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este é o fisco que reteve o meu IRS desde abril????

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Sunny Aury
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Motorista de Barcelos diz que nunca teve conhecimento da existência de qualquer dívida.
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um dos maiores roubos do século NOVO BANCO

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Jose Antonio Salcedo
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For my Portuguese friends: A forma como políticos e banqueiros se têm prostituído no país, é escandalosa e inadmissível. Infelizmente, a Justiça – a todos os níveis – tem sido cúmplice quer de uns quer de outros.

Polémica política depois de o banco ter recebido mais um cheque milionário sem estar concluída a auditoria às suas contas

DINHEIROVIVO.PT
Polémica política depois de o banco ter recebido mais um cheque milionário sem estar concluída a auditoria às suas contas

Dívida pública dá maior salto em 5 anos. Atinge recorde nos 262 mil milhões de euros – ECO

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A dívida pública, na ótica de Maastricht, subiu 7.280 milhões de euros em abril para os 262.056 milhões de euros.

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sociedade civil açoriana propõe manifesto

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Mário Abrantes

Defender-se atacando

Tem sido manifesta a incapacidade dos paladinos mundiais do neoliberalismo, em particular dos Estados Unidos da América do Norte e da União Europeia, para responderem adequadamente aos graves prejuízos sanitários e económicos originados pela proliferação descontrolada da Covid 19. É hoje igualmente notório que a resposta acertada a esta crise, como a resposta a outras ameaças à humanidade, dependem e dependerão seguramente do reforço do papel do Estado, em particular do “Estado Social”, dos poderes públicos e da direção política estratégica da economia, na condução dos destinos dos povos, países e nações.

Ligados à Câmara de Comércio e Indústria dos Açores, também existem por cá os fãs incondicionais do neoliberalismo que, apoquentados certamente com o ascendente atual dos poderes públicos no combate à crise originada pelo vírus, decidiram em conjunto com uma das centrais sindicais, a UGT, e a Federação Agrícola dos Açores, talvez por algum equívoco circunstancial de representatividade destas, unir-se e passar ao ataque, apresentando na passada semana ao Conselho Económico e Social o seu “Manifesto” para 2020.

E não fazem as coisas por menos: Através de um reforço do orçamento público, pelo recurso ao crédito, defendem no Manifesto a “mobilização maciça de liquidez para as empresas” e o prolongamento do lay off com apoios a fundo perdido, mesmo sem a garantia de manutenção de 100% do emprego. Em simultâneo defendem a “contenção das contratações na administração pública” e a necessidade de “uma administração pública menos populosa” (reparem no requinte da terminologia). Defendem ainda o aumento dos programas de estágios profissionais (emprego barato e subsidiado) em detrimento dos ativos nos programas ocupacionais. E defendem também, pasme-se, “o fim das obrigações de serviço público nas ligações aéreas com os Açores”. Tudo isto o que representa senão uma monumental e desequilibrada transferência direta e indireta de dinheiros públicos para as empresas e os empresários, em detrimento do necessário reforço dos serviços e investimento públicos e do papel da Região na condução dos seus destinos estratégicos em tempo de crise pandémica, atirando ainda para os ombros dos cidadãos, no próximo futuro, com todo o peso dos encargos de um preconizado sobre-endividamento.

Simulando entretanto uma concessão a quem trabalha propõe-se o que afinal já decorre, isto é, “a integração dos trabalhadores precários nos quadros das entidades empregadoras…públicas”. Não nas privadas, claro, porque isso prejudicaria certamente a difícil retoma da almejada “monocultura do turismo”.

E como se propõem os nossos neoliberais alcançar estes objetivos quando os ventos sopram tão desfavoráveis aos seus desígnios? Através da “Libertação da sociedade civil das peias do governo, dando mais responsabilidade à sociedade civil organizada na determinação das políticas públicas”. Ora aí está: Um golpe palaciano visando a substituição do governo pela “sociedade civil organizada”, como se o governo não constituísse uma das componentes orgânicas democráticas da sociedade civil, e como se a “sociedade civil organizada”, presumivelmente a Câmara do Comércio mais os seus satélites tivessem concorrido e ganho as últimas eleições nos Açores…

Tudo isto são velhas e escaldadas receitas cujos resultados desastrosos ainda estão bem presentes na memória coletiva. O certo é que a crise manter-se-á para além da pandemia se não houver investimento público e se alguns dos seus fatores como os baixos salários e os fracos rendimentos dos produtores e dos trabalhadores independentes não forem devidamente apoiados, repostos e valorizados, pois só se vende o que eles podem comprar. E não são os milhões auferidos por administradores, banqueiros ou gestores, em parte encaminhados para paraísos fiscais, investidos na especulação financeira ou usados para fazer compras no estrangeiro que resolvem o problema, antes pelo contrário…

Eletricidade dos Açores distribui lucros de 16,5ME de 2019 pelos acionistas – Açoriano Oriental

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A empresa de eletricidade dos Açores (EDA) decidiu, em assembleia-geral, distribuir pelos acionistas a totalidade dos lucros obtidos em 2019, ou seja, 16,5 milhões de euros.

