MARINHA PORTUGUESA A METER ÁGUA

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【A CAUSA DAS COISAS】
A PONTA DO ICEBERGUE EM QUE ESTÁ A MARINHA PORTUGUESA
Os 13 militares da guarnição do NRP Mondego que formaram no cais, não cumprindo a ordem de largada para missão de acompanhamento de um navio russo, afirmam o seguinte:
• O NRP Mondego, estando atracado no cais de pesca do Funchal, recebeu ordem para fazer o acompanhamento de um navio russo a norte do Porto Santo;
• As previsões meteorológicas apontavam para ondulação de 2,5mt a 3mt, com período de 7 segundos;
• O NRP Mondego apresenta limitações técnicas graves, que comprometem a segurança do pessoal e do material e o cumprimento da respetiva missão;
• Em formatura na ponte, o próprio Comandante do NRP Mondego assumiu perante a guarnição que não se sentia confortável em largar com as limitações técnicas que o navio apresenta;
• Passamos a identificar as graves limitações técnicas que levaram à decisão incumprimento da ordem de largada:
o O navio possui dois (2) motores estando um (1) deles, o de Bombordo, INOP;
o Motor de Bombordo aquando do seu funcionamento, apresentava diversas fugas no coletor de admissão, no coletor de evacuação, nos turbos do motor, estando constantemente com arrastamento de óleo e tendo que se purgar constantemente. Este motor necessita de uma manutenção W4 há cerca de 2000 horas de funcionamento;
o Motor de Estibordo com fugas diversas, em tudo idênticas às fugas identificadas no motor de Bombordo, com consumo de óleo. Este motor necessita de uma manutenção W4 há cerca de 2000 horas de funcionamento;
o Após ser servido o jantar a bordo, às 19h, foi detectada uma franca entrada de água através da bomba de refrigeração do espaço de máquinas, tendo sido tamponada, limitando assim o seu funcionamento;
o Com a falta da bomba de refrigeração do espaço de máquinas, tinha que se pôr o circuito de emergência em cima através do circuito de incêndios, limitando em muito a capacidade do navio para o combate a incêndios numa situação de emergência;
o O navio possui três (3) geradores de energia elétrica, estando o gerador nº 1 Estibordo, INOP desde outubro de 2022;
o O gerador nº 2 Bombordo, quando entra ao barramento entra em alarme havendo o risco de o navio ficar sem energia elétrica a bordo. Apresenta fugas de gases, fugas de óleo, parte elétrica degradada. Manutenção W5 deveria ter sido feita há mais de 4000 horas de funcionamento;
o O gerador nº3 Ré, apresenta diversas fugas, consome cerca de 18Lt de óleo lubrificante (a capacidade máxima de óleo são 28lt) a cada 24 horas de funcionamento;
o Devido ao facto de, tanto os geradores como os motores PP não terem a devida manutenção, impossibilitada pelos cerca de 500 dias de missão atribuída com 2 horas de prontidão SAR, estes equipamentos apresentam imensas fugas de óleo, aumentando o risco de incêndio a qualquer momento, comprometendo a segurança do pessoal, do material e o cumprimento da missão;
