Escritor cabo-verdiano Daniel Medina recebe Prémio Literário Guerra Junqueira Lusofonia 2023  – Balai

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O escritor cabo-verdiano Daniel Medina recebeu ontem, dia 6, em Lisboa (Portugal) o Prémio Literário Guerra Junqueira Lusofonia 2023, em reconhecimento à sua contribuição significativa para a cultura e literatura de língua portuguesa.

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Prémio Natália Correia atribuído a escritor João Pedro Porto – jornalacores9.pt

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O escritor açoriano João Pedro Porto foi o vencedor da edição de 2025 do Prémio Literário Natália Correia, uma iniciativa da Câmara Municipal de Ponta Delgada, com a obra “Não-Poema”, foi hoje anunciado. Segundo uma nota de imprensa, o júri entregou ainda menções honrosas a “Este Caminho Nómada”, da autoria de Álvaro Giesta, e “Assim […]

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sugestões de leitura NESTE COMEÇO DE AULAS

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o “DIÁRIO DE UM HOMEM SÓ” (ChrónicAçores vol. 8) VAI SER APRESENTADO AO PÚBLICO EM S MIGUEL NA LIVRARIA LETRAS LAVADAS DIA 4 OUT 18.00 POR DIANA ZIMBRON E P ALMEIDA MAIA

ouça aqui Helena Chrystello O Silêncio da Paixão Banda Sonora por Marino de Freitas.

SOLIDÃO NA VELHICE EM PORTUGAL: UMA TRAGÉDIA

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SOLIDÃO NA VELHICE EM PORTUGAL: UMA TRAGÉDIA ANUNCIADA QUE NINGUÉM QUER VER
Em Portugal, ser velho é quase uma sentença de invisibilidade. Numa sociedade que idolatra a juventude, os idosos são descartados como móveis antigos: já tiveram o seu tempo, agora atrapalham. A solidão na velhice não é um acaso, mas o produto direto das escolhas que temos feito como sociedade. E o mais triste é que todos fingem que não têm nada a ver com isso. A cultura portuguesa, que em tempos se orgulhava de cuidar dos seus mais velhos, hoje terceiriza essa responsabilidade. Os filhos estão “ocupados demais”, os vizinhos desapareceram e os lares de idosos tornaram-se depósitos de consciência tranquila. Instalou-se a ideia de que “o Estado que resolva”. Só que o Estado não tem tempo, nem dinheiro, nem afeto. Vivemos num país onde os idosos sustentaram famílias inteiras, mas agora vivem com reformas miseráveis, onde cuidaram de netos para que os pais pudessem trabalhar, mas agora são esquecidos em apartamentos frios ou abandonados no interior, sem transporte, sem apoio, sem voz. O envelhecimento, em Portugal, tornou-se um sinónimo de isolamento. A cidade não está pensada para eles. A tecnologia, muito menos. E a sociedade, essa, só os lembra no Dia dos Avós ou quando se quer comover em telejornais. No resto do tempo, a presença deles é incómoda: caminham devagar, falam do passado, não “sabem mexer no telemóvel”. O mais hipócrita é que todos nós vamos envelhecer. Mas, por algum motivo, fingimos que isso não nos diz respeito.
E por que razão esta solidão só tende a aumentar?
1. Desumanização das relações familiares: Os laços familiares tornaram-se frágeis, impacientes e baseados na utilidade. Quem não produz ou não “rende” é descartado.
2. Migração e urbanização: Filhos e netos partiram para o estrangeiro ou para as grandes cidades. O interior do país está envelhecido e esquecido, literalmente.
3. Tecnologia que exclui: Tudo é digital, automatizado, desumanizado. Quem não acompanha, é deixado para trás. Até ir ao banco virou um desafio para quem tem mais de 70 anos.
4. Falta de políticas públicas eficazes: Fala-se muito em “envelhecimento ativo”, mas o que se oferece são atividades pontuais e simbólicas. Onde estão os centros comunitários reais, o apoio psicológico, os transportes adaptados?
5. Vergonha de envelhecer: Os próprios idosos foram levados a acreditar que envelhecer é um fracasso. Por isso, escondem-se, silenciam-se, encolhem-se no mundo.
A solidão na velhice em Portugal não é um problema social. É um espelho da nossa falência moral. E enquanto não houver coragem para encarar esta verdade, continuaremos a assistir ao envelhecimento de um povo abandonado à sua própria sorte.
(Um dia seremos todos velhos… Para meditarmos seriamente).
José Micard Teixeira
(Crónicas Sem Maquiagem sobre uma Sociedade Sem Perfume)
Aguarela
Joao Paulo de Carvalho
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Os turistas podem ser muito barulhentos. Espanhóis têm a solução: ecoesplanadas – ZAP Notícias

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Valência começou a testar “ecoesplanadas” para combater o ruído do turismo em bairros saturados. Moradores não estão convencidos: “é a coisa mais vergonhosa que já vi, não duram dois dias”. O bairro de Ruzafa é um dos mais movimentados de Valência e tornou-se um alvo de ódio por parte dos espanhóis: é hoje casa do barulho e sujidade que perturbam os locais, especialmente em esplanadas e bares noturnos. A resposta da autarquia chegou finalmente, mas não passa por impor limites ao turismo. A resposta chama-se “ECOterrazas” (ou, em português, ECOesplanadas”). A iniciativa do programa Valencia Innovation Capital consiste num sistema

