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Pedro CoimbraPelo menos é honesto, diz logo ao que vem no nome

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manipulação de imagem
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a história da escravatura, O Barco – Observador
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A história da escravatura é só uma: a que se interessa pela verdade e tem um compromisso com ela. Não tem cor, não é branca nem preta, e há muito que está contada e bem contada.
Source: O Barco – Observador
a guerra esquecida birmanesa
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Estado passa a gerir Escola Portuguesa de Luanda – Observador
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O Estado português decidiu assumir a gestão direta da Escola Portuguesa de Luanda, que era, anteriormente, gerida pela Cooperativa Portuguesa de Ensino em Angola, depois de um aumento de propinas.
Source: Estado passa a gerir Escola Portuguesa de Luanda – Observador
NÃO HAVIA DINHEIRO PARA TANTO PEDIDO ELEITORAL
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, 28.7.2021 – CRÓNICA 408.
Há dias que venho seguindo um certo fórum onde se colocam as prioridades para Ponta Delgada as quais vão endereçadas aos candidatos autárquicos. E eu que nem vivo lá, e vou só à cidade quando necessário, acho que grande parte destas preocupações se estende a outras cidades, vilas, ilhas.
Nem vou elencar aqui as necessidades que considero prementes para a minha freguesia da Lomba da Maia. Muitas das necessidades da agropecuária estarão satisfeitas pois os dois últimos presidentes da junta eram donos de vacas, e devem saber o que precisam, embora eu fizesse uma atualização de métodos e gestão pecuária, com computadores e programas adequados a uma maior produtividade, como há anos um professor da INOVA (que tinha um programa em uso na Holanda me dissera ser imperativo meter em prática nas nossas ilhas).
Para isso teria de haver cursos de formação para os homens da pecuária, muitos dos quais têm baixas qualificações escolares e mal sabem fazer as contas atuais na vida escrava que levam. Atualmente em muitos países pequenos e médios produtores têm itens como chips, leitores de códigos de barras, etiquetas RFID, painéis de LED, drones, tablets e amplo acesso à internet para rastrear os rebanhos com exatidão e automatizar a fabricação e o fornecimento de rações através de leitura eletrónica.
Há inovações de nutrição e de desenvolvimento de técnicas produtivas, de maximização de desempenho. Já nem falo da inteligência Artificial, robótica, biologia sintética, manufatura aditiva e sistemas ciber-físicos, que levam em consideração o conforto animal, que melhoram a atividade dos trabalhadores do campo e a produtividade.
Sabemos que a metodologia usada é quase milenar quando se devia pensar na robotização da ordenha. Por outro lado já há colares com sensores que captam online todas as manifestações e anormalidades de cada vaca. O registo é feito em software, que processa as informações e monta relatórios com base nesses dados, permitindo tomadas de decisão mais assertivas ou seja maior produtividade e menor desperdício de recursos.
Era isto que eu gostava de ouvir. Mas o que se vê, todos os dias no telejornal é o inefável “dono das vacas “a pedir mais subsídios (porque choveu, porque está seca e não choveu, porque o furacão estragou isto, a tempestade tropical estragou aquilo, os “lavradores” (donos de vacas, entenda-se) precisam que os apoiem para pagarem o seguro, eu sei lá 1001 pedinchices, por vezes ameaçadoras roçando a chantagem). Não fala em dar formação aos associados, nem a converter as vacarias, só lhe interessam subvenções do governo regional e da UE. Não penaliza os que produzem leite a mais, pede mais subsídios. Os tempos mudaram, cá e na Europa, mas, impérvio, permanece na sua, encravou na gravação. Creio que a única coisa para que não pediu dinheiro foi para compensar o nevoeiro cerrado, mas, cuidado que posso estar a dar-lhe ideias. Devia era formar o pessoal envolvido na agropecuária para o século XXI e novas tecnologias.