o Quanto ao Sistema de Gestão da Plataforma, funciona apenas a 30%, sendo que é necessário recorrer constantemente aos rondas;
o Lemes, CPP, Caixas Redutoras apresentam fugas diversas, sendo necessária atenção constante aos níveis antes da largada e durante a navegação;
o No trânsito de regresso ao Funchal, durante a missão de rendição nas Selvagens, entre 08MAR2023 e 10MAR2023, o navio teve uma franca entrada de água pelo compensador de gases de escape do motor PP de Bombordo. O pessoal técnico de bordo solucionou esta avaria em 48H, tendo trabalhado noite e dia, honrando, mais uma vez, os seus compromissos para com a Marinha;
o Devido à muito elevada taxa de empenhamento e operacionalidade, sem que se consiga fazer a adequada manutenção, o navio apresenta inúmeras fugas de óleo que se acumulam nos porões, aumentando significativamente o risco de incêndio, comprometendo a segurança do pessoal, do material e o cumprimento da missão. Prova disso mesmo é a quantidade de vezes que são requisitados três (3) isocontentores de cada vez, para fazer esgoto aos resíduos oleosos acumulados nos porões;
o O navio não possui um sistema de esgoto adequado para armazenar os resíduos oleosos a bordo, ficando estes acumulados nos porões, aumentando significativamente o risco de incêndio. Apesar de o navio possuir dois (2) tanques de armazenamento de resíduos oleosos, os mesmos não são utilizados, devido ao facto de o navio estar limitado ao circuito de emergência, havendo apenas a possibilidade de esgotar todos os resíduos para o mar, não cumprindo a Convenção MARPOL;
o Apesar do vasto leque de meios do navio, que poderiam contribuir para a segurança do pessoal e do material, estes não são utilizados porque, desde que o NRP Mondego foi aumentado ao efetivo, estes meios nunca ficaram operacionais;
o Mesmo com a elevadíssima taxa de empenhamento e operacionalidade do navio, o espírito da guarnição sempre foi de sã camaradagem, entreajuda, brio profissional e lealdade perante o Comando do navio e a Marinha, de forma a cumprir todas as missões atribuídas.
o Apesar da elevadíssima taxa de empenhamento e operacionalidade, os militares que prestam serviço a bordo no NRP Mondego, sempre foram dedicados, empenhados, rigorosos e profissionais, mesmo com grande sacrifício para as suas vidas pessoais e familiares, de forma a que o navio estivesse disponível e operacional.
• Pelo acima descrito, e por entendermos que a segurança do pessoal e do material está séria e gravemente comprometida, decidimos, de livre vontade e em consciência, não cumprir a ordem de largada e formar no cais.
Bordo, 11 de março de 2023

