no pico choveu a potes

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TEMPESTADE TROPICAL #GASTON – AÇORES – MAIS DE 250mm no Pico em 9 horas 😮
Hoje, a estação Cabeço do Teicho, no Pico, registou cerca de 250mm em apenas 9h (00h > 9h da manhã) deste Sábado
É um valor absolutamente incrível… potenciado pelo efeito de montanha… outros locais registaram valores localmente muito elevados, espero que não tenha havido estragos… o ciclone continua a deslocação agora para Sul e vai afastar-se, mas continuarão a haver aguaceiros…
O valor de 250mm em 9 horas corresponde ao normal de 2 meses de precipitação em boa parte dos locais de Portugal Continental no Inverno, para termos uma perspetiva…
E por falar em Continente, perspetiva-se um início de Outubro com 35 graus… Surpreende? A mim não, infelizmente, a seca está para durar, mas ainda deve chover alguma coisa no fim do mês, no Norte e litoral, muito pouco…
Setembro positivo apesar de tudo, mas já vos mostro os mapas de água no solo… a recuperação, e novamente, agora, estamos como estávamos, praticamente… assim como o nível de água nas barragens, que subiu muito pouco, infelizmente 🙁
Obrigado pela sua confiança, e fique atento a mais previsões à medida que a Luso Meteo retoma a atividade normal neste Outono…
Bom fim-de-semana!

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Milhares de russos estão a tentar fugir para a Finlândia

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Milhares de russos tentam escapar da Rússia através da fronteira com a Finlândia, que tem o tráfego está mais movimentado do que o normal.

Source: Milhares de russos estão a tentar fugir para a Finlândia

These Vintage Hygiene Practices Are the Very Opposite of Clean

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Snail Slime for Sore Throats We put together a list of some old hygiene facts that would make anyone thankful they’re living in the modern age — even though some of these old hygiene habits are still in use! Check out the bizarre ways people used to get clean and overcome illnesses: some of these […]

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Mistério com uma morte no passado do duplo homicida dos Açores que queimou os corpos das vítimas – Portugal – Correio da Manhã

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Primeiro marido da mulher do assassino desapareceu há alguns anos e ninguém sabe o que lhe aconteceu.

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DIAS DE MELO DEIXOU-NOS HÁ 14 ANOS

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Faz hoje 14 anos que o escritor Dias de Melo faleceu e que um dia disse:
“Sou escritor. Português – porque sou cidadão do meu País, Portugal. Açoriano – porque sou cidadão dos Açores. Mas, mais restritamente e acima de tudo – sou um escritor do Pico. Da minha Ilha, da minha Terra. E, porque sou Povo – do Povo da minha, da nossa Ilha, da minha, da nossa Terra”
Dias de Melo nasceu na freguesia da Calheta de Nesquim, ilha do Pico a 8 de Abril de 1925 e faleceu na cidade de Ponta Delgada a 24 de Setembro de 2008. Iniciou o seu percurso literário nos anos 50 com um livro de poesia intitulado “Toadas do Mar e da Terra”. No entanto, foi com a sua obra “Pedras Negras” que ganhou maior destaque.
Quem privou mais de perto com ele, refere-o como um homem simples, bom conversador e extremamente culto
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Rui Goulart and 6 others
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PAULA SOUSA LIMA E AS PALAVRAS

