Desert Glass Formed by Ancient Atomic Bombs? | Ancient Origins

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Seven years after the nuclear tests in Alamogordo, New Mexico, Dr. J. Robert Oppenheimer, the father of the atomic bomb, was lecturing at a college when a student asked if it was the first atomic

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A DESCOBERTA DO ZAIRE

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Estas inscrições, na margem esquerda do rio Zaire a 2 quilómetros da foz do rio M’Pozo (no sentido jusante) foram gravadas numa rocha por portugueses, ficando conhecida como Pedra de Yellala. Acredita-se, que tenha sido gravado nos finais de Novembro do ano de 1485, no decorrer de uma segunda viagem de exploração marítima (iniciada a Setembro do mesmo ano).
O escudo usado naquela época, a cruz de Cristo e os nomes de vários navegadores, deixaram para a posteridade a permanência da presença portuguesa naquele lugar. O escudo, os castelos, as quinas gravadas, revelam que são posteriores à reforma decretada por D. João II, em Março de 1485.
Na pedra podemos ler «Aqui chegaram os navios do esclarecido rei Dom João o Segundo de Portugal, Diogo Cão, Pedro Anes, Pedro da Costa, Álvaro Pires, Pêro Escolar A».
Rogério Mimoso Correia, Ed Prates and 3 others

POEMA DE RUY BELO

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Quero uma mesa e pão sobre essa mesa
na toalha de linho nódoas de vinho
quero só isso nem isso quero
Quero a casa de terra à minha volta
cães altos na noite a minha mãe mais nova
quero só isso nem isso quero
Quero a casa do forno onde eu me escondia dos relâmpagos
e trovões quando um ferro no cesto garantia uma feliz cria à galinha chocadeira
quero só isso nem isso quero
Quero de novo fundir ao lume os soldados de chumbo que no natal me punham no [sapatinho
e tirar chouriço e toucinho do guarda-comidas
quero só isso nem isso quero
Quero fazer pequeninos adobes e construir casas pelo quintal
ver chegar o verão e comermos todos lá fora na varanda de tijolo
quero só isso nem isso quero
Quero uma aldeia umas pedras um rio
umas quantas mulheres de joelhos brancos esfregando a roupa nas pedras
quero só isso nem isso quero
Quero escrever fatais cartas de amor à rapariga dos meus oito anos
rasgar essas cartas deixá-las pra sempre dentro do tronco oco da oliveira
quero só isso nem isso quero
Quero umas cabras um pastor rico um pastor pobre
o leite quente na teta o cabrito morto soprado e esfolado
quero só isso nem isso quero
Quero a courela as perdizes no ovo a baba do cuco
laranjas de orvalho no ano novo colhidas na árvore
quero só isso nem isso quero
Quero dois montes e um paul de malmequeres a cheia na primavera
a asma o ruído dos ralos as pernas sombrias das raparigas
quero só isso nem isso quero
Quero os espargos os pinheiros bravos o primeiro pôr-do-sol
as noites de baile no carnaval as bandeiras da safra
quero só isso nem isso quero
Quero que voltem os que morreram os que emigraram
matar com eles o bicho com aguardente pela manhã antes da pega
quero só isso nem isso quero
Quero ver ao vento o véu das noivas apanhar os confeitos nos casamentos
saber pelos papéis dos registos o tempo da prenhez palavra misteriosa
quero só isso nem isso quero
Quero um pátio meu e da sombra e galinhas pedreses e árvores
uma mina de avencas uma horta uma sebe de cana umas casas caídas
quero só isso nem isso quero
Quero uma enxada uma gadanha calos nas mãos cuspo nos calos
a cava mais funda da vinha o capataz a fazer o vinho correr
quero só isso nem isso quero
Quero ajudar na rega do fim da tarde calcar os buracos das toupeiras
e dirigir com o sacho a água morna nos pés até aos regos do feijão
quero só isso nem isso quero
Quero em dezembro o varejo final da azeitona o búzio a tocar
a azeitona a cair dos ramos nos panos de serapilheira
quero só isso nem isso quero
Quero o meu pai de chapéu de chuva aberto nos dias de sol
o meu pai de manhãzinha a lavar-se e a explicar-nos latim e história
quero só isso nem isso quero
Quero nu em pelota entre todos tomar os banhos no marachão
os ninhos dos pássaros as andorinhas de asas escuras no céu azul
quero só isso nem isso quero
Quero o pátio da escola a roda das raparigas a cantar à volta do plátano
o primeiro sonho de amor as primeiras palavras gaguejadas trocadas
com uma rapariga
quero só isso nem isso quero
Quero as feridas nos pés para poder sair à rua descalço
o pão com conduto entre os meninos pobres no recreio
quero só isso nem isso quero
Quero ir ao vale barco a malaquejo à marmeleira
roubar melões jogar ao murro ver nas festas o fogo preso
quero só isso nem isso quero
Que quero tanto que quero um mundo ou nem tanto só agora reparo
quero morder para sempre a almofada quente e densa da terra
quero só isso nem isso quero.
(Ruy Belo)
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Visão | Portugal e Timor-Leste assinam acordos de cooperação no setor agrícola e do café

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Portugal e Timor-Leste assinaram hoje acordos de cooperação bilateral e técnico-científica no setor agrícola e para desenvolvimento do café, o produto não-petrolífero mais exportado pelo país

Source: Visão | Portugal e Timor-Leste assinam acordos de cooperação no setor agrícola e do café

INUNDAÇÕES NO FAIAL

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INUNDAÇÕES NO FAIAL

0:07 / 0:09

Ready!

