PRIVATIZEM JÁ A ÁGUA, É UM BOM NEGÓCIO…

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A CAUSA DAS COISAS
Relatório da ANP-WWF alerta para o aumento da escassez de água na Península Ibérica, nas próximas décadas, influenciada pelas alterações climáticas, e defende que, sem uma melhor gestão partilhada deste recurso pelos dois países, não se consegue melhorar este cenário.
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geomonumento de PENHA GARCIA

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Américo Carneiro
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“Estudo revela com detalhe geomonumento de Penha Garcia com 500 milhões de anos” > (Fot. https://www.mundoportugues.pt)>
CITANDO: “…“As camadas de rochas sedimentares existentes em Penha Garcia formaram-se durante a abertura de um oceano, num período que foi particularmente importante para a diversificação da vida animal no nosso planeta” explica o geólogo Carlos Neto de Carvalho, citado num comunicado da Naturtejo.
Um novo estudo coordenado pelo geólogo e coordenador científico do Geopark Naturtejo, e publicado na revista ‘International Journal of Earth Sciences’, revela com detalhe todas as evidências que permitiram reconstituir as condições ambientais que existiram no geomonumento de Penha Garcia, no concelho de Idanha-a-Nova.
Este geomonumento, reconhecido pela UNESCO no âmbito do Geopark Naturtejo e conhecido por muitos pela sua invulgar beleza natural, surge próximo das nascentes do rio Ponsul, no concelho de Idanha-a-Nova, onde se abre um imponente rasgão na montanha expondo, uma após outra, milhares de camadas de rochas com quase 500 milhões de anos, repletas de marcas de vida marinha ancestral.
A dinâmica da Terra durante tão longo período de tempo levou a que se tenha formado um grande estuário nas proximidades da região que é hoje Penha Garcia, com origem num importante rio que traria sedimentos provenientes da região que constitui atualmente o nordeste africano e a península arábica.
“Após 470 milhões de anos, estas areias e argilas depositadas nas margens de um oceano, que acabou por fechar pelo movimento das placas tectónicas, constituem hoje as rochas quartzíticas e xistentas tão bem expostas no vale apertado do rio Ponsul”, lê-se na nota.
Adianta ainda que as rochas preservam a estrutura original dos sedimentos, assim como as marcas da intensa atividade biológica que vivia e se alimentava no fundo marinho, permitindo reconstituir habitats, paisagens de ilhas arenosas e episódios de grandes tempestades…”
Chrys Chrystello
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José Gabriel Ávila · O negócio das vacinas (Crónica Rádio Atlântida)

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O negócio das vacinas (Crónica Rádio Atlântida)
O rolar do tempo trouxe-nos a mudança de estação.
Com receios mais que fundados, a Primavera surpreendeu-nos com perfumes da natureza, desabrochando e florindo. Bem precisamos de novos ares, pois confinados a regras pesadas, os benefícios sanitários estão difíceis de surtir efeito.
O certo é que o rolar dos dias não pára. Os que temos mais idade, enclausurados em quatro paredes e a alguns milhares de passos ao ar livre, perdemos o gosto em visitar as ruas da cidade, em tomar pulso ao dinamismo social, em poder visitar amigos, em conviver e alimentar a amizade e a esperança, não vá o diabo tecê-las e enviar-nos para uma enfermaria do hospital.
Esperávamos que a primavera deste ano nos trouxesse os frutos do trabalho aturado de tantos cientistas que, dia e noite não descansaram para encontrar uma vacina, para combater o maldito vírus que atacou a nossa vida.
A descoberta aconteceu, mas foram, por ironia do destino, esquecidos os homens e mulheres que tanto investigaram para que milhões de pessoas pudessem resistir e salvar-se…
Em seu lugar, fala-se à boca cheia, dos laboratórios e das empresas que produzem as vacinas já aprovadas e que vão ganhar milhões e milhões com as patentes…
Enquanto milhares e milhares de pequenas empresas sucumbiram face ao sars-cov-2, e milhões de desempregados perderam o emprego, aí está o maior negócio dos anos 20 deste século – o negócio das vacinas.
Em volta dele desencadeiam-se guerras comerciais, “fake news” -falsas notícias, sobre graves efeitos secundários desta ou daquela vacina – como se qualquer medicamento não tivesse efeitos secundários negativos…
A guerra das vacinas no seu melhor, em benefício dos grandes laboratórios de medicamentos, em prejuízo da saúde dos povos mais vulneráveis.
Já se percebeu que este tempo cavará um fosso ainda maior entre ricos e pobres, entre países desenvolvidos e sub-desenvolvidos, sem capacidade para investirem na saúde da suas populações.
A nível global, se não funcionar a solidariedade internacional reclamada pelo Secretário Geral da ONU António Guterres, às pequenas comunidades tarde ou nunca chegarão as vacinas.
Nós por cá aguardamos que as migalhas caiam da mesa dos ricos, e mesmo sendo região ultra-periférica da União Europeia, poucos farão caso da nossa pequenez e indigência.
É que não passamos de um pontinho, quase invisível no mapa no meio do Atlântico e só valemos como porta-aviões, quando os poderosos aliados o querem.
Tem sido sempre assim, durante os 500 anos de vida nestas ilhas.
Pergunto: não haverá remédio para esta terrível doença do isolamento que atrofia a grande dimensão da nossa zona económica exclusiva? Ou o mal está em nós que nos habituámos a estender sempre a mão, como agora acontece com as vacinas, e não lutamos para defender e reclamar os nossos direitos e a nossa dignidade, junto seja de quem for?
Como Ciprião de Figueiredo dizia: Antes morrer livres que em paz sujeitos!
José Gabriel Ávila
jornalista
22 março 2021
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ADORO ROTTNEST ISLAND WA AUSTRALIA

