“Lamentamos muito”: Lar de terceira idade pede desculpa por contratar stripper para entreter idosos

Views: 1

Um lar de terceira idade que acolhe reformados do exército de Taiwan viu-se forçado a pedir desculpa após ter contratado uma stripper.

Source: “Lamentamos muito”: Lar de terceira idade pede desculpa por contratar stripper para entreter idosos

Sismo de 2,7 na escala de Richter sentido hoje na ilha do Faial – Jornal Açores 9

Views: 1

Um sismo de 2,7 na escala de Richter foi hoje sentido na ilha do Faial, revelou o Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores (CIVISA). Em comunicado, o CIVISA indica que o evento, registado pelas 10:30, foi sentido pela população com intensidade máxima IV (escala de Mercalli Modificada) nas freguesias de Ribeirinha e Pedro […]

Source: Sismo de 2,7 na escala de Richter sentido hoje na ilha do Faial – Jornal Açores 9

VÃO TODOS CAIR DE UMA JANELA…….85 Políticos russos unem-se todos e exigem afastamento de Putin

Views: 1

Um grupo de políticos russos uniu-se numa campanha contra Vladimir Putin e recolheram já mais de 85 assinaturas a exigir a sua renúncia.

Source: 85 Políticos russos unem-se todos e exigem afastamento de Putin

PEDRO GOMES COMO O AMOR

Views: 1

COMO O AMOR
Numa destas manhãs de luz direita e clara, andando a pé pela cidade, vejo um rapaz, com uns vinte e poucos anos, vestido como todos os jovens da sua geração – t-shirt colorida, calções de cor creme, abaixo dos joelhos, ténis – a escrever na parede de uma velha casa abandonada, de janelas e portas entaipadas e de destino incerto. Abrandei o passo, com curiosidade. Foi, talvez, o facto de não estar a desenhar, que me chamou a atenção. Indiferente ao movimento da rua, ainda escasso àquela hora matinal, ele escrevia. As letras, desenhadas a spray preto, abriam-se à brancura desmaiada da velha casa.
Ele percebeu que alguém o estava a olhar, mesmo estando de costas – como todos acabamos por perceber que somos olhados – pois voltou-se ligeiramente para mim e, sem esboçar qualquer outro gesto, regressou à escrita. Fiquei mais embaraçado do que ele, mas decidi esperar para ver o que escrevia.
Não demorou muito a acabar. Guardou a lata de spray na mochila, que levantou do chão, olhou para mim, agora de frente, e sorriu. De mochila às costas e de auscultadores nos ouvidos, desceu a rua, em direcção ao mar, sem olhar para trás uma única vez.
Num quadrado imaginário da parede virada para a rua, ficou escrito: “Ana, gosto de ti, como as nuvens gostam do céu. João”. A declaração de amor ficou escrita para a cidade e para o mundo, de um modo indelével, até que o tempo a apague. Pensei na misteriosa Ana, destinatária da mensagem. Seria uma namorada ou uma mãe, a quem também se fazem declarações de amor com a intensidade desta? Algum dia a mulher amada saberá desta declaração? Os seus passos serão guiados para este lugar? O que pensará quando olhar o poema-declaração que João lhe escreveu?
A velha casa volta a guardar o amor, no meio da cidade. Já não há gente a entrar ou a sair dela, as paredes já não recolhem ninguém, o tempo parou, emparedado nas janelas e portas tapadas, que não se voltam a abrir. O ruído da casa morreu no tempo, substituído pelo silêncio que prenuncia o seu fim. Já não se houve a voz da mãe a chamar os filhos para a mesa, a voz dos miúdos nas infinitas gritarias próprias da idade, a voz do avô a contar uma história antiga. As vozes da casa calaram-se. Renascem para murmurar a declaração de amor: “como as nuvens gostam do céu”. O céu precisa das nuvens. Como escreveu Ana Luísa Amaral, “por milagre, ou acaso, é assim/que estas coisas acontecem:/espalhadas pelo mundo”.
A severidade do tempo apagará, um dia, a declaração de amor, de um amor público, que não se resguarda dos olhares dos outros, mas que se abre ao mundo e o espanta, pela forma como é confessado. Um amor ousado, no despudor do olhar dos outros, que adivinharão o bater dos corações enamorados.
Esta declaração de amor tem o sabor da transgressão, que todo o amor assume. Proclame-se ao mundo: um homem ama uma mulher. Passo por aquela casa muitas vezes e penso na mulher desconhecida, a quem o amor se declarou. De certo modo, invejo-a.
A pedra escolhida é uma pedra transformada na habitação do amor.
(Publicado a 14 de Setembro de 2022, no Açoriano Oriental)
You and 2 others
Like

