Visão | A história da única vez em que Salazar andou de avião – e detestou

Views: 0

Chegado ao Porto, proveniente de Lisboa, após um tranquilo voo num Super-Constellation da TAP, o ditador virou-se para o seu séquito e desabafou: “Meus senhores, tenho a dizer que não gostei.” E nunca mais pôs um pé num avião

Source: Visão | A história da única vez em que Salazar andou de avião – e detestou

fogo no Paraguai

Views: 0

See the fire of forests in Paraguay South America 🎦
Paraguay officials say they are trying so hard to extinguish the fire in some forests of their country. 👈 They say they were able to extinguish the fire inside the national park (Serru Korea) in the west of the country which is more than half of the trees burned.
🎦: AP

See original

Rate this translation
0:18 / 0:33
Ready!

Tanks, fighter jets spotted near Kosovo border as tensions flare between Serbia and breakaway region (VIDEOS) — RT World News

Views: 0

Serbia has been moving tanks and other military hardware towards the Kosovo border, videos circulating online suggest. Tensions between the country and the breakaway region soared after Kosovo banned Serbian license plates.

Source: Tanks, fighter jets spotted near Kosovo border as tensions flare between Serbia and breakaway region (VIDEOS) — RT World News

na grécia havia portáteis

Views: 1

Ancient Greek Laptop on Gravestone with USB Ports ?
An Ancient Greek Gravestone made by an unknown artist, which dates to 100 BC shows a device which looks like a laptop with 2 USB ports.
The gravestone describes a large woman sitting on a chair, in front of her a smaller female figure or a girl holding an object that really looks to a modern eyes like a laptop.
Getty Villa in Malibu, the museum displaying the gravestone, says that it depicts a woman reaching out to touch the lid of a shallow chest held by a servant girl on this funerary relief.
But, if its just a chest then what are those 2 holes on the object’s side ?
It is seems to be using a touch screen or accessing buttons at the top of the screen.

estragar restaurantes

Views: 1

CHEF…ou Cozinheiro?
Um texto fantástico. Como em todas as profissões existe o bom e o mau, não sou como o João Pereira Coutinho, acredito ainda que o manjar possa ser uma arte, mas efetivamente não é para todos.
Este texto é dedicado ao
“Chef” Avilez, que estragou dois magníficos restaurantes, o Tavares e,
principalmente, o Belcanto. E como esta praga não é nacional apenas,
dedicado também ao Alain Ducasse, que assassinou o em tempos magnífico
Louis XV, o restaurante (emblemático) do Hotel de Paris, em Monte
Carlo. Felizmente, neste caso, pelo menos continua a magnífica
garrafeira.
Restaurantes não são santuários…
Estou cansado da religião dos chefs: restaurantes não são santuários…
O melhor restaurante do mundo?
Ora, ora: é o Eleven Madison Park, em Nova York.
Parabéns, gente.
A sério.
Espero nunca vos visitar.
Entendam: não é nada de pessoal.
Acredito na vossa excelência.
Acredito, como dizem os críticos, que a vossa mistura de “cozinha
francesa moderna” com “um toque nova-iorquino” é perfeitamente
comparável às 72 virgens que existem no paraíso corânico.
Mas eu estou cansado da religião dos chefs.
Vocês sabem: a elevação da culinária a um reino metafísico,
transcendental, celestial.
Todas as semanas, lá aparece mais um chef, com a sua igreja,
apresentando o cardápio como se fossem as sagradas escrituras.
Os ingredientes não são ingredientes.
São “elementos”.
Uma refeição não é uma refeição.
