Veja aqui as novas tabelas de retenção do IRS para 2023 e saiba quanto vai descontar

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Tabelas de retenção na fonte que vigorarão nos primeiros seis meses de 2023 já foram tornadas públicas. Mais contribuintes ficam dispensados do pagamento do imposto no próximo ano, em resultado da acomodação do aumento do salário mínimo para 760 euros. A partir de 1 de julho, o modelo muda para “garantir” mais liquidez sempre que suba o rendimento bruto.

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Visão | O que se sabe sobre as 48 “esquadras ilegais” chinesas agora descobertas?

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Há três meses, o mundo teve conhecimento das “esquadras ilegais” chinesas que existiam pelo mundo. Agora, sabe-se que existem mais e Itália é o principal foco

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Governo da Austrália empenhado no desenvolvimento do Greater Sunrise  – TATOLI Agência Noticiosa de Timor-Leste

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DÍLI, 01 de dezembro de 2022 (TATOLI) – O Governo australiano está empenhado no desenvolvimento do campo do Greater Sunrise. Este, nas palavras de Steve Bracks, Representante Especial da Austrália para o Projeto do Greater Sunrise, é mutuamente benéfico e comercialmente viável para Timor-Leste e Austrália. “É um projeto muito importante para a Austrália. Queremos […]