O bem parecer de quem nunca foi bem parecido…
A PONTA DO ICEBERGUE EM QUE ESTÁ A MARINHA PORTUGUESA
Os 13 militares da guarnição do NRP Mondego que formaram no cais, não cumprindo a ordem de largada para missão de acompanhamento de um navio russo, afirmam o seguinte:
• O NRP Mondego, estando atracado no cais de pesca do Funchal, recebeu ordem para fazer o acompanhamento de um navio russo a norte do Porto Santo;
• As previsões meteorológicas apontavam para ondulação de 2,5mt a 3mt, com período de 7 segundos;
• O NRP Mondego apresenta limitações técnicas graves, que comprometem a segurança do pessoal e do material e o cumprimento da respetiva missão;
• Em formatura na ponte, o próprio Comandante do NRP Mondego assumiu perante a guarnição que não se sentia confortável em largar com as limitações técnicas que o navio apresenta;
• Passamos a identificar as graves limitações técnicas que levaram à decisão incumprimento da ordem de largada:
o O navio possui dois (2) motores estando um (1) deles, o de Bombordo, INOP;
o Motor de Bombordo aquando do seu funcionamento, apresentava diversas fugas no coletor de admissão, no coletor de evacuação, nos turbos do motor, estando constantemente com arrastamento de óleo e tendo que se purgar constantemente. Este motor necessita de uma manutenção W4 há cerca de 2000 horas de funcionamento;
o Motor de Estibordo com fugas diversas, em tudo idênticas às fugas identificadas no motor de Bombordo, com consumo de óleo. Este motor necessita de uma manutenção W4 há cerca de 2000 horas de funcionamento;
o Após ser servido o jantar a bordo, às 19h, foi detectada uma franca entrada de água através da bomba de refrigeração do espaço de máquinas, tendo sido tamponada, limitando assim o seu funcionamento;
o Com a falta da bomba de refrigeração do espaço de máquinas, tinha que se pôr o circuito de emergência em cima através do circuito de incêndios, limitando em muito a capacidade do navio para o combate a incêndios numa situação de emergência;
o O navio possui três (3) geradores de energia elétrica, estando o gerador nº 1 Estibordo, INOP desde outubro de 2022;
o O gerador nº 2 Bombordo, quando entra ao barramento entra em alarme havendo o risco de o navio ficar sem energia elétrica a bordo. Apresenta fugas de gases, fugas de óleo, parte elétrica degradada. Manutenção W5 deveria ter sido feita há mais de 4000 horas de funcionamento;
o O gerador nº3 Ré, apresenta diversas fugas, consome cerca de 18Lt de óleo lubrificante (a capacidade máxima de óleo são 28lt) a cada 24 horas de funcionamento;
o Devido ao facto de, tanto os geradores como os motores PP não terem a devida manutenção, impossibilitada pelos cerca de 500 dias de missão atribuída com 2 horas de prontidão SAR, estes equipamentos apresentam imensas fugas de óleo, aumentando o risco de incêndio a qualquer momento, comprometendo a segurança do pessoal, do material e o cumprimento da missão;
o Quanto ao Sistema de Gestão da Plataforma, funciona apenas a 30%, sendo que é necessário recorrer constantemente aos rondas;
o Lemes, CPP, Caixas Redutoras apresentam fugas diversas, sendo necessária atenção constante aos níveis antes da largada e durante a navegação;
o No trânsito de regresso ao Funchal, durante a missão de rendição nas Selvagens, entre 08MAR2023 e 10MAR2023, o navio teve uma franca entrada de água pelo compensador de gases de escape do motor PP de Bombordo. O pessoal técnico de bordo solucionou esta avaria em 48H, tendo trabalhado noite e dia, honrando, mais uma vez, os seus compromissos para com a Marinha;
o Devido à muito elevada taxa de empenhamento e operacionalidade, sem que se consiga fazer a adequada manutenção, o navio apresenta inúmeras fugas de óleo que se acumulam nos porões, aumentando significativamente o risco de incêndio, comprometendo a segurança do pessoal, do material e o cumprimento da missão. Prova disso mesmo é a quantidade de vezes que são requisitados três (3) isocontentores de cada vez, para fazer esgoto aos resíduos oleosos acumulados nos porões;
o O navio não possui um sistema de esgoto adequado para armazenar os resíduos oleosos a bordo, ficando estes acumulados nos porões, aumentando significativamente o risco de incêndio. Apesar de o navio possuir dois (2) tanques de armazenamento de resíduos oleosos, os mesmos não são utilizados, devido ao facto de o navio estar limitado ao circuito de emergência, havendo apenas a possibilidade de esgotar todos os resíduos para o mar, não cumprindo a Convenção MARPOL;
o Apesar do vasto leque de meios do navio, que poderiam contribuir para a segurança do pessoal e do material, estes não são utilizados porque, desde que o NRP Mondego foi aumentado ao efetivo, estes meios nunca ficaram operacionais;
o Mesmo com a elevadíssima taxa de empenhamento e operacionalidade do navio, o espírito da guarnição sempre foi de sã camaradagem, entreajuda, brio profissional e lealdade perante o Comando do navio e a Marinha, de forma a cumprir todas as missões atribuídas.
o Apesar da elevadíssima taxa de empenhamento e operacionalidade, os militares que prestam serviço a bordo no NRP Mondego, sempre foram dedicados, empenhados, rigorosos e profissionais, mesmo com grande sacrifício para as suas vidas pessoais e familiares, de forma a que o navio estivesse disponível e operacional.
• Pelo acima descrito, e por entendermos que a segurança do pessoal e do material está séria e gravemente comprometida, decidimos, de livre vontade e em consciência, não cumprir a ordem de largada e formar no cais.
Bordo, 11 de março de 2023

