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eis um advérbio com a mania que é verbo
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A QUEM PERTENCEM OS BARCOS DA FLOTILHA DA GRETA THUNBERG ??
Descobriu-se que a maioria dos barcos da flotilha pertencia a uma empresa de fachada, cujo dono é um certo Seif Abu Kishk, um membro bastante ativo e de alto escalão do Hamas. Incrível como tudo se revelou tão trivial!
A Flotilha Global Sumud, que visa romper o bloqueio israelense a Gaza e supostamente levar ajuda aos palestinos na Faixa de Gaza, é uma provocação financiada pelo Hamas, que busca confrontar as forças armadas israelenses, disse o embaixador israelense na Itália, Jonathan Peled, à ANSA na terça-feira.
A fonte principal para a alegação do vínculo financeiro e operacional entre o Hamas e a flotilha é o Governo de Israel, através da divulgação de documentos encontrados em Gaza.
As informações fornecidas são amplamente divulgadas por fontes oficiais israelenses, especificamente o Ministério das Relações Exteriores de Israel (Israel Ministry of Foreign Affairs – MFA) e as Forças de Defesa de Israel (Israel Defense Forces – IDF), que afirmam ter descoberto documentos em Gaza.
As principais fontes que citam e detalham estas alegações incluem:
* Comunicações e documentos oficiais do Governo de Israel/Ministério das Relações Exteriores de Israel (MFA):
* O MFA de Israel publicou comunicados e divulgou os documentos que, segundo eles, provam o envolvimento direto do Hamas no financiamento e execução da Flotilha Global Sumud.
* Esses documentos incluem a carta de 2021 de Ismail Haniyeh endossando a Conferência Palestina para Palestinos no Exterior (PCPA) e a lista de ativistas da PCPA que seriam membros proeminentes do Hamas, incluindo Zaher Birawi e Saif Abu Kishk.
* O MFA também é a fonte das imagens que mostram Birawi com Greta Thunberg e Haniyeh.
* Relatórios de Mídia Baseados em Fontes Israelenses:
* Veículos de notícias internacionais e israelenses relataram extensivamente as alegações, citando o material divulgado pelo MFA e a IDF. Exemplos incluem:
* The Times of Israel: Cita documentos que mostram o “envolvimento direto” do Hamas com a flotilha através da PCPA.
* i24NEWS / The Media Line: Noticiaram a descoberta dos documentos em Gaza que, segundo Israel, revelam que o Hamas financiou e controlou a flotilha Sumud.
* Governo de Israel (http://Gov.il): Publicações oficiais detalhando a descoberta dos documentos e a ligação entre Hamas e PCPA.
Detalhes Específicos e Alegações:
Informação e Fonte Primária de Alegação:
Financiamento da Flotilha pelo Hamas via PCPA — Documentos do Hamas alegadamente encontrados em Gaza, divulgados pelo Ministério das Relações Exteriores de Israel (MFA) e pela IDF.
PCPA (Conferência Palestina para Palestinos no Exterior) fundada em 2018 e ligada ao Hamas
MFA de Israel (que designou a PCPA como organização terrorista em 2021) e relatórios de veículos de inteligência.
Documento de 2021 de Ismail Haniyeh endossando a PCPA — Documento encontrado em Gaza e divulgado pelo MFA de Israel.
Lista de ativistas da PCPA com figuras do Hamas, incluindo Zaher Birawi e Saif Abu Kishk – Documento encontrado em Gaza e divulgado pelo MFA de Israel.
Zaher Birawi como chefe do setor Hamas da PCPA na Grã-Bretanha — MFA de Israel e relatórios que o identificam como ativista proeminente do Hamas/Irmandade Muçulmana no Reino Unido e líder de flotilhas anteriores.
SERÁ QUE O PREZADO LEITOR, MESMO O DESCONFIADO, ACREDITA AO MENOS EM SEUS PRÓPRIOS OLHOS?
Saif Abu Kishk como agente da PCPA na Espanha e CEO da Cyber Neptune, proprietária de navios da flotilha — MFA de Israel, alegando que a Cyber Neptune é uma empresa de fachada para a propriedade oculta de navios do Hamas.