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COSTA VAI REUNIR COM ESPECIALISTAS EM ECONOMIA

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Ora, aí está um excelente painel de académicos economistas.
Fernando Alexandre, João Cerejeira, Ricardo Paes Mamede, Susana Peralta, Miguel St Aubyn, e mais alguns que não são meus amigos do Facebook, mas que são óptimos, como o Pedro Bação, o Tiago Sequeira e, claro, o Ricardo Reis e o Miguel Faria e Castro.
Não será por falta de bons conselhos que a Economia não estará a bombar dentro de uns meses. Será, claro, porque a situação é mesmo difícil.

Um bom trabalho!

O primeiro-ministro vai reunir-se, esta terça-feira, com um conjunto de académicos e especialistas, com os quais falará sobre os efeitos da pandemia de coronavírus na economia portuguesa.

O primeiro-ministro vai reunir-se, esta terça-feira, com um conjunto de académicos e especialistas, com os quais falará sobre os efeitos da pandemia de coronavírus na economia portuguesa.

Draghi quer banca a emprestar a custo zero. Porque é que em Portugal se vai cobrar 3%? – ECO

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Ex-presidente do BCE pede aos bancos para emprestarem dinheiro a custo zero às empresas. Em Portugal, vão ser cobradas taxas de 3% nas linhas de crédito anunciadas pelo Governo. Porquê?

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ALOJAMENTO LOCAL EM CRISE

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ALOJAMENTO LOCAL VIVE DIAS NEGROS

Foi a ganância total. O Alojamento Local (AL) era a nova riqueza, o novo lucro e em muitos casos sem que os proprietários passassem recibo aos utentes fugindo ao fisco. Em Alfama e outros bairros foi o descalabro, os donos dos andares ou dos prédios despejaram pessoas com quase 90 anos. Em Alfama foi um escândalo, famílias inteiras ficaram na rua a dormir até que os filhos regressassem a Lisboa. O Alojamento Local atacou em todo o lado e alguns investiram todo o dinheiro que tinham para restaurar e “ficarem ricos”. Pensavam eles.
Num prédio luxuoso do bairro de Alvalade, uma gananciosa colocou o andar à venda por 800 mil euros. Nada. Baixou para 700. Nada. Ainda esteve à venda por 640 mil. Nada. Optou pelo Alojamento Local contra a vontade de todos os outros moradores. Num dia encontrei uma família de 10 pessoas. Tinham dormido lá a 170 euros cada pessoa. Que grande rendimento: num dia 1700, numa semana 11.900 euros. Ulálá, mas que grande negócio. Ao fim do mês recebia 47.600 euros em caso de manter os quartos sempre ocupados. Nada mau. Mas a ganância acabou-se. Não há um utente, não há um turista e o Covid 19 até pode atacar no apartamento que está para alugar. Que grande verdade: quem tudo quer tudo perde. Presentemente, os proprietários do Alojamento Local vivem dias negros e alguns estão desesperados. Os que pediram crédito não têm como pagar. Todos os que foram despejados estão a rir-se…

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  • Domingos M G Lopes Pois quem tudo quer tudo perde grandes luxos preços elevados mais valia ir para Espanha quê era mais barato e o mais caricato e que se compra_se as estadias através de Espanha eram mais baratas do que comprar diretamente agora fiquem com os estrangeiros eles e que tem dinheiro

AHRESP nos Açores considera ‘take away’ nos restaurantes opção errada

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O presidente da AHRESP nos Açores considera que a aposta dos restaurantes no ‘take away’ e na entrega ao domicílio, face ao encerramento da restauração ao público devido à pandemia de covid-19, é uma “opção errada”.

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Governo e parceiros sociais reúnem-se hoje para discutir medidas – Jornal Açores 9

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O Governo e os parceiros sociais voltam hoje a reunir-se, em Lisboa, através de videoconferência, para discutirem medidas para empresas

Source: Governo e parceiros sociais reúnem-se hoje para discutir medidas – Jornal Açores 9

Governo pede calma: ‘Na corrida aos supermercados’ «COVID-19»

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O secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, João Torres, disse hoje que não há razões para a

Source: Governo pede calma: ‘Na corrida aos supermercados’ «COVID-19»

A QUEDA DO PREÇO DO PETRÓLEO VAI AFETAR TIMOR

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Como recorda, e bem,o Charles Scheiner num outro post meu, as fortes quedas em bolsas – a Austrália, por exemplo,está a cair o máximo desde a crise financeira – terão um impacto significativo no Fundo Petrolífero de Timor-Leste que vive, hoje, mais dos rendimentos do seu investimento do que de receitas da produção petrolífera.

Oil prices crashed, equities plunged and sovereign bond yields slumped after crude producers launched a price war, an additional disruption to a global economy already struggling thanks to the coronavirus.