Estrategizando | O Presidente do Conselho Europeu de Investigação demite-se pondo em causa a União Europeia

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Mauro Ferrari diz ter ficado “extremamente desiludido com a resposta europeia à Covid-19”. Apresentando esta terça feita a sua demissao da presidência do Con

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Ai Weiwei: “O capitalismo chegou ao seu fim” | Ideas | EL PAÍS Brasil

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Mais importante artista chinês, célebre dissidente do regime comunista, critica a gestão da China sobre a pandemia: “Se este desastre pôde se expandir, se deve em grande parte pela China ter escondido a verdade”

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1939 açores e a crise da guerra

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A propósito de crise económica, presente e futura, alguns excertos dos dias imediatamente a seguir à invasão da Polónia a 1 de setembro de 1939… nos Açores! Para quem estava atento às repercussões internacionais desde janeiro de 2020… nada de novo na História. Apenas a falta de planeamento…
“[…] Em Lajes do Pico, estes cortes já se verificavam desde dois de setembro de 1939, desistindo-se de obras planeadas desde 1937. Nem verba existia para se cumprir com os trâmites legais. Aguardava-se a chegada de dez moios de milho pelo vapor “Carvalho Araújo”, enviados pela Comissão Reguladora dos Cereais no Arquipélago, pelo que a prioridade era o combate à fome. (…) A treze de setembro de 1939, solidarizando-se com a paralisação da indústria do ananás em São Miguel e do turismo na vizinha Madeira, a Câmara Municipal de Angra do Heroísmo previa que à semelhança de outras crises, migrassem à ilha um grande número de desempregados em demanda de trabalho (…). Em meados de setembro de 1939, o médico do primeiro partido do Nordeste, ilha de São Miguel, retomou tardiamente as suas funções, desculpando-se por não conseguir transporte devido ao estado de guerra. Editais sobre a sementeira da batata demonstram que este estrangulamento às importações era também internacional: a CM de Santa Cruz da Graciosa pediria a lista de preços à Estação Agrária de Angra do Heroísmo “(…) visto não ser possível importa-la do estrangeiro devido ao estado de guerra. […]” in REZENDES, S., “Receios, privações e miséria num ambiente de prevenção armada: ecos da II Guerra Mundial nos Açores”, Caleidoscópio, 2019. Imagem: Idem.

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A histeria anti-chinesa e as distâncias entre cidades.

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A histeria anti-chinesa e as distâncias entre cidades.

A China não é uma democracia, é um país de partido único, não respeita os direitos humanos…sempre assim foi ou, sempre foi bem pior do que é atualmente.

Há muitos anos que a China não invade qualquer país, nunca utilizou armas nucleares nem químicas, também não costuma interferir nos assuntos internos dos outros países.

Não se conhece, nunca se ouviu falar, nunca foi acusada de ter um programa de armas biológicas, ao contrário da CIA.

A China nunca apoiou o regime do apartheid, nem os terroristas sionistas de Israel, nem a crueldade assassina da Arábia Saudita, nunca depôs regimes democráticos por toda a América Latina, não assassinou Salvador Allende, nem tentou assassinar Fidel Castro 638 vezes, incluído com armas biológicas.

Não foi a China que criou a Al Qaed e financiou Bin Laden, para combater os soviéticos no Afeganistão, a China nunca apoiou qualquer atividade terrorista.

A China não invadiu o Iraque, nem a Síria, nem a Líbia, nem o Afeganistão, nem o Yemen, provocando uma vaga migratória inaudita, e que potenciou o crescimento do racismo da xenofobia e do ódio na Europa.

A China recuperou pacificamente os seus territórios de Hong Kong e Macau; nunca me constou que os governos portugueses se tivessem queixado de desrespeito do acordo. A China tem feito mais pela preservação da língua portuguesa neste território do que fizeram os portugueses em 500 anos. A China é o país, não lusófono, onde mais se estuda a língua Portuguesa.

A comunidade chinesa em Portugal é exemplar, apesar de ser vítima de xenofobia e de boatos imbecis como aqueles que afirmam que os chineses não morrem, nem envelhecem, nem “nunca viste um funeral dum chinês”.

Não sei se o vírus apareceu primeiro em WUHAN, há especialistas Americanos e Italianos que garantem que o inusitado número de ocorrências de pneumonia e o elevado número de mortos provocado por esta doença em 2019 terá sido, de facto, motivado pelo COVID 19.

É verdade que o vírus se expandiu em primeiro lugar em Whuan, mas os chineses souberam circunscrevê-lo e tomaram medidas drásticas ou draconianas, se quiserem, para o combater; também a Coreia do Sul fez o mesmo com idêntico sucesso; um território que nos é muito querido, Macau, ainda com mais sucesso, para bem da grande comunidade portuguesa que lá vive e trabalha.

Dizem que Wuhan é perto de Xangai e de Pequim e muito longe de Milão e Nova York.

