O enigma do arranjo geoestratégico | Artur Alonso – Incomunidade

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“A suprema arte da guerra é derrotar o inimigo sem lutar” (Sun Tzu “A arte da guerra”) O pivô geopolítico Num artigo publicado, em 1904, para a Royal Geographical Society, Halford John Mackinder criou o conceito do pivô geopolítico, localizado na Heartland; um território focado no centro da Eurásia, estendendo-se do Volga ao Yangtzé e do Himalaia ao Ártico. O Estado que controlasse a Heartland teria acesso aos mares abertos do Atlântico, Pacifico, Índico, Mar Vermelho e Mediterrâneo. Controlando a Ilha Mundo, desde a Eurásia à África do Norte, dominando os Montes Urais e o istmo de […]

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poema de finados

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2 de Novembro Dia de Finados
Aos meus e aos vossos mortos
Como é doce e terna a face eterna dos nossos mortos! Como é acolhedora a sua memória nas nossas vidas! Como podem eles tornar mais suave a passagem que nos levará ao seio onde habitam! Nestes dias de luto deixo-vos um poema de amor de Christina Georgina Rosseti (1830-1894) e uma foto do Dia de Finados em Díli no Cemitério de Santa Cruz da autoria de Machel Silveira.
«Quando eu morrer, meu muito amado
Quando eu morrer, meu muito amado,
Não me cantes canções tristes,
Nem plantes rosas sobre a minha cabeça,
Nem ciprestes frondosos
Que cresça, verde, à minha volta a relva,
húmida da chuva e do orvalho,
e se quiseres, recorda,
e se quiseres, esquece.
Não verei já as sombras,
Nem sentirei a chuva;
Não mais escutarei do rouxinol
O dolorido canto;
E sonhando à luz daquele crepúsculo
Que não cresce nem mingua,
Pode ser que eu me recorde
Poderá ser que eu esqueça.»
Trad. de Joana Ruas
No photo description available.
You, Helena Olga Jesus, Rosely Forganes and 5 others
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  • Maria Pedreira

    Lindíssimo o poema, Joana Ruas! Obrigada pela tradução, pela partilha e pela foto.Vou partilhar!
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    • 57 m

Deepest earthquake ever detected struck 467 miles beneath Japan | National Geographic

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If confirmed, the quake would be a shock to geologists who thought rocks that deep inside Earth were too putty-like to break and shake.

Source: Deepest earthquake ever detected struck 467 miles beneath Japan | National Geographic

a máfia da Caniçada

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A CAUSA DAS COISAS
A Máfia da Caniçada – 18 arguidos suspeitos de conluio para edificar seis moradias ilegais na zona protegida da Albufeira da Caniçada, em Vieira do Minho, serão todos submetidos agora a julgamento, decidiu a juíza de instrução criminal de Braga, não deixando a magistrada de criticar o sucessivo “jogo do empurra”, entre os acusados, procurando assim alijarem as suas responsabilidades, estando sujeitos além do mais a ver demolidas as seis vivendas clandestinas, a suas próprias expensas, caso sejam condenados, no julgamento, em Braga.
Segundo a magistrada judicial, “estas pessoas e empresas de construção civil ‘empurram’ uns para os outros a autoria da obtenção dos documentos e das fotografias” junto de várias entidades, “sem que alguém assuma que instruiu por mão própria os requerimentos para os seus licenciamentos onde se verificaram todo o tipo de atropelos documentais e legais”.
Agora o Ministério Público quer demolição das seis moradias, construídas ilegalmente na envolvente da Albufeira da Caniçada, na margem esquerda do Rio Cávado, em Vieira do Minho, acusando todos os 18 arguidos, pessoas e empresas, tendo a acusação do MP sido confirmada, esta semana, pela juíza de instrução criminal, em Braga, Ana Paula Barreiro.
Um dos principais arguidos é o empresário Martine Pereira, muito conhecido como piloto amador de automobilismo, a par do antigo vice-presidente da Câmara, o advogado Pedro Álvares, e do anterior presidente da Junta de Freguesia de Louredo, em Vieira do Minho, António Lima Barbosa, uma notária, Susana Sousa, bem como dois técnicos superiores da Câmara Municipal de Vieira do Minho, o arquiteto João Pimenta e o engenheiro Nuno Cota, respondendo genericamente por violação de regras urbanísticas e por outros crimes.
Dois engenheiros, José Rito e Luís Ferreira, a par de um arquiteto, Duarte Barros, todos ligados à elaboração de projetos para obras de moradias unifamiliares, estão acusados de violação de regras urbanísticas e de falsificação relacionados com as seis vivendas ilegais.
Segundo o MP de Braga, os factos registaram-se no período compreendido entre 2008 a 2017, envolvendo a construção dessas seis moradias, na área envolvente da Albufeira da Caniçada, “violando normas legais de condicionante urbanística”, sempre com o mesmo truque, que é junto do Município de Vieira do Minho invocar a existência de edificações, antes do ano de 1951, única hipótese de contornar o plano de ordenamento da região, com fotos das supostas antigas casas, através de montagens fotográficas, quando na realidade tais casas eram de outros terrenos, num casos, em Rossas, no outro extremo do concelho.
Terão sido violados, nomeadamente, o Plano de Ordenamento da Albufeira da Caniçada (POAC) e procedimentos de intervenção imperativa de autoridades administrativas, como da Agência Portuguesa do Ambiente, da Entidade Regional do Norte da Reserva Agrícola Nacional e da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, sendo que segundo a juíza de instrução criminal, Ana Paula Barreiro, a exceção prevista para os anos anteriores “permite de uma penada ultrapassar a intervenção de todas essas entidades e instrumentos jurídicos”, lesando, por isso, “a idílica e aprazível Albufeira da Caniçada”.
Quatro sociedades comerciais com objeto social centrado no negócio imobiliário e outros quatro empresários ligados às mesmas, Martine Pereira, Fernando Neves, José Moreira e João Lopes, responderão pela acusação de crimes relacionados com construções ilegais, adquiridas, entre outros, por Paulo Högemann e Jorge Silva, tendo este processo criminal iniciado com denúncias dos Indignados de Louredo, secundadas pelo Bloco de Esquerda, tendo sido investigado pelas autoridades administrativas e judiciais, além da PJ de Braga, tendo resultado num total de 18 arguidos, entre cidadãos e empresas, da região do Minho.
in: Jornal O Minho – https://ominho.pt/
May be an image of lake, tree and nature
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poema para amanhã

