A Austrália está a pedir às pessoas para estarem atentas aos seus puns

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País lança projeto único de ciência cidadã para o povo “registar o que peidar” e, assim, avaliar a saúde intestinal dos australianos. A agência nacional de ciência da Austrália, CSIRO, acaba de lançar uma iniciativa que muitos podem achar nojenta, mas que poderá revelar-se cientificamente valiosa. A agência convida os cidadãos australianos a registar a sua flatulência, através de uma aplicação gratuita chamada “Chart Your Fart” (“Regista o Teu Peido”). O projeto de três dias arranca esta sexta-feira e tem como objetivo lançar luz sobre a saúde intestinal do país, claro, com um toque humorístico à mistura na recolha de

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Rússia vai abrir os olhos dos norte-coreanos: “vão começar a fazer perguntas”

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Soldados enviados por Pyongyang para ajudar as tropas russas deparam-se com uma realidade diferente da propagada de Kim Jong-un. Analistas acreditam que o contacto com ideias estrangeiras pode gerar dúvidas sobre o regime. A decisão da Coreia do Norte de enviar tropas para lutar ao lado da Rússia na guerra na Ucrânia reforça a parceria de Pyongyang com Moscovo. Por outro lado, milhares de soldados norte-coreanos deixam assim o isolado país pela primeira vez, entrando, como adultos, em contacto com ideias e estilos de vida diferentes pela primeira vez. Embora seja difícil confirmar os números exatos, serviços de inteligência ocidentais

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Portuguesa condenada a prisão e a 16 mil euros por racismo contra filhos de actores brasileiros (finalmente alguém condenado por racismo)

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Tribunal de Almada condenou por racismo a portuguesa que insultou os filhos dos actores brasileiros Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso.

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há $$$ para a bagacina para a cadeia não

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In jornal “Correio dos Açores” de 16-11-2024
A “Cadeia de Ponta Delgada” e a minha indignação!
No passado dia 7 de novembro, a Associação Seniores de S. Miguel promoveu e, muito bem, um debate no Coliseu Micaelense sobre “O Estabelecimento Prisional de Ponta Delgada”, tendo como oradores convidados o Advogado Elias Pereira e o Presidente do Sindicato Nacional de Guardas Prisionais, Frederico Morais.
Recordo que já no tempo da outra “senhora” se falava na necessidade de remodelar ou construir de raiz uma Cadeia nova. Após o 25 de abril de 1974, mais concretamente em 1976, foi prometido, em democracia, uma “Cadeia” nova para Ponta Delgada.
Ao longo destes 48 anos, perdemos o número de promessas, de visitas ministeriais, de secretários de estado, de políticos, todos patenteando as maiores angústias face ao que constatavam naquele Estabelecimento Prisional!
É esta “Cadeia” a pior do país! Um armazém que era oficina onde se ocupavam os detidos foi transformado numa camarata com 47 camas de um lado, do outro armários, uma única porta de saída e entrada, uma única casa de banho. Uma camarata única no país e digna do terceiro mundo!
A “Cadeia” atualmente tem capacidade para 141 detidos, estão lá 173, mais de metade destes detidos são, lamentavelmente, jovens!
A solução encontrada para a sobrelotação da “Cadeia” foi, e é, a transferência de presos para outros estabelecimentos prisionais espalhados pelo país.
São estes, entre muitos outros, os problemas, até de construção e adaptação do espaço físico ao fim a que se destina, de que padece a “Cadeia de Ponta Delgada”. Situação que me marca e envergonha, enquanto cidadão Açoriano e Português.
Como é possível, nestas condições, garantir a segurança dos detidos e dos Guardas Prisionais? Como é possível garantir as condições sanitárias e psicológicas destes detidos e dos Guardas Prisionais?
Numa “Cadeia” sempre sobrelotada e com a sua população maioritariamente jovem, qual o trabalho ao nível social/profissional digno realizado para uma reinserção social destes jovens?
A solução encontrada, a transferência de detidos, para além de desumana assume-se como uma dupla pena: o afastamento da família, dos pais, da esposa, dos filhos. Não será um convite à revolta, ao desequilíbrio mental, à reincidência no crime? Não irá contra os “Direitos Liberdades e Garantias” do cidadão?
Em pleno século XXI, como é possível um país de Direito e Democrático, estar há 48 anos a adiar a construção de uma “Cadeia”, para garantia da dignidade a estes homens e mulheres que são cidadãos legítimos deste pais, tendo apenas a infelicidade de um dia cair no crime?
Como é possível que o poder público eleito pelos cidadãos, a Assembleia Regional dos Açores, o Governo Regional dos Açores, a Câmara Municipal de Ponta Delgada, não se unem na reivindicação e resolução de uma situação terceiro mundista que em nada dignifica estes nossos conterrâneos, a nossa Região?
Sabemos que a haver “Cadeia”, só será, na melhor das hipóteses, lá para o ano de 2033, se houver. Vamos continuar a assobiar para o lado numa situação miserável onde estão encarcerados os nossos concidadãos?
Esta situação vai contra os Direitos, Liberdades e Garantias da Constituição Portuguesa, é desumana. A sociedade micaelense/açoriana não pode permitir a continuação desta barbaridade!
Uma lição pode-se já tirar desta triste situação, tendo em conta o número assustador de jovens nesta “Cadeia”: a sociedade, a família e o Estado, falharam e continuam a falhar, levando jovens, sem o saber e conhecimentos adquiridos, mal preparados para a vida, a caírem no crime!
A aposta no ensino é a base de uma sociedade evoluída, é um investimento com retorno enorme e garantido!
Termino felicitando a Associação Seniores de S. Miguel, pela ótima iniciativa na denúncia/alerta de uma situação que é desumana, degradante e insustentável nos dias de hoje!
Bem hajam!
______________________________________________Carlos A. C. César
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Jose Vieira Medeiros

