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Arquivo mensal: Agosto 2021
cndidato autárquico
debandada de cabul
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Inside an American transport plane taking off from Kabul…

Aviation In Afghanistan: What’s The Latest? – Simple Flying
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As the Taliban take control of Afghanistan’s capital Kabul, the impact on aviation has been extreme. From desperate…
Source: Aviation In Afghanistan: What’s The Latest? – Simple Flying
traidor
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Roberto Y. CarreiroA situação não é para rir…. mas tem a sua piada
é preciso também lembrar que Portugal participou nessa farsa. Pelo Natal ia lá sempre o Ministro da Defesa com capacete na cabeça fazer aquele papel de urso….-
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não são formigas são afegãos
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They are not ants, they are people…This is the situation at Kabul Airport in Afghanistan, every ′′ dot ′′ is a person, there are reports of Afghans who tried to get on the plane maneuvering to take off and unfortunate fell moments after the vehicle was in the air, as if it were a sci-fi movie.
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2 afegãos despenharam-se de aviao militar americano
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Desperation…
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VIDEO.CORRIERE.IT
Il dramma degli afghani: aggrappati ai carrelli dell’aereo per fuggire da Kabul, poi cadono nel vuoto
Le immagini drammatiche dall’aeroporto Hamid Karzai
Uzbequistão abate avião afegão
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Avião militar afegão cai no Uzbequistão
Um avião militar afegão caiu na noite de domingo no Uzbequistão, uma ex-república soviética na Ásia central que faz fronteira com o Afeganistão, disse hoje um porta-voz do Ministério da Defesa à agência France-Presse
“O avião militar cruzou ilegalmente a fronteira com o Uzbequistão. Uma investigação está em andamento” sobre a queda do aparelho afegão, afirmou Bakhrom Zulfikarov, confirmando relatos da imprensa uzbeque sobre o acidente no dia anterior na província de Surkhondario, no sul, na fronteira com o Afeganistão.
A agência russa Ria Novosti indicou, por sua vez, que o avião foi abatido pela defesa antiaérea uzbeque.
Bekpoulat Okboev, médico de um hospital na província de Surkhondario, disse hoje à AFP que dois pacientes com uniforme das forças armadas afegãs foram hospitalizados na noite de domingo.
Um dos pacientes ejetou-se “com um paraquedas”, acrescentando que ambos sofreram fraturas.
Três outros alegados miltares afegãos foram hospitalizados no sábado, segundo a mesma fonte.
O Tajiquistão, outra ex-república soviética na Ásia central, por sua vez, referiu às agências de notícias russas que tinha autorizado o desembarque de vários aviões do Exército afegão, tendo lançado um “sinal de socorro”.
“Mais de 100 soldados afegãos aterraram no aeroporto de Bokhtar”, no sul do país, disse o Ministério dos Negócios Estrangeiros tajique.
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Afeganistão: O que é o Talebã? – BBC News Brasil
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O grupo fundamentalista islâmico retomou o controle do país um mês após a saídas das topas americanas.
IPO E DEVEDORES AÇORIANOS OS PORTUGUESES DE SEGUNDA
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De tratamentos a Cancros
AÇORES DFEVEM 25 MILHÕES AO IPO
Até 31 de Dezembro passado os Açores deviam ao Instituto Português de Oncologia 25,2 milhões de euros. Esta divida que se arrasta há anos está relacionada com o envio de doentes oncológicos dos Açores para o IPO em Lisboa e no Porto.
Os doentes oriundos dos Açores e da Madeira que entram no IPO são considerados como não fazendo parte do SNS (Serviço Nacional de Saúde) e os seus tratamentos há anos que vêem sendo debitados ao Serviço Regional de Saúde.
A Madeira já protestou considerando que os Madeirenses não podem ser portugueses de segunda nos Açores os Governos (anterior e atual) têm tentado resolver o assunto através de complicadas negociações que se arrastam há anos.
Se é certo que nenhum Açoriano ficou por tratar, também é certo que o Serviço Regional de Saúde e os Açores por arrastamento, são inúmeras vezes, algumas depreciativamente, referidos como devedores pelo IPO.
Ainda sábado passado o Jornal «Público» diz que as dividas ao IPO, citando nomeadamente a dos Açores está a prejudicar o Instituto e a inviabilizar investimentos ao mesmo tempo que corta autonomia ao Conselho de Administração do IPO nos processos de decisão e e de autorização da despesa.
Estas frequentes notícias sobre dividas dos Açores, nomeadamente aos serviços de saúde, causam uma má imagem da região e alguma revolta a doentes a quem frequentemente lhes é dito que o IPO não tem nem o financiamento adequado, nem as verbas necessárias ao melhor cumprimento das suas obrigações.
Uma situação que o Governo dos Açores deveria, explicar e resolver.
