Madeira e Açores consideram “despropositada” posição de ministro sobre tempo de serviço dos professores – Jornal Açores 9

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Os governos da Madeira (PSD/CDS-PP) e dos Açores (PSD/CDS-PP/PPM) classificaram hoje como “despropositadas” as declarações do ministro da Educação, João Costa, sobre o processo de recuperação do tempo de serviço dos professores nas regiões autónomas. “Nós entendemos que estas declarações, sendo completamente despropositadas, não deixam também de ter uma outra intenção, que é a de […]

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caem que nem tordos…..Oligarca russo encontrado morto após cair de barco

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O alto funcionário russo Ivan Pechorin foi declarado morto no sábado após uma queda de barco. De acordo com as agências russas, Pechorin morreu, alegadamente, devido a uma intoxicação por álcool. Este é o mais recente oligarca russo a morrer em circunstâncias duvidosas desde que a Rússia invadiu a Ucrânia.

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Estúdio de Guitarra Portuguesa dos Açores,

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É com muita honra que anuncio formalmente a criação do Estúdio de Guitarra Portuguesa dos Açores, e o lançamento oficial da Classe de Fado e Guitarra Portuguesa. É um projecto inovador dedicado ao ensino e divulgação da guitarra portuguesa, da viola e do baixo, bem como ao aperfeiçoamento vocal, no contexto do Fado. Conta com a supervisão de Custodio Castelo, com o Alfredo Almeida (formador de viola) e com o apoio técnico do Luthier Hugo Raposo.
As Aulas Abertas, para esclarecimento de dúvidas e informações gerais, serão entre 17 e 24 de Setembro, e o curso inicia-se em Outubro. É gratuito (há uma taxa de inscrição para cada módulo) e as vagas são limitadas. Pré-inscrições aqui:
Apresentação:
Estúdio de Guitarra Portuguesa dos Açores (EGPA)
O Estúdio de Guitarra Portuguesa dos Açores tem por missão a criação de oportunidades para o ensino, divulgação e dignificação da Guitarra Portuguesa e do Fado nos Açores.
É uma iniciativa do músico e guitarrista Açoriano Rafael Fraga, com a supervisão de Custódio Castelo, professor responsável pela classe de Guitarra Portuguesa da Escola Superior de Artes (ESART) do Instituto Politécnico de Castelo Branco, instituição pioneira mundial no Ensino Superior de Guitarra Portuguesa.
Conta ainda com a colaboração do guitarrista Alfredo Almeida (formador em viola de Fado), do construtor de instrumentos micaelense Hugo Raposo, bem como de outros profissionais ligados à Guitarra Portuguesa ao Fado.
O projecto-piloto do Estúdio será a Classe de Fado e Guitarra Portuguesa, que dinamizará aulas práticas no contexto do Fado. Estas aulas decorrerão semanalmente entre Outubro de 2022 e Junho de 2023, e terão uma duração aproximada de 90 minutos. Terão lugar em São Miguel, em regime presencial, prevendo-se ainda a disponibilização de conteúdos on-line que possibilitem a participação de interessados sediados noutras ilhas.
Pode participar qualquer pessoa a partir dos 14 anos de idade, que deseje aprender ou aperfeiçoar uma das seguintes valências:
– guitarra portuguesa
– aperfeiçoamento vocal e melhoramento na área do Fado
– viola de Fado
– viola baixo
A nível de guitarra portuguesa serão abordadas questões técnicas essenciais, incluindo a execução de unhas personalizadas, materiais e forma a utilizar, bem como demais elementos essenciais para a definição da qualidade de som, repertório e técnicas de acompanhamento.
Os participantes deverão ter os seus próprios instrumentos, podendo contactar o Estúdio caso desejem adquirir um instrumento e precisem de auxílio na sua escolha, ou não tendo meios para o adquirir.
As aulas serão gratuitas. A inscrição implica apenas um pagamento de €30 por módulo/período, para cobrir despesas administrativas e os custos dos materiais pedagógicos.
As aulas serão abertas a todos os níveis (iniciação e aperfeiçoamento), em grupo, e consistirão na elaboração supervisionada de um repertório de Fado, a apresentar publicamente.
Os interessados deverão entrar em contacto com o coordenador ou/e preencher a ficha de pré-inscrição:
Classe De Fado e Guitarra Portuguesa – Calendário
Aulas abertas / sessões de esclarecimento: 17 a 24 Setembro de 2022
Módulo 1 – Outubro a Dezembro de 2022
Módulo 2 – Janeiro a Março de 2023
Módulo 3 – Abril a Junho de 2023
Contactos:
Rafael Fraga – coordenador
Telefone / Whatsapp: 969725337
E-mail: rafaelfragamusic@gmail.com
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Pedro Paulo Camara, Henrique Constância and 63 others
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Sobre Um punhado de areia nas mãos – Diário II, de Maria João Ruivo

