refugiados, migrantes e escravos

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A primeira coisa que acontece a um refugiado é perder a sua identidade. As televisões ajudam: quase todos os que aparecem falam inglês. São os que podem ou foram escolhidos. Ora, a maioria dos que nadam para a Europa têm como línguas maternas o árabe (uma das línguas mais faladas no mundo) e tantas ou mais línguas que a Torre de Babel. Quantos, nesses países, tiveram a oportunidade de aprender outra língua, além da materna? Quantos puderam cá chegar e quantos ficaram pelo caminho? Quantos ficaram para trás sujeitos a totalitarismos vários, torturas, misoginias, fomes que engrandecem alguns que argumentam com a “economia de mercado”? Em países com tantas violências quantos puderam aprender alguma coisa das culturas europeias, a começar pelas línguas, quando nem sequer podem ir à escola? Os que aparecem, e anónimos nas televisões, são apenas os representantes mínimos de uma tragédia enorme, que muitos teimam em esquecer, numa Europa de má memória que parece ter esquecido os refugiados das guerras mundiais, a fuga dos desesperados para as Américas, os tráficos mundiais de escravos.
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Easter Island: there was no civilization collapse – Big Think

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For decades, researchers have proposed that climate change and human-caused environmental destruction led to demographic collapse on Easter Island. That’s probably false, according to new research.

Source: Easter Island: there was no civilization collapse – Big Think

Vale de Panshir: Novos ataques após fracasso de diálogo entre talibãs e bastião opositor

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O fracasso das negociações levou à intensificação dos ataques talibãs à região setentrional de Panshir, a única das 34 províncias do Afeganistão que não se encontra sob o seu controlo, após a recente reconquista do país.

Source: Vale de Panshir: Novos ataques após fracasso de diálogo entre talibãs e bastião opositor

EUA e pronto aí está a preparação para nova derrota (perdão, nova guerra)

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BIDEN PROMETE ARMAR A UCRÂNIA CONTRA “AGRESSÃO” RUSSA
Russia-Ukraine war has ‘global’ importance, Biden says
Ukrainian president Volodymyr Zelensky (l) and US president Joe Biden on Wednesday (Photo: president.gov.ua)
By ANDREW RETTMAN
BRUSSELS, TODAY, 07:20
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US president Joe Biden has pledged to help Ukraine fight “Russian aggression”, including with new arms supplies and potential sanctions against Nord Stream 2.
“The United States remains firmly committed to Ukraine’s sovereignty and territorial integrity in the face of Russian aggression,” Biden told press at his first summit with Ukrainian president Volodymyr Zelensky in Washington.

