covid19(nome do corona virus) pode infetar todo o mundo

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O número de mortes causadas pelo novo CORONAVIRUS ultrapassou os três dígitos e a doença recebeu um nome: COVID-19. 1110 mortos e mais de 43 mil infectados, estes estão essencialmente na China e na região de Hubei, o epicentro do surto. À Europa chegaram 45 casos de contaminados, uma ameaça “muito séria” do ponto de vista da OMS.
Para Jaime Nina, director clínico do Instituto de Higiene e Medicina Tropical, “o que se passa na Europa ou na América é pouco importante. A batalha será ganha ou perdida na China. Ou eles conseguem controlar o vírus e o mundo todo provavelmente conseguirá eliminá-lo ou é possível que haja uma pandemia mundial.

<p>O novo coronavírus já matou mais de mil pessoas. A quase totalidade na China, onde o número oficial de casos ultrapassa os 42 mil. O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde alertou que esta é uma ameaça muito grave para o resto do mundo. Declarações proferidas na abertura de uma r…

TVI24.IOL.PT
<p>O novo coronavírus já matou mais de mil pessoas. A quase totalidade na China, onde o número oficial de casos ultrapassa os 42 mil. O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde alertou que esta é uma ameaça muito grave para o resto do mundo. Declarações proferidas na abertura de uma r…

“Agora Querem Professores E Não Os Têm!” – Daniel Graça | ComRegras

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Assim vão os professores e o ensino! Os professores têm sido muito mal tratados desde 2005. Agora querem professores e não os têm! Congelaram-lhes a carreira, enxovalharam-nos indecentemente, trataram-nos abaixo de cão, cheguei a ouvir o “inginhero” dizer, na TV, que a economia estava mal porque os professores não ensinavam bem os alunos, reestruturaram a carreira de forma a que os […]

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OS TOPASSES

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Galeria dos Goeses Ilustres

9 hrs

OS TOPASSES

‘Topasses’. ‘Topas’ ou ‘Tupaz’ foram uma comunidade portuguesa que foi preponderante na região de Oécussi (Timor) e na ilha de Flores, durante os séculos XVII e XVIII.

A sua presença foi também notada noutros locais como Batavia, Macau e Goa.

De origem mestiça, mas de base cultural portuguesa (religião, língua,etc), os Topasses eram verdadeiramente quem governava aquelas regiões, sendo o poder da Coroa Portuguêsa, através do Estado da Índia, tíbio e apenas nominal.

Duas famílias tiveram grande ascendência nesta comunidade: os Da Costa, e os Hornay, de origem holandesa.

Os Topasses eram o elo entre o comércio local, e o resto do comércio global português.

Eram também eles quem faziam a ponte entre os vários reinos de Timor e o governo da Índia Portuguêsa, além de assegurarem a defesa do território, pois a presença da coroa era ainda incipiente.

Francisco Fernandes, Gaspar da Costa ou Hugo da Costa, foram alguns dos seus mais proeminentes líderes.

Á semelhança do destino da comunidade Burgher e das milícias Lascarins, o seu poder e importância foi diminuindo gradualmente, á medida que a presença portuguesa europeia e holandesa no território foi aumentando.

A origem do nome Topasse é incerta, mas poderá vir do tamil Tupassi ou ‘intérprete’.

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  • José Bárbara Branco Charles Boxer, o famoso historiador que dedicou grande parte da sua actividade ao estudo da História de Portugal no Oriente, publicou um interessante trabalho sobre “The Topasses of Timor”, 1947:
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Quem é o novo diretor-geral da CPLP? | NOTÍCIAS | DW | 11.02.2020

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Mobilidade, livre circulação dos cidadãos lusófonos e incremento da cooperação económica estão entre as prioridades do novo diretor-geral da CPLP, Armindo de Brito Fernandes, que tomou posse na segunda-feira, em Lisboa.

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Osvaldo Cabral Época de caça ao pato

