nov 25

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HÁ CENSURA EM PORTUGAL – VIVA O 25 DE NOVEMBRO

Esta é a PROVA de que há CONTROLO da Comunicação Social em Portugal, 48 ano depois de ABRIL.
  • Hoje comemoraram-se os 47 anos do 25 de Novembro de 1975, que fez terminar o PREC comunista e estabeleceu definitivamente um regime democrático em Portugal.
  • Se o 25 de Abril de 1974 nos deu a liberdade, o 25 de Novembro de 1975 deu-nos a DEMOCRACIA, contra o regime comunista do PCP, a mando da ex-União Soviética, que se preparava para definitivamente controlar o país.
  • Tal como em 25 de Abril SALGUEIRO MAIA marchou para Lisboa para nos dar a LIBERDADE, também no 25 de Novembro comandou nova coluna militar que rumou a Lisboa, para contribuir para a derrota das forças comunistas, e fazer vencer a DEMOCRACIA (pena este FACTO HISTÓRICO ser escondido dos portugueses).

João Maria Tudela – Cantor público e agente secreto! | BigSlam

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João Maria Tudela – Cantor público e agente secreto! Por João Paulo Guerra Em Novembro de 1968, quando João Maria Tudella subiu ao palco do Teatro Vilaret para interpretar canções com palavra…

Source: João Maria Tudela – Cantor público e agente secreto! | BigSlam

Como era a vida das prostitutas de luxo no Renascimento? – Mega Curioso

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Conheça a histórias das cortesãs de alta classe que viveram na Veneza renascentista

Source: Como era a vida das prostitutas de luxo no Renascimento? – Mega Curioso

Filipe de Brito, o português “rei” de Sirião foi empalado vivo

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O português, Filipe de Brito, foi capaz de ser Rei num país longínquo, mas não ficou para a história por ser boa pessoa…

Source: Filipe de Brito, o português “rei” de Sirião foi empalado vivo

PETER’S SPORT CAFE

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deE…
PETER
19 DE NOVEMBRO
Foi o dia que nos deixou José Azevedo (80 anos) que todos conheciam por “Peter”. Conheci não sei a ele como ao seu pai (amigo do meu avô) e agora os filhos e os netos.
Quase todos conhecem o bar, com mais de 100 anos, com o nome Peter, na Horta, célebre pelo seu gin e por ser poiso de iatistas, mas hoje é dia de falar do homem.
O fundador do hoje célebre bar foi Henrique Azevedo. Na altura chamava-se “Café Sport” que tinha já como símbolo a águia (originária da popa de um baleeiro) e cujo mobiliário ainda é o mesmo de hoje.
O seu filho, @José Azevedo começou a trabalhar no café no fim dos anos 30, trabalhando simultaneamente no navio inglês Lusitânia II da Marinha Real Britânica que estava ancorado na Horta. Foi um dos oficiais deste navio que passou a chamar-lhe “Peter” por o achar muito parecido com o seu filho.
Com o início da II guerra mundial, passou a trabalhar só no café para ajudar o pai numa altura que muitos navios aportavam na Horta. Foi nesse ambiente que o café se tornou um sítio de referência pela ajuda que prestava.
Nos anos 50 os novos visitantes do Faial eram sobretudo iatistas, assíduos frequentadores do café. Tornou-se não só o seu ponto de encontro, como o local onde se trocavam moedas, mensagens, se deixava o correio, se faziam amigos e que foi, e ainda é, palco de muitas histórias, algumas assinaladas pelas bandeiras que enfeitam as paredes e o teto. Entre os muitos que passaram pelo Peter conta-se Jacques Brel que lá cantou em 1974.
Em 1986, a revista Newsweek considerou o Peter um d os melhores bares do mundo, sendo um membro honorário do OCC ( Ocean Crusing Club) e dos CTT.
Em 1986 criou o “Museu do Peter” com uma coleção notável de scrimshaw.
Em 2003, foi agraciado pelo então Presidente da República Portuguesa, Dr. Jorge Sampaio, com a Medalha de Grau Oficial da Ordem de Mérito e pela Secretaria de Estado, com a medalha de “Mérito Comercial e Turístico”.
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PROBLEMA NO COMPUTADOR