Comment
Share

ESCRAVOS

Views: 1

May be an image of 2 people
HOW ARABS CAME TO BE IN THE NORTHERN PART OF AFRICA
Arab slavery had already begun in Africa more than 700 years before the European transatlantic slave trade.
The slave trade began when the Arabs invaded North Africa for the first time in the 7th century AD.
The first Arab entry into Africa was through Egypt.
An Arab military general named General Amir Aben Alas invaded Egypt in December 639 AD.
Amir had successfully conquered Egypt and went ahead and conquered other places such as Tunisia and western Libya.
Once these areas had been completely conquered by the Arabs, they imposed tributes of 360 slaves in all regions they occupied and controlled.
With this Islamic slave trade in Africa, North Africans were Islamized by their Arab slave masters.
Today, many Africans pose as Muslims without knowing how the owners of such a religion brutally enslaved their black African ancestors for over 700 years.
Remember that every time you see a modern Egyptian claim to be of North African origin,
2
Like

Comment
Share

não se morre de qualquer maneira

Views: 1

NÃO MORREMOS ASSIM DE QUALQUER MANEIRA
A semana passada deixei de comer chouriços. E presunto. E fiambre. E mortadela!!! Esta semana deixei de comer queijo. “Afecta a mesma molécula das drogas duras”, dizia um estudo. Eu não quero ter nada a ver com isso, gosto muito de queijo, mas não quero ter nada a ver com drogas, muito menos ser visto como um agarrado ao queijo. Acabou-se com o queijo cá em casa. Também já tinha acabado com o pão, por isso…
O mês passado deixei de beber vinho branco. Um estudo dizia que fazia mal a não sei quê. Se calhar era cancro também. Passei a beber só tinto que dizia um estudo ser ideal para uma série de coisas. Esta semana voltei a beber branco porque entretanto saiu um estudo a dizer que afinal o branco até tem propriedades que fazem bem e muito tinto é que não. Comecei a reduzir no tinto mas, também, acho que compreendem, não quero morrer assim de qualquer maneira.
Cortei nas azeitonas também porque um estudo dizia que têm demasiada gordura, são muito insaturadas, ou lá o que é, mas não parece nada bom.
Andava praticamente a peixe até perceber que os portugueses comem peixe a mais e são, por isso, prejudiciais ao ambiente. Eu sei que não moro no continente mas como sou português, e ainda contam todos para o estudo, sei lá, os que estão e os que não estão, e como eu não quero ser acusado de inimigo do ambiente, ando a cortar no peixe também. Especialmente no atum que está cheio de chumbo e o bacalhau também porque causa daquele estudo que saiu sobre a quantidade de sal mas, também, acho que compreendem, não quero morrer assim de qualquer maneira.
Esta semana saiu um estudo a dizer que afinal o vinho em geral faz mal. Fiquei devastado. Há dois meses foram as couves roxas. Vi até um especialista na televisão dizer que não devíamos comer nada cuja cor seja roxa; “é sinal que não é para comer”, dizia. Arroz também quase não como porque engorda, quanto mais esfregado pior, e saiu um estudo a dizer que implica com uma função qualquer mais ou menos delicada. Não é a reprodutora porque acho que essa é com a soja. Dá hormonas femininas aos homens, e consequentes mamas, o raio da soja (!) e prejudica as funções todas. Não, soja nem pensar!
Leite também já há muito que me livrei dele. Foi, salvo erro, desde que saiu um estudo a dizer que o nosso corpo não está preparado para leites. Por isso, leite não. Sumos de frutas também dispenso enquanto não resolverem o problema levantado no estudo que apontava para… não sei muito bem para quê, mas apontava e não era nada excitante mas, também, acho que compreendem, não quero morrer assim de qualquer maneira.
Carne vermelha, claro, também não. Ataca o coração, diz o estudo. Galinha nem sonhar porque umas estão cheias de gripe e as outras encharcadas de antibióticos. Além de que carne de galinha a mais, como dizia outro estudo, impacta com o desenvolvimento dental, o que até parecia óbvio mas ninguém percebia, pois as galinhas não desenvolvem dentes. Cortei a galinha há muito tempo. Porco? Só a brincar. É óbvio que não há cá porco. Não chegassem as salsichas e afins ainda veio este outro estudo, ou ainda não leu? Pois então, diz que o excesso de carne de porco pode provocar uma diminuição de massa cinzenta e o aumento dos ciclos atópicos do mastoideu singular. Ninguém quer passar por isso! Você quer? Eu não mas, também, acho que compreende, não quero morrer assim de qualquer maneira. Esqueça-se a carne de porco, pelo amor da santa!
Ah!… Já me esquecia do glúten! Glúten, também não. É que nem pensar! Durante muitos anos nem sabia que existia, mas desde que me apercebi da existência de semelhante coisa arredei tudo o que tivesse glúten. Deixa-me pouca escolha mas, também, acho que compreendem, não quero morrer assim de qualquer maneira.
Ovos! Claro que também não como ovos. Primeiro porque não sou nenhum ovíparo e depois por causa das quantidades de coisas que aquele estudo que saiu a semana passada dizia. É um rol senhores, um rol e colesterol! Vão ver e admirem-se! Os ovos! Quem diria os ovos… Enfim, é a vida: ovos nem vê-los! Como a manteiga: é só gordura! Desde que acabei com o pão e com o queijo, a manteiga também, por assim dizer, deixou de fazer falta. Ainda a usava para fritar ovos mas agora também não se pode comer ovos… Pois, a manteiga, dizia o estudo, é só gordura animal e animais não devem comer a gordura uns dos outros. Pareceu-me um bom fundamento e acabei com a manteiga.
Ia fazer uma salada. Sem muito azeite, claro, porque, compreendem, não quero morrer assim de qualquer maneira, sem sal, naturalmente e vinagre só do orgânico, porque, compreendem, não quero morrer assim de qualquer maneira…
É quando recebo um email com o título “Novo Estudo Aconselha a Ingestão Moderada de Saladas e Hortaliças”.
Enchi um copo de água, filtrada, naturalmente, de garrafa de vidro e sorvi um golo ávido. Espero que não me faça mal.
Maria Antónia Fraga and 1 other
Like

