carros novos na PR

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EM QUE ESTOU A PENSAR???
Que em que raio de País é que nós vivemos?
Quando milhões de portugueses vão passar o Natal, que é a festa da Família, com inúmeras dificuldades para ter comida para por na mesa às suas famílias, a Presidência da Republica prepara-se para substituir a sua frota de carros no valor de mais de 500.000€; mais de MEIO MILHÃO DE EUROS.
Foi para isto que a população portuguesa aderiu em massa à revolução do 25 de Abril de 1974?
Foi para isto que, através de eleições decidimos instaurar uma “democracia”?
Não, não foi, nós estamos a viver numa “democracia” de aproveitadores, mas não se esqueçam que o POVO pode, um dia, fartar-se de sustentar as elites que vivem à sobra do poder, como se fartaram da ditadura Salazarista & Cª. Ldª.
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  • Joaquim Fraga

    Tal como quiseram renovar a frota da TAP e o senhor presidente da república o que disse na altura???????
    Isso já não se chama VERGONHA………..

SNS usado por estrangeiros para tratamentos grátis – ZAP Notícias

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Há estrangeiros que se inscrevem no SNS até usando moradas de hotel, para obterem acesso a tratamentos grátis. Depois voltam aos seus países.

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Sindicatos congratulam-se com equiparação de horários no pré-escolar e 1.º ciclo nos Açores – Jornal Açores 9

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Os sindicatos de professores nos Açores destacaram hoje a equiparação dos horários dos docentes do pré-escolar e 1.º ciclo com os dos restantes, na revisão do Estatuto da Carreira Docente na região, cujas negociações terminaram esta semana. “É uma reivindicação nossa dos últimos 15 anos, praticamente desde que terminaram os regimes especiais de aposentação para […]

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Quake Info: Weak Mag. 2.4 Earthquake – North Atlantic Ocean, 48 km Southeast of Praia da Vitoria, Azores, Portugal, on Friday, Dec 23, 2022 at 3:25 am (GMT -1)

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Detailed info, map, data, reports, updates about this earthquake: Weak mag. 2.4 earthquake – North Atlantic Ocean, 48 km southeast of Praia da Vitoria, Azores, Portugal, on Friday, Dec 23, 2022 at 3:25 am (GMT -1) –

Source: Quake Info: Weak Mag. 2.4 Earthquake – North Atlantic Ocean, 48 km Southeast of Praia da Vitoria, Azores, Portugal, on Friday, Dec 23, 2022 at 3:25 am (GMT -1)

