NIAGARA SECO

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Rare photo showing Niagara Falls without water, 1969
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o canhão português, símbolo sexual

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Portuguese original bronze cannon ‘Si Jagur’ at Fatahillah Park in Jakarta, Indonesia (1947)

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  • José Bárbara Branco

    Este canhão português foi trazido de Malaca, após a queda da praça nas mãos dos holandeses, para Batávia, a actual Jacarta. Esta peça, enorme, “Tendo a culatra com a forma invulgar dum punho fechado, simbolo de relações sexuais para os indonésios, tem em Java a reputação de ser uma fonte de fertilidade. Por muitas gerações as mulheres estéreis vinham, de perto ou de muito longe, trazer flores a “Si Djagur”, nome dado pelos javaneses ao canhão. Depois, sentavam-se no canhão, acreditando que assim se tornavam férteis. Alguns anos após a independência, no empenho de combater a superstição, o governo ordenou que o canhão fosse transferido da entrada para um armazém do Museu Nacional. De nada serviu. Numerosos grupos de mulheres se juntavam diariamente à porta do Museu, protestando, pedindo com grande alarido que lhes franqueassem o armazém e as deixassem sentar-se sobre o canhão. Como essa crença parecesse haver esmorecido, o canhão saiu posteriormente da arrecadação onde estivera escondido e passou a estar exposto à entrada do Museu de Kota, no centro histórico de Jacarta. Porém, segundo me dizem, as mulheres estéreis voltaram a visitá-lo para lhe trazerem flores e nele se sentarem.” (in António Pinto da França, 2003, “A Influência Portuguesa na Indonésia”, Lisboa, Prefácio – Edição de Livros e Revistas, p. 49. Fotografia do Si Djagur nas arrecadações do Museu Nacional de Jacarta (foto de A. P. da França):
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A época em que os Estados Unidos necessitavam de proteção portuguesa

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A época em que os Estados Unidos necessitavam de protecção portuguesa.
Quando os Estados Unidos da América conseguiram a sua independência da Grã-Bretanha, foram confrontados com problemas que até então desconheciam.
Um destes problemas, partilhado pela maioria das potências Europeias da altura, eram os ataques dos piratas berberes.
Até então, os Estados Unidos não se haviam apercebido dessa realidade, na medida em que beneficiavam da protecção Britânica.
Os piratas berberes tinham as suas bases no Norte de África numa extensão territorial que atualmente corresponde a Marrocos, Argélia, Tunísia e Líbia.
Para os Estados Ibéricos este tipo de ataques não eram uma novidade pois aconteciam , ainda que com dimensão variável, com regularidade, desde a reconquista.
Porém, no século XVIII, a capacidade náutica ( e bélica) dos piratas registou um crescimento substancial tendo-lhes permitido, inclusive, atacar a costa britânica.
Geralmente os piratas e os Estados Europeus negociavam períodos de paz, mediante o pagamento de tributos, o que lhes permitia, temporariamente, parar os ataques. Esta estratégia foi adotada, enquanto meio de defensa principal, pela França, Espanha e Inglaterra.
No que diz respeito a Portugal, numa primeira fase, a sua estratégia de defesa passou por confiar a escolta do seu comércio marítimo à chamada Frota do Estreito.
Esta frota tinha a capacidade de impedir que os piratas deixassem o mar mediterrâneo, impedindo-os de interferir na rota de comércio do Atlântico.
Tendo conhecimento desta frota e do facto de Portugal ser, aquela data, a única potência naval que não havia celebrado um acordo com os piratas, os Estados Unidos da América, pediram proteção e escolta à Marinha Portuguesa.
No entanto, atendendo a que a frota berbere estava cada vez mais fortificada, em parte, devido ao dinheiro proveniente dos tributos pagos no âmbito dos acordos de paz celebrados com os Estados Europeus, Portugal alinhou com a estratégia dos demais e celebrou um tratado com vista a suster os ataques à sua frota comercial.
Disto reza a história que a mudança de estratégia portuguesa em relação aos piratas berberes conduziu os Estados Unidos da América, que ficaram sem nações europeias às quais recorrer, a investir em forças navais próprias apesar das indecisões internas que alguns relatos nos dão conta.
Imagem: Ilustração de fragatas portuguesas autor desconhecido
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a ponte aérea de 1975