É uma “experiência”.
E a comida, em rigor, não é comida.
É uma “composição”.
Já estive em vários desses santuários.
Quando a comida chegava, eu nunca sabia se deveria provar ou rezar.
Os meus receios sacrílegos eram acentuados pelo próprio garçom, que
depositava o prato na mesa e, em voz baixa, confidenciava o milagre
que eu tinha à minha frente:
– Pato defumado com pétalas de tomate e essências de jasmim.
Escutava tudo com reverência, dizia um “obrigado” que soava a “amém” e
depois aproximava o garfo trêmulo, com mil receios, para não perturbar
o frágil equilíbrio entre as “pétalas” e as “essências”.
Em raros casos, sua santidade, o chef, aparecia no final.
Para abençoar os comensais.
No dia em que beijei a mão de um deles, entendi que deveria apostatar.
E, quando não são santos, são artistas.
Um pedaço de carne não é um pedaço de carne.
É um “desafio”.
É o teto da Capela Sistina aguardando pelo seu Michelangelo.
Nem de propósito: espreitei o site do Eleven Madison Park.
Tenho uma novidade para dar ao leitor: a partir de 11 de abril, o
Eleven vai fazer uma “retrospectiva” (juro, juro) com os 11 melhores
pratos dos últimos 11 anos.
“Retrospectiva.”
Eis a evolução da história da arte ocidental: a pintura rupestre de
Lascaux; as esculturas gregas de Fídias; os vitrais da catedral gótica
de Chartres; os quadros barrocos de Caravaggio; a tortinha de quiche
de ovo do chef Daniel Humm.
Gosto de comer.
Gosto de comida.
Essas duas frases são ridículas porque, afinal de contas, sou português.
E é precisamente por ser português que me tornei um ateu dos
“elementos”, das “composições” e das “essências”.
A religião dos chefs, com seu charme diabólico, tem arrasado os
restaurantes da minha cidade.
Um deles, que fica aqui no bairro, servia uns “filetes de polvo com
arroz do mesmo” que chegou a ser o barômetro das minhas relações
amorosas: sempre que estava com uma namorada e começava a pensar no
polvo, isso significava que a paixão tinha chegado ao fim.
Duas semanas atrás, voltei ao espaço que reabriu depois das obras.
Estranhei: havia música ambiente e a iluminação reduzida imitava as
casas de massagens da Tailândia (aviso: querida, se estiveres a ler
esta crônica, juro que nunca estive na Tailândia).
Sentei-me.
Quando o polvo chegou, olhei para o prato e perguntei ao dono se ele
não tinha esquecido alguma coisa.
“O quê?”, respondeu o insolente.
“O microscópio”, respondi eu.
Ele soltou uma gargalhada e explicou: “São coisas do chef, doutor.”
“Qual chef?”, insisti.
Ele, encolhendo os ombros, respondeu com vergonha: “O Agostinho”.
O cozinheiro virou chef e o meu polvo virou calamares.
Infelizmente, essa corrupção disseminou-se pela pátria amada.
Já escrevi sobre o crime na imprensa lusa.
Ninguém acompanhou o meu pranto.
É a música ambiente que substituiu o natural rumor das conversas.
É a iluminação de bordel que impede a distinção entre uma azeitona e uma barata.
É o hábito chique de nunca deixar as garrafas na mesa, o que significa
que o garçom só se apercebe da nossa sede “in extremis” quando existem
tremores alcoólicos e outros sinais de abstinência.
Meu Deus, onde vamos parar?
Não sei.
Mas sei que já tomei providências: no próximo outono, tenciono aprender a caçar.
Tudo serve: perdiz, lebre, javali.
Depois, com uma fogueira e um espeto, cozinho o bicho como um homem
pré-histórico.
O pináculo da civilização é tortinha de quiche de ovo do chef Daniel Humm?
Então chegou a hora de regressar às cavernas de Lascaux…”
.
*João Pereira Coutinho
Like

