DEMISSÕES NO HDES

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Hospital Ponta Delgada / Noticia Açoriano Oriental

Coordenadora da Rede de Cuidados Continuados pede demissão
A coordenadora da Rede de Cuidados Continuados Integrados e um outro elemento da equipa coordenadora apresentaram o pedido de demissão há cerca de um mês
Nenhuma descrição de foto disponível.
Ricardo Branco Cepeda and 2 others
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  • Ana Paula Santos

    Tudo manipulado , tudo perseguição ao Conselho de Administração 🙁 🙁🙁 Maria do Rosário Vidal foi nomeada Coordenadora da Unidade de Cuidados Continuados em 2019 . Antes, exerceu o cargo de Chefe da Unidade de Cuidados Paliativos do Hospital de Ponta Del…

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Governo dos Açores recusa casino no Pavilhão do Mar em Ponta Delgada – Jornal Açores 9

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O Governo dos Açores recusou hoje a possibilidade de ser instalado um casino no Pavilhão do Mar, em Ponta Delgada, apesar de a Portos dos Açores ter recebido uma proposta de concessão para a exploração daquela atividade. “A secretaria regional dos Transportes Turismo e Energia, enquanto responsável pela tutela operacional da Portos dos Açores, não […]

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o batalhão de AZOV

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BATALHÃO DE AZOV
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Organização
Líder Vadym Troyan
Efetivos 16.000 (2014)
Voluntários do batalhão Azov.
O Batalhão de Azov (em ucraniano: Полк Азов) é uma organização paramilitar atualmente ligada ao Ministério do Interior da Ucrânia criado em 2014 durante os protestos da Euromaidan.
Originalmente fundado como um grupo paramilitar voluntário, o grupo é acusado de ser uma organização neonazista e neofascista, além de ter envolvimento em vários casos de abusos de direitos humanos e crimes de guerra na Guerra civil no leste da Ucrânia, principalmente em casos de torturas, estupros, saques, limpeza étnica e perseguição de minorias como homossexuais, Judeus e Russos.
História
O grupo foi fundado por volta de 2014, durante a euromaidan, por Hooligans e ultras do FC Metalist Kharkiv e militantes de extrema-direita. O grupo acabou crescendo e logo se tornou uma organização paramilitar bem organizada que apoiava o governo ucraniano na luta contra separatistas pró-russos no leste da Ucrânia. Inicialmente o grupo se auto intitulava “Sect 82”, porém após uma bem sucedida e decisiva participação na Batalha de Mariupol,o grupo passou a se chamar “Batalhão de Azov ” devido ao fato da cidade de Mariupol se localizar próxima ao mar de Azov.
Em 2015, o grupo passou a ser um regimento da guarda nacional da Ucrânia, logo após o governo ucraniano ter aprovado uma lei que incorporava todas as facções paramilitares pró-governo ao exercito ucraniano, a medida foi fortemente criticada pelo governo russo e por organizações de direitos humanos.
Participação política
Em 2017, o grupo criou o seu braço político, o corpo nacional, um partido ultranacionalista que se opõe tanto a Rússia quanto a entrada da Ucrânia na OTAN e na União Europeia. Em 2016, Andriy Bilietsky, um dos fundadores do Batalhão de Azov, foi eleito vereador em Kharkiv.
Crimes de guerra
O grupo é acusado de vários crimes de guerra, incluindo execuções extrajudiciais, desaparecimentos forçados, destruição de locais de culto, tortura, estupros e perseguição de minorias. Em 2014, um vídeo no qual um membro do Batalhão de Azov aparece enforcando um soldado pró-russo emergiu na internet e várias mulheres tem relatado casos de estupro por membros do batalhão, algo que os lideres do batalhão negam. O grupo também é acusado de recrutar menores de idade para a guerra.
Neonazismo
O batalhão é acusado de utilizar vários símbolos fascistas e nazistas, como a Suástica, o Sol negro e a saudação romana, além de possuir membros com pensamentos antissemitas, racistas e homofóbicos.
O fundador do grupo, Andriy Biletski, nega que o grupo seja neonazista e afirma que o Batalhão de Azov é um “batalhão nacionalista que visa defender os interesses da Ucrânia”.
Recrutamento de estrangeiros
O Batalhão de Azov confirma que possui vários voluntários estrangeiros em suas fileiras, principalmente georgianos, romenos, alemães, ingleses, franceses, libaneses e até mesmo alguns russos.
A maioria desses voluntários são membros ou simpatizantes de grupos neonazistas, supremacistas brancos e ultranacionalistas. Em 2016, a Polícia Federal do Brasil desmantelou uma célula do Batalhão de Azov no Rio Grande do Sul que recrutava neonazistas brasileiros para serem enviados para a Ucrânia.
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Amadeu Pinto da Silva and 163 others
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    Carlos Fino