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A PONTE AÉREA
Em 1975 a frota da TAP viu-se envolvida numa das maiores operações de repatriamento da história da aviação mundial. Durante vários meses dezenas de tripulações de Boeing 747 e 707 fizeram verdadeiros prodígios para retirar de Angola (e Moçambique também) centenas de milhar de refugiados que escapavam à independência precipitada daqueles novos países e às guerras civis que entretanto se declaravam.
Valia tudo. As tripulações chegavam a estar 26 horas consecutivas a trabalhar, descansando a conta gotas quando as circunstâncias o permitiam. Excesso de peso? Quem queria saber disso?
Os Boeing 747 tinham 350 lugares mas raramente andavam com menos de 400 almas a bordo. Os B707 também “esticavam” conforme podiam. Era entrar gente enquanto houvesse espaço e fechar as portas logo que possível.
A lotação dos aviões era frequentemente excedida e a maior parte das regras e procedimentos ficava em stand by; havia vidas para salvar, tudo o resto pouco interessava.
Como se todo este esforço não bastasse, os tripulantes viviam em directo os dramas de milhares de famílias que de um dia para o outro perderam tudo o que haviam conquistado durante a vida e se dirigiam agora para um país que poucos conheciam e que só dificilmente teria condições para os receber.
Não participei nessa operação, adequadamente conhecida por Ponte Aérea. Na altura voava Boeing 727, avião que não tinha autonomia para chegar a Luanda nem nada que se parecesse, mas todos os dias encontrava nas salas do aeroporto centenas de pessoas acabadas de chegar. Amontoavam-se em cima de malas e caixotes enquanto esperavam que alguém lhes arranjasse um lugar onde ficar. Só via olhares de incredulidade à minha volta. Como foi isto possível?
Chegavam setecentos desalojados por dia e por vezes mais de mil. O aeroporto de Lisboa estava transformado num grande campo de refugiados, só que com menos condições que os verdadeiros campos de refugiados. Uma imensa tragédia desenrolava-se à frente dos nossos olhos e nós pouco ou nada podíamos fazer.
A história desta Ponte Aérea nunca foi contada na sua verdadeira dimensão. O drama dos refugiados e o heroísmo daqueles que os salvaram da morte certa terá um dia que ser revelado aos portugueses em toda a sua crueza e sem quaisquer complexos.
Sim, a TAP respondeu então à chamada sem olhar a sacrifícios e voltará a responder sempre que necessário.

 

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11 lugares descobertos por Portugal que poucos sabem

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Sabia que foram os portugueses os primeiros a chegarem às “ilhas das especiarias”, as Molucas? Ou à ilha de Madagáscar? 11 lugares descobertos por Portugal.

Source: 11 lugares descobertos por Portugal que poucos sabem

Parecem anedotas mas são casos verídicos da história de Portugal

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Juízes analfabetos, dinheiro para estradas desviado, são histórias mirabolantes mas reais. Casos verídicos da história de Portugal que parecem anedotas.

Source: Parecem anedotas mas são casos verídicos da história de Portugal

A ÚLTIMA RAINHA AFEGÃ

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Como as coisas mudam…
Para pior!
O nome da mulher desta foto é Soraya Tarzi e embora muitos não saibam ela foi a primeira e última rainha consorte do Afeganistão durante o século XX. Soraya nasceu em 1899 na Síria, que então fazia parte do Império Otomano, filha do político e intelectual Mahmud Beg Tarzi que proporcionou a Soraya uma educação moderna e ocidental. Em 1913 após voltar ao Afeganistão a jovem conheceu o Príncipe Herdeiro Amanullah Khan com quem teve uma grande afinidade. No mesmo ano Amanullah, que era solteiro, decidiu tomar Soraya como esposa. Em 1919 após a ascensão do marido ao trono afegão Soraya se dedicou ao projeto de modernização do país. Refinada e determinada ela defendeu direitos básicos das mulheres como trabalhar e estudar. Além disso Soraya foi a primeira consorte de um monarca muçulmano a aparecer em público. Soraya até mesmo chegou a discursar em algumas ocasiões. Ela também participou de vários eventos ao lado de seu marido. Suas atitudes aliadas as reformas implantadas por seu marido foram o entrave de uma revolta por parte dos afegãos tradicionalistas. Em 1929 Amanullah Khan abdicou do trono para evitar um derramamento de sangue e Soraya o seguiu no exílio. Ela faleceu em 1968 em Roma, Itália.
Fonte: MULHERES NA HISTÓRIA
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memórias urbanas

