os bombeiros da LOMBA DA MAIA não há verba, só operam à noite

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Antena 1 Açores – No concelho da Ribeira Grande, o Quartel da Lomba da Maia está fechado durante o dia.
Foram feitos avultados investimentos nesta secção, mas a falta de verba para pagar mais uma tripulação faz com que o socorro só seja prestado à noite.
“São precisos pelo menos mais cinco bombeiros para manter aberta a secção da Lomba da Maia, no concelho da Ribeira Grande.
Sem dinheiro para pagar a uma nova tripulação, a secção da freguesia da Lomba da Maia está fechada durante o dia. O socorro só é prestado à noite, explica o comandante dos Bombeiros da Ribeira Grande.
Pese o forte investimento feito na infraestrutura, mesmo ao nível de equipamento, a verdade é que desde há muito a secção do quartel dos Bombeiros na Lomba da Maia só abre à noite, lamenta José Nuno Moniz.
O custo da contratação de mais uma tripulação para manter em pleno o socorro à população fica-se em pouco mais de vinte mil euros/ano. Verba que a Associação pede ao Governo Regional.”(CV)
Helena Margarida Pimentel and 4 others
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governo, mentiras, pandemia e a bolha do futebol (o povo é manso?)

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Sobre a bolha…
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CALCINHAS EM BAIXO E CALADINHOS, QUE VAMOS LEVAR NA BOLHA!
É de uma enorme injustiça aquilo a que temos assistido na cidade do Porto durante estes últimos dias. E para consolidar a coisa, fomos sujeitos a uma série de mentiras, de manobras de linguagem e hipocrisia que só podem causar repulsa.
1-Ainda não há três semanas que o Sporting se sagrou campeão. Multidões nas ruas.- Perante a indignação andaram os jornalistas à cata de responsabilidades. Em vão! Ninguém era responsável. Tudo terminou com a justificação de um ofício perdido que foi da PSP para a Câmara de Lisboa, ou vice versa, e o pessoal aceitou, conformadinho, a situação de risco que se viveu e, hoje, está associada, entre outros factores, ao crescimento da pandemia na região de Lisboa.
Os Leões celebraram a vitória à porta fechada, sem público no Estádio. O povo aceitou. Aceita sempre.
Por esses dias foi anunciada a final da Liga dos Campeões em Portugal, no Dragão, na cidade do Porto. Bom, desta vez, o nosso primeiro não veio proclamar que era mais uma homenagem aos profissionais de Saúde-
Mas iria ter público. Seis mil e tal adeptos. O povo perguntou qual a razão para haver público nesse evento e nos outros eventos desportivos serem à porta fechada?
2 – A resposta foi vaga e veio a final da Taça de Portugal entre o Benfica e o Braga. A ‘Festa do Futebol’ sobre a qual escrevi um post. Nem benfiquistas, nem bracarenses, nem sócios, nem adeptos entraram no estádio de Coimbra em obediência às ordens governamentais que impunham severo confinamento. E a ‘Festa do Futebol’ tornou numa final em prisão domiciliária. Foi há uma semana! Parece que correu muito tempo, mas não. Foi no último sábado.
3 – Esta semana, a senhora ministra Vieira da Silva veio fazer uma explicação muito pormenorizada sobre a final europeia. Surgiu a ‘teoria da bolha’. E soube-se que iriam estar no estádio do Dragão um número mais avantajado de adeptos. Mas que não haveria problemas pois vinham todos dentro de uma ‘bolha’ que rolaria do aeroporto até ao Estádio e, terminado o jogo, a ‘bolha’ correria até aos aviões.
Como é habito, mentiram mais uma vez. Os adeptos começaram a chegar a meio de semana, aproveitaram para conhecer aquela bela cidade e emborcar uns quilolitros e cerveja. E acho que fizeram muito bem. Mandaram o Governo levar na ‘bolha’!
Os reinantes caladinhos e uma briosa e competente Comandante da PSP ditou as regras. Mas a missão era impossível, como se viu.
4 – Dou de barato a festança dos ‘bifes’ na cidade Invicta.
5 – Afinal, no Estádio estavam para cima de 25 mil adeptos ingleses!!!
6 – O que me levou a perceber que o Partido, e o governo que o serve, estava nas tintas para quem cumpre regras. Nestes dias, jogam-se as finais de campeonatos portugueses em várias modalidades, com atletas portugueses e não há ‘bolha’ nem meia ‘bolha’. São à porta fechada e sem público!
7 – A realidade inventada, vendida e comercializada pelos reinantes, a alegria com que mentem, com que ludibriam, com que passam culpas ou fazendo que não sabem é a melhor forma de nos ir à ‘bolha’. Veja-se o ministro Cabrita que, ao ser questionado sobre a situação, declarou que não sabia de nada e esperava um bom jogo. Assim, com esta sobranceria.
8 – Tinha outra ideia da Ministra de Estado e, agora, também da ‘Bolha’. Afinal também nos finta com a mesma indiferença de muitos dos seus colegas.
9 – E pronto! Aqui estamos quietinhas, sossegadinhos, calcinhas em baixo, para, mais uma vez, levarmos na ‘Bolha’. Bem proclamava o velho Almirante: ‘O Povo é sereno’. Serenos demais, diga-se.
Boa Saúde para Todos!
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turismo ou não por osvaldo cabral

