Homem morre após queda de oito andares no Hospital Garcia de Orta (desta vez a culpa NÃO É DO PUTIN)

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Vítima estaria no interior do hospital a visitar uma familiar, que ali se encontra internada quando caiu até ao rés-do-chão.

Source: Homem morre após queda de oito andares no Hospital Garcia de Orta – Cm ao Minuto – Correio da Manhã

preso larápio da riberinha

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50 m

PSP deteve presumível larápio que assaltou várias casas na Ribeirinha
No dia 23 de Dezembro, os polícias da esquadra da Ribeira Grande efectuaram a detenção, de um homem de 40 anos, em flagrante delito, pela presumível autoria de diversos crimes contra a propriedade, designadamente furtos ocorridos em residências na freguesia da Ribeirinha.
Já no interior das instalações policiais, o detido encontrando-se algemado tentou evadir-se, encetando fuga para a via pública, sendo no imediato interceptado por polícias daquela subunidade policial.
Na sequência da detenção, ao suspeito, sobejamente conhecido pela PSP pela prática deste tipo de ilícitos criminais, foram apreendidos vários objectos que terão sido subtraídos dos respectivos domicílios, sendo possível apurar que o visado se encontra no cumprimento de pena suspensa.
Além do mais, verificando-se prova carreada no âmbito de outros inquéritos processuais em investigação, fruto das várias diligências realizadas por investigadores da Brigada da Investigação Criminal, na sequência da apresentação do arguido à autoridade judiciária competente, veio a ser aplicada a medida de coacção de prisão preventiva.
O Comando Regional da Polícia de Segurança Pública dos Açores salienta, a propósito, que “continuará a promover acções policiais desta natureza, por forma a prevenir a prática deste e de outros tipos de ilícitos criminais e contraordenacionais e a repor e manter a ordem, tranquilidade e segurança pública, elevando, assim, o sentimento de segurança de toda a população.
May be an image of tree and body of water
Lizuarte Machado and 14 others
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  • Maria Aguiar

    Parabéns à polícia pelo serviço prestado. Espero que consigam também apanhar os larápios da Lagoa
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  • Fábin Paiva

    Realmente é a ribeira onde ele passava mais vezes boa foto
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disputa da herança de RODRIGUES MIGUÉIS