Já foram enterrados uns milhões para retirar a bagacinha, entra governo e sai governo todos prometem mas nada fazem

‘Only in Australia’: Couple comes home to find koala in bed | CNN

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Koalas are normally found in eucalyptus trees, but one couple came home in Australia on Wednesday and were shocked to find one in their bedroom.

Source: ‘Only in Australia’: Couple comes home to find koala in bed | CNN

vivam os monárquicos

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crónica de 2022

AGORA QUE AS FESTAS SE FORAM 13.9.2022

Possa eu continuar a contar livremente sonhos e utopias, sinal de que os senhores do mundo ainda não calaram todas as vozes. Aqui não é o Haiti (como dizia o Caetano Veloso) nem a Coreia do Norte e ainda há liberdade de pensar. O meu voto continua sem estar à venda, mesmo só com valor estatístico sem representatividade eleitoral. Controlado, vigiado, escutado, analisado e dissecado vou resistir enquanto puder (i.e. viver) a ser um mero píxel nos ecrãs dos controladores globais que nos programam. Não será pelo medo que viciarão os momentos livres e felizes. E eu que até sou súbdito da coroa britânica interrogo-me se Portugal é, de facto, um país monárquico ou membro da Commonwealth, pois desde o falecimento da augusta soberana Elizabeth Regina que 90% dos canais noticiosos de TV não dá senão a cobertura de tudo o que se passa na velha Albion. Faltou mostrar as solas dos sapatos do novo Rei ou a cor das cuecas. Tenho pena dele, começar o primeiro emprego aos 73 anos é duro e temo que cá pensem em alterar a idade da reforma, fruto desta sua tomada de posse tão adiantado em anos. Entretanto os poderes que mandam viram-se livres daquela que se deveria ter tornado rainha consorte, Diana de seu nome, aceitando a sua substituição por esta divorciada que ora acompanha Carlos (III ou Carlos I da Austrália). Nem as monarquias são já o que eram e qualquer dia (exceto nas Arábias) passam a espécie em vias de extinção apenas visíveis em zoológicos especiais. Não é que as democracias que eu conheço sejam muito melhores, e há sempre umas ditaduras e uns tiranos ao virar de cada esquina, prontos a satisfazer os populismos de que se alimentam as festas de verão com que comecei esta crónica.