Quando, em 1986, o Desportivo de Chaves ascendeu à primeira divisão, um acontecimento histórico para a isolada província de Trás-os-Montes, o então presidente do Benfica Fernando Martins declarou, para revolta dos flavienses, que era mais fácil ir jogar a Moscovo do que a Chaves.

Sem tráfego aéreo a pneumónica de 1918 assolou o mundo inteiro, matou mais de 50 milhões de pessoas, e chamaram-lhe gripe espanhola, sem ter começado em Espanha.

Por isso a estória das distâncias é ridícula e obsoleta.

Enquanto a China, Coreia, Macau e Hong Kong, combatiam com êxito a propagação do vírus, líderes populistas e obscuros ocidentais, como Trump e Salvini; Boris Johnson e Bolsonaro, negavam a perigosidade do vírus; essa espécie de presidente, que existe no Brasil,continua a negar.

A histeria anti-chinesa quer justificar o insucesso do ocidente.
Se a situação nos Estados Unidos está fora de controlo, é porque os americanos não têm um sistema nacional de saúde, Trump destruiu o Obamacare, 28 milhões de americanos não têm acesso a qualquer tipo de saúde, gastam infinitamente mais em armamento, incluído armas pessoais do que na saúde, gostam muita mais em espionagem do que na saúde, gastam muito mais em invasões a outros países do que na saúde.

Que construam dois hospitais com 1000 e 1500 camas em 8 dias.

NÃO CULPEM A CHINA PELAS DESASTROSAS POLÍTICAS AMERICANAS.

É com orgulho que assisto ao combate, sereno e eficaz do meu país, a esta avalanche de desgraça que desabou sobre a humanidade.

A UE DOENTE

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Carlos Fino
4 mins

A EUROPA DOENTE

Integração europeia, que já vem abalada, agora enfrenta desafio da pandemia, que tem fortalecido políticas nacionalistas e muitas vezes autoritárias

INTERNACIONAL.ESTADAO.COM.BR
Integração europeia, que já vem abalada, agora enfrenta desafio da pandemia, que tem fortalecido políticas nacionalistas e muitas vezes autoritárias

escandaloso se verdadeiro: o cientista de Harvard que vendeu o virus  na China

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Source: Messenger

https://www.messenger.com/t/3373557189339664

PRESIDENTE DO PARLAMENTO EUROPEU ELOGIA PT

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Afinal somos bons… aliás somos um exemplo…👍🙋🙂

Portugal é encarado pelo presidente do Parlamento Europeu como um exemplo na gestão da crise provocada pela covid-19. Numa entrevista exclusiva à RTP, David Sassoli elogia a disciplina com que os portugueses seguem as regras de prevenção e a forma como tem sido clara a solidariedade.

EUROPA A VANTAGEM DO SUL SOBRE O NORTE

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Europa: a enorme vantagem do Sul sobre o Norte

O sul da Europa cultiva o respeito pelos mais velhos de uma forma muito mais intensa do que a Mitteleuropa e o norte da Europa. Vivo metade da minha vida na Alemanha, conheço bem a Holanda, a Dinamarca e a Áustria, e vejo isso em todos os aspectos das vidas pública e privada.

Num país como Portugal os laços familiares – com todas as falhas e excepções – têm um peso muito maior do que na Europa mais próspera e ‘desenvolvida’. No Sul, na falta de uma rede de apoio social eficaz – mas fria e burocrática -, a mãe e o pai, os avós e os tios, com quem convivemos muito de perto, são a verdadeira rede de apoio social.

No resto da Europa, marcada por uma visão focada no crescimento económico, na eficiência e produtividade os mais velhos são dispensáveis na vida do dia-a-dia sem grande envolvimento emocional. Se a opção for entre a ‘indústria automóvel’ ou os condutores acima dos 65, qual será dentro de três semanas a decisão da maior empresa europeia, a ‘Alemanha S.A.’?

Mas não é só na Alemanha que o sistema económico e os dogmas financeiros dominam a estrutura mental e acentuam o relativismo ético. O mesmo acontece nos círculos do poder em Portugal.

A questão não é saber onde é que já morreu mais gente, ou quem é que saiu da última crise sem ter de sacrificar o seu sistema de saúde pública (mas impôs aos outros que desmantelassem os seus) como a Alemanha, a Áustria ou a Holanda. A questão é se estamos dispostos a pagar o preço para impedir mais mortes. Porque é só um preço, não é um valor.

Só espero que em Portugal as pessoas se mantenham firmes. Sofreremos menos com menos viagens, menos turistas e menos centros comerciais, menos roupas e menos carros, do que sem pais e sem avós.