Em 2017 pedi e a única coisa que fizeram foi a reabilitação de 2 moinhos no acesso à Praia da Viola:
- Negociar com o governo regional a reabilitação decente da estrada Lombinha – Maia
- Aumentar a frequência das carreiras da CRP (mesmo que para isso se utilizem autocarros pequenos, mais frequentes)
- Criar um centro permanente de interpretação e divulgação do processo tradicional do linho, usando programas de apoio para empregar jovens a aprenderem os velhos processos e comercializarem os seus produtos
- Abrir posto dos CTT na Lomba da Maia, seja na Junta ou noutro local (a deslocação à Maia em especial nas condições atuais sem estrada direta é absurda)
- Criar A.L. (alojamento local) na freguesia (somos dos poucos locais sem AL),
- Oferecer incentivo para a recuperação de moradias devolutas e em ruínas, recuperar as casas devolutas (ou comprar as mesmas) e oferecer alojamento aos mais necessitados
- Dinamizar atividades dos grupos jovens e apoiar a sua participação em eventos
- Aumentar os locais de estacionamento gratuito nas ruas da freguesia
- Criar posto de turismo e centro de interpretação para os trilhos da Praia da Viola (Promover o conhecimento e inventariação do património material e imaterial. Investigação da história da freguesia)
- Criar balneários na praia da Viola e lutar pela bandeira azul (o nadador salvador já temos), fazer dela um local privilegiado de surf
- Campanha de sensibilização de higiene urbana: promover em toda a população civismo perante o lixo, aumentando papeleiras e cinzeiros nas vias principais e separação do lixo com oferta de recipientes triplos a todos os habitantes.
CULTURA INIGUALÁVEL,
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3.7.2021, CRÓNICA 403
Decreta-se que todo o músico deve atuar gratuitamente em 90% dos eventos para os quais é convidado.
Todo o escritor deve abdicar do seu tempo para embelezar eventos patrocinados, e o mesmo se aplica a artistas plásticos, dançarinos, pintores, escultores e demais fazedores de arte.
Só assim podemos democratizar a arte e torná-la acessível às massas que nada entendem de cultura.
Em troca o estado deve conceder o rendimento mínimo aos artistas para que possam criar livremente.
Temos de combater ferozmente a comercialização da arte nessa luta inglória de artistas e escritores com jogadores de futebol que são quem entretêm as massas na sua excecional mestria de pontapear o esférico.
Para a saúde espiritual do povo, devem manter-se apoios e subvenções às atividades religiosas incentivando a participação maciça em procissões, festas religiosas, romarias.
A televisão deve continuar a sua missão civilizadora mostrando todas as catástrofes, desgraças e demais tragédias que ocorrem para todos os que não têm tempo de observar a realidade que os rodeia.
A TV apimenta a vida sexual de cada um com o voyeurismo de séries como o Big Brother, que espelha, de facto, a sociedade contemporânea e que se não aprende nos bancos da escola ou nas universidades
Deve ser ministrado nas escolas um ensino de história revista e corrigida dos erros do passado imperialista e colonialista.
Devemos extirpar a etimologia discriminatória que carateriza a sociedade portuguesa há mil anos, de chauvinismo, machismo e opressão, usando-se a novilíngua neutra que não ofende nem menoriza ninguém.
Só assim poderemos dar o salto para o futuro e colocar o país em competição com os restantes que pagam mais do dobro dos nossos salários e cujo custo de vida é metade do nosso.
A saúde deve ser devidamente paga em vez de sistematicamente deficitária e paga com subvenções estatais, incentivando-se a escolha de seguros individuais de saúde.
Idêntica medida se deve aplicar nas escolas e universidades para que não sejam perenemente deficitárias permitindo que os encarregados de educação possam escolher as melhores escolas para os seus filhos e não as escolas públicas onde abundam professores politizados, descontentes e desmotivados.
Os hospitais públicos, sempre deficitários, devem ser reformulados permitindo aos melhores médicos e enfermeiros o trabalho em unidades privadas dispondo do mais recente equipamento e metodologias pois só a busca do lucro pode conduzir a melhores tratamentos e intervenções cirúrgicas.
A justiça que hoje é lenta e custosa deve ser privatizada para que os melhores advogados se possam ocupar dos casos verdadeiramente importantes e não das pequenas causas e dívidas que hoje entopem os tribunais e a que ninguém satisfaz, permitindo que entidades tipo cobrador de fraque e os credores possam executar livremente a cobrança das suas dívidas diretamente dos devedores.
Devem ser igualmente revistos e suspensos todos os Planos de Ordenamento Territorial e de Urbanismo que só entorpecem o verdadeiro e harmonioso desenvolvimento do tecido urbano e rural.
As leis de proteção do meio ambiente em nada contribuíram para a melhoria das alterações climatéricas e aquecimento global, estando provado que de nada serviram, pelo que devemos seguir o princípio da regeneração natural que sempre foi o mais eficiente meio de a Terra se revitalizar.
Isto acontece ciclicamente com vulcões, furacões, terramotos, inundações, deslizamentos de terras, tsunamis e outras formas de se atingir um equilíbrio ecológico natural.