Caminhos horríveis até à Lombega! cuidado !!! ⚠️⚠️⚠️🚨 (PS. Não liguem à música )

 

NO VARADOURO

Dia de Tempestade – Varadouro – Ilha do Faial
Fotos: César Matos
José Gabriel Silva, Eduardo Sarmento and 124 others
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FLORES MUITA ÁGUA

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A Ribeira Grande. Fajãzinha. Ilha das Flores. 4 de Novembro. (copiado da página de Marisa Pereira)
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  • Jose Avila

    E essa água vai toda para o mar
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    • 5 h
    EM 2008 ALERTEI PARA GUARDAREM ESTA ÁGUA…

    12.15. HÁ UM CIDADÃO QUE NÃO SE CALA NA LOMBA DA MAIA, crónica 60, 22 novº 2008

    Artigo subsequentemente publicado nos jornais:

    http://www.correiodosacores.net/view.php?id=15668 15 novembro 2008 [Opinião] http://www.correiodosacores.net Diga Leitor / Carta ao Diretor | 2008-11-18 12:34 http://www.acorianooriental.pt/noticias/view/176948

    Falta de chuva origina cortes de água na Ribeira Grande

    Regional 13/11/2008 08:11:8

    A falta de chuva na ilha de S Miguel está a obrigar a Câmara Municipal da Ribeira Grande a efetuar cortes noturnos no abastecimento de água em algumas zonas, segundo o vereador Jaime Rita, a pouca pluviosidade registada está a diminuir a pressão de água nas zonas altas do concelho, o que implica cortes noturnos para que os depósitos possam recuperar a capacidade. Recentemente, a autarquia anunciou um investimento de oito milhões de euros, até 2009, em obras de abastecimento de água na zona poente, para acabar com a falta de água durante o verão nas freguesias do Pico da Pedra, Calhetas e Rabo de Peixe. O PSD da Ribeira Grande considerou que o anúncio sobre os investimentos no abastecimento de água “está longe de constituir a varinha mágica, as dificuldades no abastecimento de água voltaram a acentuar-se nos últimos dois anos, devido à expansão urbana em Rabo de Peixe, Calhetas e Pico da Pedra”.

    Esta notícia tem andado a desassossegar o cidadão da Lomba da Maia que não se cala. Esta falta de água e seus cortes tiveram início em agosto 2008, em pleno verão, mas só foram anunciados em 13 de novembro quando a situação passou a crítica. Estes cortes, ignorados pela população da ilha verde, foram sentidos no preço do consumo de água que disparou, pois, o ar sai sobre pressão e faz os contadores dispararem pela água não consumida. Passamos a pagar o ar que substitui a água nas tubagens. Não se compreende que os investimentos sejam todos na “Faixa de Gaza”, onde estão os beneficiários de Rendimento Mínimo Garantido, Rendimento de Inserção Social (subsídio de desincentivo ao trabalho que o Ferro Rodrigues inventou, cheio de boas intenções e espero que arda no inferno do desemprego profissional que criou). Ou será que isto faz já parte da campanha de reeleição por esses habitantes estarem, obviamente, mais inclinados a votar no partido que lhes dá todas as benesses?

    Assim, esquecidos, UMA VEZ MAIS, estão os habitantes das terras altas do concelho da Ribeira Grande. [“É o caso das localidades de Lomba da Maia e de São Pedro, Lombinha da Maia, Lugar da Ribeira Funda e Burguete”], por serem poucos, menos vocais e por APARENTEMENTE não se importarem em serem continuamente discriminados. Essa “Faixa de Gaza” que ocupa a zona plana da Ribeira Grande, da Ribeirinha a Rabo de Peixe, é onde a maioria dos investimentos da autarquia foi feita neste mandato. Nós, na Lomba da Maia, é que pagamos o preço da falta de água, pois é a nós que eles a cortam para que não falte aos outros. pelas 21 horas temos de desligar as máquinas de lavar, pois, a água nem para as sanitas corre…Se queremos água o melhor é levantarmo-nos pelas seis da manhã a ver se tomamos um duche às pinguinhas lembrando-me o tempo em que vivi em Timor nos anos 1970 e a água escorria de um bidão de óleo, cortado a meio, sobre uma fogueira, para a improvisada canalização e nos dar a sensação de que estávamos a tomar banho de duche.

    O RESTO DA ILHA NEM SE APERCEBEU. Continuam felizes, sem darem conta da falta de água na costa norte, a esvaziarem o autoclismo em vez de o encherem de garrafas de água ou tijolos para preservar a água que temos. Esta ilha não para de me espantar. Desde que cheguei, biliões de litros vieram diretamente das nuvens para as ribeiras que os despejam no mar. Um equilíbrio perfeito com a natureza, que esqueceu a presença humana. Espero que alguém tenha lido sobre as mudanças climatéricas que se avizinham e comece a construir reservatórios maiores antes da ilha se começar a parecer com a metade seca de Santa Maria ou com a aridez de Cabo Verde. Nessa altura será tarde demais, a menos que nas terras altas, como na Lomba da Maia, tenhamos reservatórios suficientes para as necessidades e deixemos de depender dos que não cuidam de nós como prometeram antes de eleitos. Ser vocal e “palestiniano” na Ribeira Grande tem vantagens. Não desisto da Lomba da Maia, de me identificar com ela e por ela perseverar.