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SÁ CARNEIRO

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Sá Carneiro, um mistério com 40 (42) anos.
Acidente ou atentado.
Os motivos da queda do Cessna que resultou na morte de Sá Carneiro, primeiro-ministro e dirigente histórico do PSD, nunca foram esclarecidos cabalmente.
A Justiça aponta num sentido, os inquéritos parlamentares noutro.
A dúvida paira no ar 40 anos depois…
Quatro de dezembro de 1980.
Quinta-feira da última semana de campanha eleitoral para as segundas eleições presidenciais do Portugal democrático do pós-25 de Abril.
No restaurante Escondidinho, frente ao Coliseu do Porto, para onde está previsto para as 21 horas um comício da candidatura à Presidência da República do general Soares Carneiro, apoiado pela Aliança Democrática (PPD/PSD, CDS e PPM), há uma mesa reservada para cinco pessoas.
Uma mesa especial, colada à lareira, a que é sempre escolhida por Francisco Sá Carneiro nas habituais deslocações àquele templo gastronómico da Invicta, na Rua de Passos Manuel, inaugurado em 1927 e cujas paredes são testemunhas de épicas conversas históricas de políticos, poetas, realizadores de cinema, até de membros da realeza europeia.
À sua espera, os pratos a que raramente se furta.
“Tornedó Rossini ou entrecôte”, como recorda Amarílio Barbosa, atual proprietário do Escondidinho, amparado pela memória viva do veterano cozinheiro da casa, António Pereira, conhecedor à légua dos gostos gastronómicos do fundador e líder do PPD (PSD, a partir de 1976).
“Já sabia bem a carta, nem precisava de a consultar. Bastava pedir”, rebobina.
A reserva, apontada para as 20 horas, contempla ainda as presenças de Snu Abecassis, companheira de Sá Carneiro, de Adelino Amaro da Costa, ministro da Defesa e vice-presidente do CDS, da sua mulher, Maria Manuela Vaz Pires, e de António Patrício Gouveia, chefe de gabinete do então primeiro-ministro.
“Seria um jantar rápido e apressado.”
Seria mas não foi.
Porque um fatal desastre de aviação matou quem iria ocupar a célebre mesa junto à lareira.
Portugal iniciava então um jogo de sombras com a verdade histórica que dura há 40 anos: o que fez morrer Sá Carneiro?
Concluída em 1981, a investigação da Polícia Judiciária ao caso, entretanto prescrito na Justiça e por isso impossível de ser reaberto, redundou na tese de acidente por falta de provas em contrário.
O Ministério Público, que fechou o dossiê em 1983, seguiu a mesma linha.
No entanto, das dez comissões parlamentares sobre Camarate, realizadas entre 1982 e 2011, oito foram claras em apontar claramente que se tratou de um atentado.
“O despenhamento da aeronave foi causado por um engenho explosivo que visou a eliminação física de pessoas, tendo constituído, por isso, ação criminosa”, lê-se nas conclusões da VIII Comissão de Inquérito, terminada em 2004 e que teve como presidente o deputado do CDS-PP Nuno Melo.
“A investigação inicial foi muito deficiente e concluiu pelo acidente, o que condicionou tudo o que se seguiu ao longo dos anos, desde as diligências posteriores à conservação dos despojos do Cessna”, considera o agora eurodeputado.
“É muito fácil e tentador avançar com teorias da conspiração, mas o certo é que há factos com razoabilidade que permitem especular sobre um atentado dirigido a Amaro da Costa devido à decisão do ministro de proibir a venda da armas a vários países, o que mexeu com interesses económicos de muita gente”, avança Nuno Melo.
“Adelino Amaro da Costa estava particularmente atento às operações de venda de armamento que envolviam o Estado português, tendo vetado várias operações (vendas à Indonésia, à Guatemala e à Argentina) e tendo pedido, a 2 de dezembro de 1980, esclarecimentos adicionais acerca da venda de armas ao Irão”, sublinha o referido relatório parlamentar.
Ricardo Sá Fernandes, advogado das vítimas da queda do Cessna, é perentório: “A verdade já veio a lume, o avião caiu devido a um ato de sabotagem dirigido ao ministro da Defesa”.
Para o também escritor do livro “O crime de Camarate”, “as provas são tão impressionantes e esmagadoras nesse sentido que é impossível apontar o contrário”.
Sá Carneiro terá sido apanhado involuntariamente num crime bombista que “tinha como alvo Amaro da Costa, que estava a investigar os destinos dos dinheiros do Fundo de Defesa do Ultramar”.
A certeza absoluta, essa, será apenas conhecida no dia em que “os autores tiverem um rebate de consciência e admitirem tudo” ou quando “forem abertos os arquivos dos serviços secretos americanos”.
Já para Miguel Pinheiro, diretor executivo do “Observador” e autor de “Sá Carneiro”, biografia publicada em 2010 e agora reeditada, “com os dados que há hoje é difícil saber-se a verdade” do que realmente aconteceu a 4 de dezembro de 1980.
Porém, lembra, “as coisas mudam durante o curso da História” e no futuro a eventualidade de serem encontradas pistas seguras não está excluída.
“Há sempre documentos oficiais escondidos que poderão ser revelados.
Papéis ou gravações perdidas em casa de alguém podem vir também a lume e ajudar a perceber o que se passou”, assinala.
Certo é que, quatro décadas depois, “são mais as contradições do que as certezas”, o que “torna complicado” avançar com uma conclusão definitiva.
A noite fatídica
Afinal, como se desenrolou o filme que redundou na morte, entre outros, do primeiro-ministro e do ministro da Defesa?
Pelas 19.15 horas, menos de uma hora antes da chegada prevista ao Porto, Francisco Sá Carneiro entrou no Aeroporto da Portela, em Lisboa, acompanhado de Snu Abecassis e do chefe de gabinete.
O grupo dirigiu-se à sala VIP e lá esperou que uma viatura o transportasse ao setor da pista, na parte traseira do aeroporto, onde se encontrava estacionado o pequeno bimotor Cessna C 421 matrícula YV-314P, de 1969, propriedade de José Manuel Moreira, engenheiro e amigo próximo de Amaro da Costa, e um dos três Cessna utilizados pela campanha de Soares Carneiro – o candidato encontrava-se em Setúbal num comício.
No interior do aparelho, que fora propriedade do presidente venezuelano Carlos Andrés Pérez, estavam já os pilotos Jorge Albuquerque e Alfredo de Sousa.
Faltavam Amaro da Costa e a mulher, que se haviam atrasado num compromisso anterior e só chegariam à Portela já perto das 20 horas.
Sá Carneiro, contam relatos da época confirmados pela secretária pessoal, Conceição Monteiro, em sede de comissão parlamentar de inquérito, terá decidido viajar com o ministro da Defesa apenas em cima da hora.
Tinha reservado lugar num voo da TAP para o Porto previsto sensivelmente para o mesmo horário, que acabou por desmarcar porque desejava regressar a Lisboa logo após o comício no Coliseu do Porto, o que não seria possível através da companhia de bandeira.
Pouco antes de chegar ao aeroporto, Sá Carneiro realizou aquela que foi a última aparição pública, uma conferência de imprensa em que contou com a companhia de Soares Carneiro e de Freitas do Amaral, número dois do Governo e líder do CDS.
Objetivo: insistir nos ataques veementes contra Ramalho Eanes, presidente da República e recandidato ao cargo, últimos trunfos a jogar para o desafio eleitoral que se desenrolaria no domingo seguinte, 7 de dezembro.
“Não pode ser qualificada de plenamente democrática qualquer candidatura objeto de apoio expresso oficial de forças políticas que abertamente desejam a instabilidade política”, ouviu o seu candidato proclamar, referindo-se à desistência de Carlos Brito, do PCP, a favor de Eanes.
A torre de controlo do Aeroporto da Portela deu autorização de descolagem às 20.14 horas.
O Cessna C 421 levantou da pista mas pouco tempo se manteve no ar.
Despenhou-se menos de um minuto depois, qual bola de fogo, no Bairro das Fontainhas, em Camarate, a 500 metros do local da partida.
Todos os sete ocupantes tiveram morte imediata.
Carbonizados.
“Caiu por virtude de sabotagem e, portanto, de um atentado, estando-se, assim, na presença de uma intervenção criminosa”, concluíram os deputados que fizeram parte da III Comissão de Inquérito, em 1987.
“Encontraram-se nos destroços elementos químicos estranhos à aeronave em quantidades desabituais”, acrescentou a IV Comissão, em 1991.
“Os factos (…) permitem estabelecer a presunção de que o despenhamento (…) foi causado por um engenho explosivo”, reforçou mais tarde a V Comissão, em 1994.
“Considerada comprovada a presença de elementos químicos, potássio e chumbo, também detetados nos materiais que foram sujeitos a ensaios explosivos com granada incendiária de fósforo (…) e a existência de substâncias explosivas (nitroglicerina, dinitrotolueno e trinitrotolueno)”, rematou, por sua vez, a VIII Comissão de Inquérito, em 2004.
“A maior nódoa negra da democracia”
O madeirense Guilherme Silva, histórico militante do PSD e deputado durante oito legislaturas, não duvida das teses apontadas nas comissões parlamentares.
“O que resultou dos inquéritos é que se tratou de um crime cujos responsáveis não foram responsabilizados criminalmente”, enfatiza.
“A incerteza oficial do que realmente aconteceu é a maior nódoa negra da nossa democracia, uma falha imperdoável que teve uma raiz bondosa, a de apressar a tese de acidente como forma de evitar a perturbação pública”, especifica.
Mas, para Guilherme Silva, o que os anos seguintes ditaram foram situações de “um amadorismo incrível” que deixaram cair no esquecimento o apuramento das razões que levaram à morte de Sá Carneiro.
“A investigação nunca poderia ter tratado Camarate como um simples caso de rotina.
Estava em causa a morte de altas figuras do Estado”, lamenta.
Manuel Loff, professor do Departamento de História e Estudos Políticos e Internacionais da Universidade do Porto e investigador do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa, entende que a morte de Sá Carneiro é um emaranhado de complexas situações que se cruzam entre si.
“O único facto concreto é que um avião caiu e morreram dois titulares de cargos públicos.
O resto é dúvida que ficará no tempo e na História.
Uma dúvida legítima, aliás”, realça.
“Se Camarate significou que Portugal se inscreveu na lista de países cujos regimes viram um ou mais membros do poder mortos por atentado, isso provavelmente nunca poderá ser afirmado com clareza.
Permanecem dúvidas e contradições que os anos ajudaram a serenar mas nunca a esclarecer”, aponta.
“Seria um jantar rápido e apressado”, volta a lembrar Amarílio Barbosa, dono do restaurante Escondidinho, onde a mesa junto à lareira não mais teve ocupante ilustre.
Uma metáfora que encaixa perfeita no puzzle que foi a vida e a morte de Francisco Manuel Lumbrales de Sá Carneiro (1934-1980).
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PORTUGAL ROMÉNIA