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in crónica do quotidiano inútil chrys c 1972

I. 343.1. (dia de fiéis) (novembro 2, 1971)

 

 

parado, com respeito de vivo

por entre veneradores de memórias-saudade

observo as faces humoradas das pessoas anónimas

sinaleiros uniformizados regulam o trânsito

param com um sorriso malicioso nas pupilas brilhantes

com corpo de adormecer estrelas passa uma figura impante de formas

os carros param, há comentários

brilham sóis no sexo das pedras pisadas

e lá dentro no cemitério do “eterno repouso”

nem um só morto se moveu dentro do caixão.

nascem elefantes sem presas

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Por que elefantes africanos estão nascendo sem presas
Redação – BBC News Mundo
27 outubro 2021. Cada vez mais elefantas nascem sem presas no Parque Nacional da Gorongosa, em Moçambique.
Um estudo recém-publicado na revista Science sugere que isso se deve a uma resposta evolutiva à matança brutal a que esses animais foram submetidos por seu marfim durante 15 anos de guerra civil. A caça furtiva para obter as presas financiou parte das atividades dos dois lados e levou a espécie à beira da extinção. Da mesma forma que herdamos a cor dos olhos ou o tipo sanguíneo, os genes são responsáveis ​​por um elefante herdar as presas de seus progenitores.
Especialistas em elefantes que trabalham no parque começaram a notar o fenômeno após o fim do conflito, em 1992. Eles descobriram que, antes da guerra, cerca de 18,5% das fêmeas nasceram sem presas e, desde o fim da guerra, essa percentagem aumentou para 33%.
Populações massacradas
A guerra civil em Moçambique opôs forças governamentais e insurgentes anticomunistas entre 1977 e 1992.
Durante a guerra, 90% da população de elefantes de Moçambique foi massacrada por combatentes de ambos os lados, para vender marfim e comprar armas e munições.
A guerra civil de Moçambique exterminou 90% da população de elefantes do país.
Na guerra, elefantes sem presas eram ignorados pelos caçadores, o que tornava mais provável que eles transmitissem esses genes a seus descendentes.
Gene ‘prejudicial’- Os pesquisadores há muito tempo suspeitavam que o nascimento sem presas, visto apenas em elefantes fêmeas, estava ligado ao gênero.
Depois que os genomas dos elefantes com e sem presas foram sequenciados, as análises revelaram que isso estava ligado a uma mutação no cromossomo X que era fatal para os machos, que eles não podiam se desenvolver adequadamente no útero, e que era dominante nas fêmeas. Da mesma forma que herdamos a cor dos olhos ou o tipo sanguíneo, os genes são responsáveis ​​por um elefante herdar as presas de seus progenitores
O coautor do estudo, professor Robert Pringle, da Princeton University, em New Jersey, Estados Unidos, observa que essa descoberta pode ter vários efeitos de longo prazo para a espécie.
Como essa característica é fatal para a prole dos machos, é possível que isso signifique que menos elefantes estão nascendo no geral.
Isso atrasaria a recuperação dessa espécie, da qual existem cerca de 700 exemplares no parque nacional.
“Nascer sem presas pode ser vantajoso durante a guerra, mas tem um custo”, diz Pringle.
Outro possível efeito é o impacto na paisagem, pois o estudo também revela que elefantes com e sem presas comem plantas diferentes.
Reversível
No entanto, Pringle enfatiza que a situação pode ser reversível, à medida que as populações se recuperam e não estão mais à beira da extinção.
“Portanto, esperamos que essa síndrome diminua, desde que as perspectivas de conservação continuem tão positivas quanto tem sido recentemente”, diz o professor.
“Há uma grande tempestade de notícias deprimentes sobre a biodiversidade, os humanos e o meio ambiente. Acho também importante ressaltar que há alguns pontos positivos”, completa.
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  • Fernanda Chaves

    Talve para o homem nào os sacrificar tirando o que é valioso pode ser .
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