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AMIGOS, aqui vai a crónica deste sábado:
Acerca das palavras LVIII – géneros e afins
Caríssimas leitoras e caríssimos leitores, conquanto possais ter uns quantos anos mais do que eu ou uns quantos menos, creio que todos vós aprendestes na escola – e verificastes na vida – que há dois géneros: o masculino e o feminino. Pois, assim todos aprendemos, assim todos cremos estar certos, mas não, não estamos, somos todos, ou quase todos, muito ignorantes, muito distantes do que se considera efetivamente certo – certo neste tempo que é o nosso e que não cessa de nos surpreender, para o bem e para o mal.
Todos vós que me leis muito bem sabeis que se tem feito, de há uns largos anos para cá, finca-pé no respeitante à dicotomia masculino/feminino e à necessidade de a sublinharmos na escrita com fórmulas extenuantes, que exigem sempre o “a” depois dum “o”. Essa necessidade, tão defendida por senhoras exímias na defesa dum feminismo algo oco e feito de fórmulas, é coisa que hoje, no momento em que escrevo, vai sendo condenada. Sim, amáveis leitoras e leitores, condenada, considerada imprópria, desrespeitosa, espartilhadora, por aí fora. Agora que eu já me tinha habituado a explicitar masculino e feminino, vêm dizer-me que estou errada, que estou ultrapassada, que firo a sensibilidade de algumas pessoas, e mais não sei quê, nem quero saber, mas tenho de saber, caso contrário ainda vou a linchamento público, credo, é caso para temer.
Ora, então o que é que se passa? Passa-se que, depois de tanto tempo a afirmarmos a diferença do feminino e o respeito pela explicitação deste género, depois de homens e mulheres terem descoberto que haviam nascido no corpo errado e feito difíceis transformações físicas para mudarem de sexo, apareceram uns seres iluminados a dizer que não se identificavam com o género masculino nem com o feminino ou que só se identificavam parcialmente com um ou com outro ou, ainda, que se identificavam com os dois simultaneamente. Achais estranho? Não? Se não, congratulo-vos, pois eu, pedindo muita desculpa a essa comunidade híbrida ou fluída, creio que é fluída que se autodenomina, eu, confesso, ainda acho estranho. Mas vou habituar-me, farei por isso, respeitarei todos os géneros e afins.
Como é que fica a língua portuguesa no meio desta salganhada? (desculpai, caros fluídos) Não temos neutro, é um facto, o Latim tinha, podia ter-no-lo legado, mas não, não temos neutro. Todavia, ah, maravilha das maravilhas, houve quem, muito inteligente e cautelosamente, já tenha resolvido o problema. E como foi? Coisinha simples, notai, mesmo muito simples: escreve-se, por exemplo “amigo”; à frente, a seguir a uma barra, coloca-se o “a”, para não desagradar às senhoras, e ainda à frente, a seguir a outra barra, coloca-se “x”, para não desacomodar os fluídos, portanto ficamos com esta coisa deliciosa “caro/a/x amigo/a/x. Parece-vos, leitoras e leitores, que brinco? Não, não, garanto-vos que falo muito a sério, até já há organismos públicos a usar esta nova e encantadora fórmula. Outra maneira de contornar a questão é, em vez de se escrever “senhoras e senhores”, escrever-se “pessoas”. Muito elegante, obviamente.
Quedo-me a pensar em duas coisas: como se lerá o “x” e que fará a Igreja Católica perante esta questão da fluidez? Para a primeira pergunta não tenho resposta, mas ocorrem-me sons caricatos. No que se reporta à segunda, lembro que a célebre fórmula “fruto da videira e do trabalho do Homem” já passou a “fruto da videira e do trabalho das pessoas”. Bem, está perfeita, não precisa de retoques, pois “pessoas” é justamente a palavra que representa a fluidez. Mas não será possível que que Pedro ou João ou Judas tenham sido fluídos? E Maria de Magdala não se poderia sentir mulher e homem? Sabe-se lá. Não neguemos o que não sabemos. Por isso, se calhar, era mais adequado que a Bíblia declarasse: “Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos, às suas discípulas e a todxs xs outrxs…”
Gabriela Mota Vieira, Duarte Melo and 22 others
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  • Jorge M. Ferreira Santos

    Muito Bom. 😁( Também me ri. 😉). Beijinho
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  •  GIF may contain bien

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  • Ló Rego Costa

    Muito inteligente e actual. Afinal de contas, é o Séc. XXI e estamos a assistir a grandes mudanças. Para uns, as mudanças próprias da evolução deste século, para outros, a reacção natural a essas mudanças. As mentes mais abertas não sofrem tanta contrariedade…
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  • Ludgero Faleiro

    Cuidado com a excomunhão tá bem. Olhe que a “fuidez ou hibridez” vai queixar-se à Sta Sé e os pelourinhos nos adros das igrejas ainda poderão ter actividade “chibatória”😁😂
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  • Carmelio Rodrigues

    A transformação física muda o físico mas não o sexo.
    Até hoje, o sexo e’ impossível de se mudar; até hoje, não há transformação sexual.
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