Cometa “Millennium Falcon” que se dirige para a Terra ganhou “cornos”

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O cometa 12P/Pons-Brooks, que se assemelha à Millenium Falcon de Star Wars, vai estar no seu ponto mais próximo da Terra em Junho de 2024.

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hipocrisia

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Da série “O que é que tem mais força: as coisas que se dizem em público porque são o discurso correto na nossa cultura e sociedade ou a realidade biológica das regras da atração entre machos e fêmeas?”
😀

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Magia nos Himalaias. Como um pico de 8 mil metros desapareceu no Nepal

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Cientistas estão a descobrir provas de um pico perdido nos Himalaias. Os peritos não sabem ao certo o que é poderá ter causado isto.

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“Cápsula do tempo” dos Himalaias com 600 milhões de anos guarda os segredos da Terra

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A descoberta de gotas de água dos antigos oceanos em depósitos minerais nos Himalaias pode ajudar-nos a perceber o que precipitou o Grande Evento de Oxigenação da Terra. Um novo estudo publicado na Precambrian Research relata a descoberta de gotas de água do mar que terão cerca de 600 milhões de anos e estão presas em depósitos minerais nos Himalaias. Esta descoberta impressionante dá-nos pistas valiosas sobre o Grande Evento de Oxigenação da Terra, a glaciação Terra Bola de Neve e a subsequente evolução de formas de vida complexas, escreve o SciTech Daily. A equipa de investigadores estudou os depósitos

