contratou até agora em ACMI?
Que eu tenha conhecimento:
– 1 B777 da EuroAtlantic
– 1. B777 da Privilege Style
– 1. B767 da White
– 2. A320-214 da TAP
Porquê tantos ACMI?
Programação mal feita? Demasiadas avarias? Ou o conjunto das duas, no entanto nunca vi tantos ACMI por parte da Azores Airlines como agora.
Onde está a super gestão da Administração da SATA tão apregoada?
May be an illustration of fire and text

All reactions:

Carlos A César, João Manuel Medeiros Aguiar and 7 others

2 comments
Like

Comment
View more comments
Bruno Raposo

Falta aí o 767 da EuroAtalntic que viajei a semana passada.

O paraíso esquecido Decidi não continuar a série de “Cartas a Joel Neto”.

Views: 0

O paraíso esquecido
Decidi não continuar a série de “Cartas a Joel Neto”.
De facto, estou plenamente convicto de que o escritor usa tudo o que é possível para se promover e ao seu último livro. E não serei eu a contribuir para encher a mais pequena poça onde este Narciso se quer contemplar. O que não me impede de esclarecer os que gostam de saber tudo antes de julgar. Bem pelo contrário, faço questão de fazê-lo. Mas sem me dirigir diretamente a quem nem isso merece.
No dia 29 do passado mês de junho, a RTP 1 exibiu uma reportagem na série Linha da Frente, intitulada “Paraíso esquecido”. Joel Neto publicou na sua página de facebook o seguinte texto: “Esta noite, com o livro Jénifer ou a princesa da França como pano de fundo, grande reportagem da jornalista Sandra Salvado sobre a pobreza, consumo de drogas sintéticas, gravidez na adolescência, violência doméstica, abandono escolar e demais indicadores de subdesenvolvimento humano dos Açores”.
Afinal, o tal “paraíso esquecido” não era a região Açores, como acontecia na “Jénifer”. Era a Terceira. Ilha na data da exibição da reportagem completamente entregue às suas festas maiores, as Sanjoaninas, não tendo o seu povo tempo nem pachorra para ficar em casa a ver televisão.
Para quem não viu, um pequeno resumo.
A televisão pública exibiu pessoas a fabricar e a consumir drogas sintéticas. Com pormenores. É explicado como se faz. Quais os ingredientes essenciais ao fabrico. Como se juntam para dar o produto final. Tal e qual uma receita. Só que não são donas amélias… Só acontecerão tais desgraças na ilha Terceira? Em tal escala que impõe chamar a atenção do País inteiro?
Juntam-se testemunhos de mulheres sequestradas, outras vítimas de violência doméstica. Novamente uma realidade apenas encontrável no paraíso esquecido?
Uma adolescente que foi mãe aos 14 anos. Com o pai da criança, poucos anos mais velho, a dizer que teve de deixar de estudar para sustentar o filho. Com o pai da jovem mãe a confessar as suas desditas de desempregado. E a miúda com o bebé ao colo. Em primeiro plano, o rosto do inocente. Dirão os produtores, os realizadores, os autores, que os filmados deram o devido consentimento. O que eu vi foi gente de boa-fé a ser exposta e explorada na sua tristeza a Portugal inteiro. Não haverá famílias assim em mais lado algum?
Mas, logo a seguir, o contraste. Depois da capa do livro “Jénifer” encher o ecrã todo, recitada pelo seu autor a ladainha costumeira de todos os indicadores que nos colocam na cauda do País, a família de Joel é filmada no jardim da sua casa. Escritor, esposa e filho bebé. Sorridentes. Felizes. Com um fotógrafo a registar o exemplo para a posteridade. O único lugar imaculado na ilha Terceira que aparece na reportagem é a casa de Joel Neto. O único paraíso que não foi esquecido.
Entendi nesse momento a dimensão do “pano de fundo” que foi o livro de Joel Neto para a reportagem. Era a parte que interessava. O resto, era para enfeitar. E saltei.
Mas não saltou o chefe de gabinete. Saltou o faialense que escolheu a ilha Terceira para viver, há 40 anos. Saltou o homem que se entregou a esta terra de corpo inteiro desde a sua chegada.
O homem que se indignou foi o que defendeu oficiosamente e deu muita consulta jurídica de graça aos que não tinham dinheiro para pagar, na Terra Chã, no Lameirinho, em Santa Rita, em São Mateus. Foi o que ensinou em Angra e na Praia os filhos dos pobres com mais alegria que os filhos dos ricos, para que eles metessem na cabeça que só pela qualificação poderiam vir a viver melhor que seus pais e avós. Foi o que desceu a Rua Sé anos e anos com muitos amigos, que cantavam as palavras por ele escritas e as notas por ele juntas numa marcha linda à qual não faltou pulmões para gritar “ninguém apaga os nossos feitos, nem um futuro por fazer, quem nos quiser em paz sujeitos, saiba: queremos livres morrer”.
O homem que não quis calar o seu grito de revolta foi o que acampou anos a fio na Salga, deixando fundilhos de calças por todos os pesqueiros, vendo gado bravo a empurrar espanhóis para o largo. Foi o que roeu todos os cabinhos dos torresmos no quinto toiro em casas de amizade. Foi o que escreveu enredos e correu sociedades pela ilha toda a representar e a cantar, depois abraçando essa alegria de bailinhos que rabiscou na escola onde é professor. Foi o que não passa por certa farmácia sem deixar uma lágrima ao Elmiro que dançava e ao José Luís que tocava. Foi o que guarda nos ossos o suor quente dos abraços do João Ângelo e do Plácido e no coração as quadras que troca com o Eliseu sempre que se cruzam nos quatro cantos desta vida. Foi o que ainda conversa em esquinas com os mortos Félix, Candeias, Rodrigues, Bretão, Macide.
O homem que nunca se calará é o que se entregou graciosamente a todas as comunidades desta ilha que o requereram, dirigindo o Cineclube e a AMIT. Dizendo logo que sim ao convite do Joaquim Ponte para integrar a Comissão dos Assuntos Culturais da Câmara Municipal de Angra, lá ficando oito anos, dando o seu melhor. O homem que não aprende a calar-se e a ficar cinzento atrás de qualquer cargo foi e é o que se abriu em milhares de crónicas publicadas nestas páginas. Será pouco, mas deu o que tinha.
Saltarei sempre, em defesa da Terceira de Jesus. Custe o que custar. E com a plena consciência de que houve sempre espanhóis a invadirem, terceirenses a expulsá-los, mas também terceirenses a lhes abrirem as portas. Felizmente, poucos.
Mas que fique desde já claro: “saltar”, para mim, nunca foi ameaçar fosse quem fosse com a prática de qualquer crime. A minha única arma é esta escrita, admito pobre, mas que só se calará debaixo dos tais palmos de terra.
(continua)
António Bulcão
(publicada hoje no Diário Insular)
PUBLICO HÁ ANOS CRÓNICAS E PENSAMENTOS DO FACEBOOK. SÓ USO ESTA REDE SOCIAL PARA ISSO. NUNCA PEDI NADA FOSSE A QUEM FOSSE. MAS DESTA VEZ PEÇO, PORQUE EM CAUSA ESTÁ A MINHA HONRA: POR FAVOR PARTILHEM O MAIS QUE PUDEREM O ESCRITO ACIMA.
All reactions:

Urbano Bettencourt, Ângela Loura and 104 others

10 comments
64 shares
Like

Comment
Share

MORREU ONTEM Marc Augé

Views: 0

MORREU TAMBÉM ONTEM
Marc Augé (2 de setembro de 1935 – 24 de julho de 2023) etnólogo e antropólogo francês.
Neste preciso momento nem o EL PAIS, nem o LE MONDE deram a notícia . Apenas o italiano LA REPUBBLICA noticiou.
Pode ser uma imagem de 1 pessoa, barba e óculos graduados

All reactions:

Maria Helena Ançã, Teresa Martins Marques and 33 others

7 comments
2 shares
Like

Comment
Share
View more comments
Active
Nadia Tadlaoui

Os meus sinceros sentimentos .
  • Like

Presidente do Governo fez percurso de ‘shuttle’ até à Lagoa do Fogo e registou experiência bem acolhida pelos visitantes – Comunicação – Portal

Views: 0

Source: Presidente do Governo fez percurso de ‘shuttle’ até à Lagoa do Fogo e registou experiência bem acolhida pelos visitantes – Comunicação – Portal

Nunca enganem um português. Roubado, sim. Parvo, não | Contacto

Views: 0

Tão certo como a nossa aldeia ser a melhor do mundo é um português querer enganar outro português. E neste jogo do gato e do rato, todos queremos ser felinos.

Source: Nunca enganem um português. Roubado, sim. Parvo, não | Contacto