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AUMENTAM OS CASOS NA AUSTRALIA

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Beatriz Wagner and SBS Portuguese shared a link.
Este é o blog da SBS em Português com as últimas notícias do coronavírus aqui na Austrália, nos países de língua portuguesa e no mundo.

SBS.COM.AU
Este é o blog da SBS em Português com as últimas notícias do coronavírus aqui na Austrália, nos países de língua portuguesa e no mundo.
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  • Há 1051 casos confirmados de #coronavírus na Austrália, com 175 novos casos neste sábado, o maior aumento num único dia, e sete mortes.
    Até agora, 43 pessoas se recuperaram da doença.
    Nova Gales do Sul/NSW tem o maior número de casos no país: 436.
    Este é o blog da SBS em Português com as últimas notícias do coronavírus na Austrália.

  • TIMOR NOVA TENTATIVA DE GOVERNO

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    Fretilin e PLP assinam “plataforma de entendimento” para solucionar impasse em Timor-Leste

    Díli, 21 mar 2020 (Lusa) – Os líderes da Fretilin, maior partido no parlamento timorense, e o PLP, do atual primeiro-ministro demissionário, assinaram hoje um acordo de “plataforma de entendimento”, como solução para o impasse no país e para melhor combater a Covid-19.
    Mari Alkatiri disse que a nova plataforma pretende ajudar a ultrapassar o atual impasse político que se vive no país, surgindo da preocupação com a “situação de pré-emergência que se vive relativamente ao Covid-19”.
    O responsável da Fretilin pediu a colaboração de todos no combate à doença, com medidas adicionais de proteção e higiene, mas também que se mantenha a solidariedade com vizinhos, colegas, amigos e familia.
    “Estamos hoje numa luta muito importante para o Covid-19, e cada um de nós tem que ser combatente contra o coronavírus”, afirmou.
    Taur Matan Ruak, por seu lado, recordou que o chumbo do Orçamento Geral do Estado (OGE) de 2020 marcou o fim da aliança de maioria parlamentar (CNRT, PLP e KHUNTO).
    “O partido CNRT retirou a confiança ao VIII Governo que eu lidero, retirando assim a confiança ao primeiro-ministro”, disse o chefe do Governo que está demissionário desde 22 de janeiro.
    O chefe de Governo disse que o seu partido está “pronto para trabalhar com a Fretilin para abrir uma nova oportunidade para encontrar uma solução”, cuja definição caberá ao Presidente da República.
    Relembrou que o país vive “duas situações graves”, as cheias da semana passada que causaram mais de 20 milhões de dólares de danos e afetaram mais de 2.500 famílias e depois a confirmação do primeiro caso de Covid-19.
    “Isso exige tomar medidas rápidas e urgentes e isso só pode acontecer se o parlamento nacional assumir as suas responsabilidades de dar apoio à governação”, afirmou.
    Taur Matan Ruak agradeceu aos líderes e estruturas dos outros dois partidos da coligação que apoiou o atual Governo – Xanana Gusmão e o Congresso Nacional da Reconstrução Timorense (CNRT), e José Naimori e o Kmanek Haburas Unidade Nacional Timor Oan (KHUNTO).
    “Agradeço por me terem dado confiança para liderar o Governo. Infelizmente a relação termina”, afirmou.
    “Agradeço a cooperação da Fretilin e garanto ao senhor secretário-geral que estou pronto, o partido está pronto para cooperar com a Fretilin para encontrar uma solução para os problemas que temos, para reduzir o sofrimento do povo e para ter mais força para combater o coronavírus. Timor-Leste tem que fazer isso”, afirmou.
    A assinatura ficou marcada por medidas sem precedentes em Timor-Leste de prevenção da Covid-19, horas depois do Ministério da Saúde confirmar o primeiro caso da doença no país.
    Mari Alkatiri e Taur Matan Ruak, ambos com máscaras, ficaram praticamente sozinhos numa sala mais pequena, separados por vários metros, e as suas declarações foram transmitidas em direto para outra sala onde os presentes, também com máscaras, estavam espalhados para reduzir o contacto.
    Depois das declarações e assinatura, jornalistas entraram na sala um por um, também com máscaras, para garantir maior proteção no momento.
    A cerimónia foi transmitida em direto pela Radio Televisão Maubere (RTM), da Fretilin na página do partido no Facebook.
    Presentes na sala estiveram, entre outros, militantes do Partido Democrático (PD) e do Kmanek Haburas Unidade Nacional Timor Oan (KHUNTO), dois dos seis partidos que assinaram uma nova coligação de maioria parlamentar liderada pelo Congresso Nacional da Reconstrução Timorense (CNRT), de Xanana Gusmão.