Legalidade do Bloqueio de Israel e Egito a Gaza (referência à investigação da ONU de 2011) — Relatório Palmer da ONU (Panel of Inquiry on the 31 May 2010 Flotilla Incident) de 2011, que afirmou que o bloqueio naval de Gaza por Israel é legal.
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Operação envolveu a Marinha, Força Aérea, Autoridade Marítima e uma embarcação de pesca.
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Houve tempos difíceis depois da primeira grande Guerra e durante a segunda. Com o racionamento faltavam bens essenciais que nenhum dinheiro podia comprar. Depois veio a esperança, a reconstrução, novas tecnologias após 1950. Nesta bela casa, hoje dilapidada e desabitada, à espera do camartelo municipal para se construir uma qualquer gaiola de cimento sem vida nem alma, habitaram famílias (felizes ou não), nasceram jovens, cresceram, foram à Guerra colonial, e voltaram ou não, para casar e arranjar emprego, terem filhos, seguirem o curso de vida normal nesses tempos. Naquela casa houve festas, aniversários, dançaricos, celebrações, ouviram-se risos e choros, alegrias e tristezas. Em tempos, criadas fardadas de preto e branco serviram à mesa, na escravatura de só saírem umas horas, ao domingo de tarde, para namorarem um magala do quartel mais próximo.
Foi nessa altura que o mundo calmo e salazarento se desmoronou e perdeu a inocência. Primeiro a ocupação de Goa, Damão, Diu, a que se seguiram as chacinas em África, que deram início a 14 anos de Guerra colonial sangrenta, estúpida, sem senso. Um confronto militar perdido antes de ter começado, seguindo a teoria de dominó de Henri Kissinger, onde Portugal nunca teve hipóteses face ao xadrez dos EUA e Rússia em África. Mais de uma dezena de milhares de mortos e muitos milhares de feridos e estropiados que ainda hoje penam com stresse pós-traumático. Tudo deixou marcas na velha casa, onde um jovem revolucionário, embandeirou em arco com o 25 de abril, ameaçando as fundações da família. Velhos e irrelevantes, os donos da casa foram-se consumindo com o tempo, sem se ajustarem aos ventos democráticos cuja voragem aniquilou as escassas reservas amealhadas em gerações. Quando se finaram, a casa também se finou com eles sem ninguém interessado em manter e preservar o velho casarão que, há muito necessitava de obras custosas, para manter a aparência senhorial.
E que acontecia entretanto? Na época eu, e qualquer jovem, vivia com dois dilemas, a espada de Dâmocles da malfadada tropa (o exército colonial português que decepava vidas e esperança dos jovens ao enviá-los para a Guerra colonial que ninguém queria nem entendia), a outra, era não pertencermos à Europa (nem ao mundo) na política do “orgulhosamente sós” a que a ditadura salazarenta se agarrava. Mas havia esperança, a Guerra colonial acabaria, tal como a do Vietname. A democracia havia de chegar a Portugal como chegou à Europa após a segunda Grande Guerra. Não sabíamos quando.
Estive como aspirante a oficial miliciano, no RAL-4 Leiria, e nos passeios longos de tertúlia com o (major) Melo Antunes nas margens do Rio Lis (abril a setembro 1973) ele dizia que se estava a preparar algo para daí a dois ou três anos (no pior cenário, cinco anos). Falava-se de vida, filosofia, aspirações e sonhos. Felizmente vivi o suficiente para ver a maior parte desses sonhos concretizados. Jamais esquecerei o que era viver sem liberdade. Sempre afirmei, e reitero, mesmo que não sirva para grande coisa, o 25 de abril trouxe o bem mais precioso: a liberdade de expressão.
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Ano de eleições autárquicas que prometem virar o país de alto a baixo como nunca se viu. Parece ser verdade, os nossos políticos vão fazer o que prometeram durante a campanha eleitoral.
Agora, todos os funcionários dos departamentos governamentais vão ser prestáveis e até vão preencher os próprios formulários que estão sempre a fazer perguntas para as quais eles já sabem as respostas.