o mundo virou circo

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You can read “Uncertain Future” — the title of Rei Kawakubo’s spring 2025 collection for @CommedesGarçons — in geopolitical terms, in climate terms, in economic terms.
She didn’t specify, but suggested that confronting an uncertain world with “air and transparency could signify a kind of hope.”
In her fashion universe, uncertainty could drive you to hide inside a stiff cone of fancy floral jacquard, and peek out warily through a narrow slit, or to carry a portable fabric fitting room around with you, leaving the curtain parted ever so slightly, with only your legs poking out.
See the full collection and read our review at WWD.com – #linkinbio
Review: @milessocha
Video: @hey_imlara
https://www.facebook.com/reel/563100716281248
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vasco pereira da costa lançou contos em pdl

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na BPARD PERANTE MEIA CENTENA DE PESSOAS

 

Hoje, Vasco Pereira da Costa irá lançar “Os Contos” às 18h00 na Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada, com apresentação de Vamberto Freitas.
Mas não apresentar o seu livro na sua terra-natal e musa inspiradora dos seus “Contos” seria inconcebível! 💜
Por isso, “Os Contos” serão dados a ler na cidade de Angra do Heroísmo, mais precisamente na Livraria Lar Doce Livro, e com apresentação da Doutora Cláudia Cardoso, já este sábado, 16 de Novembro, às 17h30.
Pode ser uma imagem de texto

Após o lançamento em Ponta Delgada, chega a vez da ilha Terceira!
Vasco Pereira da Costa não apresentar o seu livro na sua terra-natal e musa inspiradora dos se…

S

extrair lítio e acabar com a água

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Pode ser uma imagem de mapa e a texto
Há dois métodos principais de extracção de lítio. em termos simples, ou a partir pedra ou a extrai-lo das reservas de água salina. A produção de lítio pelo segundo método está distribuída quase unicamente em três países da América Latina, que constituem o dito “triângulo do lítio” – Chile, Argentina e Bolívia. Nesta área, que regula uma boa parte do clima do planeta, extrai-se cerca de 30% de todo o lítio produzido no mundo.
Por causa disto, 65% das reservas aquíferas do Chile estão esgotadas. Mais: segundo um relatório da FARN | Fundación Ambiente y Recursos Naturales (Argentina), para produzir a bateria de um carro eléctrico são necessários 16 mil litros de água. Ainda mais: para produzir 20.000 toneladas de carbonato de lítio por ano – a meta a que a empresa chinesa Zijin Mining Group Co., Ltd., uma gigante multinacional a operar naquela área que quer pouco barulho e tira energia de tudo o que mexe, se propõe – são necessários aproximadamente 40 milhões de litros de água, o que equivale ao consumo médio de água de uma só pessoa média em Espanha durante 4.000 anos. Isso: 4 mil anos.
É a energia verde no seu melhor.
O relatório que refiro acima está aqui. E é verdadeiramente escandaloso: https://farn.org.ar/wp-content/uploads/2019/05/DOC_LITIO_ESPAÑOL.pdf

José Soares Os bluffs do défice

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Peixe do meu quintal José Soares

 

 

Os bluffs do défice

 

“Região Autónoma dos Açores vai ter controlo mais apertado de Lisboa este ano e pode precisar de ajuda financeira” (Expresso, 8 de novembro de 2024, pág.16)

 

 

Esta foi a notícia que saiu no “Expresso” de Pinto Balsemão, membro fundador do PPD/PSD e ex-primeiro-ministro, conselheiro de Estado e uma multitude de funções que podem confrontar e até afrontar certa ética das coisas ou códigos de deontologia.