DESTRUIR O PATRIMÓNIO DA CALÇADA DA Horta

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MALABARISMO MATEMÁTICO-POLÍTICO
À beirinha do Natal, como é hábito, reuniu-se a Assembleia Municipal da Horta para debater e votar, entre outros pontos, o Plano e o Orçamento do Município para 2023. Também como de costume os documentos foram aprovados. Não aconteceu nada de novo nem extraordinário na discussão dos assuntos, faltando intervenções políticas de fôlego, quer do lado da maioria, que do lado da oposição, mas eu não posso falar porque já por lá passei e não fiz melhor do que os que hoje se encontram a exercer funções neste areópago.
Houve, porém, um momento, singular, quando, no tempo reservado ao público, falou a primeira subscritora da petição sobre a preservação do passeio modernista da avenida. Expôs a argumentação já conhecida e teve, da parte do presidente da Câmara, a resposta que também já todos sabem qual é.
Mas surgiu um aspecto naquela troca de argumentos que me impressionou. Disse o presidente do Município que são conhecidas razões dos mais de mil peticionários, contudo, desconhece-se o pensamento dos mais de 13 mil faialenses que não assinaram a petição, insinuando que não acompanharão as razões nesta expostas.
Se me pedissem para sugerir para um manual de ciência política um exemplo eloquente que pudesse definir bem o que é demagogia, eu não hesitaria em indicar este episódio que aconteceu na nossa Assembleia Municipal.
Anda o presidente da Câmara a proclamar aos quatro ventos que a Frente Mar deu a volta à ilha em discussão pública – tendo até apresentado os respetivos números na sessão do Teatro Faialense, segundo os quais, entre visitas à exposição no Banco de Artistas, consultas online, sessões nas freguesias e participações escritas, 888 faialenses envolveram-se no processo – valorizando, assim, as participações e desvalorizando, naturalmente, quem não participa.
Como se explica, então, que, no que diz respeito à petição, chame à colação os mais de 13 mil faialenses que não participaram na assinatura do documento? Deveria falar apenas de quem assinou, ou não?
Na discussão pública do projeto, importam os poucos que participaram; na assinatura da petição, os que não participaram é que vêm à baila!
Seguindo a lógica do raciocínio do presidente da Câmara há mais de 13 mil faialenses que não se identificam com a Frente Mar, pois não participaram na consulta pública, que serão os mesmos que não se reveem na petição, porque não a assinaram.
Este malabarismo matemático-político só teria possibilidade de ser produzido por uma mente iluminada!
Quando dá jeito, invoca-se quem preferiu ficar em casa e não dizer nada; quando não dá, esses mesmos faialenses já não são tidos nem achados.
O presidente da Câmara, com um ar seráfico, gosta muito de usar a palavra “lealdade”. Na sessão de hoje da Assembleia Municipal usou-a duas vezes. Eu pergunto: foi leal ao proceder da forma como acabo de descrever?
Uma das desculpas (esfarrapada) do presidente da Câmara para justificar a sua falta de resposta aos peticionários foi o facto de a petição estar a ser analisada no âmbito da Assembleia Municipal e a este órgão competir dar a resposta.
Ora, momentos depois da versão apresentada pelo presidente da Câmara uma deputada municipal do PSD explicou que a petição foi dirigida à Câmara e, por isso, é a Câmara que tem que responder, pois a Assembleia Municipal apenas recebeu uma comunicação de que o documento fora entregue ao presidente do Município. Nuna Menezes acrescentou que, legalmente, uma petição é dirigida à Câmara e não à Assembleia, que não tem competência na matéria.
Então, das duas, uma: o presidente da Câmara desconhece a lei ou usou este artifício para fugir com o rabo à seringa.
Há lealdade neste procedimento?
Por fim e ainda a propósito das palavras queridas do presidente da Câmara, tenho ouvido milhentas vezes a palavra “diálogo”, saída da sua boca.
No que toca à Frente Mar, sela sempre as suas intervenções dizendo que a Câmara está disposta a dialogar com todos, mas a verdade é que no caso dos peticionários virou-lhes as costas pura e simplesmente. Aliás, sempre erguendo a bandeira do diálogo vai fazendo como quer.
Se o presidente da Câmara fosse um político coerente já tinha esclarecido tudo isto de uma vez por todas: bastava dizer que a obra vai avançar como está projetado, mas o presidente da Câmara não resiste à tentação de querer agradar a todos.
O argumento, hoje apresentado, de que mexer no projeto implicaria recuar 10 anos e levantar as calçadas do adro da igreja das Angústias e do Largo do Infante, mostra, mais uma vez, como a demagogia facilmente toma o lugar da lealdade.
A talho de foice e ainda sobre diálogo:
Na questão do reordenamento do Porto da Horta uma das frases que mais tenho escutado ao presidente da Câmara é que é necessário reunir a comunidade portuária e estabelecer pontes de diálogo.
Sendo presidente da Câmara, com toda a legitimidade que lhe advém do cargo, do que é que está à espera para encetar esse diálogo?
Ou diálogo e lealdade são apenas palavras para enfeitar discursos? |x
Manuela Bairos and 8 others
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  • Joaquim Rodrigues

    Toda esta prosa faz-me lembrar o Pedro e o lobo mas atrás de tempo, tempo vem estaremos cá para ver
  • Joaquim Rodrigues

    E mais chegamos à conclusão que o rei vai nu
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    Manuela Bairos

    A sessão de hoje teve o mérito de clarificar os propósitos da CMH Ficámos a saber que tenciona retirar o piso da avenida e recolocá-lo na Marcelino Lima … também fazer um roteiro da calçada portuguesa na Horta para assim neutralizar a reivindicação .…