Comment
0 comments

ESCLARECIMENTO DO HOSPITAL HDES EM PDL

Views: 0

O Conselho de Administração do HDES, EPER, entende clarificar o seguinte:
– A rede de internet WIFI no recinto do Hospital está suspensa desde o ataque de Junho passado (sobre o qual já vastas explicações foram dadas), e será retomada quando as orientações de segurança emanadas da Direção Regional das Comunicações, entidade que coordena a rede de comunicações de todo o Governo Regional e organismos dele dependentes que a utilizam, como é o caso do HDES, assim o determinarem.
Os trabalhos de reposição e aperfeiçoamento continuam, e ainda não é estimável quando essa rede será reposta. Os utentes podem aceder à internet através do telemóvel nas zonas comuns do hospital, embora apenas utilizando a sua internet pessoal, usando os respetivos dados móveis.
A segurança da rede interna de comunicações do HDES é a principal preocupação neste domínio, uma vez que ela é vital para o bom funcionamento do hospital, não podendo ser comprometida de nenhum modo, como certamente todos compreenderão.
– A alimentação disponibilizada no HDES, aos utentes, é avaliada por especialistas em Nutrição, e corresponde ao que o hospital tem capacidade para oferecer, no âmbito da sua missão de tratamento dos nossos utentes. O serviço de refeitório, aberto ao público, continua suspenso devido às normas anti-Covid em vigor no hospital. Recorde-se que graças a estas Normas o HDES pôde retomar as visitas em Junho passado, e manter a assistência a muitos açorianos que sofriam. Saliente-se que o governo da República anunciou o retomar das visitas nos hospitais apenas a partir do dia 1 de Outubro.
O HDES apresenta neste momento as seguintes soluções alimentares:
Pequeno almoço
Pão, manteiga e queijo
Café com leite, leite e chá
Almoço
Sopa
Sandes de queijo ou mistas
Sumos
Sobremesa: pudim, maçã assada, gelatina ou arroz doce conforme pedido do serviço
Durante o dia, e sempre que solicitado pelos diversos serviços, podem ser fornecidos gelados individuais e iogurtes líquidos ou sólidos.
O serviço de alimentação cumpre integralmente com os pedidos de cada Serviço ou Unidade.
No caso da Unidade de Oncologia Dia, a orientação oficial do serviço é de não ser disponibilizado arroz doce porque comprovadamente pode provocar engasgamentos nos doentes (o que inclusivamente já aconteceu, no passado).
– Os serviços que são prestados pelo HDES estão devidamente estabelecidos por legislação regional e pela organização do Sistema Regional de Saúde, sendo as suas finanças fiscalizadas e acompanhadas.
O Orçamento da RAA tem as suas limitações próprias e os custos com a Saúde têm tendência crescente, pelo que se impõe o maior rigor na gestão do dia a dia no tocante à participação pública, e maior participação da sociedade civil no apoio civil. É nesse sentido que o mecenato tem vindo a exercer uma participação cada vez mais acentuada.
Todos nós, potenciais utentes, temos de ter uma atitude cívica no sentido de proteger o Serviço Regional de Saúde, que também é nosso. É fulcral uma atitude cada vez mais positiva e de suporte. Os açorianos são servidos pelos Hospitais e pelas Unidades de Saúde, cada uma com as suas competências bem definidas e ao dispor de todos os açorianos nas suas áreas de atuação. O SRS mantém um estado de prontidão permanente, ao serviço dos açorianos.
– Certos apoios são canalizados através do HDES, por uma questão de maior eficácia na sua distribuição, como está estabelecido legalmente.
No caso das próteses mamárias, elas são cedidas pelo HDES através do SAPA. Trata-se do “Sistema de Atribuição de Produtos de Apoio”, que se insere na “Plataforma Regional de Produtos de Apoio”, que tem como objetivo facilitar o acesso a produtos de apoio (antes designados por ajudas técnicas) por parte das pessoas com deficiência, incapacidade ou em situação de dependência, promovendo assim a sua autonomia, qualidade de vida e integração social.
Este processo é iniciado na especialidade onde a doente foi, e onde é preenchido o formulário do SAPA. Este formulário é analisado pela equipe multidisciplinar, constituída por diversos especialistas. Todos os processos avaliados por esta equipa dão origem à aquisição da prótese mamária. Em média, desde o pedido até à entrega poderá demorar 2 meses.
Todas as mulheres sujeitas a mastectomia, após a cirurgia, recebem uma prótese temporária cedida pelo HDES que fica com a doente até à atribuição da prótese definitiva.
Os soutiens, não constam do SAPA e o HDES não os pode atribuir, não estando por isto na alçada do seu conselho de administração.
Como alternativa, o serviço social, quando chamado a intervir nestas situações, referencia a situação ao Núcleo Regional da Liga Portuguesa Contra o Cancro. Aquela IPSS avalia a situação e comparticipa a aquisição do soutien de acordo com a situação económica da utentes, mediante escalões previamente definidos.
Estamos certos de que todos estão conscientes da dedicação diária de todos os profissionais, do HDES. Esta nota decorre da necessidade de que a verdade prevaleça, nas referências que se façam ao Serviço público de Saúde.
You, Manuel Moniz, Carmen Ventura and 182 others
26 shares
Like

Comment
Share

MORREU JOSÉ GRADE

Views: 2

YestfSerddaoynr at 0om9:5lud7lht
José Grade | 1931.2021
Foi com o mais profundo pesar e a maior tristeza que a FAUP tomou conhecimento da morte do antigo Professor José Grade.
Docente da ESBAP desde 1964, José Grade participou ativamente na formação da FAUP onde lecionou Desenho I até 2001. Como escultor, produziu obra relevante, de que são exemplo as esculturas realizadas para o edifício da Assembleia Regional dos Açores.
A sua atividade como docente foi determinante no entendimento do ensino do Desenho no Curso de Arquitectura e deixa marcas indeléveis nas sucessivas gerações dos seus estudantes e colegas.
A sua dedicação à ‘escola’, de que foi presidente do Conselho Diretivo do Curso entre 1979 e 1984 e integrou o Conselho Diretivo da FAUP até 1998, o modo como cuidava e geria os seus espaços, como se relacionava com as pessoas, estabelecendo um ambiente de grande hospitalidade, constitui um legado que a Faculdade não esquece e procura preservar.
Na foto, José Grade © António Madureira
May be a black-and-white image of 1 person, glasses and outdoors
Maria Jose Vitorino and 259 others
43 shares
Like

Comment
Share

mais uma guerra esquecida…Pelo menos 50 mortos em combates no Iémen nas últimas 48 horas

Views: 0

Pelo menos 50 rebeldes e membros das forças leais ao governo morreram em combates ocorridos nas últimas 48 horas na província iemenita de Marib, reportaram hoje fontes militares.

Source: Pelo menos 50 mortos em combates no Iémen nas últimas 48 horas