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uma foto sua no seu trabalho

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“A todos os profissionais (e aposentados) do mundo do jornalismo, cinema, televisão, teatro, entretenimento e artes; Junte-se ao desafio de publicar uma foto sua no seu trabalho. Apenas uma foto ou galeria, sem descrição. O objetivo é inundar as redes sociais com a nossa profissão. Copia o texto e publica uma foto na tua página. “

“OS SEGREDOS DAS SETE CIDADES” EXPOSIÇÃO DE PINTURA – RUI PAIVA

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“OS SEGREDOS DAS SETE CIDADES”
EXPOSIÇÃO DE PINTURA – RUI PAIVA
Inauguração da Exposição de Pintura “Os Segredos das Sete Cidades” a 8 de Agosto de 2025, pelas 20:15 h
Ocorrerá na Sede da Junta de Freguesia de Sete Cidades, Ilha de S. Miguel, Açores, logo após o lançamento do livro “As Novas Lendas das Sete Cidades”.
Rui Paiva, investigador, escritor, poeta, e artista plástico, revela nesta mostra o processo criativo das ilustrações que concebeu para o novo livro, mostrando algumas das aguarelas e desenhos não publicados na obra.
Apareçam, visitem, divulguem.
De 8 de Agosto a 8 de Setembro de 2025!

Associação diz que transportes são desafio para turismo nos Açores e pede planeamento – jornalacores9.pt

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A Associação Ambientalista Amigos dos Açores alerta para a necessidade de repensar o planeamento do turismo na região e aponta os transportes como o “desafio maior” para garantir a sustentabilidade do setor. “O desafio maior são os transportes porque sem os transportes não teríamos em primeiro lugar os visitantes. Depois, as opções dos transportes condicionam […]

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O PRESIDENTE DÁ MAIS VALOR À FESTA BRANCA

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Festa Branca ou Vergonha Escura ?
Hoje fui rever o telejornal da RTP Açores de ontem E vi, com os meus próprios olhos, aquilo que já se comentava nas redes sociais: mais um exemplo flagrante da arrogância e da falta de respeito do atual presidente da Câmara, Pedro Cabral.
O mais recente episódio envolve o encerramento de todos os portões do Mercado da Graça devido a obras. Uma decisão absurda, tomada sem sensibilidade nem diálogo com os comerciantes. Teria sido tão simples fechar apenas um ou dois de cada vez e deixar pelo menos uma entrada aberta, facilitando o dia a dia de quem ali trabalha. Mas não. O que se impôs foi mais uma decisão à régua e esquadro, indiferente ao impacto real nas pessoas.
Quando um cidadão ousou contestar essa medida injusta, a resposta do presidente foi um insulto à inteligência de todos: com um sorriso cínico e uma cara carregada de desprezo, desejou-lhe uma “Feliz Festa Branca”. Um gesto que diz muito sobre o homem e ainda mais sobre o estado da nossa política local.
Não é esta a postura que se espera de um autarca. E, seguramente, não é este o PSD em que me revejo. O partido onde cresci defendia valores, respeitava as pessoas, ouvia os cidadãos. O que vemos agora é um simulacro de poder, assente na vaidade e na propaganda.
Gostava, já agora, que a autarquia tornasse público quanto foi gasto na famosa Festa Branca. Transparência nunca fez mal a ninguém especialmente quando os bolsos que pagam a festa são os dos contribuintes. Se tiver coragem
Se não se consegue planear nem executar bem uma simples obra num mercado, como é que se pode pedir ao povo que confie a este homem a gestão de um concelho ?
Em outubro, temos uma escolha a fazer. E essa escolha não deve ser feita com base em promessas ou sorrisos em palco. Deve ser feita com base na memória, na verdade e na exigência. Porque a terra que herdámos dos nossos pais merece mais e nós também.

FURNAS E TURISMO

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As voltas que o mundo dá.
Há 40 anos as Furnas só eram atractivas no mês de Agosto. Durante o resto do ano, morria-se de tédio. Agora, tudo mudou, mas as mentalidades continuam iguais.
Novas realidades implicam novas soluções.
O que as Furnas necessitam é de um grande parque de estacionamento nas zona das Pedras do Galego e de outro entre a Lagoa e o Vale. Depois um mini-bus a circular permanente entre a Lagoa, os parques de estacionamento e o Vale.
Para além disto, necessita de um ligação entre a lagoa e ao caminho para a Ribeira Quente e Povoação, para evitar que a estrada Regional passe pela freguesia. Depois dá-se um passe para quem tem casa nas Furnas e o problema está resolvido.
A Lagoa do Fogo também estava impossível, vão lá agora!
Açores: Quem vive e trabalha nas Furnas pede soluções para responder à “invasão” de turistas
jm-madeira.pt
Açores: Quem vive e trabalha nas Furnas pede soluções para responder à “invasão” de turistas
A natureza vulcânica, as iguarias gastronómicas ou a paisagem bucólica fazem das Furnas um dos locais mais visitados dos Açores, mas comerciantes e ha…