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Arquivo da Categoria: AICL Lusofonia Chrys Nini diversos
o país Taured
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Em 1954, um homem desembarcou no aeroporto de Tóquio vindo de um voo europeu. Até aí, tudo normal. O estranho começou quando os oficiais de imigração pediram seu passaporte: o documento era oficial, carimbado em vários aeroportos pelo mundo — mas emitido por um país que não existe: Taured.
Segundo o homem, seu país ficava entre a França e a Espanha, exatamente onde hoje está Andorra. Ele ficou confuso quando os oficiais disseram que Taured não existia, e afirmou que seu país tinha mais de mil anos de história.
Para resolver, levaram-no a um hotel sob custódia enquanto investigavam. Mas na manhã seguinte, o homem havia desaparecido sem deixar rastros, junto com todos os seus documentos. O quarto estava vazio e não havia sinais de fuga.
Até hoje, ninguém sabe quem ele era, se o caso foi um erro burocrático inacreditável ou algo muito mais estranho: um viajante interdimensional, um homem de uma realidade paralela… ou apenas uma das maiores lendas urbanas modernas.
O caso foi investigado pelo Departamento de Segurança Pública do Departamento de Polícia Metropolitana de Tóquio, que mais tarde mencionou Zegrus em suas memórias. Embora seu passaporte apresentasse carimbos de embaixadas japonesas em vários países do Leste Asiático, ele foi considerado falsificado. Além disso, um visto foi emitido pela embaixada japonesa em Taipei, que agora é conhecida como Associação de Intercâmbio Japão-Taiwan.[1]
Os registros indicam que Zegrus afirmou ter “nascido nos Estados Unidos, mudado-se para o Reino Unido passando pela Checoslováquia e Alemanha, onde completou o ensino médio. Durante a Segunda Guerra Mundial, ele alegou ter sido piloto da Força Aérea Real e capturado. Após a guerra, viveu na América Latina. Mais tarde, tornou-se espião americano na Coreia do Sul, serviu como piloto na Tailândia e no Vietnã, e, finalmente, foi designado pela República Árabe Unida para uma missão secreta no Japão, que incluía o recrutamento de voluntários militares japoneses para a República Árabe Unida.” No entanto, após contato com os países mencionados, foi concluído que essas informações não tinham base em fatos reais, e os selos do seu passaporte falso foram comprovadamente inventados.[1]
Em 10 de agosto de 1960, o Tribunal Distrital de Tóquio revisou o caso e condenou Zegrus a um ano de prisão. Ele tentou suicídio com um pedaço de vidro trazido secretamente por ele ao tribunal após o anúncio de sua condenação. [2][3]
Após sua libertação, Zegrus foi deportado do Japão para Hong Kong, de onde foi gravado para entrar na região.[carece de fontes] Sua esposa foi deportada para a Coreia do Sul.
Lendas urbanas
O jornal The Province, na edição de 15 de agosto de 1960, relata a história com algumas alterações. Num artigo intitulado “Homem com seu próprio país”, o jornal afirmava que John Zegrus era “um etíope naturalizado e agente de inteligência do Coronel Nasser” e possuía um passaporte “emitido em Tamanrasset, capital de Taured, ao sul do Saara.”. Taured é provavelmente um erro ortográfico de Tuaregue e Tamanrasset é uma província real da Argélia. Um texto escrito na “língua Tauregue” também foi citado pelo jornal. No início de 29 de julho de 1960, a história foi mencionada na Câmara dos Comuns britânica, quando foi citada por Robert Mathew para argumentar que passaportes não são verificações de segurança muito boas.[4][5]
O caso foi novamente mencionado nos livros de Jacques Bergier. De acordo com sua versão da história, em 1954, uma pessoa de Taured, um país da África Oriental que “se estendia da Mauritânia ao Sudão e incluía uma grande parte da Argélia“, foi presa no Japão durante uma verificação de passaporte. Essa pessoa foi internada em um hospital psiquiátrico, onde foi revelado que havia vindo “comprar armas para a verdadeira Legião Árabe“. Em 1981, a história foi mencionada no livro “The Directory of Possibilities“, de Colin Wilson e John Grant, onde Tuareg foi escrito incorretamente novamente como Taured.