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A photo of an engineer wiring an early IBM computer, 1958 by Berenice Abbott.
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  • Paulo Barcelos

    Surpreendente….. a engenheira é uma Senhora….
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    • João Fernando

      Paulo Barcelos como eram as mulheres responsáveis por muitos dos cálculos da NASA para lançamentos de foguetões… “E ainda por cima eram negras”. Tal como foi uma mulher a “cracar” o código fonte da IBM que possibilitou a criação nos anos 80 dos compa…

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    • Paulo Barcelos

      João…. a data é que me surpreendeu. A NASA começa e lança o primeiro satélite nesse ano. Sei do fundamental envolvimento feminino nas décadas seguintes.
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  • Judith Cohen

    I worked as a part-time secretary in the university’s Epidemiology department, in 1969-71 – one of my responsibilities was punching those rectangular computer cards and going into the room with The Computer to feed them into its cavernous maw. We got t…

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  • Pedro Parreira

    Eu sei que pode parecer chocante, mas já havia mulheres naquela altura.
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  • Paulo Barcelos

    O que me surpreendeu um bocadinho foi ser na década de 50…. tinha lido isto:
    “1961 Barbara Bode of IBM San Jose is the first woman to receive a master’s degree under the IBM Work Study Program. She received a masters degree in mathematics at San Jose…

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OMÃ LIBERTA-SE DE PORTUGAL

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Hoje, no Sultanato de Omã, celebra-se o Dia Nacional porque em 1650 se tornou independente de…Portugal 🙂
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ETRUSCOS DEPRAVADOS

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Olha, afinal já havia malta do PAN naquela época!
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A etruscan amphora that is pretty wild. It dates to the 6th century BC, was illegally taken out of Italy but has been recently repatriated (the circumstances were not mentioned). It is now on display with other repatriated art (almost exclusively Etruscan or Greek) in the Aula Ottagona, a part of the Baths of Diocletian now used as a exhibition space for the National Roman Museum in Rome. The entry is free and its close to the main station so I would highly recommend visitors to Rome to stop by there.

Mentiras da História de Portugal: Estivemos 500 anos em África

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Uma mentira repetida muitas vezes, não deixa de ser mentira. «Estivemos 500 anos em África» é uma das grandes Mentiras da História de Portugal.

Source: Mentiras da História de Portugal: Estivemos 500 anos em África

generosidade vitoriana

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OS (DE)PENDURADOS
No tempo da rainha Vitória, no século XIX, por dois pennies, os sem abrigo de Londres podiam dormir num asilo (de)pendurados de bruços sobre uma corda esticada; era proibido deitar-se no chão… É daí que vem o termo “ficar pendurado”… A fama do liberalismo vem de longe.
The Victorian “Two Penny Hangover”: How the term “hungover” originated
Via Carlos Fino
Maria Antónia Fraga and 1 other
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PARABÉNS ALEXANDRE BORGES,O Dia que Abalou o Pensamento

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EXCECIONAL GUIÃO DE ALEXANDRE BORGES , documentário multidisciplinar, variado, complexo e completo na sua visão do terramoto de 1755…não será para maioria da população, iletrada e ignorante mas para os seres pensantes que ainda sobrevivem foi uma lufada de ar fresco a provar que quando há gente capaz até a História é apelativa. Parabéns

 

 

“O Dia que Abalou o Pensamento”: Canal História estreia documentário sobre o Terramoto de 1755

Foi a 1 de novembro de 1755 que ocorreu um dos momentos mais marcantes da história portuguesa, o grande terramoto de Lisboa. Para assinalar a data, o Canal História estreia o documentário “O Dia que Abalou o Pensamento“, uma produção original portuguesa, que pode ser vista esta terça-feira, 1 de novembro, às 22:15h.

Ao longo de duas horas, o documentário mostra uma Lisboa, que nos dias atuais, ainda é uma cidade profundamente marcada por este acontecimento e as suas consequências e o seu impacto ainda é sentido pelos lisboetas de formas que muitas vezes nem se apercebem.