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ARTIGO da jornalista Ana Henriques, Público, 26/12/22
HERANÇA DO ESCRITOR JOSÉ RODRIGUES MIGUÉIS DISPUTADA EM TRIBUNAL, 40 ANOS APÓS A SUA MORTE
“Direitos de autor e gestão da obra do escritor antifascista passaram para as mãos de mulher que acompanhou últimos anos de vida da sua viúva.
Os direitos de autor de José Rodrigues Miguéis estão a ser alvo de uma disputa em tribunal que opõe a neta do escritor a uma antiga cuidadora. Antes de morrer, com 102 anos de idade, a viúva do intelectual, Camila Campanella, fez um testamento a deixar não só os rendimentos da obra como também a sua gestão a esta mulher, deserdando assim os descendentes.
Mónica Jakobs, que agora reivindica esta herança que se presume de magros proventos dada a fraca procura na actualidade pela obra de Rodrigues Miguéis, não é neta biológica do escritor. Já radicado na cidade de Nova Iorque, cidade onde se exilou nos anos 30 e onde morreu em 1980, o intelectual e a mulher foram buscar a mãe de Mónica, Patrícia, a um orfanato tinha esta quatro anos de idade, criando-a como se fosse sua filha.
A disputa corre há quatro anos nos tribunais portugueses e foi recentemente alvo de mais uma decisão judicial que não põe, no entanto, fim ao litígio. Apesar de darem razão à cuidadora Odete, uma mulher que emigrou de uma aldeia da Lourinhã para os EUA, os juízes dizem que se Mónica arranjar provas da adopção da sua mãe, Patrícia, por Rodrigues Miguéis e pela sua mulher, Camila, que seria estéril, ainda pode disputar pelo menos a parte da herança de que se queixa de ter sido desapossada.
Ligado ao movimento Seara Nova, com o qual acabaria por romper, e com uma escrita apelidada de neo-realista, Rodrigues Miguéis é hoje um autor pouco conhecido entre as gerações mais novas. Filho de um porteiro de hotel galego, nunca conheceu uma vida de luxo. Pelo contrário: segundo uma das maiores especialistas na sua obra, Teresa Martins Marques, quando sai de Lisboa, cidade que retratou em vários dos seus livros, para rumar a Bruxelas valeu-lhe ter conseguido uma bolsa para prosseguir os estudos. Por essa altura, já tinha desistido de uma carreira no mundo das leis, primeiro como advogado e depois como procurador da República. É na cidade belga que conhece a primeira mulher, uma colega judia de origem russa com quem se casa em 1932. Mas o matrimónio não perdura.
As crónicas com que se havia estreado logo aos 20 anos no jornal República tinham-lhe franqueado a entrada no mundo da literatura. Desde cedo a pobreza e também a emigração se tornam centrais na sua escrita. À formação republicana e progressista que bebeu do pai, segue-se, após o regresso de Bruxelas, aquilo que a mesma especialista descreve como uma radicalização ideológica – facto a que não pode ter sido alheio o rumo que Portugal tomava, com a implantação da ditadura militar e a institucionalização do Estado Novo. Se militou ou não no PCP, diz Teresa Martins Marques que é impossível saber. Mas era, pelo menos, simpatizante deste partido. Militantemente antifascista, torna-se um alvo da censura, que proíbe que o seu nome apareça nos jornais. Fica impedido de publicar.
A luso-americana Camila Campanella, que conhecera poucos anos antes numa passagem sua por Lisboa, dá-lhe guarida em Nova Iorque em 1935. Patty, como chamavam a Patrícia, torna-se filha do casal quase dez anos depois. A miúda tem cinco anos quando Rodrigues Miguéis, um homem elegante e sedutor, é acometido por uma infecção cerebral que lhe paralisa metade da cara e o atira para o hospital psiquiátrico de Bellevue. Ignora se algum dia voltará a ser o que era. A experiência muda-lhe a vida, como renascido para a sua vocação. O internamento desencadeia nos anos seguintes uma produção literária que não mais terá interrupção.
Milita ao lado de Hemingway e John Dos Passos em manifestações antifascistas e funda o Clube Operário Português. Faz reverter as receitas de um conto seu para o apoio à guerra civil espanhola. Dirige a partir de Nova Iorque, durante dois anos, a edição em língua portuguesa das Selecções do Reader’s Digest e faz traduções de autores consagrados, como O Grande Gatsby, de Fitzgerald. Mas o apoio financeiro vem-lhe sobretudo de Camila, que é professora universitária e insiste que se dedique exclusivamente à escrita, recorda Teresa Martins Marques, que se tornou amiga da luso-americana.
Sobretudo durante o McCarthismo​, Camila teme as consequências das posições políticas do marido, que se corresponde com José Saramago – correspondência entretanto publicada. A troca epistolar tem origem na circunstância de o futuro prémio Nobel da literatura ser na altura director literário na Editorial Estúdios Cor, onde Miguéis publicava a sua obra, mas acaba por extravasar muito esse âmbito. Um dos primeiros grandes reconhecimentos públicos do seu valor, recebe-o já exilado, em 1959: Léah e Outras Histórias arrebata o prémio Camilo Castelo Branco, instituído nesse ano pelo Grémio de Editores e Livreiros, com a colaboração da Sociedade Portuguesa de Escritores. Descreve a forma como um emigrante português se apaixona pela sedutora e irresistível camareira da pensão onde está hospedado, que acaba por desaparecer sem deixar rasto.
Após a doença, e já com dupla nacionalidade, pede autorização para vir passar três meses a Lisboa para visitar a mãe. Os serviços de informações que antecederam a PIDE, que começam por o deter para depois o libertarem, escrevem que chegou acompanhado da mulher “e da sua filha Patrícia, de seis anos de idade, nascida em Nova Iorque”.
Mesmo depois do 25 de Abril, o escritor, que passou por vários episódios depressivos e tentou por três vezes regressar a Portugal, nunca voltou de forma definitiva ao seu país de origem. Quando morre em Manhattan, em 1980, deixa uma vasta obra, mas não um património material equivalente: a casa onde morava era de renda controlada, não havia bens materiais para repartir. Patrícia já lhe dera uma neta, de que Camila falava a Teresa em cartas que lhe escreveu já nos anos 90, e que foram anexadas ao processo em tribunal: “A nossa Mónica tem agora 27 anos. Tem já uma menina muito espevitada de dois anos e meio. Claro que lhe fazemos todas as vontades.”
Odete Pedro aparece em casa da luso-americana como empregada, para ajudar a cuidar da idosa, que morreria já depois de completar mais de um século de vida, diz a especialista na obra do escritor. É desmentida pelo advogado da actual titular dos direitos de autor, Dias Ferreira: “A minha cliente cuidou de Camila por ser sua vizinha. Não era sua empregada.”
Aos 101 anos de idade, a viúva – que estaria de relações cortadas com a filha Patrícia, por esta querer interná-la num lar de terceira idade – ruma ao consulado de Portugal em Nova Iorque e torna sua única herdeira a cuidadora, a quem deixa a totalidade dos direitos de autor, dando-lhe ainda o poder de gerir como bem entender a publicação, tradução e reedição das obras. Apesar da existência da filha, da neta e da bisneta, declara não ter descendentes e ser a única herdeira do falecido marido.
Na acção judicial que desencadeou contra Odete Pedro oito anos depois, em 2018, a neta de Miguéis alega que a idosa se encontrava, à data do testamento, dependente no dia-a-dia desta mulher, que dela cuidava e a assistia. E também diminuída nas suas capacidades, quer cognitivas, quer auditivas. Caso assim não fosse, alega, nunca teria disposto de bens que não lhe pertenciam por inteiro, dado que os direitos de autor se tinham também transmitido, por morte do escritor, à sua filha adoptiva. Antes disso, em 2014, Mónica Jakobs tinha escrito à procuradora-geral da República a expor a situação.
Odete Pedro começou por alegar nunca ter ouvido a viúva falar de Patrícia e de Mónica, nem tão-pouco referir-se-lhes como filha e neta – coisa que Teresa Martins Marques diz ser impossível, uma vez que mãe e filha adoptiva moravam no mesmo prédio, embora em andares diferentes. O legado, explica-o como uma compensação “pela ajuda pessoal, patrimonial e financeira” que assegura ter-lhe prestado nos últimos anos de vida.
Mas do ponto de vista jurídico o cerne da questão é outro. “A adopção não existiu”, declara Dias Ferreira, que entende que o que sucedeu foi o casal ter ficado com a custódia da criança. Recentemente o Tribunal da Relação de Lisboa decidiu que, para tentar fazer valer os seus direitos, a neta tem de entregar à justiça portuguesa a sentença norte-americana que decretou a adopção, para ser validada. O caso pode complicar-se pelo facto de à data em que Patrícia foi morar com o casal a adopção ainda não ser legal em Portugal.
Na última década, e segundo dados da empresa de estudos de mercado GfK, as vendas dos livros de Miguéis nunca superaram senão uma vez a centena de exemplares por ano. E alturas houve em que ficaram muito abaixo disso. Enquanto a viúva foi viva, as receitas mais elevadas chegaram-lhe da adaptação de uma das obras para o cinema, O Milagre Segundo Salomé. Quem quiser agora fazer o mesmo terá de falar com a antiga cuidadora ou com o seu filho, que o PÚBLICO tentou, sem sucesso, ouvir. O seu advogado diz que Odete Pedro, que continua a morar nos EUA e trabalha para a Broadway, apresentou recentemente uma queixa-crime contra Mónica depois de ter visto a sua casa vandalizada.”
Jose Gomez Bulhao, Teresa Martins Marques and 2 others
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  • Teresa Martins Marques