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Adelaide SilvaAo governo dos Açores noa pode dever porque o primeiro ministro e que da as verbas para esses tratamentos porque os Acoreana não tem culpa nenhuma das ilhas Açores cloro que e facil por as culpas para os outros e uma tristeza com tanta coisa boa tarde
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How Joe Biden failed the people of Afghanistan — and tarnished US credibility around the world
Taliban Afghanistan takeover: What went wrong in the War on Terror?
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Local leaders I met didn’t understand why we were still in their country.
Source: Taliban Afghanistan takeover: What went wrong in the War on Terror?
AFEGANISTÃO- THAT’S ALL, FOLKS
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AFEGANISTÃO- THAT’S ALL, FOLKS

De Carlos Matos Gomes, hoje : “Afeganistão — um mono
Tht’s all folks — é tudo, malta. Não há mais pipocas
Uma das definições de mono é a de “mercadoria sem venda no comércio”, de “qualquer coisa que deixou de interessar”. Desde o 11 de Setembro de 2001, o Afeganistão foi um falso alvo, uma fancaria. Um tigre de papel, na linguagem maoista dos anos 60 e 70. Transformou-se definitivamente num nono para os Estados Unidos com o anúncio da captura e morte no Paquistão, de Bin Laden, o saudita chefe da Alqaeda, em 2011, com direito a filme de rambos.
A Alqaeda e Bin Laden foram o produto desenvolvido a partir de um dos muitos bandos da região e de fanáticos locais, inchado, armado e subcontratado pela administração Reagan para fazer a guerrilha contra a URSS, que ocupara o Afeganistão para evitar a islamização das repúblicas soviéticas do sul. A teoria de que a URSS pretendia avançar para as “águas quentes” do Índico foi uma narrativa para vender armas e justificar ações, que muitos “estrategistas”, incluindo militares, pregaram sem correspondência com qualquer racionalidade. Na realidade, a administração Reagan pretendeu apenas negar a um inimigo (a URSS) a posse de um território que lhe era relativamente importante. Um objetivo clássico nas manobras militares. A administração dos EUA conseguiu a vitória de Pirro: a URSS abandonou o Afeganistão e os EUA “ganharam” a Alqaeda bem treinada e equipada, com um louco como chefe carismático e um imbróglio com os aliados sauditas, os maiores compradores da quinquilharia produzida pelo complexo militar americano e comparsas de Israel na desestabilização do Médio Oriente.
Neste escuro e pantanoso cenário, o Afeganistão passou a ser o saco de pancada de todos os males do Ocidente, o punching ball. Não servia para nada, a não ser para mostrar o poderio dos EUA, de campo de lançamento de bombas, algumas experimentais, de bode expiatório para atos do terrorismo islâmico, cujos verdadeiros autores nunca foram identificados. Mesmo considerando que estes atos poderiam ter servido de justificação aos governantes americanos para, através deles, imporem aos europeus determinadas cumplicidades políticas e impedirem determinadas alianças, caso das aproximações à Rússia, o Afeganistão esgotara-se como produto com alguma utilidade estratégica… De repente até o terrorismo islâmico na Europa se esvaiu como por milagre!
Durante a administração do idiota Bush, Bush Jr, o Afeganistão serviu para Donald Rumsfeld, ministro da defesa americano, amigo de Paulo Portas, o atual virologista da Televisão, e Dick Cheney, o vice-presidente, dois traficantes de armas e empresários de empresas militares privadas, desviarem as atenções das responsabilidades da Arábia Saudita no terrorismo e fazerem fortuna. Obama manteve em velocidade de cruzeiro o negócio do complexo militar industrial, até o secar quando entendeu conveniente, com o anúncio da captura de Bin Laden. O espetáculo montado à volta da eliminação de Bin Laden constituiu a cena preparatória do final do espetáculo americano no Afeganistão. Da hora de emalar a trouxa.
Os talibans estavam reduzidos a grupos de traficantes de heroína e de contrabandistas, sem valor militar, e apesar das barbas e das fatiotas medievais, já não serviam para apresentar aos americanos pagantes de impostos como justificativo para as exorbitantes despesas (impostos), nem para mobilizar uns soldaditos que perderiam vidas e membros. Acabara o enredo de filme épico do Afeganistão, quer como bandeira patriótica que justificaria aos simplórios americanos votar num atrasado mental porque é um presidente em guerra, quer como mercado de armas de empresas militares privadas. A administração Trump percebeu o fim do ciclo de negócio e do embuste e anunciou a retirada das tropas e empresas americanas. Biden encerrou as portas do estanco sem contemplações. That’s all folks, isso é tudo, malta, como diz o Bugs Bunny nos filmes da Walt Disney. Acabaram as pipocas.
