a 1ª médica

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Na Grécia antiga, as mulheres estavam proibidas de estudar medicina durante anos até que alguém desrespeitou a proibição. Nascida em 300 AC, Agnodice cortou o seu cabelo e entrou na escola de medicina de Alexandria vestida como um homem. Um dia, quando caminhava nas ruas de Atenas, depois de já ter terminado a sua formação, ela ouviu os gritos de uma mulher em trabalho de parto. Apesar das dores intensas, a mulher não queria que Agnodice a tocasse porque julgava se tratar de um homem.Agnodice retirou as suas vestes para provar que era uma mulher sem que ninguém visse e ajudou a mulher no parto. Esta história espalhou-se entre as mulheres e todas as mulheres passaram a procurar Agnodice quando estavam doentes. Os médicos começaram a sentir inveja e acusaram Agnodice, julgando tratar-se de um homem, de seduzir as pacientes do sexo feminino. No julgamento, Agnodice provou que era uma mulher, mas foi sentenciada à morte por ter estudado medicina e a ter praticado enquanto mulher. As mulheres revoltaram-se contra a sentença, especialmente as esposas dos juízes que a condenaram à morte. Algumas afirmaram que se Agnodice morresse, morreriam também. incapazes de resistir à pressão das suas esposas e de muitas mulheres, os juízes anularam a pena de morte a Agnodice e a partir daí, as mulheres puderam praticar medicina, apenas com pacientes do sexo feminino.
Agnodice entrou para a história como a primeira médica e ginecologista grega. Este mural a retratar Agnodice no seu ofício foi descoberto em Ostia, Itália e encontra-se no “British Museum”.
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A PRIMEIRA MÉDICA

Vista do Dona Maria Gil e família: possibilidades e imigração entre Açores e o Grão-Pará do século XVIII

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franceses nas flores

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Séc. XX, 1960s?, Santa Cruz, Ilha das Flores
● O avião francês “C-160 Transall” do “l’Armée de l’air” na rotina mensal de abastecimento à base Francesa da Ilha das Flores.
Do lado direito da imagem podemos ver um “C-160 Transall” acidentado.
● The military transport aircraft the Transall C-160 (often known as the C.160, or simply Transall), a consortium of both the French and German aircraft manufacturers L’Allemagne de l’Ouest, in monthly routine supply at the French Air Force Base runway, in Santa Cruz das Flores, on Flores Island.
At right of this image we can see a bumpy Transall C-160.
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Afinal, o famoso monstro do lago Ness era apenas o pénis de uma baleia – NiT

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Segundo a lenda, num famoso lago escocês vive uma criatura marinha com um pescoço gigante. O protagonismo dessa criatura mítica é tal que muitos já a apelidaram carinhosamente de Nessie. Porém, ainda ninguém conseguiu perceber o que vive realmente nas águas profundas do lago Ness, na Escócia. O novo palpite é que se trata do … Continued

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Estudo resolve enigma da durabilidade do cimento dos antigos romanos

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Uma equipa de investigadores resolveu o mistério da durabilidade do cimento utilizado pelos romanos, da qual o Panteão de Roma é prova, e a descoberta pode contribuir para a redução do impacto ambiental da produção de betão.

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A promessa que deu origem a uma das mais belas (e misteriosas) capelas de Portugal – NiT

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Misteriosa e sombria, alegre e resplandecente. A pequena ermida açoriana veste-se conforme o tempo que a rodeia, a poucos metros das águas da famosa Lagoa das Furnas, nos Açores. É, desde 1886, um dos tesouros da ilha, neste caso um feito pela mão humana. No seu interior está precisamente sepultado o homem que em 1854 … Continued

