Sobre CHRYS CHRYSTELLO

Chrys Chrystello jornalista, tradutor e presidente da direção da AICL

Trump tem razão sobre a Gronelândia. Em 3 pontos, pelo menos

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A defesa dos EUA, as grandes guerras do passado, o histórico da Casa Branca, o que a Dinamarca (não) consegue fazer.

Source: Trump tem razão sobre a Gronelândia. Em 3 pontos, pelo menos

admirável mundo novo da IA: Microsoft está a preparar para despedir até 22 mil pessoas

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A notícia de que a Microsoft se está a preparar para despedir até 22 mil pessoas pode ser anunciada oficialmente até ao final de janeiro, com a medida a surgir como resultado do investimento que tem sido feito em Inteligência Artificial.

Source: Rumor. Microsoft está a preparar para despedir até 22 mil pessoas

património apodrecido nos açores

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Carlos Augusto Furtado

Estamos a falar de um estado pobre, que cobra impostos a uma população ainda mais pobre, onde parte dela vive de auxílios do estado pobre, numa nação que não produz o suficiente para manter o edificado existente, nação esta que já há muito tempo não “produz” filhos em quantidade para travar o envelhecimento da população. Há tanto para fazer neste triste país.
May be an image of street
Chrys Chrystello lembra-me macau sob admin port quando lá vivi 1976-1982, quandoa china tomou conta, recuperou e manteve…uma vergonha açores…
Rui Machado de Medeiros

Carlos Augusto Furtado, se é tudo tão pobre eu ofereço a lata de tinta para pintar as janelas.

Homem morreu no Seixal depois de quase três horas à espera do INEM

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Um homem morreu na terça-feira no Seixal depois de quase três horas à espera de socorro do INEM, confirmou o Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar, admitindo que o novo sistema de triagem possa ter influenciado o desfecho.

Source: Homem morreu no Seixal depois de quase três horas à espera do INEM

Governo dos Açores avança com anteproposta para alterar subsídio de mobilidade

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Fique a par da atualidade nos Açores com o jornal mais antigo de Portugal.

Source: Açoriano Oriental

como o estado maltrata o património

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A nossa Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada, está em estado degradante, precisa urgentemente de manutenção, a humidade avança a “olhos vistos”, ali está depositada toda a nossa História, toda a nossa Identidade!
A humidade cria as condições para o surgimento de fungos que são um dos principais inimigos da boa conservação dos livros ali depositados.
É urgente a manutenção de tão nobre lugar!!!
Chrys Chrystello

Isto faz-me lembrar MaCAU quando lá vivi entre 76 e 1982, os edifícios do Estado degradados, foi preciso a China tomar conta daquilo para serem renovados e mantidos… Aqui não sei qual será a solução, energumenos…
Gualter Correia

O projecto de recuperação e consolidação estrutural, beneficiação e organização dos espaços com base num programa funcional especifico para biblioteca e arquivo, foi de autoria do Prof. Arquitecto José Lamas, nos finais dos anos oitenta. A obra foi adjudicada à Engil, após concurso internacional, nos inícios dos anos noventa. Para os históricos edifícios, houve boas decisões públicas e adequado esforço orçamental.
A imagem acima ilustra ausência de programas de manutenção e conservação corrente e periódica, a traduzir má gestão pública.

Luís Miguel Rodrigues Martins

Concordo em absoluto com o teor deste post, é escandaloso! Outro dia era o elevador que não funcionava, está tudo muito degradado! E o custo da tutela estar na Terceira. Alguém duvida?
Tomás Quental

Há relativamente pouco tempo publiquei um artigo no Diário dos Açores sobre o mau estado de conservação do edifício ou edifícios da Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada. Isto é mais do que uma vergonha: é um escândalo!

restaurantes a fechar, o mercado a atuar

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Vários restaurantes de luxo portugueses, muitos deles assinados por chefs amplamente conhecidos, mal conseguem hoje pagar as despesas. A notícia repete-se nos órgãos de comunicação social.
Fui duas vezes a um restaurante de luxo. Em ambas, convidada. Nunca pagaria cem euros por pessoa por um chamado “menu de degustação”. Desde logo porque, se quisesse degustar, iria a uma prova. Quando quero comer, como. Não preciso de sair à procura de migalhas existenciais no prato nem de interpretar espuma do bacalhau como se fosse literatura.
Não me seduz a ideia de pagar oitenta euros por vinte gramas de carne acompanhadas por duas ervilhas melancólicas e uma colher de qualquer coisa que se apresenta como conceito. Gosto de sair da mesa com a sensação de que o Olimpo pode, de facto, morar num bom refogado. E isso, curiosamente, não costuma vir em pratos minimalistas, apesar de ser fervorosa minimalista em várias áreas.
Tenho apreço pelo dinheiro e nenhuma obrigação de o gastar onde não me reconheço. Não faz parte das minhas prioridades pagar para ser desafiada intelectualmente por um bife montado num ovo cozido em baba de dromedário do Alaska.
Convidem-me para uma tasca honesta, de comida simples, bem executada, com produtos regionais e identidade. Aí vou, com gosto.
Há ainda um dado que parece escapar a muitos destes espaços: o cliente internacional, que arrisco dizer representar hoje cerca de oitenta por cento da clientela, já não vem a Portugal à procura de versões sofisticadas de nada. Vem à procura do Portugal profundo. Quer as tabernas, os restaurantes de avó, os sítios onde se come como se sempre comeu.
E esses restaurantes, caros senhores, estão cheios. Conheço vários.
O novo cliente está a mudar. O chamado cliente de luxo começa a perceber que é no Bogota, em Amadora, que se come uma bifana bem temperada, com um belo croquete ao lado, e que se sai de lá satisfeito, de barriga e de espírito. Sai a conhecer o que é típico, feito à mão, sem discurso, sem pretensão e sem guardanapo dobrado em forma de cisne.
Talvez seja altura de rever o que o turista quer, em vez de insistir no que se acha que ele devia querer. Tudo indica que esse turista vai começar a apreciar as couves com feijão no Casaca em Mato de Miranda ou a açorda do diabo do Restaurante Cu da Mula na Golegã, sem necessidade de tradução simultânea.
Não fico satisfeita com o fecho de restaurantes de luxo, claro que não. Nenhum fecho é boa notícia, mas é preciso perceber que o cliente começa a querer pagar pelo que é genuíno e não pelo que tenta convencer que o é.