Filme “Noites Alienígenas” vence Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa – Observador

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14.ª edição do FESTin distinguiu ainda a cineasta brasileira Flávia Neves como melhor realizadora, por “Fogaréu”, e a portuguesa Carolina Torres como melhor atriz, em em “Barranco do Inferno”.

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Passageiros da EasyJet “convidados” a abandonar avião por estar “demasiado pesado” – SIC Notícias

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O voo de Lanzarote, em Espanha, com destino a Liverpool, no Reino Unido, devia ter partido às 21:45 (hora local). Porém, sofreu um atraso de perto de duas horas devido ao mau tempo e não só.

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OPINIÃO | Semear e Lavrar a Açorianidade – Para uma Diáspora com Chamarritas sem Sapateias, por Diniz Borges – Rádio Ilhéu

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Ali, nascíamos, ali vivíamos – ali estávamos.E ‘estar” é muito mais verbo para ilhéu do que viver.Vitorino Nemésio  Não têm

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Presidente da Proteção Civil alerta que verão “vai ser muito perigoso” e mais difícil do que 2022 – Impala

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O presidente da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) alertou hoje que o verão de 2023 “vai ser mais difícil” do que o do ano passado em matéria de incêndios, mas garantiu que o país está preparado. – Impala

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ALHO DA GRACIOSA

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Alho da Graciosa já no mercado com selo de Indicação Geográfica Protegida da União Europeia
O Alho da Graciosa, registado pela Comissão Europeia como produto de Indicação Geográfica Protegida (IGP) em 2021, chegou hoje pela primeira vez ao mercado já com o respetivo selo IGP.
Autor: AO Online /GA
Recorde-se que a Comissão Europeia registou a denominação “Alho da Graciosa” como IGP, ao abrigo do Regulamento de Execução (UE) 2021/2035 da Comissão, publicado em Jornal Oficial da União Europeia, L 416, de 23 de novembro, pelo que a partir dessa data, passou a estar inscrito no registo das denominações de origem protegidas e das indicações geográficas protegidas da União Europeia.
Entende-se por IGP uma denominação que identifique um produto originário de um local ou região determinados, (ou de um país), que possua determinada qualidade, reputação ou outras características que possam ser essencialmente atribuídas à sua origem geográfica e em relação ao qual pelo menos uma das fases de produção tenha lugar na área geográfica delimitada.
A certificação do Alho da Graciosa por um dos regimes de qualidade da União Europeia, neste caso o IGP, tem grande relevância para esta cultura específica, esperando-se que daí resultem mais valias para os agricultores e para a agricultura graciosense, desde logo ao nível da valorização do produto, da melhoria do rendimento dos produtores e da abertura de novos mercados.
O Alho da Graciosa junta-se, desta forma à carne dos Açores e a meloa de Santa Maria, produtos açorianos com selo IGP.
Recorde-se que, aquando do registo do “Alho da Graciosa” como IPG, o Secretário Regional da Agricultura e Desenvolvimento Rural frisou que “a qualificação deste produto, que tem um suporte jurídico comunitário, permite assegurar uma estratégia que prima pelo incentivo à produção e comercialização dos produtos com diferenciação”.
“Falamos de mais um produto único no mundo, quer na qualidade intrínseca, como no modo de produção”, concluiu António Ventura, após conhecida a posição da Comissão Europeia.
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Fernando Tristão da Cunha

Talvez fosse interessante desenvolverem algum produto local, em que entrasse na sua composição o alho da Graciosa. Por exemplo pão de alho que é muito saboroso.
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  • 53 m

Uma economia que vive das baixas qualificações – 2ª parte | Esquerda

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O governo regional e a coligação PSD/CDS/PPM, não só fomentam esta economia de exploração do trabalho e do território, como veem a escola numa lógica meramente instrumental, um meio de fornecimento da mão de obra para hoje.

Source: Uma economia que vive das baixas qualificações – 2ª parte | Esquerda

TERRA DE MIRANDA REFLEXÕES

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Não conhecia este texto do Fred Machado, é destas reflexões que necessitamos. Pessoas lúcidas, empreendedoras e conhecedoras do território.

