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Porto 1956 Manoel de Oliveira a cores. . . Surpreendente!!! | 1001 TopVideos

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Um filme de Manuel de Oliveira sobre a cidade do Porto, em 1956. Totalmente a cores, este vídeo é verdadeiramente admirável!

Fonte: Porto 1956 . . . Surpreendente!!! | 1001 TopVideos

Estátua de madeira russa é duas vezes mais antiga do que as pirâmides do Egito – ZAP

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Os resultados de uma investigação internacional sobre a escultura de madeira encontrada na região dos Urais, na Rússia, conhecida como Ídolo de Shigir, superaram todas as expectativas: a sua

Fonte: Estátua de madeira russa é duas vezes mais antiga do que as pirâmides do Egito – ZAP

Astrónomo descobre origem pré-histórica do nome da Serra da Estrela

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Fábio Silva, astrónomo português da University College London, descobriu pela orientação de construções megalíticas com seis mil anos que o nome da Serra da Estrela tem origem na estrela Aldebaran.

Fonte: Expresso | Astrónomo descobre origem pré-histórica do nome da Serra da Estrela

| Conheça os dois únicos países africanos que não foram colonizados por europeus

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Conheça os dois únicos países africanos que não foram colonizados por europeus

Fonte: Curiosidades Históricas | Conheça os dois únicos países africanos que não foram colonizados por europeus

Localizado na Europa, o primeiro território chamado Brasil era uma ilha mágica

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Fonte: EcoViagem – O seu guia de viagem

https://ecoviagem.com.br/noticias/curiosidades/historia/localizado-na-europa-o-primeiro-territorio-chamado-brasil-era-uma-ilha-magica-18422.asp

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Quem são as figuras no Padrão dos Descobrimentos

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Em Belém, reergueu-se o Padrão dos Descobrimentos em betão revestido de pedra rosal de Leiria, no decorrer das Comemorações do 5º Centenário da Morte do Infante D. Henrique.O monumento foi inaugurado a 9 de Agosto de 1960.

http://portugalglorioso.blogspot.com/2014/07/quem-sao-as-figuras-que-estao-no-padrao.html

Source: Quem são as figuras no Padrão dos Descobrimentos

 

a partilha de África há 130 anos

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CONFERÊNCIA DE BERLIM: PARTILHA DE ÁFRICA FOI HÁ 130 ANOS

Posted: 27 Feb 2015 08:37 AM PST

 

Há 130 anos, em 1885, terminava na Alemanha um encontro de líderes europeus que ficou conhecido como Conferência de Berlim. O objetivo era dividir África e definir arbitrariamente fronteiras, que existem até hoje.

Tinha cinco metros o mapa que dominou o encontro em Berlim, que teve lugar na Chancelaria do Reich. Mostrava o continente africano, com rios, lagos, nomes de alguns locais e muitas manchas brancas.

Quando a Conferência de Berlim chegou ao fim, a 26 de fevereiro de 1885, depois de mais de três meses de discussões, ainda havia grandes extensões de África onde nenhum europeu tinha posto os pés.

Representantes de 13 países da Europa, dos Estados Unidos da América e do Império Otomano deslocaram-se a Berlim a convite do chanceler alemão Otto von Bismarck para dividirem África entre si, “em conformidade com o direito internacional”. Os africanos não foram convidados para a reunião.

À excepção da Etiópia e da Libéria, todos os Estados que hoje compõem África foram divididos entre as potências coloniais poucos anos após o encontro. Muitos historiadores, como Olyaemi Akinwumi, da Universidade Estatal de Nasarawa, na Nigéria, consideram que a Conferência de Berlim foi o fundamento de futuros conflitos internos em África.

“A divisão de África foi feita sem qualquer consideração pela história da sociedade, sem ter em conta as estruturas políticas, sociais e económicas existentes.” Segundo Akinwumi, a Conferência de Berlim causou danos irreparáveis e alguns países sofrem até hoje com isso.

Novas fronteiras

Foram definidas novas fronteiras e muitas rotas de comércio desapareceram porque já não era permitido fazer negócios com pessoas fora da sua própria colónia.

Em muitos países, como foi o caso dos Camarões, os europeus desconsideraram completamente as comunidades locais e as suas necessidades, lembra o investigador alemão Michael Pesek, da Universidade de Erfurt.