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ESTE É O QUOKKA…

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It’sfinallyFridayinourbeautifulregionandthatiscertainly a reason to smile likethislittleguy! 😀

Happinessiscontagiouson

RottnestIsland, Western Australia

, home to ourfavourite marsupial theQuokka, thispreciouspictureradiatesexactlytheenergywewant to take intothisweekend! 💗

📷 the_traveler_l_f (IG)

Já a ilha Rottnest é um polo intenso de turismo com a antiga prisão convertida em pousada. Dispõe de parques de campismo, e pequenos cafés. Com o seu imponente farol branco Bathurst, RottnestIsland é um dos lugares mais bonitos de Perth. A ilha fica a 20 km do porto de Fremantle. Além de abundante vida marinha, podem ver-se diversos marsupiais, focas, gaivotas e bancos de corais com milhares de peixes coloridos. As pessoas não usam carros, andam a pé, de bicicleta ou de autocarro, embora estes não possam deslocar-se a todos os locais. A ilha tem animais estranhos, que parecem pequenos cangurus, e pulam como eles, trata-se de um roedor, parecido com o esquilo, porém maior, o Quokka (Setonixbrachyurus) que é nativo da ilha. Além destes, também há pavões soltos pela ilha.

 

JÁDORMINAANTIGAPRISÃOORACONVERRTIDAEMHOTEL…

Norberto Ávila A PAIXÃO SEGUNDO JOÃO MATEUS (Romance Quase de Cordel)