    Entre 1994 e 1996 dirigi a Edição das Obras Completas de Miguéis para o Círculo de Leitores, em 13 volumes, todos prefaciados por mim. Compraram a colecção inteira cerca de cinco mil pessoas. Foi um sucesso de vendas. A viúva, minha amiga, disse-me que nunca tinha recebidos tantos direitos, mesmo em vida de Miguéis! Compravam-se também as obras na Editorial Estampa, que entretanto faliu. A viúva morreu em 2006 e não teve mais ninguém que cuidasse da obra, na sequência de um litígio entre a neta e uma cuidadora a quem a viúva deixou em exclusividade os direitos e o cuidado da obra. A cuidadora não pertence ao meio literário. Nesse testamento a viúva diz que não tem filhos. Na verdade tinha a filha adoptiva que morreu em 2013; tinha esta neta e duas bisnetas. A neta já apresentou as provas legais de que a sua mãe foi adoptada, em 6 de Junho de 1944 pelo Surragate’s Court de Nova Iorque. O caso segue em tribunal, porque a neta não aceita que neguem a sua relação à família afectiva. Viveu em casa de Camila e Miguéis e só saiu de lá para se casar. A sua mãe e a avó desentenderam-se por esta achar que, com tanta idade , já em cadeira de rodas, estaria melhor num lar. Morreu com 102 anos e fez o tal testamento em que diz que não tem filhos, já com 101 anos. Para a neta trata-se de uma questão de identidade, que lhe negam!
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Luz, rendas, portagens e pão: Preços vão aumentar (eis o que já se sabe)

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O ano que se aproxima vai ficar marcado pelo aumento generalizado de preços que os consumidores irão pagar pelos serviços que usam no dia-a-dia, com a inflação em novembro a atingir os 9,9%.

Source: Luz, rendas, portagens e pão: Preços vão aumentar (eis o que já se sabe)

Prisão preventiva para dois suspeitos de vários furtos na Ribeira Grande – Açoriano Oriental

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Dois homens ficaram em prisão preventiva por serem suspeitos de vários furtos, alguns ocorridos no interior de residências, no concelho da Ribeira Grande, em São Miguel, nos Açores, foi anunciado.