    ASP // MSF
    Lusa/Fim

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    SALVAR O EURO, OUTRA VEZ (OU: DE ONDE VEM TODO ESTE DINHEIRO?) Pedro Santos Guerreiro

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    SALVAR O EURO, OUTRA VEZ
    (OU: DE ONDE VEM TODO ESTE DINHEIRO?)

    Pedro Santos Guerreiro
    Expresso Diário, 20.03.2020
    Não está nas primeiras páginas nem nas primeiras preocupações, mas este dinheiro todo tem de vir de algum lado. Lembra-se das dívidas soberanas? Dessa imensa abstração a que chamamos “os mercados”? Então lembre-se de outra coisa: é preciso salvar o euro. Outra vez. E isso já começou. Até porque desta vez não são só os “países periféricos”, são todos. Até porque desta vez inclui a Alemanha.
    São tantos os anúncios de milhares de milhões daqui e dali que ninguém percebe nada — o desenho concreto torna-se pintura abstrata. Mas veja este número de ontem: 750 mil milhões de euros do BCE. Não pense em quantos aeroportos do Montijo daria para construir (daria para 580, mas também escusa de pensar no novo aeroporto, não vai acontecer agora), pense antes no que isso significa. Significa que as bazucas, os obuses e os canhões estão a sair do paiol não apenas para salvar a economia, mas para salvar o euro. Sim, esse mesmo, o tal que esteve por um fio até ao verão de 2012, durante as intervenções externas.
    A crise de 2008 durou dois a três anos a chegar às dívidas soberanas, porque começou no sistema financeiro. Mas esta crise nasce na economia e é diferente, porque é simultaneamente de procura (compra-se menos, por quebra de rendimento e por medo) e de oferta (produz-se menos por paragem das fábricas, distribui-se menos porque as cadeias de abastecimento estão quebradas). Desta vez, o contágio não espera dois ou três anos, como em 2008: está a ser num ápice. Os mercados parecem loucos, os de ações, de obrigações, de matérias-primas e todos os seus derivados.
    DE ONDE VEM O DINHEIRO?
    De dívida, claro. Mas quem empresta?
    Ninguém se atreve a fazer contas ou dizer as contas que faz, porque ninguém sabe quanto tempo durará e ninguém quer assustar outros com a sua própria escandalização. É como atirar uma pedra para um poço de que não se vê o fundo e ficar à espera de ouvi-la esmurrar a água. Mas as recessões mensais são uma escavação inédita. Mas as despesas do Estado com saúde, com segurança social e com a economia (incluindo a quebra de impostos e de contribuições) são uma gazua terra adentro.
    É um exercício destravado sem fecho para balanço, com um jorro de défices mensais crescentes sobre um PIB minguante. Os défices de março e abril sobre o PIB hão de ficar para a História como o maior bungee jumping orçamental das nossas vidas. A corda é a dívida, que hoje nos salva e amanhã não nos pode enforcar. É por isso que as autoridades monetárias, europeias e governamentais, têm de perder hoje as regras de controlo sem perderem o controlo das regras. Amanhã pagaremos: a dívida de hoje são os impostos de amanhã. Estes são meses de mandar o défice à vida, mas não de rasgar as folhas seguintes do calendário.
    Sim, mas quem empresta? Quem empresta ao Estado que “empresta” às empresas e às pessoas?
    Os bancos centrais, que injetam liquidez direta e indiretamente — por exemplo comprando ativos e dando garantias de liquidez.
    A União Europeia, que ou age em função do todo ou não é União Europeia. Não tanto através do seu próprio orçamento, que é relativamente pequeno, mas dando garantias e servindo de intermediário, o que implica criar finalmente instrumentos de dívida poderosos como os eurobonds, obrigações europeias para dar potência às impotências nacionais.
    Os próprios mercados, pela deslocação das massas de dinheiro que estão a sair de títulos de risco como ações e procuram refúgios. Sim, há perdas gigantes, mas o dinheiro não desaparece todo, circula pelo mundo, quem vende ações investe noutros sítios, como obrigações do tesouro, ouro ou divisas, mesmo se sabemos que há sempre garimpagem por oportunidades de enriquecimento súbito que despontam em alturas de pânico.
    SALVAR O EURO
    Glossário: comprar ativos, comprar carteiras de crédito, é na prática emprestar dinheiro; flexibilização quantitativa é na prática emitir moeda (coisa que os bancos centrais nunca admitirão); emitir eurobonds é na prática mutualizar o risco, apondo o menor risco coletivo ao maior risco individual.
    Os mercados estiveram quase “fechados”. Nos últimos dias houve crise de liquidez nas obrigações, depois das declarações desastrosas de Christine Lagarde, pelas quais pediu depois desculpa, que prejudicaram os países com mais risco, como Itália, Espanha, Grécia e Portugal. Os juros das dívidas públicas começaram a subir e, sobretudo, a diferença entre os juros destes países e os da Alemanha (os “spreads” das dívidas) aumentaram muito.
    As taxas continuam historicamente baixas, mas por exemplo o IGCP (que tem feito um excelente trabalho) quis colocar (pedir emprestado) 1,5 mil milhões de euros há dias e só conseguiu mil milhões. Não é preocupante, é um sinal. Se a zona euro não der cobertura por exemplo a Itália, o país entra em colapso financeiro.
    Foi assim que surgiram os 750 mil milhões do BCE, que significam que o banco central quer “aguentar” o mercado, está disposto a comprar dívida para compensar a fuga ou paralisia de investidores. Assim, há uma compensação da quebra de procura, o preço não despenca e continua a haver financiamento. As medidas são extraordinárias, como devem ser: o BCE compra dívida pública (empresta a Estados) mas também de empresas (empresta-lhes dinheiro) e baixa as exigências de garantias colaterais aos bancos (empresta-lhes mais facilmente).
    Estas medidas são boas, tanto que “os mercados” desataram a subir desde esta quinta-feira, mesmo se esta arritmia diária segue e continuará a seguir como carrinhos numa montanha russa. E significa que, financiados pelo banco central (na Europa como em todo o mundo ocidental), os Estados têm financiamento para o que precisam: as políticas orçamentais, através da baixa de impostos e do aumento dos seus gastos. E que os bancos não terão falta de liquidez nem serão obrigados a automaticamente aumentar o capital quando perderem ou suspenderem cobranças de créditos a clientes que não podem agora pagá-los.
    O BCE já corrigiu o tiro. Falta ainda assumir dívida europeia. Virá o tempo de um “plano Marshall”. E, sobretudo, fazer com que os Estados da UE coordenem as políticas orçamentais e económicas, ou será cada um por si. Os défices de França, de Espanha, de Itália já dispararam, o da Alemanha também subirá. E sim, a Alemanha é uma peça-chave em tudo isto. Pela força económica e pela força política. E porque, como desta vez também a atinge com força, pode tomar decisões coletivas que antes rejeitou.
    Estamos ainda no princípio, a pedra atirada ao poço está ainda longe de socar a água. Serão necessárias mais medidas e sobretudo mais coordenação. Se assim não for, podem voltar a mudar o nome à UE, não para voltar a CEE, mas para assumir ser apenas CE: uma Comissão Europeia, mas não uma União. Pior que um Brexit seria ruir por dentro. Seria a ruína.
    União Europeia, precisamos de ser mesmo União Europeia. Europa, não precisamos de ti como se fosses outra que não nós. Precisamos que nós sejamos tu e que tu sejas nós.