Finalmente, uma história publicada em vários sites japoneses dedicados a lendas urbanas e histórias de ocultismo relata que, em 1954, um “homem de outra dimensão” chegou ao aeroporto de Haneda. Ele possuía um passaporte do país inexistente chamado “Taured”. Quando solicitado a apontar sua nação natal em um mapa, ele indicou Andorra. Ele foi colocado em um hotel com dois guardas para investigação, mas desapareceu sem deixar rastros na manhã seguinte. [6]
Referências
- Atsuyuki Sassa (2016). 私を通りすぎたスパイたち (em japonês). [S.l.]: Bungeishunjū
- 「密入国の”ミステリー・マン” 判決直後自殺図る 架空の国籍、14か国語ペラペラ」読売新聞1960年8月10日
- 「”ミステリー・マン”に懲役1年の判決」読売新聞1961年12月22日
- «Man With His Own Country». The Province. Vancouver, B.C. 15 August 1960. p. 4 Verifique data em:
|data=(ajuda) - «Commons Chamber. Volume 627: debated on Friday 29 July 1960». 29 July 1960 Verifique data em:
|data=(ajuda) - «The Mystery of the Man from Taured». Snopes. 7 March 2021 Verifique data em:
|data=(ajuda)
Murdered for reporting the truth: The story of the Balibo Five
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In October 1975, five Australian-based journalists were murdered by Indonesian forces in East Timor. 50 years on, no one has been held accountable.
Source: Murdered for reporting the truth: The story of the Balibo Five
‘It still hurts’: Families seek justice 50 years since the Balibo Five murders
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On the 50th anniversary of the Balibo Five murders, families are still grieving the loss of their loved ones and remain committed to holding those responsible accountable for their actions.
Source: ‘It still hurts’: Families seek justice 50 years since the Balibo Five murders
RAMOS HORTA E XANANA NAO SAO FARINHA DO MESMO SACO
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DEFICIENTE NÚMERO DE LUGARES PARA DEFICIENTES
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571.

DEFICIENTE NÚMERO DE LUGARES PARA DEFICIENTES NO HDES
Há poucas semanas escrevi sobre o tema mas tenho de voltar a ele. Escrevi para a administração do HDES a dar conta da insatisfação mas a política de Relações Públicas do Hospital não é conhecida pela sua celeridade em responder aos utentes, o que faria semanas mais tarde. Esta minha embirração diz também respeito a deficientes (meramente visuais ou mentais) que não sabem ler este sinal e
estacionam para ficarem mais perto da entrada / saída de qualquer edifício. Quando uma pessoa que utiliza esse dístico quer estacionar, encontra os lugares ocupados por esses deficientes (que, assinale-se não têm direito a dístico!). Nunca há seguranças, nem PSP, nem GNR nem Polícia Municipal, a jeito para mandar retirar as viaturas em contraordenação. É a impunidade e o desrespeito total.
E gostava de pedir encarecidamente à Administração do HDES que plante lugares para deficientes pois os 9 ou 10 existentes são manifestamente insuficientes, em especial para os doentes da oncologia com dificuldades de mobilidade.…é um tormento para quem tem tratamentos diários ou regulares, arranjar lugar é tarefa quase impossível, quase como ganhar o Euromilhões… A falta de respeito e de civismo dos que não têm direito a esse dístico tem de ser punida.
Para quem vive longe da cidade não pode depender de transportes coletivos pois estes pararam nos anos 70 e têm horários ainda do tempo em que os dinossáurios vagueavam pela Terra.
Nem todos se fazem transportar nas ambulâncias de transporte não-urgente de doentes pois as demoras no regresso muitas vezes levam a que todo o dia seja consumido no transporte de e para a residência, por mais boa vontade que os bombeiros possam ter..
A deslocação de 35 km, ida e volta, por táxi custa quase 10% do salário mínimo. Já houve quem me sugerisse deixar a viatura nos parques do Parque Atlântico e deslocar-me ao Hospital de táxi. Seria mais seguro e barato, mas há uma estranha tendência para encontrar o carro batido ou riscado naqueles parques, como, infelizmente, já constatamos por mais de uma vez.