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🇵🇹
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Os autocarros que circulavam nas cidades do Porto e Lisboa, nos anos 60 e 70 na minha infancia. E tinham algo que espantaria alguns jovens de hoje. Por detrás dos assentos havia cinzeiros, para as pessoas que fumavam dentro do autocarro.
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BURCAS PORTUGUESAS

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Mulheres a aguardar pescadores na Nazaré
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Mulheres aguardando os pescadores na praia da Nazaré, Portugal, 1955 ~ Henri Cartier-Bresson
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A aliança Luso-Marroquina na Batalha de Alcácer Quibir | História Islâmica

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A Batalha de Alcácer Quibir, também conhecida como Batalha d

Source: A aliança Luso-Marroquina na Batalha de Alcácer Quibir | História Islâmica

SANTA MARIA, HISTÓRIAS DE AMOR DO TRADUTOR AÇORIANO

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O tradutor açoriano
O meu querido avô António tinha muitas namoradas. Ou na linguagem da minha infância, amantes. Para além de homem bonito tinha bom feitio, sustentava “inúmeras” famílias e tinha fama de rico. O que que ainda “lhe trazia” mais trabalho – ou sucesso- no ramo do amor, por assim dizer.
Uma das amantes, das menos conhecidas, tinha sido um caso durante a construção do aeroporto de Santa Maria. Ela era casada com um militar americano e depois voltou para a América. Durante quase quarenta anos a senhora (vergonhosamente bonita)nunca mais deu sinal de vida. Até que no princípio dos anos oitenta, já viúva, decidiu escrever. Só que ela escrevia em inglês. E o meu avô decidiu que eu faria as traduções nas cartas de resposta. Só que ele adoeceu, com gravidade, e pediu-me para escrever o que “me apetecesse”. Mas sem “tom poético ”. Obviamente que não resisti à tentação. Do “tom poético”.
Tempos antes eu tinha publicado poemas (horríveis)num jornal e o ilustre escritor Dias de Melo, que estava, na altura, em Santa Maria, tinha lido “a coisa”. Provavelmente por misericórdia…E disse que não percebia nada dos meus “poemas”… E só perguntou ao meu avô: isto é contra ou a favor dos comunistas? Certamente contra os “neo-realistas”…
O “meu tom poético” não tinha futuro. No entanto sou teimoso.
E a doce amante escrevia muito. E eu, nas respostas, ainda escrevia mais, em inglês, para uma cidade perdida no “state of Louisiana”, na América.
As respostas às cartas da amante procuravam os lugares-comuns regionais (doença incurável) numa versão de intelectual açoriano em penitência. Deixo apenas alguns exemplos.
A memória do nosso amor é um barco de nevoeiro onde o basalto encontra a fecundidade do passado.
Os aviões partiram mas as gaivotas cantam o Espírito Santo na leveza dos sentimentos.
As hortênsias e o mar ainda sufocam por ti.
O meu neto António é tímido, por natureza, mas está disponível para ir à “Louisiana” declamar poemas.
Foto: Bar António, Vila do Porto, ilha de Santa Maria, 1944.
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campas de militares esquecidos em angola

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antes de ver o vídeo leia minha crónica de setembro 2020
descolonização, COLONIALISMO, COMBATENTES E FALTA DE RESPEITO, CRÓNICA 289

 

Há temas que alguns chamam fraturantes e eu designo como demasiado incómodos para discutir, e desde há muito tempo não discuto com ninguém: futebol descolonização ou religião. São experiências pessoais que em muito transcendem a lógica argumentativa e duma discussão dessas nunca sairiam resultados úteis.

Dito isto e respeitando as opiniões contrárias (eu não disse concordando), dei-me ao trabalho de contrapor a afirmação de que a descolonização das “províncias portuguesas” foi catastrófica e não uma descolonização exemplar como outros nos querem fazer crer.

Nem uma coisa nem outra, foi a descolonização possível, fora de tempo, forçada pelos grandes interesses das potencias mundiais num enorme jogo de dominó em que se manipularam os inexperientes portugueses saídos do 25 de abril para a dura tarefa de descolonizar.