Parabéns

pelos questionamentos!

grande acidente no rali com pedro câmara

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Incrível o que aconteceu com os irmãos Pedro e João Câmara.
Felizmente estão bem (Y)

texto antonio lobo antunes

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Quando cheguei a casa, na noite de vinte e oito de Novembro, estava um senhor que eu não conhecia junto à porta fechada do prédio.
Dirigiu-se a mim, disse da parte de quem vinha e entregou-me um envelope com uma coisa dura lá dentro
era uma caneta de tinta permanente que acompanhava uma carta.
Eu vinha de velar o meu irmão na Basílica da Estrela e estava a sofrer muito. Queria estar com ele a sós para mais uma das nossas conversas privadas mas havia imensa gente e era impossível falarmos.
Lembro-me de uma senhora me perguntar como me sentia, de lhe responder que me sentia azul às riscas amarelas, de ter de cumprimentar pessoas que conhecia e não conhecia, de fugir de um bando de fotógrafos cá fora, que aparecem sempre nestas alturas, mandados pelos jornais e as revistas e com quem não me posso zangar porque não estão ali por vontade própria mas para satisfazer a morbidez dos leitores quando tudo o que me apetecia era despedir-me do meu irmão e, muito mais do que isso, ficarmos ali ambos em silêncio, que era a nossa maneira preferida de comunicar, depois de mais de vinte anos a morarmos no mesmo quarto.
Mas não queria que mais ninguém escutasse o que nós não dizíamos e sentia-me exausto e vazio, zangadíssimo com Deus, claro, que felizmente tem as costas largas e me conhece bem, zangadíssimo com a crueldade da vida, zangadíssimo de ficar sem ele conforme já me zangara com a terrível partida do Pedro e a sensação atroz de ser um homem despovoado.
Depois dos meus pais, a vida leva-me agora os meus irmãos.
Como se continua sem eles?
Como se vive quando, uma a uma, nos tiram as raízes todas?
Olhei para a bondade e a vulnerabilidade do Miguel, olhei para o Nuno que continuo a ver abraçado a um Pluto de borracha e que sempre me enterneceu porque, dentro de mim, continua a ser o meu bebé, sempre que o olho a primeira imagem é do Nuno pequenino, quase a morrer de peritonite, repetindo a chorar
(como a voz dele continua nítida em mim)
– Eu vou morrer e quero o meu paizinho
o Nuno que os cirurgiões amigos do meu pai não queriam operar com medo que a criança ficasse na mesa, que o Professor João Cid dos Santos aceitou operar e salvou
(muito obrigado, senhor Professor, sempre o admirei muito e gostei muito de si, sabia?)
E a criança, que não podia ingerir nada, a pedir
– Eu dou dinheiro a quem me der água.
Ele, o pobre, que não tinha um tostão.
E curou-se, e cresceu, e agora bebe a água que lhe apetece.
Cada vez que em casa dos meus pais eu o via beber água lembrava-me disto.
Bom, adiante!
Portanto, ao chegar a casa na noite de vinte e oito de Novembro estava um senhor que eu não conhecia junto à porta fechada do
prédio, à minha espera, de quem se distinguiam mal as feições pela falta de luz, que me entregou um envelope com uma coisa dura lá dentro e me informou que vinha da parte do senhor general Ramalho Eanes,
ou seja, traduzido
para a minha língua, de um amigo meu.
Eu sentia-me tonto e exausto para além da mágoa que trazia.
(– Eu vou morrer e quero o meu paizinho)
e da dificuldade de me trazer ao colo, com uma data de passado em cima e, pelo menos para mim, há alturas em que o passado pesa insuportavelmente, para não mencionar o presente e o futuro…se o houver, que também me doem que se farta.
Sentado na primeira cadeira que encontrei abri o envelope, que tinha dentro uma caneta Parker S1
(uma coisa que sempre quis ter e nunca tive)
e uma carta do general Ramalho Eanes, ou seja do António.
Conhecemo-nos há bastantes anos, através do nosso comum irmão Ernesto Melo Antunes e aconteceu o milagre, tão raro, de ficarmos, instantaneamente, amigos de infância.
Não há nada mais importante do que um amigo, como insistia o meu avô e eu tive a felicidade imerecida de ter amigos
excepcionais.
A carta que acompanhava a Parker e que, obviamente, não reproduzo aqui, é a mais bonita, sincera e digna que até hoje recebi e um dos mais fortes, senão o mais forte abraço que até hoje me deram.
Li-a não sei quantas vezes, continuo, ainda hoje, a lê-la de tempos a tempos:
se o meu irmão Nuno a tivesse recebido, durante a convalescença da peritonite, já não precisava de beber água.
António Lobo Antunes
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o caos no miradouro vista do rei