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Estastísticas…
Aqui vai a reprodução em gráfico (copiado facsimile das estatísticas do FMI) do produto medido em paridades de poder de compra da Roménia e de Portugal (com o mundo e as economias emergentes em pano de fundo). O FMI tem as séries mais longas e que são normalmente tidas como a principal referência nesta matéria. Claro que se pode usar outra fonte, mas convém especificar que é isso que está a ser feito. Aqui, pode-se ver que o FMI não prevê que a Roménia ultrapasse Portugal neste indicador, mas que prevê a continuação da aproximação dos dos dois países. Na verdade, tendo ambos os países partido de níveis semelhantes em 1985, afastaram-se primeiro depois da adesão de Portugal à UE e aproximaram-se depois da adesão da Roménia à UE. Como tenho defendido, este indicador deve ser lido com imensas reticências. Em qualquer caso, é extraordinário como de dados relativamente anódinos, um jornal e um partido político tenham conseguido fazer tanta demagogia. Não é que eu ache que os últimos sete anos foram um grande sucesso económico, mas o que eu certamente acho é que reduzir o debate político à manipulação simplista de números é do pior que se pode fazer se queremos avançar e não fazer pequena chicana política.
May be an image of text that says "IMF DataMapper 80 thousand GDP per capita, current prices (Purchasing power parity; international dollars per capita) 60 thousand 40 thousand 20 thousand 1980 1985 1990 1995 Emerging markt and developing economies 2000 2005 Advanced economies 2010 2015 World 2020 Portugal 2025 Romania 22,S:World Source: Economic Outlook"
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gasoduto do Greater Sunrise para Timor-Leste