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    Manuela Bairos

    Mas mais incompreensível foram as alegações de falta de lisura com que me premiou por ter alegadamente dirigido uma “queixa” a UE sobre a utilização de fundos, já no fim da sessão quando eu já não teria o benefício do microfone… Na realidade, peran…

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    • Margarida De Bem Madruga

      Manuela Bairos , atacam porque estão com medo. São inseguros, sem capacidade técnica… ( lê o que escrevi abaixo ao João Garcia). A nossa cidade está a perder a raça!
      Obrigada pela tua generosidade e amor a esta causa. Mas esta, é uma terra de cegos…
  • João Garcia

    Participaram nas sessões públicas pouco mais do que 200 pessoas, nas sessões promovidas na Ilha do Faial, houve pouco mais de 30 consultas online, e passaram pelo Banco de Portugal para ver as exposições e a maqueta menos de 600 pessoas. (Julgo que dur…

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    • Margarida De Bem Madruga

      João Garcia, o presidente da Câmara não é político. Não está imbuído das tramas e das manhas de quem anda na política. Ele é um homem bom, mas isso não chega para o cargo que exerce. Cá está o princípio de PETER…
      O presidente já percebeu a camisa de…

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  • Margarida De Bem Madruga

    BOCA SANTA!
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  • Albino Manuel Terra Garcia

    Do que aí se depreende (da questão da calçada) é que, como em toda a parte, a maioria dos faialenses está desligada da política e não se preocupa com essas questões, talvez nem mesmo alguns daqueles que foram levados a assinar a referida petição…
    Em…

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    Manuela Bairos replied
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Jornalista Hugo Cadete suspenso da RTP há dois meses – Tv Media – Correio da Manhã

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Repórter foi acusado de olhar fixamente para o “superior hierárquico” Hélder Silva.

Source: Jornalista Hugo Cadete suspenso da RTP há dois meses – Tv Media – Correio da Manhã

memória do 36ºcolóquio PDL 2022

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Algures no meio do Atlântico, onde Anthero, Nemésio, Dias de Melo, Natália, Eduíno, Vasco, Álamo… cantam a língua portuguesa, com diversos sotaques e efabulam o ser Ilhéu.
By Eduardo Bettencourt Pinto, amigo, poeta, fotógrafo e outros ofícios tais, como fazer desenhos na mesa de qualquer restaurante. Boas Festas para os Amigos da Lusofonia.
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telmo nunes passeio de natal