20 hrs

Luis Santos

Yesterday at 11:00

RESPOSTA AO HOLANDÊS

Meu caro Jeroen Dijsselbloem,

“Deixa-me dizer-te duas ou três coisas sobre a malta cá dos países do sul, que pareces não conhecer bem. Nós não gastamos o dinheiro só em mulheres e álcool. Também há quem gaste dinheiro em homens. Mas isso é raro. É verdade que gostamos muito de estar com homens ou mulheres – depende de cada um – mas costumamos tê-los de borla. Quer dizer, não fazemos como na Holanda, o teu país, que tem o maior número de prostitutas por metro quadrado em todo o mundo e até as põe à venda em montras. Aí é que se gasta muito dinheiro mal gasto em mulheres. Talvez não saibas, mas há quem diga que no Verão vêm muitas mulheres do teu país à procura de homens no meu país. Duvido que eles lhes paguem alguma coisa.
Também não gastamos assim tanto dinheiro em álcool. Até porque não temos muito dinheiro para gastar em coisa nenhuma. Bebemos algum vinho, é verdade, mas é mais por razões de saúde e para dar trabalho aos nossos agricultores. Eu sei que no teu país a bebida preferida é o leite. Aqui também bebemos disso, mas é de manhã e com café. Às refeições ou quando vamos sair a qualquer lado não costumamos beber leite. E mesmo que quiséssemos não podíamos porque temos menos vacas que no teu país. Fica a saber que os gajos mais bêbados que conheci em toda a minha vida foram dois holandeses lá para os anos 80, que costumavam acampar na Barragem de Castelo de Bode e apanhavam um pifo que durava quinze dias. Mas eram admiráveis porque ao fim da tarde atravessavam a barragem a nadar de costas, completamente bêbados, e não chegaram a morrer. De mulheres parece-me que não gostavam muito. Devia ser para pouparem dinheiro para a pinga.
Mesmo assim, é melhor gastar dinheiro em vinho do que em haxixe ou outras drogas, como no teu país. Nós não temos cá desses cafés onde se podem fumar umas ganzas em liberdade, mas temos umas belas tascas com mesas de mármore onde se bebem uns copos de três, se joga à sueca e canta à alentejana.
Não fiquei muito admirado com o que tu disseste. No teu país 40% do território fica abaixo do nível do mar e as pessoas são as mais altas da Europa. Deve ser para poderem tirar a cabeça fora de água e espreitarem para o sul para ver o que se passa por cá. Mas de certeza que isso não faz muito bem ao pescoço. Aqui somos mais baixos e até um pouco mais gordos. Não vem grande mal ao mundo porque, como tu reconheces, as mulheres gostam assim. Também não estamos abaixo do nível do mar porque a maior parte do mar é nosso.
Há no entanto uma coisa em que tu podias ser quase como alguns portugueses. És do Partido do Trabalho mas trabalhas pouco. Há quase 20 anos no Parlamento da Holanda, depois no Parlamento Europeu e agora como Ministro das Finanças e presidente do Eurogrupo, também temos cá desses trabalhadores. Depois, li por aí que não conseguiste acabar o Mestrado mas que te intitulaste Mestre até seres apanhado. Estás a ver, desses também cá temos.
Olha, vou-me despedir com um conselho. Tu estudaste economia agrícola. Porque é que não te dedicas a apalpar tomates para ver se estão maduros?”(autor desconhecido)

A UE DESUNIDA, DUAS CRISES

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DUAS CRISES – 2008 E 2020
A 11 de Setembro de 2008, o mundo tremeu, com a anunciada falência do Lehman Brothers. O pedido formal de falência só entrou nos tribunais quatro dias mais tarde. Com esse sismo financeiro, a União Europeia apressou-se a dizer aos seus estados-membros que esquecessem os rigores orçamentais, os défices e as dívidas soberanas e que gastassem o que fosse preciso, para resgatar a economia e salvar empregos. Os estados mais endividados acreditaram e adoptaram medidas de excepção, para salvar o que fosse possível salvar. Mas em Janeiro de 2009, a União Europeia, por imposição de Angela Merkel, deu o dito por não dito, voltou a apertar o garrote, até ao estrangulamento de países como a Irlanda, a Grécia e Portugal. Enquanto isto, Angela Merkel, mais ou menos em segredo, estimulava os credores destes estados a agravarem as taxas de juro, aumentando os seus lucros, sem pejo, nem vergonha. Eles assim fizeram e, depois, foi o que se viu. Com a crise pandémica, a União Europeia voltou a dizer aos estados-membros que não olhassem a despesas, para salvar empresas e empregos. Mas rapidamente se arrependeu e, para resguardar a Alemanha, convocou um tal ministro das Finanças da Holanda, gente muito prestável para este tipo de patifarias, sobretudo, quando trazem o selo de garantia de Berlim. O discurso da vergonha foi entregue a esse filho de uma senhora de maus costumes. Ursula von der Leyen ficou sem cara, está sem saber o que fazer ou dizer, mas continua obedientemente a atender os muitos telefonemas diários que Angela Merkel lhe faz. Eu sou convictamente europeu, mas doutra Europa, da de Willy Brandt, de Helmut Schmidt, de Helmut Kohl, de Felipe González, de François Miterrand, de Robert Schuman, de Jean Monnet, de Jacques Delors. Todos estes homens sabiam que a cooperação e a solidariedade são o único caminho para a paz e para a credibilidade e respeito que a Europa requer, para si própria. Os outros só querem mercado e uma política monetária que sirva as suas exportações.