As Finanças deixam de atender por marcação prévia.
Os Hospitais deixam de ter esperas de 6, 10 ou 15 horas e terão médicos e enfermeiros suficientes para todos serem atendidos em menos de 15 minutos.
Nenhum médico privado ou público atenderá os pacientes com mais de 10 minutos de atraso em relação á hora marcada e terá de pedir desculpas e garantir que isso não se repete sob pena de pesadas coimas.
As reuniões escolares nunca durarão mais de 2 horas, os envolvidos estarão familiarizados com a agenda e terão fins e objetivos facilmente comprováveis.
Quando telefonamos a uma empresa, vão mesmo atender a chamada.
Nos cafés e restaurantes açorianos quando pedirmos uma garrafa de água ela virá acompanhada de um copo.
Nos restaurantes, o “couvert” será gratuito e fará parte do cartão-de-visita de Relações Públicas local.
O “Em espera” está a ser banido de todos os telefones.
As pessoas vão “falar” em vez de enviar mensagens de texto.
Os adolescentes vão ser prestáveis em vez de se queixarem.
O Governo está a eliminar os impostos sobre o vinho, gás , gasolina, cerveja.
A publicidade está a ser banida da televisão.
A fidelização de telecomunicações nunca será superior a 30 dias, podendo ser cancelada a qualquer momento sem aviso prévio.
Vamos ser servidos em grandes armazéns em vez de sermos ignorados e, sim, Pingo Doce, Continente, etc. estou a olhar para ti. Deve ser divertido no nosso admirável mundo novo.
Admirável era constatar que a lei de Português Simples tinha sido posta em prática e que os contratos da NOS; MEO etc. em vez de 27 páginas tinham apenas 12 linhas que toda a gente entendia e podiam ser lidos sem lentes de aumento. Outra novidade que pensei: qualquer documento de seguro passara a conter 3 páginas incluindo a descrição completa e detalhada do bem seguro.
As rotundas passaram a ter obstáculos que obrigavam os que circulavam mais à direita a virar tal como a lei propugna.
As trotinetas e bicicletas de aluguer deixaram de ser abandonadas em qualquer ponto onde acabava o aluguer ou a falta de civismo impelia.
A Meta, X, Microsoft e outras deixam de ter acesso aos seus dados pessoais, aos locais na internet que visitam, aos seus gostos e escolhas pessoais, ao seu registo de compras, de pesquisas, preferências de música, cinema, etc.
A IA deixara de ter acesso às bases de dados donde retirava as suas informações plagiadas para partilhar como se fossem muito inteligentes. Os algoritmos tinham sido proibidos em todas as áreas comerciais, na saúde, na justiça, na educação.
O dinheiro gasto em contratações milionárias para abrilhantar as festas da paróquia, da passagem de ano ou outra qualquer efeméride seria gasto em apoio a artistas locais e regionais, o fogo-de-artifício ruidoso (causador de tantos problemas em idosos, doentes e animais) fora substituído por fogo silencioso de belos efeitos luminosos.
As touradas finalmente abolidas tal como acontecera já às lutas de gladiadores que eram bem menos dolorosas e injustas.
Os processos judiciais passaram a ter um prazo limite de 12 meses para irem a julgamento e os culpados (em especial em casos de corrupção) nunca teriam penas suspensas. Deixou de haver prescrição de penas e foi abolida a limitação de 25 anos de pena máxima.
A SATA não foi privatizada e dá prejuízo como a Carris, a CP e similares mas servia o desígnio de unir as 9 ilhas e estas ao continente. A diáspora era servida pela TAP.
Trump pedira 5% do orçamento (PIB) da Europa dedicado à defesa mas nos Açores 5% do PIB eram alocados à cultura (nas suas vertentes popular, clássica, elitista em todos os ramos) a qual passou a ser um dos itens mais exportados e não só nos mercados da memória e da saudade..
Afinal os mundos perfeitos só existem em filmes e livros, de repente acordei e estava ainda em fevereiro 2025, nada mudara nem mudaria, mas foi bom enquanto durou.