Os mais afortunados que dispõem de viatura própria, devidamente identificada terão de chegar com muita antecedência para encontrar um lugar disponível, agora que o HDES plantou pinos (bolardos) nos passeios e outros obstáculos e manda a PSP autuar os que se encontram estacionados nos passeios (centenas deles)
Esta semana tive de me deslocar ao HDES, como infelizmente fruto do meu diagnóstico oncológico faço frequentemente. Cheguei ainda não eram 08.30 e pelas 09.00 tinha análises marcadas junto às antigas Urgências, sem lugar disponível na rua, ou em cima do passeio…o novo hospital modular roubou mais um estacionamento. Os lugares reservados estavam ocupados por viaturas sem dístico e tive de deixar a viatura, em infração, numa curva em perigo de sofrer danos. Eram quase 11.00 quando saí da colheita de sangue e a poucos metros da viatura já rondava (que nem um abutre sobre os cadáveres) um solícito agente da PSP que alegremente distribuía dezenas de pequenos papeis de notificação de infração.
Sei que não há milhões para se construírem parques subterrâneos ou silo autos em altura, sei que há pessoas que vão à cidade e estacionam ali o dia todo, sei que o pessoal médico, de enfermagem e auxiliar não tem também estacionamento suficiente para eles. Andamos nisto há anos, eu só constatei o problema há 20 anos quando cá cheguei, mas afeta todos os doentes (não só os da oncologia com tratamentos diários ou regulares) pelo que se esperaria que a administração tivesse já feito algo para minorar as deficiências apontadas, em vez de nos tratar com o silencioso desdém com que trata a maioria das queixas dos utentes.
Nunca me esqueço de que em Melbourne 1994 a minha companheira da época, cheia de pressa numa compra de sábado, a minutos do híper fechar, estacionou num desses lugares, “só por um minuto”. “Um minuto” depois, ao regressar, estava a multa no para-brisas, menos 4 pontos na carta de condução e uma coima de 200 dólares…Se cá fizessem o mesmo, eu perdia essa embirração…
Manifestantes da Geração Z unidos por uma bandeira pirata de anime estão desafiando governos em todo o mundo – Bahia Verdade
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O presidente de Madagascar foi deposto por um golpe militar após uma revolta de semanas de protestos dos manifestantes da Geração Z, cuja indignação está sendo sentida em países ao redor do mundo – e expressa através de um símbolo comum inspirado em anime. Os militares da nação do Oceano Índico assumiram o poder na […]
Teleperformance despede 240 trabalhadores em Gaia, Lisboa e Covilhã por videoconferência
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A multinacional Teleperformance, conhecida pelos serviços de call center, despediu, esta segunda-feira, 240 trabalhadores através de uma mensagem lida em vídeo. Os despedimentos abrangem as delegações de Vila Nova de Gaia, Lisboa e Covilhã. Com o objetivo de “promover a sua adequação organizacional ao atual ambiente empresarial”, 240 trabalhadores da Teleperformance foram despedidos por videoconferência. A CNN teve acesso ao vídeo em que o CEO da empresa em Portugal anuncia o despedimento coletivo. Segundo o mesmo canal, os visados ficaram de sem acesso imediato à empresa. “Esta decisão não reflete qualquer juízo sobre o valor ou desempenho profissional de ninguém.
Source: Teleperformance despede 240 trabalhadores em Gaia, Lisboa e Covilhã por videoconferência
ANOTHER SATISFIED CUSTOMER
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Ferry Gilberto Mariano imobilizado até início de 2026
Três cursos superiores que a IA desaconselha escolher no futuro
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Eis três carreiras (de fato e gravata) que poderão perder cada vez mais relevância. A rápida integração da inteligência artificial (IA) na sociedade está a transformar profundamente o mercado de trabalho,e as próprias escolhas dos estudantes vão começar a ser influenciadas por esta mudança. À medida que os jovens planeiam o seu percurso académico, procuram tendencialmente alinhar os seus estudos com profissões que ofereçam segurança e boas perspetivas de emprego. Segundo especialistas de IA, como o ZAP tem vindo a noticiar por várias ocasiões, algumas áreas do conhecimento estão particularmente vulneráveis à automação proporcionada pela IA. Uma das áreas profissionais
Source: Três cursos superiores que a IA desaconselha escolher no futuro
A SOCIEDADE DA SOLIDÃO,por chrys c
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613. A SOCIEDADE DA SOLIDÃO,por chrys c14.10.2025
Um idoso foi encontrado em outubro 2025, em avançado estado de decomposição no apartamento onde vivia sozinho, em Valência, Espanha. O homem terá morrido em 2010, sem que ninguém tenha dado pela sua ausência, segundo o El País.