“Os efeitos desse evento foram muito além das mudanças arquitetónicas a que a cidade foi submetida, e é nessas marcas menos exploradas que nos vamos concentrámos neste documentário. Vamos descobrir os aspetos menos explorados de uma tragédia que desencadeou muitas reacções diferentes e estabeleceu mudanças no comportamento social, nas relações internacionais, na comunidade intelectual, na esfera religiosa e mesmo na ciência, pois despertou o interesse em compreender o comportamento dos terramotos”, lê-se no comunicado do canal.

Realizado por Ricardo Figueiredo e argumento de Alexandre Borges, “O Dia que Abalou o Pensamento” conta com a participação especialistas de várias áreas e recorre a reconstituições históricas interpretadas por atores portugueses, incluindo Heitor Lourenço como Voltaire, João Pedreiro (Marquês de Pombal), Pedro André (Anjo), Maria João Freitas (Madame Denis), Tiago Fernandes (Rousseau) e Fernando Ribeiro, vocalista da banda Moonspell, no papel de Gabriel Malagrida.

Para muitos, o dia 1 de Novembro de 1755 é a data em que nasceu a Sismologia, mas nesse dia, o chão de Lisboa tremeu e das cinzas de uma cidade destruída brotaram as sementes que abalar para sempre o pensamento ocidental.

O FLHANÇO DA FRANÇA ANTÁRTICA NO RIO DE JANEIRO

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França Antártica: A colônia fracassada dos franceses no Rio de Janeiro.
Na segunda metade do Século XVI a França era um poder europeu florescente, mas era uma nação dividida por guerras religiosas causadas pela Reforma, colocando católicos (“papistas”) contra huguenotes, hereges Calvinistas. Nicolas Durand de Villegagnon (1510-71), oficial da Marinha, simpatizava com os huguenotes e desejava encontrar-lhes um refúgio colonial longe da França. Ele recrutou o apoio do rei francês Henri II, que queria despejar os huguenotes em outro continente, e vários aristocratas de inclinação huguenote, para financiar o empreendimento.
Navegando com dois navios e 600 colonos provavelmente desesperados e em grande parte protestantes em novembro de 1555, Villegagnon foi para a Baía de Guanabara, no Brasil. Segundo o historiador Francis Parkman, também havia “jovens nobres, inquietos, ociosos e pobres, com artesãos imprudentes e marinheiros normandos e bretões piratas” entre as fileiras.
Portugal já havia estabelecido assentamentos no Brasil, mas os franceses vinham invadindo clandestinamente a costa há anos para colher o lucrativo Pau-brasil nativo.
Em 1555 após desembarcar e imediatamente celebrar a missa, os colonos escolheram uma ilha, chamada Serigipe pelos índios locais. Construíram um forte que chamaram de Fort Coligny, em homenagem ao famoso huguenote e banqueiro da colônia Almirante Gaspard de Coligny.
Eles planejaram um assentamento mais permanente no continente próximo.
À aldeia continental ainda pouco desenvolvida, Villegaignon deu o nome de Henriville, em homenagem a Henrique II , o rei da França, que também conhecia e aprovou a expedição, e havia fornecido a frota para a viagem. Villegaignon garantiu sua posição fazendo uma aliança com os índios Tamoio e Tupinambá da região, que lutavam contra os portugueses.
Villegagnon porém logo teve uma mudança de convicções religiosas, como muitos franceses fizeram naqueles dias, e voltou ao catolicismo, problemático em um assentamento de maioria protestante.
Outros três navios com 300 colonos virgens (incluindo pelo menos cinco mulheres e uma freira!) chegaram dois anos depois, em 1557. Entre eles estavam alguns zelosos padres calvinistas huguenotes, com os quais Villegagnon teve um feroz conflito. Ele finalmente os baniu, primeiro para o continente, depois para a França, e eles navegaram de volta para a Europa sem comida ou suprimentos.
Por ocasião da Páscoa de 1558 ocorreu um primeiro enfrentamento entre os católicos e os calvinistas, devido à oração proferida por Villegagnon que segundo Léry deixou entender que ele havia aderido ao calvinismo. A partir de então, em diversas situações não ficaram claras as tendências de Villegagnon, até que na Ceia de Pentecostes, ainda segundo Léry, Villegagnon declarou ter mudado de opinião em relação a Calvino: “declarando-o um herege transviado da fé,” e a partir daí as relações com os protestantes se deterioraram completamente, devido à inconstância religiosa de Villegagnon e a desumanidade com que tratava sua gente, até que os calvinistas resolveram deixar a Guanabara. Para os calvinistas a atitude de Villegagnon era decorrência do fato de ter recebido cartas do Cardeal de Lorena censurando-o por ter mudado de religião. O sonho de Calvino no Brasil acaba com a expulsão dos calvinistas do Forte Coligny em 1558, que retornaram à França , embarcados num velho navio normando.
Villegagon, o novo católico, estava farto e voltou para a França logo depois, mas não antes de açoitar e exilar vários outros colonos.
Os Portugueses alertados da presença de Franceses Protestantes no Rio de Janeiro montaram uma frota de 26 navios de guerra para recuperar a Baía de Guanabara e expulsar os huguenotes. Depois de três dias, os portugueses, liderados pelo novo governador do Brasil, Mem de Sá, destruíram o forte, mas não conseguiram exterminar os colonos, que, com a ajuda de seus aliados tupis, fugiram para o continente. O sobrinho de Mem, Estácio de Sá, fundou o Rio de Janeiro no Morro do Cão em 1565, mas os colonos franceses continuaram por ali até 1567, quando Estácio e os portugueses finalmente os expulsaram. E assim o sonho da França Antarctica chegou ao fim.
Entre o primeiro bando de colonos estava o franciscano André Thévet (1516-90), atuando como o padre da frota de Villegagnon. Ele escreveu suas observações sobre a história natural e os povos do Brasil em seu livro As Singularidades da França Antártica (1558). Ele foi o primeiro na França a escrever observações de plantas nativas como abacaxi e tabaco. Outro colono, o ministro huguenote Jean de Léry (1536-1613), escreveu suas experiências em “História de uma viagem à terra do Brasil, também chamada América” (1578). Fonte: Francis Parkman, Pioneiros da França no Novo Mundo , University of Nebraska Press, 1996.
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PORTUGUESES NO JAPÃO