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Viquingues e animais

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VIKINGS PARTILHAVAM
SEUS TÚMULOS COM CAVALOS E OUTROS ANIMAIS
Seu animal de estimação faz parte da família? Isso não é novidade. Existem evidências arqueológicas que sugerem que os vikings mantinham seus próprios animais em alta – até íntima – consideração, levando-os com eles em viagens. No início deste ano, evidências científicas descobriram pela primeira vez que – já no século IX – os vikings trouxeram cavalos, cães e outros animais com eles através do Mar do Norte.
A suposição predominante era que os exércitos vikings empreendedores simplesmente se apropriaram de cavalos (junto com outros itens de pilhagem) em seus ataques às Ilhas Britânicas.
Mas essas descobertas sugerem que a profundidade dos relacionamentos que as pessoas da idade viking tinham com os animais foi dramaticamente sub-representada.
Mas por que? Afinal, a grande maioria das pessoas – escandinavas ou não – vivendo na era viking dependia da agricultura para sobreviver. Por que demorou tanto para os pesquisadores perceberem que esses humanos e animais mantinham relacionamentos profundos, complexos, emocionais e mutuamente enriquecedores?
As sociedades do passado se preocupavam com humanos, animais e coisas de maneira diferente. Alguns humanos podem ser possuídos, até mesmo vistos como objetos e valorizados muito menos do que alguns animais. Em nossa pesquisa, usamos arqueologia e textos para mostrar que alguns cavalos em comunidades como as da Escandinávia e da Islândia da era viking podem ser vistos como “pessoas”, capazes de agir e dignos de tratamento cuidadoso e deliberado.
Cavalos em sepulturas humanas
Os cavalos na era viking eram vistos como criaturas liminares, o que significa que eram capazes de cruzar fronteiras físicas e conceituais, viajar por diferentes terrenos e até mesmo entre mundos. Eles também tinham significado cosmológico.
A poesia nórdica retrata o deus Odin cavalgando para a terra dos mortos em seu cavalo de oito patas Sleipnir. Um bracteado recém-descoberto – ou pingente – com uma inscrição rúnica da Dinamarca também pode sugerir uma associação entre Odin (ou pelo menos alguém que se identifica como “homem de Odin”) e um companheiro de cavalo já no início do século V dC.
Historicamente, os corpos dos cavalos nos enterros da era viking foram interpretados como símbolos da jornada para a vida após a morte, parte das posses do falecido na vida após a morte ou como símbolos de status. Mas essas interpretações perdem algo vital – o vínculo entre cavalo e cavaleiro.
Os cavalos têm relações especiais com seus cavaleiros, pois ambos precisam aprender a trabalhar um com o outro. Na poesia nórdica (algumas das quais ligadas à era viking), os cavalos eram uma parte vital das identidades guerreiras. Poemas lendários sobre os heróis Helgi e Sigurd retratam heróis que são quase inseparáveis ​​​​de seus companheiros de cavalo. Grani, o cavalo de Sigurd, o matador de dragões, por exemplo, é retratado em luto por Sigurd após sua morte.
Evidências de parcerias entre humanos e cavalos foram encontradas em enterros de todo o norte da Europa, desde os grandes enterros de navios de Ladby e Gokstad, até os enterros equestres da Dinamarca do século X, até os enterros mais modestos de cavalos e humanos na Islândia da era viking. . Mas os cavalos não foram enterrados apenas com os homens.
No Trekroner-Grydehøj em Sjælland, Dinamarca, uma mulher foi enterrada com um cavalo ao lado dela, uma perna parcialmente sobreposta ao corpo humano (acima). Algo sobre este humano e este cavalo significava que um acordo tão íntimo era apropriado.
Acredita-se que a mulher tenha sido uma especialista em rituais, possivelmente uma feiticeira, enterrada com uma haste de cobre com ponta de ferro e uma série de outros objetos, incluindo algumas facas, um balde e uma pequena caixa de madeira. Uma grande pedra chata, um cachorro cortado ao meio e alguns ossos de ovelha, bem como alguns pinos de ferro (possivelmente para prender a bagagem a uma sela) e uma corrente de cachorro completavam o enterro.
Em Love in Vestfold, Noruega, um enterro do século X também tem um cavalo ao lado de uma mulher. Como a mulher em Trekroner-Grydehøj, eles são considerados especialistas em rituais. Mas a mulher não foi a única enterrada com as ferramentas de seu ofício. Um anel de ferro (um anel de metal com anéis menores presos a ele) foi colocado no peito do cavalo enterrado ao lado dela. Quando presos a arreios ou freios de carroças, os anéis de metal tilintavam. Pensa-se que pode ter desempenhado um papel nos rituais da era viking.
Essas mulheres foram enterradas com esses cavalos porque tinham relacionamentos especiais? Ou porque eram feiticeiras? Ou ser uma feiticeira envolvia relações estreitas com esses animais? Acreditamos que, entre outros rituais, os cavalos parecem ter sido participantes vitais nos processos e práticas funerárias.
Bom para morrer, bom para viver
A pesquisa mostra que as relações com os cavalos trazem uma série de benefícios, especialmente para os jovens. É interessante, então, que haja uma insistência repetida na poesia nórdica e nas sagas medievais de que os jovens devem praticar a preparação e o treinamento de cavalos. Os cavalos são considerados parceiros na agricultura e muitas vezes até membros de famílias nesses textos.
A saga do século 13 Bjarnar Saga Hítdœlakappa até retrata uma mulher que parece se beneficiar de uma forma medieval de terapia assistida por cavalos, encontrando alívio para sua doença sentando-se em seu cavalo enquanto é conduzido por um campo:
O maior alívio foi oferecido a ela sentando-se a cavalo, enquanto Þórðr conduzia seu cavalo para frente e para trás, e ele o fazia, embora fosse uma grande dor para ele, pois queria tentar confortá-la.
Nossa entrevista no YouTube sobre o assunto com o professor Howard Williams, do canal Archaeodeath.
Em tempos de turbulência ecológica, olhar para o passado para entender as relações que os humanos tiveram com os animais pode inspirar diferentes abordagens para o presente e o futuro. Dada uma vitória recente de ativistas Māori concedendo personalidade jurídica e direitos a um rio, procurar analogias históricas, como os vikings e seus cavalos, pode nos encorajar a continuar a pressionar por relações mais responsáveis ​​com o mundo não humano.
Pode ser um desenho

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Carlos Esperança

Um excelente texto cuja dimensão o desaconselha no Facebook. Obrigado.

terapia precisa-se…..Japonês gasta 14 mil euros para se transformar num cão

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Toco saiu pela primeira vez à rua e até interagiu com cães verdadeiros no seu fato de collie. O homem diz que era o seu sonho desde criança.

Source: Japonês gasta 14 mil euros para se transformar num cão

Há uma inovadora Universidade feita em madeira, onde os alunos são uns sortudos – ZAP Notícias

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Nas Ilhas Faroé, foi construída uma Universidade em madeira. Os alunos vão ter a sorte a seu favor: em primeiro lugar porque vão ficar mais protegidos do clima severo da região; em segundo porque poderão evocar a sorte mais vezes. A inovadora Universidade de Henning Larsen’s inovadora, nas Ilhas Faroé, está a ser feita em madeira. O edifício é inspirado em técnicas de construção locais tradicionais, como conta o New Atlas. O objetivo é, segundo a construtora Henning Larsen Architects, proteger os estudantes do clima extremo, permitindo-lhes que desfrutem “do espaço exterior por mais 150 dias do que o habitual”.