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A PAIXÃO SEGUNDO JOÃO MATEUS (Romance Quase de Cordel)
Romance (2004 a 2006)
Numa viagem à Califórnia, para o lançamento do seu álbum fotográfico “As Fajãs de São Jorge”, Norberto Ávila teve a ideia de um encontro fictício com João Mateus, em Tulare, onde o também fictício poeta popular terceirense estaria radicado, então com 80 anos. Este romance é, portanto, uma rememoração de como João Mateus teria escrito A PAIXÃO e a representou durante oito anos.
Recordamos na íntegra uma das Histórias Intrometidas que compõe a obra, com o título:
[De como João Mateus viu o Otelo de Shakespeare em San Francisco]
Disculpe esta interrupção. Era o Michael, a prèguntar se já tinha chigado o mê cunterrâneo, e a deixar-le as buas-vindas. É um rapaz munto delicado e atencioso. Munto sociávle. Sai ò pai (Dês le dê Céu!), o Tony Corvelo, que tendo nacido na Serreta, emigrou inda pechinchinho pra estas Calefórnias e acabou pro casar na Treceira co’a minha Deonilde. Mãs isto pra dezer qu’o Michael ficou d’apar’cer amenhã de menhã, por essas onze (i)horas. E vai ficar cunnosco inté ò domingo à noite. Certamente que o sinhor vai gostar de conhecê-lo. Tant’ mais qu’estes assúintos de que temos istado a cunversar nã le são de todo indif’rentes.
Arrecordo-me de que há pouco menos de 10 anos, – acabava (i)eu de fixar-me nos Istados Unidos e ele istudava aiinda num colégio aqui de Tulare –, luvou-me no sê carro a San Francisco. Fomos antão a um teatro munto grande – ei tal mistério! – a ver uma peça cuijo nome agora m’iscapa. Q’alquer coisa treminada im …elo?
Imbora ê nã precebesse nada d’inglês (que hoije semp’ vou apanhando o suficiente prò dia-a-dia), ficou-me a ideia de que seria um inredo deveras comovente e inté revoltante, pla situação de inju’tiça a que é sujeita uma das feguras princepais. (Esta Paixão, mal cumparando, que aqui tenho sobre os joeilhos, tamém num é mais qu’a denúncia duma grande, enorme inju’tiça. Mãs adiente.)
Pois olhe o sinhor que era a hestória duma jovem sinhora, munto loira e munto linda, que se apaixona por um hóme um tanto iscurote da pele (creio que lá dessa gente das Arábias ou das Moiramas). Hóme munto expedito nas armas, ao que parece, e que amava predidamente aquela jóia d’isposa. E num é qu’entr’ambos s’atravessa o estepor dum marmãinjo, cum intrigas indecentes, a prepósito do cumportamento da sinhora, que a pouco e pouco vão invenenando o coração do marido! E porque vira e porque torna, e porque torna e porque deixa!, e porque ela tinha predido um lincinho qu’ ele le of’recera, cum uns morangos bordados, (isto me ia cochichando o mê neto, de vez im quando), e unde é que está o lenço?, unde é que meteste o lenço?, a quim foi que deste o lenço?, sua esta e sua aquela. (Parece inté que le chumava um nome munto feio, vailha-me Dês.)
O que é certo é que, lá mais prò fim da peça, já a linda sinhora se pruparava pra se deitar, já tinha rezado as suas orações, o que havia de dar na cabeça ò malino do marido ciumento? Deitar-le as mãos ò piscoço e estrafegá-la, cego de raiva, e, pra mais ajuda, suvocá-la cum uma aumofada.
Pois semp’ le quero dezer que, no final de contas, o intriguista mata a própia mulher (que era dama de cumpanhia da virtuosa sinhora estrangulada). O desvairado melitar da pele iscura (general, se bem m’alembro), fere co’a ispada o intriguista e, òspois duma longa fala im que par’cia mais tranquilizado, eis que puxa o punhal da cinta e, num zape, suicida-se ali mêmo, à frente de nã sei q’antos mortos e de nã sei q’antos vivos, e cai, a seluçar, sobre o corpo da pobre isposa inocente!
Fichada a cortina, reaberta a cortina, reaparécim, dubaixo de luzes fortes, todos aqueles mortos, agora “ressu’citados”, e vêm todos, cum os que iscapárum à carnifecina, agardecer os aplausos retumbantes d’assistença. Ei, tais istrondos d’intusiasmo! (Que, pansando bem, – e se me premite a cumparação –, nim eu nim a minha gente nos pod’remos queixar do acolhimento que, ò longo daqueles oito anos – oh que soidades! – o povo da Serreta e de oitras freguesias se dignou duspansar-nos!)
Consulte a sinopse da obra e a transcrição de outras duas Histórias Intrometidas no site do autor, em: https://bit.ly/3quQnKO
May be an image of text that says "ROMANCE NORBERTO ÁVILA do A PAIXÃO SEGUNDO JOÃO MATEUS (Romance Quase de Cordel) Um romance que tem como assunto principal a peça de teatro APAIXÃO SEGUNDO JOÃOMATEUS com a qual o mesmo o autor havia homenageado a criatividade popular da sua ilha Terceira. norbertoavila.eu"
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Why a V-shaped plane may make a whole lot of sense

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The Delft University of Technology and KLM Royal Dutch Airlines have announced a plan for a striking new plane.
Why a V-shaped plane may make a whole lot of sense
BIGTHINK.COM | BY BIG THINK
Why a V-shaped plane may make a whole lot of sense
When it comes to climate change, today’s airplane pollution is a real problem.