    Vejam bem, que não há só gaivotas em terra, quando um homem se põe a pensar…
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ucranianos e russos nos açores

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Residem oficialmente nos Açores
73 imigrantes da Ucrânia e 41 imigrantes da Rússia.
Ucranianos por ilha:
Santa Maria – 1
São Miguel – 33
Terceira – 13
Graciosa – 0
São Jorge – 2
Pico – 11
Faial – 7
Flores – 6
Corvo – 1
Russos por ilha:
Santa Maria – 0
São Miguel – 18
Terceira – 14
Graciosa – 0
São Jorge – 2
Pico – 6
Faial – 1
Flores – 0
Corvo – 0
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cossacos ucranianos

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Os cossacos não são russos, São Ucranianos.
Os cossacos ficaram imensamente conhecidos na Europa Ocidental nos meados do século XVII, em resultado da grande revolta de Bohdan Chmielnicki e dos zaporijianos contra a República das Duas Nações, no território da atual Ucrânia, revolta essa que veio abalar as fundações da Europa Oriental, fazendo com que os cossacos fossem mesmo considerados como os fundadores da Ucrânia.
Glory to Ukrainian Cossacks
YOUTUBE.COM
Glory to Ukrainian Cossacks
A video displaying the Zaporozhian Kozaks and their warrior traditions. This video is made to honor them for protecting the Ukrainian Lands from invasion and…
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UCRÃNIA EM CHAMAS – UMA OUTRA VISÃO