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PASSEIO DE NATAL
A tarde oferecia-se soalheira e convidava a um passeio, pelo que decidimos – a Susana e eu – descer à Baixa e deambular pelas principais ruas de Ponta Delgada, sem outro rumo além daquele onde nos levasse o acaso. Assim que se apercebeu da iminência da saída, o pequeno Filipinho vibrou: «Vamos à pista de gelo, papá, vamos?! Por favor!» Fomos, claro que fomos, e divertimo-nos imenso, riscando a alvura do piso com movimentos pouco ou mesmo nada graciosos, mas suficientemente atrapalhados para nos fazer explodir em audíveis gargalhadas. Nada que nos envergonhasse ou interferisse com a alegria que sentíamos por ali estarmos os três, num prazeroso momento aproveitado em família. Fruto da novidade natalícia e contando com a escassez de oportunidades, a gente que por ali deambulava era em número considerável, assim como muito era também o tempo de espera para usufruir daquela espécie de rinque, onde cada um se debatia com o seu próprio equilíbrio, tentando manter uma postura corporal aceitável, escapando, dessa forma, à chacota alheia. Todos gargalhavam e todos eram felizes!
À saída, já a hora seguia avançada, mas nem por isso se apresentava menos convidativo o passeio. O Sol, embora arrefecido, tocava-nos a face, acendendo uma sensação de benévolo conforto, à medida que caminhávamos ao redor do Campo de São Francisco. Bem no centro da Praça, alguns rapazinhos apressavam-se e lançavam gritos de alerta, protegidos pela elevação do vetusto coreto, enquanto outros, valendo-se de ardilosas manhas, se preparavam para tomar de assalto aquele que seria o bastião mais cobiçado. Todos riam e todos eram felizes!
Ao cruzar o quiosque que se presta a forrar o estômago de quem ali se queira demorar, decidimos parar e beber um café. «Eu quero um suminho de pêssego, mamã», adiantou-se o pequeno Filipe. Sentámo-nos e, de olhar cauteloso, pousado nas andanças do meu filho, não pude evitar o relance sobre a expressividade patente no «Monumento ao Marinheiro Português», da autoria do escultor Diogo Macedo, assim como um demorado olhar sobre a beleza do jardim que adorna a frente do Forte de São Brás, no limite sul do Campo de São Francisco, ou Praça 5 de Outubro, como também é designado. Assaltou-me a memória um admirável texto de Tomaz Borba Vieira, onde descreve, com singular brilhantismo, a vida que por ali pulsava, aquando da existência de «[…] um belo espelho de água ambicionado por toda a rapaziada que desejava experimentar como navegavam os pequenos barcos que cada qual possuía.» Já na altura, todos brincavam e todos eram felizes!
Com a descida da temperatura, propusemo-nos continuar e subimos o Campo pelo lado poente, satisfazendo a curiosidade e apreciando as obras, que decorrem a bom ritmo, naquele que é um dos mais bonitos imóveis da cidade. Oxalá venham dignificar mais ainda a beleza deste recanto de Ponta Delgada! Chegados ao Convento da Esperança e lançada humilde reverência, fui acometido pela imagem de todos aqueles fiéis que, em nome de uma Fé muito sua, percorrem toda aquela praça de joelhos em sangue e rezas na boca, e, embora não me caiba no discernimento tamanha autoflagelação, nutro muito respeito por estes crentes, muito mesmo, e desejo ardentemente que cada um encontre nesse pagamento de promessa a quietude de espírito que tanto almeja. Que também eles sejam felizes!
Continuámos, até o Filipinho nos deter junto de um dos vendedores de árvores que por ali tentam o negócio, durante a época natalícia. «Eh, senhô, isto ‘tá cada vez pió! A gente ´tá que nã vende nada de nada e as despesas são sempre a subi.» Confesso que me senti condoído com aquele desabafo, e mais ainda com a expressão triste que parecia querer saltar do rosto daquele velho senhor. «Nós já fizemos a nossa árvore! Está muito bonita, mas não é verdadeira. É daquelas de plástico.», lança o petiz bem alto, desmascarando-nos impiedosamente. Confesso que me senti um pouco embaraçado pela genuína inocência de um menino de quatro anos e, numa tentativa de minimizar os efeitos, acabámos por mercar umas sementes de trigo e de ervilhaca, de que, na verdade, não precisávamos. Alancámos, deixando feliz um velho vendedor de árvores!
À medida que o Sol se extinguia, entrámos no carro e continuámos assim o passeio pelas artérias que se adentram pela urbe. Para felicidade do pequeno menino acomodado no banco traseiro, já a iluminação natalícia estava ligada e as ruas se mostravam todas engalanadas, assim como vaidosas se exibiam as árvores, todas coloridas e brilhantes para celebrar a preceito a chegada do Salvador. Adormecia cansado o Filipe, feliz com a tarde que vivera!
Em boa verdade, também nós seguimos felizes até casa, satisfeitos com o passeio em família e inebriados por todo aquele brilho artificial que alivia a fealdade, com que habitualmente se matiza o centro histórico da nossa cidade. Enquanto por ali estivemos, enlevados por todo aquele quadro natalício, tendemos a esquecer aqueles que, por ali mesmo e durante todo o ano, deambulam ébrios ou aos tombos, sujos por dentro e sujos por fora, com uma mão estendida e outra empunhando um qualquer pacote de vinho barato, e sempre com algum impropério engatilhado, pronto a disparar; tendemos a esquecer aqueles que, por ali mesmo, vagueiam em busca da maquia certa para que também eles possam ser felizes, ainda que essa seja uma felicidade intrujona e trapaceira!
A todos, mas mesmo a todos, um feliz Natal!
Publicado no Diário dos Açores, a 23 de dezembro, 2022
📷 Presépio Centro Comercial SolMar
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