sem paciência para o descaso ambiental

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Eu estou a ficar velho e sem paciência
Não tenho mais paciência para malucada, hippies e pós-modernos. Não aguento mais ouvir gente a achar que muda qualquer coisa da realidade de desigualdade estrutural de género ou de orientação sexual, causada pelo capitalismo, por uma mudança semântica, com Xs, @s ou todes. Não aguento mais ouvir gente a achar que vai mudar qualquer coisa do cataclisma ecológico mudando o seu hábito de consumo. Parece que voltamos ao século XIX! O problema está na produção e na propriedade! É ela que condiciona tudo. Não adianta parar de tomar banho ou deixar de usar uns sacos plásticos, quando o problema para a maioria da humanidade é a falta do mínimo. Enquanto não se mudar o regime de propriedade e de produção, enquanto for a anarquia do capital a gerir em função do lucro, nada será resolvido. Ao menos deixemos aos trabalhadores o direito a tomar banhos (o consumo não-industrial é de menos de 10%). A alteração de consumo individual é possível para uma reduzidíssima percentagem da humanidade, pois a maioria luta para consumir o que quer que seja, votada à miséria total. Nas últimas décadas, se retirarmos os quinhentos milhões retirados da miséria na China, a miséria cresceu no mundo.
Não tenho paciência para a hipocrisia das grandes potências. Este é um dos maiores obstáculos ao debate ambiental: a utilização do mesmo para impedir o desenvolvimento dos povos do Terceiro Mundo, quando aqueles que no passado predaram até à exaustão o meio-ambiente para o arranque de seu desenvolvimento, utilizando na verdade um debate central como mais um instrumento do arsenal imperialista. Enquanto o debate ambiental for descasado da mudanças dos fundamentos sistémicos, das estruturas económicas e sociais, e ao invés de combater a desigualdade, às graves situações de miséria popular, será uma pauta das classes médias dos países centrais, e nunca uma pauta popular e de massas.
Não tenho mais paciência.
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autocarros de Cascais a hidrogénio e lixo doméstico

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Luis Filipe Franco shared a link.

Autocarros de Cascais movidos a hidrogénio vão ser abastecidos com lixo doméstico
ECHOBOOMER.PT
Autocarros de Cascais movidos a hidrogénio vão ser abastecidos com lixo doméstico
O objetivo é transformar 50 toneladas de lixo doméstico em cinco toneladas de hidrogénio por ano.
Alexandra Manes and 1 other
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  • João Pacheco de Melo

    Mas aqui a prioridade é a incineradora…
    E iam ser diferentes! 😉
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    • 6 h

Governo dos Açores cria juntas médicas para listas de espera – Jornal Açores 9

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“As baixas médicas, nomeadamente as realizadas por delegados de saúde, ficaram suspensas com a pandemia. No processo de retoma que estamos a desenvolver, será ainda esta semana publicada a criação de novas juntas médicas que permitam a recuperação de todo o tempo perdido”, observou Clélio Meneses. O governante falava aos jornalistas na Madalena, na ilha […]

Source: Governo dos Açores cria juntas médicas para listas de espera – Jornal Açores 9

o aumento da pista do Pico

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O Governo Regional vai avançar com medidas cautelares para impedir a construção de novas moradias junto ao Aeroporto do Pico – a medida visa a futura ampliação da pista do aeroporto da ilha.

O Governo Regional vai avançar com medidas cautelares para impedir a construção de novas moradias junto ao Aeroporto do Pico – a medida visa a futura ampliação da pista do aeroporto da ilha.
Outras das obras, agora anunciada pelo Presidente do Governo, foi a construção da variante à Vila da Madalena – o objetivo é aumentar a qualidade de vida e de circulação.

″Tempestade perfeita″ em Madagáscar. O primeiro sítio com fome causada pelas alterações climáticas

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A quarta maior ilha do mundo é o primeiro lugar da Terra onde mais de um milhão de pessoas mal tem o que comer por causa das mudanças do clima. Com a COP 26 a decorrer em Glasgow, a TSF conversou com Arduino Mangoni ​​​​​​, subdiretor do Programa Alimentar Mundial em Madagáscar.