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ã?
Queremos turismo este ano ou não?
A pergunta parece descabida, mas se olharmos para o que está a ser preparado no sector, em termos de estratégia de recuperação de mercados, dá a ideia de que está tudo parado.
Ao contrário de Lisboa e Madeira, não temos nenhum plano de recuperação do turismo e até muita gente assiste, atónita, a uma campanha da Madeira no mercado açoriano, com a colaboração da SATA, segundo dizem os operadores madeirenses.
O Governo da República apresentou na semana passada o plano “Reativar o turismo/Construir o futuro”, que contempla um investimento superior a 6 mil milhões de euros.
A Confederação do Turismo de Portugal elogiou o plano e espera que ele venha a ser operacionalizado o mais breve possível, ainda a tempo de recuperar parte substancial do sector, que foi dos mais afectados nesta pandemia.
Por cá ainda não sabemos como vão ser as novas Obrigações de Serviço Público dos transportes aéreos, o orçamento regional já foi aprovado há mais de um mês e ninguém sabe quando vai ser publicado (mais uma vergonha na burocracia do sistema administrativo regional), o dia 1 de Junho é já depois de amanhã e ninguém sabe se avançam ou não as novas tarifas de 60 euros inter-ilhas, enfim, são muitas interrogações num sector que não se compadece com decisões em cima do joelho e quando o arranque da época alta já vai fora de horas.
Madeira e Algarve protestaram junto do Governo da República com a greve decretada pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, que iria pôr em causa o início da época turística, e António Costa cedeu, anunciando uma requisição civil.
Alguém ouviu a voz dos Açores aliada aos protestos das outras regiões turísticas?
Há que reconhecer a preocupação das entidades governamentais relativamente à pandemia e à situação particular da ilha de S. Miguel, mas já houve tempo mais do que suficiente para delinear uma estratégia de recuperação para o turismo, envolvendo todos os sectores desta actividade, coisa que não aconteceu.
Estão à espera de quê?
A Secretaria Regional do Turismo e a ATA limitam-se a ir ao aeroporto receber os turistas da Lufthansa e fazem disto uma festa.
Ora, a estratégia do sector é mais do que fazer papel de recepcionista.
Mexam-se!
(Osvaldo Cabral – Diário dos Açores de 30/05/2021)
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https://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2021/05/turismo-ou-nao-osvaldo-cabralPages-from-2021-05-30.pdf

pico visto de s miguel

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Pico fotografado (pelo Rui Soares) a partir de S.Miguel.
Um dia hei-de conseguir também. 😉
You, Eduardo Sarmento, Maria Brandão and 35 others
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SANTA MARIA PICO ALTO PATRIMÓNIO RESTAURADO

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Um.obrigado a todos.
Como tinha dito em algum comentario.
Fui num dia de condições climatéricas pessimas e sozinho. .
Dai o motivo e com muita pena minha não ter visto o que está nas fotos.
Mas.um dia voltarei.
E da.mesma forma que pedi vou também agradecer.pessoalmente em nome de todos ao senhor Rodrigues Carlos Rodrigues .
Sem duvidas foi homem de.palavra.
E de todos.lhe envio

um abraço

.