 

Comment
0 comments

turismo de massas destroi praias

Views: 1

Thai court orders repair of The Beach location 22 years after filming.
Ruling on Maya Bay, on Ko Phi Phi Leh, comes decades after local authorities filed lawsuit over environmental harm.
More than two decades after the Hollywood film The Beach was shot at Thailand’s glittering Maya Bay, the kingdom’s supreme court has ordered officials to press ahead with environmental rehabilitation work.
The 2000 adventure drama, starring Leonardo DiCaprio, drew criticism for the impact of the shoot on the once pristine sands of the bay, located on the island of Ko Phi Phi Leh in southern Thailand.
The film-makers planted dozens of coconut trees to give a more “tropical” feel to Maya Bay and were accused of ripping up vegetation growing on sand dunes.
However, the US production studio 20th Century Fox insisted it left the beach exactly as it had found it and that it had removed tonnes of rubbish.
Local authorities filed a civil lawsuit in late 1999 against Thai government agencies, 20th Century Fox and a Thai film coordinator, seeking 100m baht in compensation for environmental damage.
On Tuesday, the supreme court in Bangkok upheld a previous ruling by a civil court that the royal forest department was liable for rehabilitating Maya Bay.
In a final ruling, the supreme court ordered the department to form a committee to make a rehabilitation plan within 30 days.
Environmental campaigners launched two unsuccessful legal challenges to stop filming of the movie, based on Alex Garland’s cult novel, over concerns about ecological damage.
The film put Maya Bay on the map and it fell victim to mass tourism.
It was closed in October 2018 to allow it to recover from the impact of a daily influx of 6,000 visitors.
The entire Phi Phi archipelago was forced into a convalescence when the global pandemic hit and visitor numbers dwindled to virtually nil as Thailand imposed tough travel rules.
Maya Bay reopened to tourists at the start of 2022, but visitor numbers are capped to try to limit ecological damage.
Lola Couto Rosário and 8 others
5 comments
1 share
Like

Comment
Share
5 comments
Most relevant

  • Maria Filomena Fontes

    Têm mesmo que limitar o número de turistas. Como estava era impossível. Tinha que se andar muito pra encontrar um lugar decente aqui. Turismo predatório em nível máximo, nem no mar se conseguia estar em paz com os milhares de turistas em barquinhos, a …

    See more
    • Like

    • Reply
    • 7 h
    • Luis Almeida Pinto

      Eu adoro a Tailândia e os tailandeses, Maria Filomena, e conheci lugares fantásticos, em praias, ilhas e montanhas, sem turismo de massas, por causa de amigos locais, que ainda hoje conservo.
      Mas também fui às ilhas Phi Phi, e outras idênticas, e realm…

      See more
      • Like

      • Reply
      • 7 h
    • Bruno Santos

      Luis Almeida Pinto vais lá agora e é só plástico a flutuar, passei horas a limpar praias, juntaram-se muitos turistas. Tailandeses nem um!
      • Like

      • Reply
      • 3 h
    • Luis Almeida Pinto

      Bruno Santos, triste novidade…🥺
      • Like

      • Reply
      • 3 h
    • Armelle de Lainsecq

      Bruno Santos it depends of the days tide etc. I have seen clean beaches too. When you where there it was the rainy season (still). Big waves all the time, red flag always. Very few tourists , mainly local expats.
      • Like

      • Reply
      • 2 h