“Os africanos aprenderam a viver com fronteiras que muitas vezes só existiam no papel. As fronteiras são importantes para a interpretação do panorama geopolítico de África, mas para as populações locais têm pouco significado”, defende.

Na década de 1960, quando as colónias em África começaram a tornar-se independentes, os políticos africanos tiveram a oportunidade de rever os limites coloniais. No entanto, não o fizeram.

“Em 1960, grande parte dos políticos africanos disse: se fizermos isso, então vamos abrir a caixa de Pandora”, explica Michael Pesek. “E provavelmente tinham razão. Se olharmos para todos os problemas que África teve nos últimos 80 anos, vemos que houve muitos conflitos internos, mas muito poucos entre Estados por causa de fronteiras.”

Compensações pelo colonialismo

Em 2010, no 125º aniversário da Conferência de Berlim, representantes de muitos países africanos em Berlim exigiram compensações para reparar os danos do colonialismo. A divisão arbitrária do continente africano entre as potências europeias foi um crime contra a humanidade, disseram em comunicado.

Defendiam, por exemplo, o financiamento de monumentos em locais históricos, a devolução de terra e outros recursos roubados e a restituição de bens culturais.

Mas, até hoje, nada disso foi feito. O historiador Michael Pesek não se mostra surpreendido. “Fala-se muito em compensações por causa do comércio de escravos e do Holocausto. Mas pouco se fala dos crimes cometidos pelas potências coloniais europeias durante os anos que passaram em África.”

O investigador nigeriano Olyaemi Akinwumi também não acredita que algum dia haverá qualquer tipo de indemnização.

Hilke Fischer / Madalena Sampaio – Deutsche Welle

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Histórias de Portugal e Marrocos- A Guerra de Arzila

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Asilah

Histórias de Portugal e Marrocos- A Guerra de Arzila

 

 

 

Após a conquista de Ceuta em 1415, Tânger torna-se uma obsessão para a coroa de Portugal. Em 1437 um grande e mal planeado ataque comandado pelo infante D. Henrique fracassa, constituindo um rude golpe para as aspirações portuguesas. A opção é então tomar Alcácer Ceguer, facto que ocorre em 1458, já no reinado de D. Afonso V. No ano de 1464 D. Afonso V faz uma nova tentativa para conquistar Tânger, seguida de outros ataques “menores”, todos sem sucesso. A tomada de Tânger revelava-se como difícil de concretizar.

Em 1471 organiza-se uma poderosa armada, a maior até então, para voltar ao estreito. Tendo Tânger como objectivo final, Portugal opta por atacar inicialmente Arzila, por vários motivos:

Em primeiro lugar porque o seu governador MulayAsh-Sheikh, filho do regente Lazeraque, estava ausente, empenhado num cerco a Fez para tomar o lugar do sultão. Em segundo lugar, porque tomada Arzila, Tânger ficaria isolada do resto do território de Marrocos, tornando-se numa presa fácil para Portugal. Finalmente, porque Arzila era uma praça rica, que constituía um dos locais de chegada do ouro do Mali, perspectivando-se um saque compensador. Este facto leva inclusivamente a que Martim Leme, mercador flamengo, tenha contribuído para o financiamento da expedição em troca de fazer comércio livre na praça após a sua conquista.

Á semelhança das empresas anteriores, organizam-se três armadas, no Porto, em Lisboa e em Lagos, juntando-se as forças nesta última cidade. No dia 18 de Agosto de 1471 a armada parte rumo a Arzila. Segundo Ruy de Pina eram 477 navios e 30.000 homens de desembarque, segundo Damião de Góis eram 338 velas e 24.000 homens.

“Ia nela a melhor gente de Portugal: D. Afonso e seu filho herdeiro do trono, D. João, de 16 anos de idade, que combateu valorosamente, como seu pai; entre os fidalgos o conde de Valença, D. Henrique de Meneses, capitão de Alcácer Ceguer, o conde de Monsanto, D. Alvaro de Castro, o conde de Marialva, D. João Coutinho, ambos mortos no combate à vila, e muitos outros.” (David Lopes)

A Guerra de Arzila

leia mais https://historiasdeportugalemarrocos.wordpress.com/2015/01/06/a-guerra-de-arzila/#more-3333

3 comments on “A Guerra de Arzila”

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columbário ou Túmulo romano nos Açores.

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Túmulo romano nos Açores.

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