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Sobre Um punhado de areia nas mãos – Diário II, de Maria João Ruivo, Letras Lavadas, 2022
Aprouve-me escrever sobre este livro de Maria João Ruivo, conquanto não seja minha intenção recenseá-lo ou sobre ele tecer considerações de fôlego, até porque isto já o fizeram as Professoras Rosa Goulart (no Prefácio) e Leonor Sampaio da Silva (na apresentação da obra), ambas com brilhantismo. Não podia, no entanto, ler tão delicioso livro e guardar as impressões que dele me ficaram só para mim.
Maria João Ruivo abraçou o género diarístico em boa hora, e este já é o segundo volume de Um punhado de areia nas mãos. A autora manobra com destreza o género em causa, género este que tem inúmeras valências, isto é, que permite ao autor (no caso, autora) discorrer sobre tudo aquilo que lhe aprouver e tecer todas as considerações que quiser tecer. Como notaram Rosa Goulart e Leonor Sampaio da Silva, este diário de Maria João Ruivo alicerça-se no campo dos afetos. Não se fica a autora, porém, apenas por um registo intimista ou por se referir somente ao que sente e às suas relações com a família – o que já seria muito, pois estes aspetos estão muito bem expostos, não sendo demasiado contida a autora nem excessivamente atreita ao sentimento, isto é, há sentimento nas páginas do livro – os afetos –, mas nunca sentimentalismo fácil, até porque a escrita de Maria João Ruivo é cuidada sem ser “esquisita”, é bela sem o excesso de “retoques” poéticos. A autora fala um pouco de tudo quanto a rodeia, mostrando uma vertente cívica de valor, que me lembrou Garrett, nas Viagens na Minha Terra: “protesto que de quanto vir e ouvir, de quanto eu pensar e sentir se há de fazer crónica.”
Desta “crónica” que Maria João Ruivo enceta, toda filtrada pela sua reta formação de exemplar cidadã, fazem parte reflexões sobre a política, sobre a pandemia, sobre a guerra na Ucrânia, sobre o ensino, sobre a corrupção, e mais, podendo dizer-se que, no conjunto da obra, temos um fresco sobre este Portugal e, em especial, estes Açores dos últimos quatro anos. É acutilante e alheia a medos a crítica de Maia João Ruivo, eventualmente não agradará a muitos daqueles a quem é dirigida, mas, por isso mesmo, de grande valia. Devo confessar que me agradou particularmente a crítica dirigida a este nosso sistema de ensino, que é uma ditadura dos alunos e respetivos pais, atirando a figura do professor para um limbo de confusões.
Parabéns

, Maria João. Que venha o terceiro.

Ana Franco, Ana Isabel D’Arruda and 18 others
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PARABÉNS NATÁLIA

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[Natália Correia nasceu a 13 de Setembro de 1923]
Senhores jurados sou um
poeta um multipétalo uivo um defeito e ando com
uma camisa de vento ao contrário do esqueleto
Sou um vestíbulo do impossível um lápis de
armazenado espanto e por fim com a paciência dos versos
espero viver dentro de mim Sou em código o azul
de todos (curtido couro de cicatrizes) uma
avaria cantante na maquineta dos felizes
Senhores banqueiros sois a cidade o vosso enfarte
serei não há cidade sem o parque do sono que
vos roubei Senhores professores que puseste
a prémio minha rara edição de raptar-me em
crianças que salvo do incêndio da vossa lição
Senhores tiranos que do baralho de em pó volverdes
sois os reis sou um poeta jogo-me aos dados
ganho as paisagens que não vereis Senhores
heróis até aos dentes puro exercício de ninguém
minha cobardia é esperar-vos umas estrofes mais
além Senhores três quatro cinco e sete que
medo vos pôs na ordem ? que pavor fechou o leque
da vossa diferença enquanto homem ? Senhores
juízes que não molhais a pena na tinta da natureza
não apedrejeis meu pássaro sem que ele cante
minha defesa Sou uma impudência a mesa posta
de um verso onde o possa escrever ó
subalimentados do sonho ! a poesia é para comer.
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BISNETOS

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History repeats itself…
Queen Victoria reigned for a very long time.
When she died, Her son became Edward VII.
A woman named Alice Keppel was his long-time mistress and confidante.
Queen Elizabeth II reigned for a very long time.
When she died, Her son became Charles III.
Charles III is Edward VII’s Great-Great Grandson.
Camilla is Alice Keppel’s Great Granddaughter.

PEDRO DA SILVEIRA

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Realiza-se amanhã e depois (dias 14 e 15 de setembro) o Colóquio “Pedro da Silveira – faces de um poliedro cultural”, comemorativo do centenário do nascimento deste autor e investigador açoriano. Os trabalhos decorrerão na Universidade dos Açores (no Anfiteatro VIII) e na Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada (BPARPD) com vários painéis sobre as várias atividades de Pedro da Silveira: poeta, crítico literário, tradutor, colaborador da imprensa, investigador em História e Etnografia.
No dia 14, na BPARPD, pelas 18 horas, decorrerá uma mesa-redonda sobre a colaboração de Pedro da Silveira na imprensa. No dia 15, também na BPARPD, pelas 16.30, será exibido o documentário “Os Livros que Ficaram por Ler”, de Sandra Cristina Sousa, sobre a vida e a obra de Pedro da Silveira, e, a seguir, na sessão de encerramento do colóquio, será lançada a obra “Muito mais que paisagem”, que conta com textos literários de vários autores e ilustrações de alunos de artes da ESAQ.
A entrada é livre. Esperamos por si!
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Sylvie Castro, Deolinda M Adao and 4 others
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