O corpo foi descoberto depois de os bombeiros terem sido chamados por um vizinho do andar de baixo, devido a uma infiltração causada pela chuva. Quando entraram pela janela do sexto andar, depararam-se com uma “imagem macabra”: o corpo do idoso, rodeado por pombas mortas, insetos e um ambiente de extrema degradação.
Os relatos recolhidos pelo El País descrevem o reformado como um homem reservado e solitário. Após o divórcio, afastou-se da família e passou a viver sozinho. Tinha dois filhos com quem já não mantinha contacto há muitos anos. Sempre que era visto na rua, fosse no restaurante ou no supermercado, estava sempre sozinho.
“Cumprimentava, mas não se metia com ninguém. Quando deixámos de o ver, pensámos que estava num lar de idosos”, recorda um vizinho.
Durante todos estes anos, a pensão de reforma continuou a ser depositada regularmente na conta do homem. Graças a isso, as despesas da casa foram sendo pagas sem que ninguém suspeitasse da morte do idoso. Segundo as autoridades, não há sinais de crime.
Aqui há um outro culpado, a entidade que pagava a reforma (Estado ou privado) e que não exigia anualmente a prova de vida daquele idoso, pois se o fizesse o cadáver teria sido encontrado em 2011.
Motivo para dizer, uma vez mais, que nós idosos somos transparentes ou invisíveis. De facto na maioria dos casos, gente deste grupo etário nem é vista nem se quer vista pela maioria dos seus descendentes, demasiado ocupados com a mesquinhez das suas vidas materialistas, sem tempo nem empatia para com os mais velhos, como deveriam ter aprendido dos seus avós e demais antepassados.
Raro é o dia em que a comunicação social não nos narra outros casos de abandono de idosos em hospitais onde foram abandonados pela sua prole, e lá ficam esquecidos para não serem levados por eles para suas casas onde seriam um incómodo sempre presente e a precisar de atenção. Por isso é mais fácil deixá-los nos hospitais, ou se forem afortunados num qualquer lar, legal ou ilegal, tanto faz, desde que não chateiem. Mesmo que nesses lares sejam objeto de sevícias, ou vítimas de uma qualquer megera a sedar, bater e insultar idosos. Os lares de idosos continuarão a ser depósitos de vivos sem valor para a sociedade, sem inspeções nem fiscalizações, mas serão construídos mais e melhores hospitais para animais.
Uma sociedade injusta e desigual, onde nalguns casos mais vale sermos mesmo invisíveis.
No natal de tanta falsidade pintada com cores róseas na TV ninguém falou do lar de idosos onde (quase) todos esperaram visitas de quem nunca chegou…. seria o melhor retrato da sociedade em que vivemos. Os filhos na creche ou ATL, os velhos em asilos e os novos a passearem os seus cãezinhos…
Já há tempos um ministro japonês e a senhora FMI (Christine Lagarde) diziam que se tinha de acabar com os velhos…mais precisamente as suas palavras foram: “os idosos vivem demasiado e isso é um risco para a economia global! Há que tomar medidas urgentes.” Podem dar o exemplo e desaparecerem já da face da terra…
Dado que a maioria da população em Portugal tem mais de sessenta anos, não vai tardar que se multipliquem casos destes e venham os sociólogos falar do problema da solidão na terceira idade, os geógrafos políticos venham lamentar a desertificação humana do interior profundo de Portugal, os políticos se expliquem com a introdução de alterações inócuas às leis, as instituições de solidariedade social se queixem da crise e da falta de apoios para prestarem ajuda solidária aos idosos, a PSP se lastime da falta de meios humanos para uma política de proximidade, e os filhos e os netos continuem a colocar em asilos os idosos para não terem o trabalho de cuidar deles ou a ignorá-los só por que são velhos.
Vou já começar a tomar medidas para quando estiver só, velho e desamparado, para não me deixarem morrer sozinho com o gato e os periquitos que não tenho nem quero ter.
Sendo uma pessoa dada às letras é provável que mantenha um diário.