No campo político devemos abdicar das restrições de mandatos e outras medidas que impedem os bons políticos de concluírem as suas obras de longo prazo, muitas delas demoram décadas a concluir.
Igualmente se deve reservar o voto para pessoas cultas e educadas. A maioria de iletrados vota sem saber como nem porquê, o que distorce a realidade e permite a subida ao poder de populistas e ditadores.
Os elevados níveis de abstenção demonstram que essas pessoas não estão interessadas em votar e, portanto, devem ser libertadas dessa exigência eleitoral desnecessária que só prejudica uma boa governação.
Uma sociedade só é perfeita quando os cidadãos tiverem tantos deveres quantos os direitos, e aquilo que se assiste, hoje, é a proliferação de direitos sem os correspondentes deveres, com todos os encargos e injustiças e iniquidades no sistema judicial e na justiça social.
Deve ser abolido o rendimento de inserção social que criou gerações de párias e não permite o emprego total, devendo ser constitucionalmente garantido o direito ao trabalho por parte de todos os cidadãos.
Devemos fechar a imigração que só descarateriza o tecido da sociedade portuguesa, desvirtuando a sua herança e tradições com hábitos e costumes estrangeiros, totalmente alienígenas da sociedade.
Éramos todos muito mais felizes quando não éramos comandados por Bruxelas, nem tínhamos o Euro que só veio encarecer o custo de vida, destruindo as pescas, a agricultura e outras atividades económicas que fizeram de Portugal um país rico num passado recente.
Se conseguiu ler isto tudo até aqui sem se beliscar, devo alertá-lo que a minha sátira é uma forma subtil de reagir à tirania que nos manipula e a fina ironia é apanágio dos loucos. Cito Jack Kérouac
“Aqui estão os loucos. Os desajustados. Os rebeldes. Os criadores de casos. Os pinos redondos em buracos quadrados. Os que fogem ao padrão. Aqueles que veem as coisas de um modo diferente. Não se adaptam às regras, nem respeitam o status quo. Pode citá-los, discordar, glorificá-los ou caluniá-los. Mas a única coisa que não pode fazer é ignorá-los. Porque eles mudam as coisas. Empurram a raça humana para a frente. E enquanto alguns os veem como loucos, nós vemo-los como geniais. Porque as pessoas suficientemente loucas para acreditar que podem mudar o mundo, são as que o mudam.
este povo já não sonha
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este povo já não sonha, 29.6.2021, Crónica 402
Com o Covid há ano e meio e a eliminação do Euro de futebol, este povo que nunca teve grande propensão para tal, parece ter deixado definitivamente de sonhar. Apesar de nove séculos de rica história de reis, tiranias, ocupação estrangeira, invasões e desgraças como a guerra colonial e o fim do Império que nunca foi, parece ter perdido a capacidade de ter esperança, seguindo abúlico e resignado como Eça de Queiroz o descrevia já há século e meio. O país é bonito mas os políticos não. Diariamente dão péssimos exemplos, veja-se o atropelamento mortal do carro do malfadado ministro Cabrita a imputar as culpas ao trabalhador na autoestrada, retirando à viúva o direito a uma pensão e indemnização, sem se preocupar em mandarem um dos 500 assessores inúteis e desocupados do ministério ao enterro, e mais tarde acabou por culpar o seu motorista.
Novas leis de controlo dos meios de comunicação parecem ter desenterrado o antigo lápis azul da censura, mas o povo tranquilo e manso nem se apercebeu. Todas as semanas lhe retiram liberdades em nome da saúde de todos nós, acha normal um passaporte de saúde, ser testado antes de ir a batizados, casamentos ou outras festas, usar máscara para o resto da vida, ser vacinado (mas cuidado que se a vacina não for a x, y ou z, o atestado de nada serve para viajar para muitos países como os emigrados na Alemanha acabam de descobrir), mesmo que no fim todos possam continuar a contagiar e a ser contagiados.
A pandemia formatou a população para erradicar os “positivos”, cujos testes prenunciam doença ou morte, mesmo que morra uma pessoa com ou de Covid, por dia, há 250 ou mais mortes doutras causas que não merecem tempo de abertura de telejornais. Esta nova realidade não se altera com ou sem vacina, Vamos viver a nova era mascarados, para ninguém se aperceber do estado da alma pela face de cada um, amordaçada, açaimada. Lembre-se que o vírus da r gripe nunca foi extirpado, mais de um século depois da gripe espanhola.