E são muitos.pelo mundo fora .
Obrigado.pelas.fotos.e que se mantenha o espirito.de.preservar a história.
Luís Botelho and 34 others
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O REGRESSO DO LÁPIS AZUL

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‘á
De mansinho, com um certo sorriso, no verão de 2020, a ministra Mariana Vieira da Silva anunciou, candidamente, numa audição parlamentar, que o Governo tencionava ‘monitorizar’ o chamado ‘discurso do ódio’ nas plataformas on-line, manifestando desde logo o propósito de proceder à contratação pública de um ‘projeto’, destinado à elaboração periódica de um ‘barómetro’ para acompanhamento e identificação dos sites ‘prevaricadores. Na altura, perante algumas reações a este zelo fiscalizador, a ministra porta voz do Governo, relativizou a novidade, invocando disposições europeias, e rejeitou que se estivesse em vésperas de uma nova e sofisticada censura. E o tema não tardou, como tantos outros, a resvalar para a gaveta do esquecimento, enquanto o Governo preparava o passo seguinte. E este chegou agora a aprovação parlamentar da Carta Portuguesa de Direitos Humanos na Era Digital, um eufemismo pretensamente ancorado no Plano Europeu de Ação contra a Desinformação, que lhe serviu de mote. O mais espantoso é o facto de os 23 artigos integrantes da ‘Carta’, desde as linhas às entrelinhas, não terem provocado o menor sobressalto aos ilustres deputados, nem sequer ao Presidente da República, que assinou e promulgou o diploma, supõe-se de cruz… E, no entanto, em várias passagens, a ‘Carta’ é cristalina sobre os objetivos que a enformam, a pretexto de «proteger a sociedade contra pessoas singulares ou coletivas, de jure ou de facto, que produzam, reproduzam ou difundam narrativa considerada desinformação». Este ‘regaço protetor’ lembra, irresistivelmente, a fundamentação da censura, em 1933, então criada com a piedosa finalidade de «impedir a perversão da opinião pública na sua função de força social». devendo «ser exercida por forma a defendê-la de todos os fatores que a desorientem contra a verdade, a justiça, a moral, a boa administração e o bem comum (…)». Sabe-se no que deu…
A quem duvidar, recomenda-se a leitura comparativa de um trecho da ‘Carta’, onde se fixa também que compete ao Estado proteger a sociedade de «toda a narrativa comprovadamente falsa ou enganadora (…) e que seja suscetível de causar um prejuízo público, nomeadamente ameaça aos processos políticos democráticos, aos processos de elaboração de políticas públicas e a bens públicos». Ora como conciliar o espírito e a letra da lei, desde logo, com os programas de partidos radicais, que, na sua génese, são parentes de duvidosa democraticidade, e se entregam, regularmente, a narrativas no mínimo equivocas? Serão ilegalizados, por proposta abrangente de Ana Gomes? E aqueles governantes que amiúde impingem balelas com mal disfarçado propósito ‘enganador’? Serão castigados?… O diploma atribui ainda à Entidade Reguladora – ERC, um papel de ‘caixa de correio’ das «queixas contra as entidades que pratiquem os atos previstos». Significa isto que a ERC será um réplica das comissões de censura do Estado Novo, agindo, a posteriori, para aplicação de regimes sancionatórios a quem viole o novo normativo? Noutro passo da ‘Carta’, assume-se que o Estado «apoia a criação de estruturas de verificação de factos por órgãos de comunicação social devidamente registados e incentiva a atribuição de selos de qualidade por entidades fidedignas dotadas do estatuto de utilidade pública», anedótico. Claro que o jornalismo responsável implicará sempre a ‘verificação dos factos’. Ou não é jornalismo. Mas o que significará a originalidade dos ‘selos de qualidade’? Serão atribuídos aos media mais dóceis e obedientes, ágeis a difundir a propaganda oficial e a dobrar a cerviz perante os ‘donos’ do poder?
Salazar escreveu, algures em 1933, a justificar a censura, que «os homens, os grupos, as classes veem, observam as coisas, estudam os acontecimentos à luz do seu interesse. Se uma entidade, por dever e posição, tudo tem de ver à luz do interesse de todos». Quererá o Governo socialista de António Costa, com o beneplácito de Belém, ter uma ambição equiparável com esta ‘Carta da Era Digital’? Entretanto, pela calada, o diploma entrará em vigor, em meados de julho, quando os portugueses estiverem de férias, condicionando a liberdade de expressão e de imprensa. Sócrates não faria melhor…
A pretexto da transposição para o direito portuguès de uma recomendação europeia, genérica e absurda, sobre fake news’, aprova-se um documento divulgado de uma forma sonsa, sem um reparo do Sindicato dos Jornalistas, da Comissão da Carteira Profissional dos Jornalistas ou da ERC. Nem um voto contra de deputados, da esquerda à direita. Há leis que passam, à sorrelfa, nos ‘intervalos da chuva’. Nisso, António Costa é exímio e Marcelo Rebelo de Sousa estranhamente distraído. Depois do ‘lápis azul’ dos coronéis do antigamente, chegou a vez da ‘Carta da Era Digitar…
(Dinis de Abreu – Semanário Sol de 29/05/2021)
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