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«Luís Fróis, o português que ajudou a compreender o Japão
Nascido em Lisboa em 1532, Luís Fróis entraria no ano de 1548 na Companhia de Jesus. Em 1565, integrou uma missão jesuíta de evangelização do território japonês, vinte anos depois do estabelecimento das relações entre Portugal e o Japão.
Chegaria em 1566 à cidade de Quioto, onde seria recebido por Ashikaga Yoshiteru, então xogum, general comandante do exército japonês. Fróis acabaria por se instalar definitivamente na residência de Oda Nobunaga, daimyo que ficaria conhecido como o grande guerreiro que iniciaria a reunificação do Império do Sol Nascente, na cidade de Gifu.
Luís Fróis desenvolveu um aprofundado trabalho de compreensão e descrição das tradições e cultura nipónicas do século XVI, escrevendo cartas onde as descrevia para Macau, a Santa Sé e a Coroa.
Tendo sido orientado pelo também missionário português Gaspar Vilela, Fróis relatou nas suas cartas a guerra civil que se desenrolava em torno da capital do Império Japonês, tendo estas sido traduzidas para variadas línguas e conquistado grande fama na Europa.
Luís Fróis terminaria em 1585 o seu “Tratado das Diferenças entre a Europa e o Japão”, obra onde explicava pormenorizadamente, com recurso a mais de 600 exemplos, que as duas civilizações eram opostas nas suas práticas, mas assemelhavam-se no facto de serem igualmente civilizadas.
Fróis foi capaz de estabelecer o difícil equilíbrio entre duas civilizações que, à partida, pareciam integralmente antagónicas, estudando de forma aprofundada a cultura japonesa sem nunca pôr de parte as suas raízes portuguesas. Prova da grande compreensão que detinha das tradições nipónicas é a ocasião em que escreveu sobre as diferenças entre o suicídio na Europa, pecado pela fé católica e a prática do Seppuku, ritual de suicídio japonês que podia ser a maior honra da vida de um guerreiro.
Luís Fróis faleceria no ano de 1597 em Nagasaki, aos 65 anos de idade, mas os textos que o português escreveu descrevendo a sua vasta experiência de 34 anos no Japão são ainda hoje fonte incontornável para a compreensão da História e cultura do Império do Sol Nascente.»
Por Miguel Louro, in Nova Portugalidade
Fernando Completo and 1 other
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