O medo, depois da lavagem diária ao cérebro e da visualização incessante de pessoas a tomarem a vacina, vai prosseguir por entre máscaras, distanciamento e proibições, ora abre isto, ora fecha aquilo. Mas no inverno voltarão a subir os mortos, como todos os anos acontece com inúmeras infeções respiratórias. Enquanto não aceitarmos que o vírus veio para ficar como a gripe, e tanto outro vírus que aí anda, não recuperaremos s liberdades que nos tiraram, e que eram direitos fundamentais.
Noutra nota triste assistimos, na Povoação, a mais mortes por gente que pensa que numa viatura se atravessam cursos de água de ribeiras descontroladas. Eu que vivi em Timor onde se atravessavam ribeiras secas (que as pontes tinham sido levadas pelas enxurradas) vi ribeiras subirem metros em minutos. Desde que cheguei aos Açores há 16 anos lembro-me do autocarro escolar do Nordeste que causou 2 ou 3 vítimas levadas pelas águas que atravessavam a estrada, um trator levado pela ribeira, e agora o caso da Povoação. Pode ter havido mais casos mas estes fixei e jamais menosprezaria a força selvagem da água mesmo que pareça ter apenas centímetros de altura ao atravessar estradas ou caminhos agrícolas.
E foi mais um verão sem festas nem procissões nem outras manifestações culturais, e a economia, a pandemia e os da cultura regional tentaram que nada se realizasse. Como sabem um povo culto, que lê e pensa é um perigo para a nação, são pior que terroristas. O melhor era acabar com eles, mas desenganem-se pois entre nós há uns que são mesmo mais resilientes que os vírus, pandemias e outras desgraça
a mais bela capela dos açores
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Tininha PereiraGente o Jardim-Mata José do Canto abre às 10h e fecha às 18h a entrada não é feita pela capela por isso o portão está sempre fechado, a bilheteira é um pouco mais á frente.
entretenimento de uma tarde de chuva
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HOTEL MONTE PALACE – A VERDADEIRA HISTÓRIA
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England’s crop circle controversy – BBC Travel
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Although these mysterious formations have appeared worldwide, south-west England is the unlikely world capital of crop circles, baffling locals and farmers alike.
Felix Le Roy, Afghanistan : Hommage à Fahim Dashty – La Règle du Jeu – Littérature, Philosophie, Politique, Arts
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Portrait du grand journaliste afghan assassiné dimanche par les talibans dans la résistante région du Panchir.
as eleições não são ilegais
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TEMPOS DIFÍCEIS, 15.1.2021, CRÓNICA 378
Os tuaregues (senhores do deserto ou senhores azuis índigo do deserto) são um povo nómada do Saara (3,5 milhões de almas que professam o islamismo). São livres, sem donos nem líderes. Disse Moussa Assarid:
“O homem moderno tem o relógio mas um tuaregue tem o tempo. Vós tendes tudo, água em abundância e não parais de vos queixar, num frenesim de posse. No deserto não há pressa e a água falta, mas ninguém se queixa.
Escrevo em vésperas de eleições e há dias li “Se as eleições mudassem alguma coisa, eram ilegais.” Talvez seja verdade, elas dão ao povo a aparência de liberdade. Os DDT (donos disto tudo) já decidiram há muito o futuro e os seus capangas andam convencidos que mandam alguma coisa, nos EUA ou na Venturalândia.
“Votar é seguro”dizem eles e no dia de votos podem sair à rua, depois da hora de recolher obrigatório, mas apenas se forem votar. Nesse caso o vírus não ataca, mas se forem a outro sítio ou quiserem praticar outra atividade estão proibidos. Como a cultura não dá votos, fica confinada. Fecham-se ginásios que o desporto faz mal à saúde, mantêm-se distâncias físicas nos aeroportos mas nos aviões o vírus não ataca e vão todos enlatados como sardinha. Nos transportes públicos e nos supermercados não há distanciamento possível (o vírus só ataca alguns ajuntamentos?). Nos Açores fecharam as escolas pois como os resultados são tradicionalmente maus ninguém nota a diferença e o COVID tem as costas largas.
Disse Thomas Sowell
“Se queres que os pobres permaneçam pobres, geração após geração, mantém baixos os níveis de escolaridade e culpa os alunos pelos maus resultados”.
Se Descartes estivesse vivo ficaria surpreendido pois há pessoas que não pensam e também existem. O meu xamã avisou “em 2019 devia evitar as pessoas negativas, em 2020 as positivas, e em 2021 todas”.
foto do dia
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