Esta promiscuidade entre a comunicação social e a política, dá sempre para desconfiar…

Não que a notícia publicada seja falsa. Mas porque certas notícias saídas nos órgãos do Portugal ibérico, trazem sempre água no bico – especialmente as pejorativas. Tanto para os Açores, como para a Madeira.

A verdade é que os números podem ser trabalhados conforme interesses, momentos, fatores e toda uma série de variáveis sempre contornáveis de quem os apresenta.

As oposições de todos os partidos políticos adoram brincar com números, sempre com ‘plena’ justificação dos factos. E se todos eles podem fazê-lo, vou tentar apresentar a Versão Açores de todos os Orçamentos que nos esmolam.

O poder central nunca respeita INTEGRALMENTE a Lei das Finanças Regionais, como nunca respeita prazos de transferências financeiras para ambas as Regiões Autónomas. Não é seu desejo primário ser eficiente nesse aspeto. Dificultar todo e qualquer progresso autonómico, faz parte de qualquer governo, de qualquer partido político, seja qual for a assembleia da República, em qualquer contexto ou tempo, lá para os lados de São Bento lisboeta.

Tudo seria diferente se todas as contas fossem acompanhadas da honradez exigida em qualquer empresa. Os governos em Lisboa, sempre geriram as Autonomias sob o signo de soberania colonialista. Nunca pagar inteiramente o devido aos ‘territórios adjacentes’, para que estes vivam na eterna dificuldade económica e numa dependência neopaternalista.

Por outro lado e no caso dos Açores, não são pagas nem mencionadas contrapartidas dos vários acordos internacionais feitos pelo soberano governo português.

Não são pagas nem partilhadas quaisquer receitas do tráfico aéreo comercial que utiliza o espaço aéreo dos Açores, controlado em Santa Maria. A Região de Informação de Voo (RIV) de Santa Maria cobre uma área total superior a 5,1 milhões de quilómetros quadrados e inclui o Centro de Controlo Oceânico e as Torres de Controlo dos aeroportos das Flores, Horta, Ponta Delgada e Santa Maria. Em 2023 controlou 180.703 movimentos.

Os números finais do que pagam as companhias estrangeiras para atravessar o espaço aéreo dos Açores (o RIV de Santa Maria) são encobertos pela complicada triagem a fazer a cada avião, segundo o tamanho, tonelagem, número de passageiros ou carga, etc.

Mas fazendo uma média especulatória, teremos à partida cerca de 95 milhões de euros.

Temos igualmente toda a navegação marítima comercial que atravessa águas atlânticas em ambos os sentidos. Este tráfico pode representar números igualmente surpreendentes. Pelo menos 70 milhões de euros. Nem um centavo nos é transmitido.

Todos os impostos e taxas das mais diversas, bem como receitas fiscais em geral recolhidas nos Açores e que não são da alçada dos governos regionais: 220 milhões de euros.

E poderíamos brincar mais com os números, ao gosto dos meus dedos no teclado…! Muito mais haveria para enumerar. E nem sequer incluiremos os milhões em donativos, investimentos, dádivas e ajudas, entregues a alguns países estrangeiros lusófonos, como Cabo Verde, São Tomé e Príncipe ou Guiné-Bissau. Oferecemos aos que têm défices desastrosos e alguns até corruptos e criticamos os de casa, por esticarem nas míseras transferências para o bem-estar e progresso de ambas as regiões arquipelágicas. Bem vistas as coisas, preferimos ser países independentes, decidir por tudo o que nos rodeia, receber diretamente todas as quantias, geri-las nós mesmos e no final, Portugal ainda nos enviaria alguns milhões, como faz com esses países.

Afinal, parece que Lisboa-São Bento é que tem um enorme défice para com os Açores.