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Opinião: Hernâni Bettencourt | Há outra Ponta Delgada – Jornal Açores 9

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Ponta Delgada foi o local que escolhi para viver. Ponta Delgada é a cidade onde nasceram os meus filhos. Ponta Delgada é, por todas as razões, a minha cidade. E, por isso, entristece-me profundamente tudo o que de menos positivo acontece por aqui. E a verdade é que tem acontecido, com trágica regularidade, muitos episódios […]

Source: Opinião: Hernâni Bettencourt | Há outra Ponta Delgada – Jornal Açores 9

Ilha Terceira pode aumentar renováveis para 50% com novo sistema de armazenamento de energia – Açoriano Oriental

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A Eletricidade dos Açores (EDA) inaugurou um novo sistema de armazenamento de energia na ilha Terceira, que vai permitir reduzir o consumo de fuelóleo e aumentar a quota de renováveis “para mais de 50%”.

Source: Ilha Terceira pode aumentar renováveis para 50% com novo sistema de armazenamento de energia – Açoriano Oriental

A Escola de Música que “democratiza a cultura” em Rabo de Peixe – Jornal Açores 9

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A Escola de Música de Rabo de Peixe, é um projeto de inclusão social que “democratiza a cultura através da proximidade”, onde 40 alunos da vila piscatória encontram na música uma “janela para o mundo”. Sábado, pela manhã, no centro da freguesia, em frente aos bairros de casas coloridas e ao lado dos cafés repletos […]

Source: A Escola de Música que “democratiza a cultura” em Rabo de Peixe – Jornal Açores 9

Açores com 4ME para transporte marítimo de mercadorias entre Faial, Flores e Corvo – Açoriano Oriental

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O Governo dos Açores vai celebrar um contrato de transporte marítimo de mercadorias entre as ilhas do Faial, Flores e Corvo, tendo autorizado quatro milhões de euros por cinco anos, anunciou hoje a porta-voz do Conselho do Governo.

Source: Açores com 4ME para transporte marítimo de mercadorias entre Faial, Flores e Corvo – Açoriano Oriental