Source: Prisão preventiva para dois suspeitos de vários furtos na Ribeira Grande – Açoriano Oriental

criptomoedas para totós e todos aa dormir

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Ninguém no controlo da blockchain nem da RTP!!!…
AS MARAVILHAS DA BLOCKCHAIN
E DAS CRIPTOMOEDAS NA RTP
– Estava eu a fazer zapping, passo pela RTP3 e apanhei um programa chamado ‘Algoritmos’, onde se fazia a apologia da tecnologia da blockchain e das criptomoedas. Gosto sempre de ver e rever a argumentação de quem tem posições contrárias às minhas (até para voltar a testar as minhas), por isso fiquei a ver, apesar de estar plenamente convencido, desde o princípio das criptomoedas, que tudo isto é uma imensa vigarice, um esquema piramidal (um ‘Ponzi scheme’ como dizem os americanos) e, ao mesmo tempo, uma manobra das forças ultraliberais para anular o pouco (quase nada) que resta de regulação do mercado financeiro (uma vez que os bancos centrais estão capturados há muito pela alta finança) de modo a facilitar ainda mais a transferência a seu bel-prazer da riqueza das classes médias e dos assalariados em geral para as grandes fortunas bilionárias.
No referido programa desfilava uma série de especialistas na matéria, debitando entusiasmadamente maravilhas sobre a blockchain e as criptomoedas. Tudo gente à volta dos 30, 40 anos, unânimes a incensar as qualidades miraculosas desta tecnologia. Um defendia que a blockchain é a garantia da “perfeita democratização do mercado financeiro, como nunca existiu na história da humanidade”. “Não há um controlo central num computador, todos os dados estão distribuídos por vários computadores”, acrescentou como garantia de fiabilidade. Outro dos intervenientes, alto funcionário da Comissão Europeia, que falava inglês com sotaque irlandês, admitia: “Sim, há alguns problemas, estamos cientes disso, mas isso é um desafio que brevemente será ultrapassado”. Outro ainda chegava a garantir que a tecnologia ‘blockchain’ nos dava a certeza da “incorruptibilidade do sistema”, embora mais adiante, o mesmíssimo especialista admitisse que esta tecnologia “é tão boa e tão honesta quanto boas e honestas forem as pessoas que com ela trabalham e inserem os dados e documentos [verdadeiros ou falsos, porque ninguém controla, digo eu] essenciais ao funcionamento do sistema”. Ou seja, a maravilhosa ‘blockchain’ é perfeita e ao mesmo tempo não é, é uma merda porque tudo lá nos algoritmos e dados e processamento pode ser vigarice, já que não há ninguém a controlar.
Para cúmulo, a validar todo este tresloucado arrazoado, aparece uma bela senhora grega, de seu nome Eva Kaili, identificada como vice-presidente do Parlamento Europeu, expressando confiança na bondade e clareza desta tecnologia ‘essencial para o futuro digital da Europa’ (cliquem na foto da senhora e leiam a legenda com a tradução).
Do episódio concluo o seguinte: o programa tem certamente mais de três semanas (assim como a autorização para a sua emissão); na RTP (tal como na ‘blockchain’) não há ninguém a controlar o que vai para o ar e tudo pode acontecer, incluindo a emissão de um programa com a Eva Kaili após a explosão do ‘Qatargate’ e a prisão da mencionada ex-vice-presidente do PE.
Nos créditos finais do programa figuravam, na secção dos agradecimentos, entidades como o gabinete em Portugal do Parlamento Europeu e a representação da Comissão Europeia em Lisboa. Também nestes organismos não deve haver ninguém a controlar, de outra forma teriam corrido à RTP para anular a emissão de todos os programas com a presença da Eva Kaili. Tudo a dormir!…
Finalmente, não me admiro nada que o PE e a Comissão Europeia, completamente dominados por eurocratas ultraliberais militantes do globalismo, da desregulação total dos mercados e do esmagamento total da democracia apoiem estas manobras em proveito da oligarquia plutocrática reinante. Do ponto de vista desta gente, faz todo o sentido!…
Estamos entregues a um bando de… Alto! Não digo mais nada que isto já vai longo demais e se continuasse dava para outro post compridão…

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China: descoberta de um abismo gigante abrigando uma floresta primitiva

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Em geologia, um carste é um maciço calcário no qual a água cavou muitas cavidades. Pode formar estruturas particulares, como dolinas (ou abismos) ou desfiladeiros. Na sexta-feira, 6 de maio, uma equipe de cientistas chineses descobriu um novo sumidouro gigante de carste no condado de Leye, no sul da China. No interior há uma floresta […]

Source: China: descoberta de um abismo gigante abrigando uma floresta primitiva