O Presidente timorense afirmou que hoje se celebra um país “livre, soberano e independente” capaz de construir um futuro de desenvolvimento e de afirmação internacional, num discurso para assinalar os 50 anos de declaração unilateral da independência.
O meu pai que nos deixou em fevº 1992 completaria hoje 111 anos e 33 anos depois do seu desaparecimento ainda me apetece telefonar-lhe, como fiz de Macau e da Australia, vezes sem conta, além das cartas semanais ou quinzenais com que comunicávamos. Acabei de fazer uma montagem com fotos dele.
Creio já o ter escrito, alhures, num dos livros ChrónicAçores mas desde a década de 1980 na Australia, que, (fruto da distância) comunico com os entes queridos (família ou não) por mensagens (quase telepáticas) em que lhes digo o que estou a pensar, em monólogo, e assim os mantenho no meu seio. Torno o seu desaparecimento físico num intercâmbio mental, partilhando com eles momentos alegres, felizes e também os de maior mágoa ou sofrimento.
Muitas pessoas não entendem que, no meu declarado ateísmo, tenha estas transfusões espirituais de terceiro nível. Mas se é verdade que deixei há muito de cumprir a minha ida anual a cemitérios, prestar homenagens aos mortos da família, desde o trisavô Camilo Meira que fundara uma das duas capelas nossas de Agramonte ( a outra é dos Chrystello) não é menos certo que convoco regularmente os entes queridos em vez de os olvidar nesses simbolismos judaico-cristãos. Não há data nem assunto ou evento certo para falar com eles, quando calha, quando me apetece terçar ideias com mais alguém. Assim, mantenho por perto quem nos deixou na dimensão física mas continua a fazer parte do nosso universo. Além da Nini (perda demasiado grande e recente) a minha avó paterna e o meu pai, devem ser os meus mais frequentes interlocutores invisíveis.
O primeiro episódio do Arquipélago de Escritores. Traz, além de uma grata alusão a Helena Chrystello, pessoa que deu um destaque maior às literaturas dos Açores, uma conversa com uma importante romancista contemporânea, Leïla Slimani, ocorrida aquando de uma residência literária realizada em São Miguel, Açores.
Uma investigadora viu centenas de vídeos para tentar perceber o que acontece nos parques de estacionamento — que revela muito sobre a forma como pensamos sobre obrigação, decência e sobre os outros. Numa certa manhã de sábado, bem cedo, a psicóloga Hannah B. Waldfogel, cientista comportamental e investigadora da Columbia University, nos EUA, chegou a um parque de estacionamento e deparou-se com uma espécie de cena de crime. “Um carrinho estava enfiado no lancil, outro jazia tombado numa praça de estacionamento, um terceiro deslizava, ao sabor do vento, como uma espécie de bola de feno metálica pelo parque,” escreveu. A
Uma equipa de investigadores da Universidade de Yale documentou, com a ajuda de imagens de satélite, a localização de 210 campos militares e de reeducação na Rússia, para onde foram levadas milhares de crianças ucranianas. Os russos cometeram um erro: tiravam selfies ao lado das crianças. O investigador e ativista norte-americano Nathaniel Raymond, diretor Laboratório de Pesquisa Humanitária (HRL) da Universidade de Yale, relatou esta segunda-feira num seminário no Parlamento da Suécia, a forma como a sua equipa de investigadores identificou milhares de crianças ucranianas em campos de reeducação russos. Em 2022, conta Raymond, o Departamento de Estado dos Estados