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Última Hora – Woodside admite possibilidade de gasoduto do Greater Sunrise para Timor-Leste
Díli, 01 dez 2022 (Lusa) – A petrolífera australiana Woodside admitiu hoje que está a reconsiderar a possibilidade de um gasoduto dos campos do Greater Sunrise para a costa sul de Timor-Leste, no que representa uma viragem na posição da empresa.
“Ao longo dos anos, olhámos de várias formas diferentes para o Greater Sunrise. Fizemos estudos técnicos para compreender a viabilidade de atravessar o fosso [no mar de Timor]”, disse presidente executiva da empresa, Meg O’Neill, num encontro com investidores, noticiou o portal Energy Voice.
“Esses estudos sempre indicaram que, com a vontade certa, a engenharia certa, o plano de execução certo, se poderia executar esse trabalho. O desafio eram as questões económicas”, afirmou.
O’Neill disse aos investidores que as instalações modulares de processamento de GNL [Gás Natural Liquefeito] são agora mais baratas e mais rápidas de construir do que no passado, podendo ser usadas para o potencial desenvolvimento do projeto em Timor-Leste.
A responsável da empresa referiu que a Woodside voltou a colocar o desenvolvimento dos campos de Greater Sunrise e de Browse na agenda, citando a necessidade de fornecimento de gás natural a longo prazo, especialmente na Ásia.
Até aqui, a empresa tem insistido que o processamento do gás seja feito em Darwin recorrendo a um gasoduto que já existe no mar de Timor e que foi ‘alimentado’ pelo poço Bayu Undan, cuja produção está agora prestes a terminar.
A empresa, vincou O’Neill, “reconhece agora a importância de um desenvolvimento ‘onshore’ em Timor-Leste para o desenvolvimento do país”, pelo que a Woodside reabriu o diálogo sobre as potenciais opções de desenvolvimento do Greater Sunrise.
A petrolífera timorense Timor GAP detém 56,56% do capital do consórcio do Greater Sunrise, na qual participação ainda a Woodside (a operadora) com 33,44% e a Osaka Gás com 10%.
O acordo de fronteira marítima permanente entre Timor-Leste e a Austrália determina que o Greater Sunrise, um recurso partilhado, localizado a 150 quilómetros de Timor-Leste e a 450 quilómetros de Darwin, terá que ser dividido, com 70% das receitas para Timor-Leste no caso de um gasoduto para o país, ou 80% se o processamento for em Darwin.
ASP // EJ
Lusa/FIm
May be an image of map and text that says "Proposed Beaço pipeline Timor-Leste Beaço Trough Timor Greater Sunrise oil & & gas field 1972 Boundary Joint petroleum petr development area 1997 Boundary 1972 Boun Boundary March 2018 Treaty Line 1997 Boundary Darwin"
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lembrar sá carneiro