Um diário sobre a dor…a dor que sentiu por ter sido abandonada pela família… Talvez o sofrimento fosse muito maior, mas as palavras só permitiram extravasar uma parte desses sentimentos, gravados em algumas frases:
Onde andarão os filhos?
Aquelas crianças sorridentes que embalei no meu colo, que alimentei, de que cuidei com tanto desvelo, onde andarão?
Estarão tão ocupadas?
Talvez não me possam visitar, nem ao menos para me dizerem olá?
Ah! Se soubessem como é triste sentir a dor do abandono…
A mais deprimente solidão… Se ao menos pudesse caminhar…,
Os anos passam e os meus filhos não entram por aquela porta, de braços abertos, para me envolver com carinho…. Os dias passam… E com eles é a esperança que se vai… No começo, era a esperança que me alimentava, ou eu a alimentava, não sei… Mas, agora….
Como esquecer que fui esquecido?
Como engolir esse nó que teima em ficar na minha garganta, dia após dia?
Todas as lágrimas que chorei não foram suficientes para desfazê-lo…
Sinto que o crepúsculo desta existência se aproxima…
Queria saber dos meus filhos…. Dos meus netos….
Será que ao menos se lembram de mim?
A esperança, agora, parece estar atrelada aos minutos…
Que a arrastam sem misericórdia…para longe de mim…
Em Ponta Delgada (2018), dois anos depois de terem surgido alegações de maus-tratos a idosos na Santa Casa da Misericórdia, nos jornais locais e na RTP Açores, veio a TVI fazer uma reportagem e todos ficaram chocados, até o governo regional que (quase) não sabia de nada…nestes casos o melhor é mesmo matar o mensageiro e a Santa Casa intentou uma ação contra a malvada TVI.
Aqui nos Açores escondida sob tanta miséria humana havia também a pedofilia, a violência doméstica, o mau aproveitamento escolar e outras maleitas além dos maus tratos a idosos e a cientistas, que aparentemente não são muito apreciados por estas bandas. Lá surgia de vez em quando um ou outro escândalo, mas como sempre a indignação das gentes nunca durava mais do que três dias bem contados que aquele povo temente a deus, amante da bola e da música dolente não tinha capacidade de se concentrar muito tempo sobre um só tema.

Paulo Quental demite-se da Estrutura de Missão para o Espaço
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O POVO É SÁBIO! Osvaldo José Vieira Cabral
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Apresentação do livro O que fomos, o que somos
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Convite / Nota de Imprensa Apresentação do livro O que fomos, o que somos – Memórias e reflexões de pessoas de tempos diferentes Data: 25 de outubro de 2025 | Hora: 14h30 Local: Centro Cultural Natália Correia, Ponta Delgada – São Miguel, Açores Exmos. Senhores, A Momentos Felizes Sénior Care, Lda. tem o prazer de convidar V. Ex.ª para a apresentação pública do livro O que fomos, o que somos – Memórias e reflexões de pessoas de tempos diferentes, a realizar-se no próximo dia 25 de outubro de 2025, pelas 14h30, no Centro Cultural Natália Correia, em Ponta Delgada. Esta obra, editada pela Chiado Books, reúne uma coletânea de textos escritos por idosos, colaboradores e familiares da Residência Assistida e do Centro de Dia da Momentos Felizes. O livro dá voz às memórias, experiências e reflexões de todos os intervenientes num contexto de envelhecimento ativo, participativo e humanizado. Mais do que um projeto literário, esta publicação constitui um testemunho plural sobre o envelhecer com dignidade, revelando como cada protagonista — idoso, cuidador ou familiar — compreende e sente esta etapa da vida. O evento marca também o início de uma ação comunitária de Envelhecimento Ativo, onde alguns dos autores ultrapassam os 90 anos de idade e continuam a inspirar pela lucidez, afetividade e paixão pela escrita e pela leitura. Porque a idade não limita a criatividade nem o direito à cultura, acreditamos que este livro é uma celebração da memória e um convite à reflexão sobre o valor de envelhecer com propósito e partilha. Teríamos muito gosto em contar com a vossa presença e divulgação deste momento tão especial. Com os melhores cumprimentos, P’la Direção da Momentos Felizes Sénior Care, Lda. João Mendes Coelho