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Miradouro vista do rei(sete cidades)confusão com o trânsito, pessoas a estacionar onde calha,onde está a autoridade??
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  • Nelson Messias

    Ainda queria que me explicassem o porquê da autoridade…resolve o quê? Vai mandar seguir o trânsito pois não há sitio para estacionar…o problema não é a autoridade…é outro muito mais complexo…
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    • 42 m
  • Ricardo Silva

    Montando radares para ganharem comissões
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  • Roberto Zixaxa

    Devem estar no posto, se ligar a descrever a situação talvez sejam mais rápido aparecer…Porque por aqui eles ainda tem de ver a publicação e podem fazer que não viram 😅😆
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    • 41 m
  • Ana Maria

    Nas sopas do Espírito Santo
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  • Ana Maria

    Como resolveu a câmara da ribeira grande em relação à lagoa do fogo. Apliquem a fórmula
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    • 37 m
  • Rosa Henriques

    Muitos turistas. Elementar, meu caro Watson !
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  • Anabela Parelho

    Vocês, é de aproveitar quando faz sol e há visibilidade, o povo ir a correr para finalmente ver a vista do rei… daí o aglomerado de pessoas e carros. Algo que só acontece 3 vezes por ano, não é preciso chorar por causa da confusão. Amanhã ja chove e volta tudo à normalidade…
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  • Jorgina Medeiros

    Em casa a descansar é fim de semana🤣 brincadeira á parte, não podem estar em todo o lado!
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    • 22 m
  • Luís Faleiro

    Autocolante de rent-a-car é livre trânsito.
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    • 22 m
  • RicardJorg

    Mais radares
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    • 18 m
  • Zinha Baptista

    mesma decisão da Lagoa do Fogo acaba logo os abusos
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    • 13 m
  • Monica Cabral

    Jaè assim há anos, não há responsabilidade nem autoridade
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    • 12 m
  • Manuela Rabaçal Ponte

    É o preço a pagar pelo turismo e massa…. Mais uns anos e os estragos serão grandes!
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Someoneistyping a comment…

a politização das festas religiosas sucede à religiosição das festas pagãs tradicionais

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Chrys Chrystello

a politização das festas religiosas sucede à religiosição das festas pagãs tradicionais
  • Festas mais genuínas
    As festas em honra do Divino Espírito Santo são muito antigas e muito tradicionais em todas as ilhas dos Açores, com algumas diferenças e variantes de umas ilhas para as outras. Sempre foram festas religiosas e profanas, organizadas pelo povo. A colaboração das paróquias – digamos assim – era discreta. No entanto, havia sacerdotes que discordavam dessas festas, alegando que tinham muito mais de profano do que religioso. Assiste-se nos dias de hoje a uma situação que merece alguma reflexão: a municipalização e politização das festas em honra do Divino Espírito Santo em vários concelhos açorianos. Há sacerdotes que colaboram, outros resguardam-se. Não tenho mais nada a dizer, a não ser que tenho saudades das antigas festas em honra do Divino Espírito Santo, mais modestas, é certo, mas mais genuínas.
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    Henrique Schanderl, Alexandrina Bettencourt and 10 others

    Crisóstomo Ponte

    Tudo o que seja para dar na vista, os vaidosos estão lá caídos.
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TIMOR A RECONSTRUIR ESTRADAS

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IGEADI Timor Leste, normaliza estrada kotu trosu same nebe hetan hetan estragus husi desastre naturais iha Suco Aitutu Aldeia Betulala
#Media IGEADI

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easyJet deixa passageiros durante hora e meia na pista do aeroporto

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Ontem não foi um dia fácil para os passageiros da easyJet que embarcaram no Porto rumo ao Funchal num voo com saída prevista para o meio-dia.

Source: easyJet deixa passageiros durante hora e meia na pista do aeroporto