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【A CAUSA DAS COISAS】
A morte de Sá Carneiro ocorreu a 4 de Dezembro de 1980. Passaram 42 anos e o acidente nunca foi esclarecido.
Em Maio de 1974, após a Revolução dos Cravos, Francisco Sá Carneiro fundou o Partido Popular Democrático – entretanto designado Partido Social Democrata – juntamente com Francisco Pinto Balsemão e Joaquim Magalhães Mota. Sá Carneiro torna-se o primeiro secretário-geral do então PPD.
Foi nomeado ministro em diversos governos provisórios, eleito deputado à Assembleia Constituinte em 1975 e, no ano seguinte, eleito deputado à Assembleia da República, na primeira legislatura.
Depois de se demitir e de regressar à liderança do partido, cria, em 1979, a Aliança Democrática, uma coligação entre PPD/PSD, CDS, Partido Popular Monárquico e alguns independentes.
A coligação vence as legislativas com maioria absoluta, na maior coligação governamental até então, desde o 25 de Abril.
Sá Carneiro foi chamado pelo Presidente da República de então, Ramalho Eanes, para liderar o novo executivo, tendo sido indigitado primeiro-ministro.
Francisco Sá Carneiro morre na noite de 4 de Dezembro de 1980, em circunstâncias trágicas e nunca esclarecidas.
Seguia num avião em direção ao Porto, juntamente com Adelino Amaro da Costa, ministro da Defesa, e a sua companheira Snu Abecassis, para participar num comício de apoio ao candidato presidencial da coligação, o general António Soares Carneiro.
Artur Arêde and 2 others
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PETRÓLEO RUSSO

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TEMAS DIFUSOS PORQUE PARA CERTEZAS JÁ BASTAM O WILLIAM CARVALHO E O RONALDO |
8 minutos para atravessar a ponte que liga a Suécia à Dinamarca, ao som dos discos pedidos de uma rádio sueca qualquer.
Menos mal que um gajo numa fábrica qualquer, de madrugada, pediu limp biskit para não adormecer no posto.
Depois do rebentamento da ponte russa, esta também deve ter voltado para o top 3 das compridonas.
Agora que a Suécia e a Dinamarca, com governos apoiados por partidos de extrema-direita, apertaram o cerco à entrada de refugiados, eu queria deixar aqui uma dica da escola da vida.
Venham de madrugada. Eles não bebem expresso, dormem cedo e a essa hora estão todos no “mys”, bem quentinhos. A fronteira é guardada pela fé.
E quando escrevi fé lembrei-me da nova sanção da Ursula ao Vladimir. 60 dolares como limite ao preço do petróleo. Zelensky tinha sugerido 30 dólares. A mim ninguém perguntou mas a minha sugestão teria sido de borla, para os castigar a sério.
Mas, na remota eventualidade desta sanção ser um novo tiro nos pés, comecei a pensar um bocadinho, obviamente, sem perceber nada. Afinal, como diz um amigo meu, não tenho um Phd em extracção de petróleo.
Mas vou arriscar. Sendo a Rússia o terceiro produtor, atrás dos EUA e da democracia Saudita, e recusando-se a vender a quem imponha esse preço…isto não vai reduzir a oferta, aumentando o preço para nós, europeus?
Ou a Ursula sabe de jazigos nos campos elísios e em Picadilly Circus e não nos contou?
É que como dizem os devotos dos mercados, com menos “players” no jogo, a concorrência é menor e a hipótese de concertação de preços aumenta.
A não ser que os americanos garantam que nos vendem o petróleo mais barato, como fizeram com o gás. Ahh…espera…
0:25 / 8:11
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  • Jose Augusto

    Gosto (quase) sempre da ironia das tuas publicações. Pena não poder partilhar esta publicação, que está sublime…..!
  • Daniel Gonçalves

    modern talking? caramba