O polémico documentário que desvenda o mistério dos corpos deixados no Evereste – NiT

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Spencer Matthews tinha apenas 11 anos quando recebeu a notícia de que o irmão mais velho, Michael, dificilmente regressaria a casa. Michael tornou-se, nesse ano, o mais jovem britânico a chegar ao cume do Evereste. A alegria foi curta. Três horas após a conquista do grande objetivo, desapareceu sem deixar rasto. Durante duas décadas, a … Continued

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Porto diz adeus ao proprietário do Majestic

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O empresário Agostinho Ferreira Barrias, conhecido por ser o proprietário dos históricos cafés portuenses Majestic e Guarany, morreu, na quinta-feira, aos 85 anos. A cerimónia fúnebre está marcada para segunda-feira, à tarde, na igreja das Antas.

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Jovem viciado em cigarros eletrónicos desde os 13 anos internado com ″pulmões de idoso″

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Draven Hatfield começou a fumar cigarros eletrónicos com apenas 13 anos de idade, por achar que a tendência era ”interessante”. Aos 19, foi levado ao hospital para fazer uma cirurgia no pulmão depois de o órgão sofrer quatro colapsos seguidos.

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John Steinbeck no Pico

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5 abr 2023

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John Steinbeck no Pico
repouso na nudez da palavra
aguardo marés e luas
tufos verdes na lava encordoada
prometem abrigos de sal
nas relheiras rumo ao mar
histórias para contar
povos que ninguém viu
à sombra majestosa do pico
enleva-me steinbeck
sublimes as vinhas da ira,
os ratos e homens
nos invernos da desesperança
nas pastagens do céu
em noites sem lua
a leste do paraíso
a imaginar que outro povo
aqui andou antes de nós
J. Chrys Chrystello, in “Crónica do Quotidiano Inútil – 50 Anos de Vida Literária”, um dos livros que será lançado hoje às 21:00h, no Museu Dos Baleeiros, nas Lajes do Pico.
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12 companhias aéreas fogem de Angola

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6 d
12 companhias aéreas fogem de Angola
Contrariamente a um passado recente, após o advento da paz, alcançada no ano 2002, em que 22 companhias aéreas operavam para Angola, actualmente o número reduziu para 10.
Só ao longo da última década, quinze operadoras desistiram de Angola como destino preferencial, por custos operacionais e ou estratégias comerciais, agravada pela pandemia da Covid-19, que afectou gravemente o sector da aviação civil, devido ao encerramento de fronteiras, contribuindo para a redução drástica da demanda e perdas financeiras.
Por exemplo, deixaram de voar para este país da África Austral a LAM (Linhas Aéreas de Moçambique), a Air Namíbia, a South African Airways, a Arik Air (Nigéria), a Kenya Airways, a Varig (Viação Aérea Rio-Grandense, do Brasil), a Ibéria (Espanha) e a Houston (Estados Unidos da América).
Para além destas companhias, e dentre outras motivações, cortaram também ligações com Luanda a British Airways (Reino Unido), a Aeroflot (Rússia), a KLM (Países Baixos/Holanda) e a China Airlines, essa última que usa, geralmente, aviões do tipo Boeing 777-300, B737-300 ou Boeing 787-8, Dreamliner, na sua maioria com frequências bissemanais ou trissemanais.
Segundo fonte aeroportuária, parte destas companhias começou a desistir ou a suspender, paulatinamente, as suas operações em Angola, com o espoletar da crise económica e financeira mundial, em 2014. Algumas chegaram a decretar falência técnica e a desfazer-se das suas frotas de aeronaves.
Em consequência, a TAAG assumiu a transportação de passageiros de e para alguns países, enquanto para outros, sobretudo para a Europa e Ásia, partilha a operação com algumas companhias locais, com base em acordos de partilha (codeshare), tais como com a Cabo Verde Airlines, a Ibéria, a Brusseles Airlines e a Turkish Airlines.
Porém, hoje, fruto da intensa diplomacia dos últimos cinco anos (2017-2022), da recuperação económica mundial e de uma maior abertura ao investimento e ao empresariado estrangeiro, felizmente algumas companhias vão regressando, e outras de referência internacional colocaram, pela primeira vez, Angola nas suas rotas.
Dada também a estabilidade político-militar e as oportunidades de negócio, três novas companhias passaram a frequentar o aeroporto angolano, nos últimos cinco anos, nomeadamente a Airlink (da África do Sul), a Turkish Airlines e a Qatar Airways, com voos directos regulares e ligações para outros pontos a partir de Luanda.
A par destas operadoras, voam, igualmente, para Angola a Ethiopian Airlines, a Royal Air Maroc, a TAP Air Portugal, a Lufthansa (Alemanha), a Air France, a Emirates (Emirados Árabes Unidos) e a Brussels Airlines (da Bélgica), que iniciou as operações para o país em 2002, suspendeu em 2019 e retornou em 2021.
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