Source: Há uma inovadora Universidade feita em madeira, onde os alunos são uns sortudos – ZAP Notícias

Reino do Pineal queria ficar com a Ilha do Pico – ZAP Notícias

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Antigos membros do Reino do Pineal que abandonaram a seita descrevem o culto a um líder “megalómano e manipulador”. Os planos de Agua Akbal Pinheiro passavam por “ficar com a ilha do Pico”, nos Açores. Segundo uma neerlandesa que viveu durante alguns meses no chamado Reino do Pineal, em Oliveira do Hospital, o líder da seita, Agua Pinheiro, pretendia “ficar com a ilha do Pico“, no arquipélago dos Açores. “Ele chegou a dizer que queria ficar com a ilha do Pico. Queria ter 15 mil pessoas para ir para a ilha do Pico e ter mais do que a população

Source: Reino do Pineal queria ficar com a Ilha do Pico – ZAP Notícias

Vestiu 6 quilos de roupa porque a bagagem excedia o limite da companhia aérea (e as imagens são hilariantes) – Viagens – MAGG

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Teve de pagar uma multa mesmo assim.

Source: Vestiu 6 quilos de roupa porque a bagagem excedia o limite da companhia aérea (e as imagens são hilariantes) – Viagens – MAGG

1971 as cenas indecentes de vilar de mouros

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FIFTY YEARS LATER
Em 6 de agosto de 1971, há precisamente 50 anos, estava eu excitadíssimo, a começar a longa viagem feita à boleia – a última etapa num camião carregado de moços, moças e suínos (literalmente), lançado a alta velocidade e com os pneus a chiar nas curvas da estrada de Caminha – que me levaria ao Festival de Vilar de Mouros, o «Woodstock português» que aconteceu a 7 e a 8. Momento que marcou a experiência de uma geração de jovens acima de tudo completamente avessos ao «doce viver habitualmente» que Salazar tanto apreciara e do qual procurara fazer modelo de gerações. Esta fotografia não é novidade por aqui, mas regresso a ela como sinal de uma experiência inesquecível, marca de um tempo contraditório, agora a perfazer metade de um século (pois sou/era mesmo aquele rapaz deitado no chão, de mãos a servir de almofada, ali no canto inferior esquerdo).
Escrevia então um relatório da PIDE/DGS, como sinal de uma incompreensão total fase ao que estava a acontecer:
«Entre outros havia:
– crianças de olhar parado indiferentes a tudo
– grupos de homens, de mão na mão, a dançar de roda
– um rapaz deitado, com as calças abaixadas no trazeiro
– um sujeito tão drogado que teve de ser levado em braços, com rigidez nos músculos
– relações sexuais entre 2 pares, todos debaixo do mesmo cobertor na zona mais iluminada
– sujeitos que corriam aos gritos para todos os lados
– bichas enormes a comprar laranjadas e esperando a vez nas retretes (havia 7 ou 8 provisórias) mas apesar disso, houve quem se aliviasse no recinto do espectáculo.
– porcaria de todo o género no chão (restos de comida, lama, urina) e pessoas deitadas nas proximidades.
Viam-se algumas bandeiras. Uma vermelha com uma mão amarela aberta no meio (um dos símbolos usados na América pelos anarquistas); outra branca, com a inscrição “somos do Porto” com raios a vermelho e uma estrela preta.
A população da aldeia, e de toda a região, até Viana do Castelo, a uns 30 km de distância, estava revoltada contra os “cabeludos” e alguns até gritavam de longe ao passar “vai trabalhar”. Foram vistos alguns a comer com as mãos e a limparem os dedos à cabeleira.
Viam-se cenas indecentes na via pública, atrás dos arbustos e à beira da estrada.»
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Mário Pinto Ferreira

O inicio felizmente continuado dos festivais de verão. Vilar de Mouros é o Pai de todos eles.
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quem são os dois homens que nunca largam o papa em portugal

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São os dois homens mais próximas do Papa Francisco. Onde quer que o Papa vá, eles acompanham-no. São os dois leigos, casados e trabalham há vários anos no Vaticano. Um empurra a cadeira de rodas, o outro anda sempre com uma pequena mala na mão. Descubra porque é que são tão importantes.

Source: quem são os dois homens que nunca largam o papa em portugal

Mulher atropelada em passadeira espera 12 anos pela indemnização – Portugal – Correio da Manhã

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Funcionária bancária tinha 43 anos quando foi colhida, em Torres Vedras, por um carro. Vai receber 265 mil euros.

Source: Mulher atropelada em passadeira espera 12 anos pela indemnização – Portugal – Correio da Manhã