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    PSP do Pico elabora processo-crime por desobediência à ordem de quarentena no domicílio – Jornal Açores 9

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    No âmbito da Pandemia COVID_19, foi elaborado um processo-crime por DESOBEDIÊNCIA a duas, um homem e uma mulher, de 42

    Source: PSP do Pico elabora processo-crime por desobediência à ordem de quarentena no domicílio – Jornal Açores 9

    até a Tasmânia fecha as portas e nós aqui nos Açores não podemos…Tasmania effectively closes borders to mainland Australia in response to coronavirus | Australia news | The Guardian

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    Two-week quarantine applies to all arrivals with exceptions for those providing essential goods and services

    Source: Tasmania effectively closes borders to mainland Australia in response to coronavirus | Australia news | The Guardian

    vem aí ajuda chinesa

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    VEM AÍ MAIS AJUDA MÉDICA DA CHINA
    China will provide 2m masks plus testing kits to EU
    By EUOBSERVER

    18. MAR, 17:19
    China will provide two million surgical masks, 200,000 other masks and 50,000 testing kits to help the EU tackle the coronavirus, EU commission president Ursula von der Leyen said. “China has not forgotten that in January, when China was the centre of the outbreak, the EU helped. We donated more than 50 tonnes of protective equipment,” she said, adding that the EU, being at the pandemic’s centre today, needs equipment.

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    O relato de um médico britânico: “Estão a mandar-nos para o matadouro”

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    as maravilhas do controle sanitário no Reino “unido” e as suas excelentes condições de proteção dos profissionais de saúde.

    Num texto do The Guardian, um médico britânico denuncia as condições de trabalho nos hospitais e questiona a confiança no governo de Boris Johnson. &q…

    Breaking: China’s Wuhan reports zero increase in novel coronavirus infections – Xinhua | English.news.cn

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    Source: Breaking: China’s Wuhan reports zero increase in novel coronavirus infections – Xinhua | English.news.cn