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UCRÃNIA EM CHAMAS – UMA OUTRA VISÃO
Pode ser uma imagem de 5 pessoas e fogo
Ucrânia: a encenação colorida de Maidan
Documentário ‘Ucrânia em chamas’, de 2016 e com várias entrevistas de Oliver Stone com o presidente da Rússia, mostra o roteiro de uma revolução teatral
Por Léa Maria Aarão Reis
Em 2016 foi lançado no Brasil o documentário de uma hora e meia, Ucrânia em chamas*, que procurava, com seriedade, apresentar a revolução colorida que ocorrera na Praça Maidan, em Kiev, dois anos antes. O evento deixou um rastro de violência e de sombrias reminiscências históricas na região que ressurgiram com força. A desinformação midiática promovida pela aliança Otan/CIA/Estados Unidos tinha sido competente, e o Ocidente ia seguindo os acontecimentos dessa guerra híbrida com pasmo e ansiedade. Os eventos se atropelavam na Ucrânia e constituíam o foco de um momento de transição que se iniciava, o qual, como acontece em todas as épocas em processo de mudança, é nebulosa e até sombria.
Agora, diante de um novo clímax na crise que vem se desdobrando desde então, Ukraine on Fire volta a ser um filme novo em folha. Importante para ser (re)visto porque relembra, de modo atraente e com montagem ágil, as raízes históricas dos eventos atuais, na região, e as bases sobre as quais a tal revolução colorida de 2014 foi planejada e posta em prática.
Produzido pelo diretor americano Oliver Stone e dirigido por um amigo do cineasta, o americano-ucraniano Ígor Lopateniuk, radicado na Califórnia, o doc desvenda a implicação dos EUA e da CIA no processo revolucionário em Kiev – com direito à célebre distribuição de sanduíches americanos para supostamente mitigar a fome da população, em plena Maidan, pelas mãos da vice-secretária de Estado americana para a Europa, Victoria Nuland. Uma imagem histórica, ridícula.
O documentário mostra a guerra sangrenta na região separatista pró-Rússia de Donbass, ao leste do país, e a reocupação da Península da Crimeia, único porto russo aberto durante todo o ano a despeito dos rigorosos invernos locais, e onde se situam estaleiros estratégicos para a Rússia.
Ígor Lopateniuk e Stone repudiam a versão grosseira de “rebelião popular” vendida por organizações públicas financiadas pela ONG norte-americana NED (National Endowment for Democracy) e pelos jornalistas financiados pelos EUA, e discutem o que determinou as ações do presidente russo e do ex-presidente da Ucrânia Viktor Yanukovitch, derrubado no processo do euromaidan e hoje refugiado na Rússia.
Ambos estão no filme (transmitido na época pela TV russa), entrevistados em Moscou por Oliver Stone, assim como o célebre jornalista investigativo americano Robert Parry, falecido dois anos depois dessa sua participação no documentário.
Oliver Stone apresenta as revoluções ucranianas de 2004, a ”laranja”, e a de 2014 como revoltas instigadas e planejadas fora do país e com a participação dos EUA.
Para quem não lembra: Oliver Stone é o autor do clássico Platoon, sobre a guerra do Vietnã, do polêmico JFK, a pergunta que não quer calar, onde ele esmiúça os eventos que levaram ao assassinato do Presidente John Kennedy, de Snowden, heroi ou traidor, de Wall Street e do doc As entrevistas de Putin, o seu longo encontro com Vladimir Putin, em Moscou e nos arredores da cidade, resultado de dois anos de viagens ao Kremlin.**
Num rápido prólogo, o seu filme sobre a Ucrânia adverte: ”Quando se trata de política, qualquer que seja o assunto, o tema é sempre o dinheiro”. No caso, o crucial abastecimento de gás natural russo diretamente para a Alemanha através de um novo gasoduto, o Nordstream 2, já concluído (que não atravessa a Ucrânia), o qual contribui para enfraquecer a exportação do gás liquefeito americano para os europeus.
Ucrânia em chamas ressalta a profunda divisão ideológica, histórica, existente no país. Partidários da extinta União Soviética, hoje, da Rússia (população de origem e idioma russos) de um lado, e do outro, nacionalistas neonazistas, inimigos ferozes de Moscou, como as cruéis milícias Galitizien, de extrema direita, manipuladas e usadas pela inteligência norte-americana desde o fim da Segunda Guerra Mundial, e o radical grupo Setor Direito.
No filme, outro lembrete importante: em 1946, os nacionalistas nazis ucranianos que lutaram junto com as tropas de Hitler, nunca foram levados para serem julgados em Nuremberg por pressão e obra da CIA.
Em uma entrevista a Stone, Putin comenta: ”Logo após a Ucrânia se tornar independente, começaram a privatização selvagem e o roubo escancarado da propriedade pública. O padrão de vida do povo ucraniano caiu imediatamente”.
Quando Stone pergunta se Yanukovitch “percebeu o dedo dos EUA” no levante de 2014, o ex-presidente responde: “Diversas delegações de países aliados aos americanos chegaram ao país e tomaram o partido dos manifestantes de Maidan, o que exacerbou o conflito”.
”Quando os manifestantes tomam prédios do governo, isso é aceitável? Seria aceitável se o embaixador ucraniano tivesse se aproximado dos manifestantes na cidade de Ferguson durante os tumultos de ruas nos Estados Unidos para distribuir biscoitos”? provoca Yanukovitch.
Em outra importante entrevista, o jornalista Robert Parry, célebre por ter coberto o caso Irã-Contras, fala sobre ”as ONGS que prepararam a revolução colorida de Kiev; algumas são entidades que, mais do que servir as pessoas necessitadas atendiam aos interesses de governos”.
”ONGs políticas e empresas de mídia financiadas pelos EUA surgiram a partir dos anos 80 e substituíram a CIA na promoção da agenda geopolítica dos EUA no exterior”, diz Parry.
Há oito anos, a ”revolução popular ucraniana”, assim vendida pela mídia ocidental, na verdade terá sido um golpe de Estado roteirizado e encenado por grupos nacionalistas radicais e pelo Departamento de Estado dos EUA.
Hoje, a crise, que nunca se resolveu, recrudesce com o governo desorientado de Biden necessitando criar novo conflito para neutralizar o fiasco da sua saída desonrosa do Afeganistão. Mas Putin parece que perdeu a paciência com as tropas da Otan cercando, cada vez mais, as suas fronteiras. E também porque a Rússia precisa dar um impulso à sua economia com o Nord Stream 2 funcionando rapidamente.
* O filme está disponível no YouTube, não mais na Netflix.
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