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Época de caça ao pato

Entramos num período em que tudo o que vier da boca dos políticos é nosso dever escrutinar e confirmar.
A época das eleições é como a caça e os caçadores: cada um aumenta no tamanho do pato caçado.
E numa região com altos níveis de iliteracia e de dependências sociais e políticas, abundam os patos que se deixam apanhar pela cantiga eleitoral.
Vai ser um autêntico rodopio até Outubro.
Anúncios de projectos, lançamentos de primeiras pedras, imensas profissões de fé, visitas ao terreno, distribuição de subsídios, promessas de que agora é que é, visitas de ministros e secretários de estado… tudo vai valer. E muita estatística boa, como a redução de listas de espera, a redução de emprego, redução de dívidas, lucros nas empresas públicas…
O único problema é que a banca não perdoa.
Muitas empresas públicas tentaram, nos últimos meses, renegociar dívidas bancárias, mas levaram todas forte nega.
A SATA ainda conseguiu algumas migalhas, mas logo a seguir lá foi novamente ao pote bancário contrair mais dívida.
Todas as outras não conseguiram o que queriam e algumas delas estão mesmo com a corda ao pescoço.
Tentaram fazer o que algumas empresas nacionais fizeram no final de 2019: um perdão de dívida e renegociação da mais antiga.
Os bancos perdoaram no ano passado mais de 270 milhões de euros em crédito só a quatro grupos de empresas, representando mais de dois terços do total concedido pela banca.
Preferem perder uma parte para recuperar, pelo menos, um terço dos créditos, viabilizando as empresas ou concedendo descontos generosos para reestruturação da dívida. Mas são dívidas de particulares.
No nosso caso os bancos – espertos – sabem que a dívida das empresas públicas regionais está garantida. Se elas não pagarem, paga o governo.
Melhor dizendo, pagamos todos nós, contribuintes açorianos.
Não admira, portanto, que faça confusão a muita gente, o governo anunciar lucros nas empresas públicas e, depois, elas irem à banca, com uma mão atrás e outra à frente, pedir “reforço de crédito”. E quando não conseguem, lá está o governo para mais um aval ou uma carta de conforto.
Não faltam exemplos desta propaganda para ignorantes, reforçada quase sempre pelos deputados das segunda e terceira filas, para dar um ar mais autêntico às contas lucrativas.
Quase todos eles precisavam de contratar um escritório de advogados em Lisboa para lhes ajudar a interpretar os balancetes das empresas públicas.
Como digo, os exemplos abundam e vão martelar-nos nos próximos meses por razões óbvias.
Hoje só vou dar um exemplo, o da conserveira Santa Catarina, da ilha de S. Jorge, cujas contas foram plantadas por aí, nalguns órgãos de comunicação social, como
sendo lucrativas.
O entusiasmo e alarido foi grande pelo facto de, em 2019, a conserveira pública ter registados cerca de 60 mil euros de resultados operacionais positivos.
Até já se sonha com a privatização!… mas não aparecem os compradores.
A demagogia é simples de desmontar: a empresa, que tem um capital social de 50 mil euros, teve injecções de capital, registados no balanço da Lotaçor, da ordem dos 15 milhões de euros. Valor que, mesmo assim, não compensou os cerca de 20 milhões de euros de resultados transitados (prejuízos acumulados ao longo dos anos), daí que o capital próprio ainda seja negativo em cerca de 5 milhões.
O resultado líquido da empresa (reportado a Setembro de 2019) era de -341.442 euros (negativo) porque aos cerca de 65 mil euros de resultado operacional positivo ainda é preciso contemplar o desgaste de equipamentos (-178.357 euros) e os juros da dívida (-228.284euros).
Tudo junto, isto quer dizer que a exploração do ano ainda necessita de reforços de recursos porque não dá para pagar a despesa do ano, sem considerar o que custariam os 15 milhões contabilizados em capital e sabe-se lá que outros mais “encostos” suportados pela casa mãe Lotaçor.
Em vez de cantarem glória por um episódio menos negativo, os responsáveis deste empreendimento deviam era ter vergonha do percurso que criaram.
E os guardiões dos nossos interesses, os deputados da Assembleia Regional, deviam também corar perante a sua total inabilidade e capacidade para defender os verdadeiros interesses da Região nesta matéria.
Vergonhoso é também que os responsáveis da empresa e da tutela divulguem um valor menos mau e ocultem todos os valores que já foram calculados mas não são divulgados.
É disto que vamos viver neste ano eleitoral, como que um insulto à inteligência ou um abuso da confiança dos contribuintes.
Enganar o povo tornou-se uma prática corrente na nossa esfera política, como foi recentemente o tal comunicado trapalhão sobre o jacto particular cheio de chineses, o caso do GNL na Praia da Vitória (a carta do Governo Regional nunca mais tem resposta? Ou extraviou-se?) e por aí fora.
Num mundo cada vez mais propício às notícias falsas e à desinformação, fica aqui o aviso: o que vem aí para esta campanha eleitoral é muito forte e feio.
É muito importante estarmos todos atentos.
Olho vivo!

Fevereiro 2020
Osvaldo Cabral

(Diário dos Açores, Diário Insular, Multimédia RTP-A, Portuguese Times EUA, LusoPresse Montreal)

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Fast radio burst: A mysterious deep space FRB is sending signals to Earth every 16 days – CBS News

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A mysterious object in a galaxy 500 million light-years away is sending out signals — but astronomers have no idea why.

Source: Fast radio burst: A mysterious deep space FRB is sending signals to Earth every 16 days – CBS News

As imagens fantásticas vencedoras do prêmio Landscape Photographer of the Year – BBC News Brasil

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Fotos que participaram do concurso foram feitas por 840 fotógrafos ao redor do mundo.

Source: As imagens fantásticas vencedoras do prêmio Landscape Photographer of the Year – BBC News Brasil

Transporte marítimo de mercadorias. Governo não reconhece “mau funcionamento” do modelo atual

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O deputado do PSD/Açores António Vasco Viveiros afirmou que o Governo Regional insiste em não reconhecer o “mau funcionamento” do modelo de transporte marítimo de mercadorias, tal como fez durante anos em relação à necessidade de abertura do espaço aéreo.

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