UE APOIA TIMOR

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UE dá a Timor-Leste apoio de 12 milhões de euros para três programas
Díli, 17 mar 2023 (Lusa) – A União Europeia assinou hoje com Timor-Leste acordos financeiros, no valor de 12 milhões de euros, para apoiar três novos programas, na gestão e reforma do setor público, diversificação económica e processo de integração regional.
Os acordos de apoio financeiro, para os próximos cinco anos, foram assinados pela ministra dos Negócios Estrangeiros timorense, Adaljiza Magno, e pelo embaixador da União Europeia (UE) em Díli, Marc Friedrich, numa cerimónia na capital timorense.
Os programas destinam-se a apoiar o ensino e a formação técnicos e profissionais, a gestão das finanças públicas e a integração regional e o comércio, incluindo na Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), na Organização Mundial de Comércio (OMC) e no âmbito do Acordo de Parceria Económica (APE) com a UE.
Intervindo na cerimónia, Marc Friedrich disse que os programas de apoio estão em linha quer com a estratégia de desenvolvimento de Timor-Leste quer com a estratégia da UE para o Indo-Pacífico, apostando no reforço da capacidade institucional e na transformação da economia.
“As novas ações demonstram que a UE e Timor-Leste continuam a trabalhar em conjunto. A UE tem grande experiência de integração regional e estamos satisfeitos em poder estar ao lado de Timor-Leste para ajudar a que a adesão regional seja um êxito”, afirmou.
Adaljiza Magno sublinhou o facto da União Europeia ter sido “um dos maiores parceiros de desenvolvimento de Timor-Leste”.
“Olhamos para a nova estratégia ‘Global Gateway’ da Comissão Europeia, que trará um leque de novas oportunidades de cooperação, nas áreas da recuperação económica, digitalização, clima e energia, saúde, educação e investigação neste cenário pós-covid-19”, afirmou a ministra.
“Acreditamos que Timor-Leste pode contribuir para encontrar soluções a curto, médio e longo prazo, e continuar a manter-se como parceiro privilegiado da União Europeia”, disse ainda.
A chefe da diplomacia timorense anunciou ainda que a UE e Timor-Leste assinam, a 27 de março, em Genebra, o “acordo bilateral sobre ofertas de acesso ao mercado de bens e serviços”, que classificou como “um bom marco para o atual processo de adesão de Timor-Leste a nível bilateral”.
Seis milhões de euros destinam-se, segundo anunciaram hoje ambas as partes, ao “desenvolvimento de competências para o emprego e a resiliência”, procurando fomentar “o emprego de qualidade e as oportunidades de empreendedorismo no setor agroflorestal para os jovens, em especial jovens mulheres”.
“Serão analisadas as oportunidades e as necessidades para o desenvolvimento de uma economia verde e circular no setor agroflorestal e a ação irá identificar perfis técnicos e profissionais adequados, tendo em conta as exigências do setor privado e as ofertas de formação”, refere um comunicado conjunto.
Para a integração regional e comércio são destinados três milhões de euros, visando em particular “apoiar a integração económica e o comércio de Timor-Leste no Sudeste Asiático, melhorando e apoiando os mecanismos de coordenação e consulta para a preparação da adesão à ASEAN, à OMC e ao APE” e para “reforçar as capacidades de negociação, adesão e aplicação dos acordos”
Finalmente, três milhões de euros destinam-se ao programa de reforço da gestão das finanças públicas em Timor-Leste, nomeadamente para a “mobilização de receitas internas e outras, (…) a gestão das despesas públicas” e ainda para aumentar a “transparência, a eficiência e a eficácia da despesa pública em benefício de todos os timorenses”.
ASP // VQ
Lusa/Fim
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Rosely Forganes

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se for à VISTA DO REI S MIGUEL AÇORES leve sanitário portátil d ecasa

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Na Vista do Rei, as instalações sanitárias estão encerradas com tábuas pregadas nas portas!
Bela imagem para um destino que se quer de excelência!
É o governo que temos…
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Roberto Y. Carreiro, Artur Neto and 28 others

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    logo na Vista do Rei. É uma vista realista.
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  • Camilo Moniz

    Manda ao Osvaldo
  • Rubens Pavao

    Mas quem é que resiste aos «selvagens»?
    3
    • João Manuel Medeiros Aguiar

      Rubens Pavao é verdade, Professor! Mas, pelos vistos está tudo ao abandono! Será qua Senhora Secretária do Turismo não poderia destacar um funcionário para manter o local limpo e funcional?
      Se formos dominados pelos alegados “selvagens” melhor deixar tudo ao abandono e aceitarmos a incapacidade de quem são os ditos “responsáveis” pelo turismo e pelo ambiente.
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      • 8 h
  • Maria Do Carmo Vitoria

    Pois,somos mas é uma terra de
    selvagens , não há governo nenhum que ponha cobro à situação!!!🫣🤫🤔
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    • 8 h
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    • João Manuel Medeiros Aguiar

      Maria Do Carmo Vitoria veja-se o exemplo do Parque Século XXI, sempre guardado desde o dia da inauguração e concluir-se-á que os equipamentos podem perdurar no tempo e manter um padrão de qualidade. Haja vontade política.
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      • 8 h
  • Sybil Fontes Ávila

    Bestas já devem ter dado cabo delas. Não vale a pena fazer novas sem que alguém fique lá permanentemente a tomar conta. Infelizmente está assim…
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    • 8 h
  • Rui Sousa

    Viva ao turismo dos Açores! Lol
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  • Elisabete Amaral

    Aposta no Turismo 😁
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  • Ilidio Cesar