a opressão, a burca e o silenciar da mulher afegã

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🌷 Yvonne Ridley 🌷
I saw the women who used the veil as oppressed beings, until I was detained in Afghanistan in September 2001, fifteen days after the attack in the United States, after being detained for having written in a newspaper that the regime was oppressive, i left Afghanistan covered in a blue burka, from head to toe. I insulted and cursed those who had detained me; they said I was a ′′ bad ′′ woman, but they allowed me to leave as soon as I promised to read the Quran and study it. (Frankly, I’m not sure who was happier when I was released, if they or me). Again in London, I kept my word and started studying Islam, and quickly was surprised with what I was discovering. I was hoping to find that the Quran ordered to beat the wife and oppress the daughters; instead, I found many passages that ordered a true liberation of the woman. Two and a half years after being detained, I turned to Islam, which sparked a mix of wonder and disapproval among my friends and relatives.
Having been myself on both sides of the veil, I can tell you that Western politicians and journalists who lament the Muslim women who use the veil have no idea what they are talking about. They talk about veils, girlfriends, girl s’, female circus, crimes of honor and forced marriages, mixing it all up, and they blame Islam. Their arrogance is only overcome by their ignorance. These cultural practices and customs, nothing to do with Islam, reading the Quran shows us that what the feminist movement achieved in the 1970 s, Muslim women had obtained 1400 years before. Women in Islam are considered equal to men in all spiritual, in education and are highly valued. The ability of women to give birth is considered a valuable attribute. If Islam grants women so much why are Western men obsessed with Muslim clothes?
When I converted to Islam and started using a handkerchief on my head, the repercussions were enormous. All I did was cover my head and hair but I became a second class citizen instantly. I knew I would have to face Islamophobia, but I didn’t expect so much open hostility from strangers. Taxis wouldn’t stop for me at night. A taxi driver, after leaving a white passenger right in front of me, started suddenly when I hit his window. Another one said to me, ′′ Don’t leave a bomb in the backseat ′′ and asked, ′′ why don’t you take that away?” Yes, it’s a religious obligation for Muslim women to dress modestly, but most Muslim women like it wear the hijab that leaves the face uncover, although others prefer the nikab. It’s a personal decision: My attire says I’m a Muslim and I hope to be treated respectfully.
Some consider hijab and nikab as political symbols, also as a way to reject western excesses, such as alcohol consumption, casual sex and drug use. How do you release more?: judging the length of your skirt and the size of your surgically improved breasts, or judging your character and intelligence? In Islam, superiority is achieved through godliness, not beauty, wealth, power or position.
(Ivonne Ridley is political editor of the Islamic channel in London and co-author of the book ′′ In the Taliban’s Hands: A Surprising Story “.)
Source: WordPress ′′ Islam en Español ′′

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A MODERNIZAÇÃO DOS TALIBÃ

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Na imagem temos o icónico Black Hawk UH-60, protagonista maior da força aérea norte-americana e de várias produções hollywoodescas, fabricado pela Sikorsky, subsidiária da Lockheed Martin, uma das maiores empresas mundiais de armamento e uma das vencedoras de 20 anos de ocupação do Afeganistão. Feito que, de resto, se repete em todas as guerras e invasões provocadas por EUA & friends. O custo unitário deste helicóptero de guerra ronda os 6 milhões de dólares, mas pode variar em função dos extras, como vidros fumados, jantes de liga leve ou mísseis Hellfire.
A Lockheed Martin, liberalíssima, não descrimina na hora de vender os seus poderosos Black Hawk, de maneira que podemos encontrar exemplares da espécie em paragens tão distintas como a Suécia ou a Arábia Saudita, a Áustria ou a Albânia. E agora, com a saída apressada e em cima do joelho das forças que ocuparam o Afeganistão durante duas décadas, deixando para trás todo o tipo de material bélico, os Taliban passaram a ser proprietários de mais de 150 aeronaves, entre as quais três Black Hawk, drones ScanEagle e A-29s Super Tucano, para não falar nos inúmeros MRAPs e nos milhares de Humvee M1151 blindados.
Lembram-se dos Taliban antes da invasão? Com os seus trapinhos, as suas velhinhas AK-47 e as suas carrinhas de caixa aberta a cair de podres? Pois bem, 20 anos depois, os fundamentalistas religiosos viram-se livres das forças de ocupação, tomaram o país sem oposição, recomeçaram o terror onde o deixaram e têm hoje uma força aérea moderna, milhares de veículos de guerra terrestres, centenas de mísseis Hellfire e Stinger, milhares de carabinas, lança-granadas, snipers, capacetes com óculos de night vision, coletes à prova de bala, uniformes camuflados e inúmeros outros equipamentos que fariam de Tancos uma dupla anedota. E tudo isto financiado pelos contribuintes norte-americanos, que nem uma amostra de SNS têm, onde 40 milhões de pessoas vivem abaixo do limiar da pobreza. What a great time for democracy!
Chrys Chrystello
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Qual a extensão da presença de Estado Islâmico e Al Qaeda no Afeganistão — e qual sua relação com Talebã – BBC News Brasil

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Após os ataques nas imediações do aeroporto de Cabul, muitos se perguntam se os grupos extremistas vão voltar a prosperar no país.

Source: Qual a extensão da presença de Estado Islâmico e Al Qaeda no Afeganistão — e qual sua relação com Talebã – BBC News Brasil