Idade da reforma sobe para 66 anos e nove meses em 2026

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A idade da reforma deverá subir para os 66 anos e nove meses em 2026, um aumento de dois meses face ao valor que será praticado em 2025, segundo os cálculos com base nos dados provisórios divulgados hoje pelo INE.

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economia s miguel, 2 realidades 2 ilhas numa só

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O rendimento per capita em 2021 mostra-nos que na Ilha de São Miguel existem dois espaços distintos. A zona Oriental, onde residem 30 122 pessoas, o rendimento per capita é de 48,6%, verificando que 17 360 destas pessoas vivem nos concelhos com o menor rendimento per capita de todo o arquipélago.
Se tivermos em consideração que o espaço de menor rendimento localiza-se na parte Oriental da ilha podemos dizer que temos duas ilhas em uma.
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comboio ou metro sem carris

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That’s correct! The world’s first trackless train, called the Autonomous Rail Rapid Transit (ART), began trial operations in Zhuzhou, a city in China’s Hunan province. It operates on a virtual rail system, following a set of white-dotted lines painted on the road.
This innovative transit system combines features of buses, trams, and trains. It’s equipped with sensors and cameras to ensure accurate navigation, without the need for traditional steel rails. The ART can carry hu…

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John Vick

So it’s a bus
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Governo dos Açores cria “Passe Açores 9 ilhas” para incentivar mobilidade – Renascença

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Cada açoriano pode fazer oito viagens e "escolhe o trajeto que quer fazer", ou seja, "a pessoa faz a combinação que quer, sendo certo que o conjunto das viagens marítimas e áreas tem de ser oito viagens".

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a crise na habitação, Açores discursos vazios

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As recentes moções de estratégia aprovadas em congressos dos caríssimos amigos José Manuel Bolieiro e Francisco Vale César, do PSD Açores e PS/Açores respectivamente, falam muito, mas dizem pouco. Quando o tema é a crise habitacional, que se agrava com o turismo e os investimentos estrangeiros, o que encontramos são promessas vagas e sem um plano concreto. Afinal, o que adianta reconhecer o problema se não existem soluções específicas para o resolver?



• O PSD refere a necessidade de “novas abordagens,” mas não explica como nem quando essas abordagens seriam aplicadas.
• O PS promete “expandir o parque habitacional público,” mas sem detalhar como isso será executado, deixando-nos com mais dúvidas do que certezas.

Esta falta de clareza torna-se ainda mais preocupante quando olhamos para o impacto real da crise habitacional: preços de arrendamento a disparar, residentes a serem forçados a sair das suas comunidades e a falta de habitação acessível a tornar-se um pesadelo para muitas famílias, principalmente em São Miguel.

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Outras cidades enfrentaram problemas semelhantes e tomaram medidas concretas. Barcelona, por exemplo, vai revogar licenças de milhares de alojamentos turísticos até 2028, com o objetivo de aliviar a pressão imobiliária. Amesterdão limitou os arrendamentos de curta duração, garantindo que mais casas ficassem disponíveis para quem realmente precisa de um lar, e não apenas para turistas. Na Dinamarca e Finlândia restringiu-se a compra de imóveis por não-residentes, protegendo o mercado habitacional da especulação estrangeira.

Nos Açores, poderíamos limitar a compra de habitação por estrangeiros ou introduzir regras que garantam que os locais tenham prioridade. Já em Viena, Áustria, um dos exemplos mais bem-sucedidos de habitação pública de qualidade, a cidade investe massivamente em apartamentos subsidiados, mantendo os preços acessíveis para todos os residentes. Portanto, várias ideias e opções.

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Frankfurt e Bruxelas exigem que todas as novas construções públicas sigam o modelo PassivHause, reduzindo o consumo energético e promovendo habitação de longo prazo acessível, mais eficiente e com menos manutenção. Luxemburgo e outros países vão ainda mais longe, oferecendo incentivos fiscais e subsídios para quem adote este modelo de construção sustentável. Estas medidas mostram que é possível ter um impacto positivo e real no mercado habitacional.

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Os Açores têm uma oportunidade única de aprender com estas estratégias e adaptá-las à nossa realidade. A implementação de limites ao alojamento turístico ou a introdução de incentivos para construções sustentáveis poderiam trazer equilíbrio ao mercado e beneficiar os residentes locais. Se outras cidades conseguem, por que não conseguimos nós?



A falta de propostas objetivas nas moções dos partidos não é apenas dececionante; um sinal de que a política regional continua a falhar em enfrentar os desafios com seriedade. Se os partidos não conseguem oferecer soluções concretas, como podemos ter um debate produtivo sobre o futuro da nossa região? As promessas vagas só aumentam o desinteresse e a frustração dos cidadãos.

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Precisamos de uma política que vá além da retórica, que apresente planos bem definidos e que assuma compromissos reais. Se queremos que a população participe, que se sinta envolvida e ouvida, é necessário que os partidos mostrem que estão a trabalhar para melhorar a vida das pessoas, não apenas a encher documentos com frases feitas.

O futuro dos Açores exige mais. Exige coragem para implementar mudanças reais e uma visão que coloque os residentes em primeiro lugar. Sem isso, continuaremos a ver moções que falam muito mas dizem pouco – e uma população que, com razão, se sente cada vez mais desligada da política.

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