    ….Em resposta ao que descreve na vossa mensagem, tudo o que nela diz e’ a pura da verdade. Ainda ha’ muitas coisas que continuem a ser sempre mais do mesmo e com tendencia a piorar cada vez mais. P S : Eu nao sou quem para dar a minha opiniao, porque vivo no Canada’ a’ mais de 50 anos, mas amo a minha Terra Natal de Sao Miguel Acores, e fico bastante comovido quando me contem certas coisas que la’ acontecem. E para finalizar a minha humilde mensagem continui a acreditar no que diziam os nossos antepassados : Quem diz a verdade nao vai para o inferno…
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    • 6 h
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  • Lucia Medeiros Cabral

    VOU comentar ,VOU DAR a MINHA opiniao de emigrante,um pouco viaja da Em OUTROS paises/ ilhas,talvez mais pobres que OS Acores .
    Em alguma ilha que visito ,nos lugares visitamos pelos TURISTAS ,ha sempre pessoas ,para alem dos guia S a TOMAREM CONTA de um ESPACO .
    QUER SEJA QUANTOS com exposicoes,casas de BANHO interiores e exteriores,isso faz Tudo PARTE do << TURISMO>> .
    Oh MINHA NOSSA Senhora eu TENHO a IMPRESSAO que OS Acores Nao ESTAO 100% PREPARADOS para receber TURISMO SEJA Em que area for .
    Quando SE visita a ilha PARECE que nos ESTAO fazendo um favor.
    Nos AQUI no Canada PAGAMOS Bom dinheiro quando SE visita algum lugar TURISTICO,e NINGUEM reclama de nada .
    Ha sempre tente TOMANDO CONTA dos lugares para TER a CERTEZA que ESTA Tudo DEBAIXO de controlo.
    TANTA GENTES desempregada Em Sao Miguel e Nao so( Acores Em Geral) alegam que Nao ha trabalhos?
    Ha sim Senhor ,ha trabalhos Nao querem e trabalhar ,acostumar am-SE a TER dinheiro de borla e PRONTO.
    DEPOIS VEEM clandestinos pro Norte da America e fazem tido o trabalho que aparece. .
    Eh pa a dollar e mais fraca que o Euro.
    AI que CAMBADA de malandros .
    DESCULPEM Essa MINHA opiniao. ,so um CEGUINHO que Nao ve.
    Eu Nao ACREDITO que Tudo TENHA << CANUDOS>> ha QUEM Tem poucos estudos e, ganhar SEJA o que for de ordenado Nao e MELHOR que Nao TER dinheiro nenhum.
    Infelizmente a mentalidade e BEM estreitinha
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  • Chico Amorim

    Imaginem a imagem que vamos dar quando atingirmos a carga máxima de turistas conforme aspira a respectiva Secretaria.
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  • Lucia Medeiros Cabral

    VA ser UMA CAGADA Em DOIS ACTOS. For. Sure
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    • 3 h
  • Lucia Medeiros Cabral

    E so falar nos coloquios parlamentares disso e daquilo,que VAO fazer e desfazer e no fim nada RESOLVIDO.
    QUEM Nao FALA MAL dos Acores e que ADORAM Tudo e mais alguma coisa Sao OS que fazem faerias NAS casas dos FAMILIARES Eu Acredito que talvez SEJA uns 75% ESSES ACHAM Tudo um maximo.
    Mas OS que VAO pros HOTEIS/ pensoes. Ou ate casas alugadas ,ONDE teem de alugar Caro e comer Em algum restaurante,ESSES e que opinam a PORCARIA de turismo que e Em Sao Miguel ,e COMO Eu digo PARECE que ESTAO fazendo um favor Ao VISITANTE.
    ESTAO muito ATRASADOS nisso .
    Eu quando visito a MINHA ilha trato TODOS muito BEM ( MENINAS ,Senhor, Sephora etc etc. )Ao contrario Sao uns camelos/as ,e, TENHO provas disso , a inteligencia parou .
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