Não foi nem melhor nem pior do que as restantes feitas por países mais poderosos como o Reino Unido, Alemanha, França, Austrália, etc. foi, certamente, má mas nem pior nem melhor do que as restantes.

Má, atabalhoada e manipulada de fora. Os desgraçados que lá viviam foram a moeda de troca, enxovalhados ao serem chamados de “retornados” e espoliados do seu trabalho, nem todos eram racistas, nem todos eram negreiros, nem todos eram salazaristas (embora muitos o fossem). Tiveram de recomeçar do nada e ficaram para sempre ressabiados, com razão, mas a vida continua e temos de andar para a frente.

Também fiquei impedido de regressar a Timor pela invasão colonial da Indonésia a 7 de dezembro de 1975 e se bem que toda a minha vida planeada tenha sido posta à prova, recomecei de novo em Macau e na Austrália e, mais recentemente, Portugal.

De uma enorme devastação que os anos de guerra colonial (mesmo em Timor) me causaram e subsequente reajustamento a novas sociedades e culturas, fiz disso uma mais-valia multicultural enriquecedora. Não consta que me ande a queixar eternamente do infortúnio. E se admito que a minha noção de patriotismo nada tenha a ver com a minha deserção quando fui amnistiado por Spínola e fui a Bali e Austrália, não entendo como o povo português continue calado e tolere a existência de mais de mil corpos de combatentes abandonados em campas rasas em Angola.

Intolerável isto só comprova a minha teoria, que nós, especialmente os oficiais milicianos, não éramos senão carne para canhão. É a falta de respeito pela memória dos mortos e estropiados que é intolerável, mas sobre ela raramente se fala.

Pior estão os ex-combatente dos EUA que morrem que nem tordos nas ruas onde nem sobrevivem como sem-abrigo, com doenças e SPT (stress pós-traumático), abandonados pela sociedade que os espoliou dos melhores anos de vida em troca de uma mancheia de nada.

Não segui a corrente campanha eleitoral pois de promessas fartas incumpridas anda este eleitor cheio, mas não devo errar se disser que nem um se deve ter lembrado dos desgraçados dos ex-combatentes, em avançada idade como eu, ou mais velhos ainda, sem uma pensão condigna, sem acompanhamento eficaz do SPT e outras maleitas além da idade.

É essa indiferença, esse esquecimento, esse desprezo por aqueles que deram os melhores anos da sua juventude que magoa e me afasta de promessas políticas de quatro em quatro anos. Assim será sempre, até ao dia em que o sol não nasceu, a chuva não caiu, a maligna carne de vaca não se comeu e em que eu (que não vendo livros) deixe de os escrever.

 

Chrys Chrystello, Jornalista,

Membro Honorário Vitalício nº 297713

[Australian Journalists’ Association] MEEA]

[Diário dos Açores (desde 2018)

Diário de Trás-os-Montes (desde 2005) e

Tribuna das Ilhas (desde 2019)]

 

Silvério Sousa shared a post.

Se fosse a dizer alguma coisa dizia Portugal é um Pais Decrépito..tenho amigos por la assim abandomados
0:16 / 3:28
Ready!

Relembrar… Campas de Militares Portugueses em Angola que tombaram na Guerra do Ultramar

Escape From Kabul in a Flock of Flying Elephants

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Long before the famed Berlin Airlift, the Kabul airlift of 1928-29 established a precedent for all the aerial mercy missions that followed. Shortly before

Source: Escape From Kabul in a Flock of Flying Elephants

OS ROMANOS ERAM MAIS EVOLUÍDOS

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repuxos
Nada mais agradável em dias quentes que uma sombra perto de repuxos e sentir a frescura que projectam e o som da água a cair.
Os romanos bem sabiam isso como se testemunha em Conímbriga, onde davam à recolha, transporte e utilização da água, incluindo para banhos e lazer, tanta importância como a outras marcas da sua cultura, como a língua e o direito.
As imagens são da Casa dos Repuxos, o melhor exemplo da arquitectura de jogos de água, mas também da arte dos mosaicos e de pintura mural na cidade.
Construída no séc. I dC, esta residência aristocrática foi demolida em finais do séc. III devido ao levantamento da muralha e está ainda só parcialmente escavada.
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primeira aterragem em Santa Maria

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7 de agosto de 1944 – Aeroporto de Santa Maria
1º Avião a aterrar em Santa Maria – Dakota C47 da USAF
Luís Botelho and 7 others
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