Os EUA já haviam perdido as posições que lhe garantiam o domínio do Médio Oriente: perderam na Síria, perderam no Irão, o Iraque era e é um ninho de vespas da qual não sabem como se libertar, a Turquia joga com um pau de dois bicos com a Rússia. O Afeganistão já não tem, pois, qualquer utilidade no jogo de forças que se trava no Médio Oriente e na Ásia Central. Para os Estados Unidos o Afeganistão passou a ser um mono que podia, pode e deve ser abandonado à sua sorte a bem do negócio: os EUA têm de concentrar forças no seu quintal da América Latina e no Pacífico. O Afeganistão não tem qualquer serventia para nenhum dos atores mundiais, nem para a China, nem para Rússia. Há 38 milhões de afegãos? São danos colaterais. Também havia uns milhões de vietnamitas do Sul… Lamentamos. Levamo-los a todos para a América nos nossos corações e lembrar-vos-emos nas nossas orações. Os talibans prometeram-nos ser simpáticos, respeitadores e tolerantes. Alá é grande e misericordioso.
O Iraque será o próximo mono a ser despachado. O petróleo vale cada vez menos como produto estratégico, até está mal visto pelos ambientalistas que são cada vez mais. O Médio Oriente é para desinvestir, para fechar as cortinas, ou passar para segundo plano. O novo palco de disputa mundial será o Pacífico, o Mar da China.
Eu, se fosse dirigente da Arábia Saudita, punha as barbas de molho. Os pró-americanos da Ucrânia também deviam pensar na vida, assim como os das repúblicas bálticas, os polacos e húngaros que se têm disponibilizado tão servilmente para servir de bases temporárias aos espetáculos de circo e feras de Washington. É que bem podem ser os próximos monos a ficar sem pipocas e sem Coca Cola.”
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AFEGANISTÃO A GRANDE MENTIRA
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BLOGDOMELLO.ORG
Era tudo mentira e hipocrisia no Afeganistão, denuncia jornalista afegã
Blog político, com critica da mídia e informação alternativa, desde 2005
O FIM DAS MULHERES DA TV AFEGÃ
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‘We see silence filled with fear’: female Afghan journalists plead for help.
Women in media in Kabul tell of trying to destroy traces of their identity as they brace for Taliban retribution.
When president Ashraf Ghani slipped out of Afghanistan with no warning, he took with him any glimpse of hope left for the nation’s women – especially those who are educated and outspoken.
Aaisha* is that and more. As a prominent news anchor and political talk show host, she has watched her life’s efforts crumble in what felt like seconds.
“For many years, I worked as a journalist… to raise the voice of Afghans, especially Afghan women, but now our identity is being destroyed and nothing has been done by us to deserve this,” Aaisha said on Monday.
“In the last 24 hours, our lives have changed and we have been confined to our homes, and death threatens us at every moment.
“We see silence filled with fear of the Taliban around us.”
Female Afghan journalists tell of a once free and bustling Kabul now filled with silence and fear as they destroy traces of their identity and work to avoid Taliban militants.
Aaisha is one of dozens of female Afghan journalists who have communicated with the Guardian over the past weeks, documenting the fall of their nation to share the devastation with the world.
Now they fear that reporting without fear or favour will be the very thing that costs them their future.
They constantly receive death threats from the Taliban, and from others who agree that women should not be treated as equal.
Through a scratchy phone connection, Fereyba recalled the moment she heard that the Taliban were entering the gates of Kabul.
“I was outside of the home, and I just got a call from my brother saying ‘Where are you?
You have to go home right now.’
“And it was very scary.
“You cannot imagine the picture of the people and the eyes, and the faces and expressions.”
Her voice choking, she said reports of women and girls being beaten, forcibly taken as wives and raped left her panicked that this could soon be her fate.
“Firstly I am worried about myself because I am a girl, and also a woman journalist,” she said.
“In provinces they took some girls for themselves and used them as slaves.”
Zeyba works for one of Afghanistan’s largest media networks, which meant she and her husband and children would be shown no mercy, she said.
She said she and other journalists were frantically trying to send their identity documentation and work to embassies before destroying any trace of their existence, physically and online.
The situation in Afghanistan has prompted the Australian journalists’ union to call for protection for Afghan colleagues.
In a statement, the Media Entertainment and Arts Alliance said it stood with journalists in Afghanistan who were being targeted because of their work.
It urged the Australian government to include media workers in any humanitarian visa offerings.
Karen Percy, vice-president of the MEAA’s media section, said Australia had a responsibility to not walk away from a military mission “without regard for the consequences”.
“Journalists are targets for retribution and the situation is clearly deteriorating rapidly,” she said.
“Australia has an obligation to provide refuge.”
John Blaxland, professor of international security and intelligence at the Australian National University, said there was no mistaking the risk of human rights abuses facing women in the Afghan media.
“These are people who are important for the Taliban to neutralise and to take out of the equation, physically and metaphorically,” he said.
“We don’t know how long they have left, and it’s just awful to contemplate how they’ve been really left high and dry under these awful circumstances.
* All names have been changed

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