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ABADE DE BAÇAL

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Francisco Manuel Alves, conhecido ‘urbi et orbi’ como Abade de Baçal, além de ser um sábio de enorme erudição, era um trasmontano de corpo inteiro, devotado aos valores de Trás-os-Montes, e fez da sua obra-mestra, as celebradas “Memórias arqueológico-históricas do distrito de Bragança”, uma tribuna de defesa e propaganda desses valores, como acontece no decantado volume IX (acaso o mais lido e citado, porque trata da etnografia bragançana, assunto que tem sempre os seus incondicionais). Essa defesa e essa propaganda surge às vezes de forma inesperada e até aparentemente deslocada, mas é sempre enérgica e apaixonada.
É o caso do fervor com louva… o porco. No capítulo que dedica à Páscoa, aparece, naturalmente e com toda a justiça, uma alusão ao folar. Mas, às duas por três, já está a falar de outros petiscos (as alheiras, que em Bragança também se chamam tabafeias, e as trutas dos rios Tuela e Baceiro) e logo, num salto imprevisto, aí o temos a gabar o leitão assado, que naquelas terras tinha então (julgo que já não tem) o curioso nome de torradeiro. E ei-lo a exortar os seus conterrâneos ao consumo do leitão assado: «Bragançanos! Não esqueçais o torradeiro, regado com os vinhos regionais, celebrizados na lenda popular pelo bom vinho dos Alvaredos, Arcas, Nozelos e Vilarinho de Agrochão.»
Anteriormente tinha esclarecido, com conhecimento de causa próprio de um ‘connoisseur’, que o leitão, «para estar em condições deve regular por trinta dias de idade – leitão de mês e cabrito de três – como reza a culinária local» (palavras suas). E lamenta: «Infelizmente a moda vai abastardando alguns derrancados de gosto, que tentam substituir-lhe o desensabido peru. Que tristeza! Que dor de alma! E não reparam que assim nos desregionalizamos, caindo na chata vulgaridade do anonimato equivalente da não existência, por falta de qualidades típicas características!…»
Do leitão passa ao porco adulto, em abono de cuja excelência culinária cita um provérbio que ainda se ouve em terras trasmontanas: Das carnes, o carneiro; das aves, a perdiz e, sobretudo, a codorniz; mas, se o porco voara, não havia carne que lhe chegara.
Eu não sou, nem de longe, um gastrónomo. Como cada vez menos e quase todas as carnes e peixes me dão fastio. Mas confesso que um bom leitão assado, um vez por outra, lá quando el-rei faz anos, me sabe bem — embora me cause alguma impressão aquilo que o nosso Abade diz com toda a naturalidade: que «para estar em condições, o leitão deve regular por trinta dias de idade». É mais uma das velhas contradições de que o homem não há meio de se libertar: coitadinhos dos porquinhos, tão novinhos — mas tão saborosos…
Tudo isto me lembra irresistivelmente o poema de Sophia: «As pessoas sensíveis não são capazes / De matar galinhas / Porém são capazes / De comer galinhas.»
Termino aqui esta crónica. Por pudor.
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  • Jorge Marrão

    Que petisco! Continue a petiscar.
    Próspero 2023.
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    • 8 m

1947 kon tiki

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A EXPEDIÇÃO DA KON-TIKI começou em 1947
Esta expedição significou uma viagem ao desconhecido. A bordo, apenas um homem tinha alguns conhecimentos sobre navegação e nenhum sabia como manobrar uma enorme jangada de madeira em alto mar. A jangada tinha um desenho desconhecido nunca antes testado e muitos especialistas marítimos asseguraram que se desmantelaria em duas semanas. Se isto acontecesse, não haveria salvação possível para os membros da tripulação.
Mas a jangada manteve-se firme ao cabo das duas semanas e, durante esse tempo, os homens aprenderam a manobrá-la. Todos os membros da tripulação que acompanharam Thor Heyerdhal eram homens com enorme capacidade de adaptação, coragem, engenho e força física.
Depois de 101 dias no alto mar, a Kon-Tiki chegou às margens do recife Raroria, na Polinésia Francesa.
A expedição tinha sido um êxito e mudava para sempre a ideia que a ciência tinha até então sobre as primeiras viagens por mar.
O explorador e cientista norueguês THOR HEYERDAHL morreu em 2002 com 88 anos. O seu nome é conhecido universalmente. Depois desta expedição escreveu um livro “A Expedição Kon-Tiki,” publicado em mais de 60 países e que vendeu mais de 25 milhões de exemplares.
Eu li este livro quando tinha, talvez, 13, 14 anos, mas nunca pensei ver de perto, tocar e sentir a verdadeira jangada que está exposta no museu – Kon-Tiki Museet – em Oslo, entre muitas outras peças, fotografias e História.
A minha visita a este museu veio a acontecer em 2017. Lembrava-me ainda, ao ver certas peças, de frases inteiras desse livro que tinha lido em criança.
Nas fotografias THOR HEYERDAHL e um dos meus livros sobre a Expedição. Tenho vários, mas de momento, só consegui encontrar este
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  • Maria Jorgete Teixeira

    Fascinam-me estas aventuras.
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      Cristina Carvalho

      Maria Jorgete Teixeira Tem de ir ao museu que é, absolutamente, extraordinário. E do outro lado da estrada está um outro museu ainda mais emocionante, o Fran Museet, considerado o melhor museu da Noruega. Conta toda a expedição e aventura Polar do explorador Roald Amundsen, um dos meus heróis.
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      • 7 m
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  • José Cipriano Catarino

    Li e encantei-me com o livro na minha mocidade, aí por 1968.

a açorianidade tem coisas tramadas

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Jose Avila is with Francisco Maduro-Dias and

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15 h

Leiam devagarinho para não se engasgarem.
E mais não digo…