Source: ″Tempestade perfeita″ em Madagáscar. O primeiro sítio com fome causada pelas alterações climáticas

salva pela linguagem gestual

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Uma menina norte-americana de 16 anos, dada como desaparecida pelos pais residentes no Estado da Carolina do Norte, foi resgatada pelas autoridades depois de ter usado sinais manuais que sugerem perigo.
Adolescente salva por fazer gesto com a mão que sinaliza sofrimento ou violência
RTP.PT
Adolescente salva por fazer gesto com a mão que sinaliza sofrimento ou violência
Uma menina norte-americana de

Um quadro não pode ser explicado. A gente olha e ou sente alguma coisa ou não sente’

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Uma entrevista muito interessante. Valeria a pena analisar a citação que serve de título à luz do excerto que partilho aqui:
“Continuo a dizer que a arte contemporânea, que é aquela a que estou ligado, é muito elitista. A maneira como falam é para a barriga deles. Uma vez houve uma exposição numa galeria, e um curador de quem até sou amigo escreveu o texto. E eu olhei para aquilo e digo-lhe: ‘Desculpe, mas não consigo perceber aquilo que escreveu. Você está a escrever para a malta que vem cá ou está a escrever para os seus colegas?’. O que alguns curadores escrevem é tão intrincado que só eles é que percebem… quando percebem.”
É que o que se pede não é a “explicação”…. E não, nem todos os quadros falam por si, mas poderemos ficar fascinados com certas peças se tivermos contexto.
José Lima: 'Um quadro não pode ser explicado. A gente olha e ou sente alguma coisa ou não sente'
SOL.SAPO.PT
José Lima: ‘Um quadro não pode ser explicado. A gente olha e ou sente alguma coisa ou não sente’
Considera-se um ‘colecionador invulgar’ porque não estudou e tudo o que aprendeu foi por si, lendo os livros, visitando museus, exposições e ateliês, falando com curadores, galeristas e artistas. Diz que o mundo da arte contemporânea é elitista e que há quem fale só para a sua barriga.
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BASALTO DE ANA FRANCO.

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ATIVIDADES DA CAL.
Renovamos o Convite para …
BASALTO DE ANA FRANCO.
11 de novembro – 5ª feira – 18.30 h
Basalto”, da autoria de Ana Franco, numa edição de Letras Lavadas, será apresentado por Anabela Almeida, doutorada em Estudos Literários e Duarte Braz, jurista, ambos amigos da autora.
Na sessão, escutaremos poemas da autora, por Sidónio Bettencourt e o agrupamento musical FigoMaduro interpretará melodias e um poema musicado da autora de Basalto.
“Basalto
Em ti deixei impressa
A Saudade
A melodia entre o Mar e a rocha
A paleta de cor e tons…” (…) (p.18)
@Ana Franco, natural da ilha de São Miguel, licenciada pela Escola Superior de Belas Artes é professora, poeta e autora de trabalhos como “Brisas” e “À face, a face oculta dos Painéis de Setúbal”, entre outros.
Anabela Almeida é professora, doutorada pela FCSH-UNL e investigadora do CHAM. Autora de diversos trabalhos como “Armando Côrtes Rodrigues, vida e obra do poeta açoriano d’Orpheu” e da seleção, organização e notas, com Nuno Dempster, de “Um poeta rodeado de mar”.
Duarte Braz, além de jurista é intérprete de melodias, sobretudo baladas e músicas açorianas. Integrou o duo “Duarte & Ciríaco” no final dos anos 60 em Coimbra. É membro da Assembleia Geral da Casa dos Açores.
Sidónio Bettencourt, jornalista da RTP Açores e profissional de rádio, onde dinamiza há 18 anos o “Inter-ilhas”, é poeta e escritor com diversos trabalhos publicados como “A balada das baleias”. Com diversas distinções, é ainda intérprete de poesia, sobretudo açoriana.
You, Maria Meneses, Fátima Silva and 1 other
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O homem agora meteu-se com a tropa de elite

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Foi o juiz Carlos Alexandre quem coordenou mais de 100 buscas de norte a sul de Portugal, numa operação que envolve mais de 200 inspetores da PJ e que investiga suspeitas de tráfico de diamantes, ouro e droga por parte de militares portugueses, entre os quais estarão comandos e ex-comandos, durante missões portuguesas no âmbito […]

Source: O homem agora meteu-se com a tropa de elite