DICIONÁRIO BRASILEIRO DE PRAZOS

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DICIONÁRIO BRASILEIRO DE PRAZOS
Mas se calhar aplica-se a outros locais
Para evitar que estrangeiros fiquem “pegando injustamente no nosso pé”, está-se compilando o *“Dicionário Brasileiro de Prazos”*, que já deveria estar pronto, mas atrasou. No entanto, conseguimos ter acesso a alguns termos que podem ser de grande ajuda:
*DEPENDE*: Envolve a conjunção de vários fatores, todos desfavoráveis. Em situações anormais, pode até significar sim, embora até hoje tal fenômeno só tenha sido registrado em testes teóricos de laboratório. O mais comum é que signifique diversos pretextos para dizer não.
*VEJA BEM*: É o Day after do DEPENDE. Significa “viu como pressionar não adianta?” É utilizado da seguinte maneira: “Mas você não prometeu os cálculos para hoje?” Resposta: “Veja bem…”
Xiiiiiiii…: Se após a frase: Não vou mais tolerar atrasos, você ouvir este som entenda que ele exprime dó e piedade por tamanha ignorância sobre nossa cultura.
*JÁ JÁ*: Aos incautos, pode dar a impressão de ser duas vezes mais rápido do que já. Engano; é muito mais lento. Faço já significa “passou a ser minha primeira prioridade”, enquanto “faço já já” quer dizer apenas “assim que eu terminar de ler meu jornal, prometo que vou pensar a respeito.”
*LOGO*: Logo é bem mais tempo do que dentro em breve e muito mais do que daqui a pouco. É tão indeterminado que pode até levar séculos. Logo chegaremos a outras galáxias, por exemplo. É preciso também tomar cuidado com a frase “Mas logo eu?”, que quer dizer “tô fora!”.
*MÊS QUE VEM*: Parece coisa de primeiro grau, mas ainda tem estrangeiro que não entendeu. Existem só três tipos de meses: aquele em que estamos agora, os que já passaram e os que ainda estão por vir. Portanto, todos os meses, do próximo até o Apocalipse, são mês que vêm!
*NO MÁXIMO*: Essa é fácil: quer dizer no mínimo. Exemplo: Entrego em meia hora, no máximo. Significa que a única certeza é de que a coisa não será entregue antes de meia hora.
*PODE DEIXAR*: Traduz-se como : nunca.
*POR VOLTA*: Similar a no máximo. É uma medida de tempo dilatada, em que o limite inferior é claro, mas o superior é totalmente indefinido. Por volta das 5h quer dizer a partir das 5 h.
*SEM FALTA*: É uma expressão que só se usa depois do terceiro atraso. Porque depois do primeiro atraso, deve-se dizer “fique tranqüilo que amanhã eu entrego”. E depois do segundo atraso, “relaxa, amanhã estará em sua mesa”. Só aí é que vem o “amanhã, sem falta”.
*UM MINUTINHO*: É um período de tempo incerto e não sabido, que nada tem a ver com um intervalo de 60 segundos e raramente dura menos que cinco minutos.
*TÁ SAINDO*: Ou seja: vai demorar. Os dois verbos juntos indicam tempo contínuo.
*ZÁS-TRÁS*: Palavra em moda até uns 50 anos atrás e que significava ligeireza no cumprimento de uma tarefa, com total eficiência e sem nenhuma desculpa. Por isso mesmo, caiu em desuso e foi abolida do dicionário”.
(Recebido de um amigo brasileiro)
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  • Do dicionário são-tomense dos prazos registe-se a expressão “leve-leve”, com dupla significação: 1. fazer coisa prazerosa em cadência pausada por forma a prolongá-la o mais possível; 2. não fazer coisa de que se não goste, protelando-a indefinidamente.…

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PPM/Açores quer reverter “abandono” de Santa Maria

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PPM/Açores quer reverter “abandono” de Santa Maria
Os deputados do PPM/Açores consideraram ontem ser necessário reverter o “estado de abandono” em que os governos socialistas deixaram a ilha de Santa Maria, defendendo cooperação entre o executivo regional e a Câmara Municipal de Vila de Porto.
Numa nota de balanço da visita a Santa Maria dos deputados Paulo Estêvão e Gustavo Alves, entre quarta-feira e domingo, o grupo parlamentar refere que “constatou que é necessário desenvolver, de forma urgente, ações concretas que possam reverter o estado de abandono em que os governos do Partido Socialista deixaram a ilha de Santa Maria”.
“A rede viária da ilha encontra-se num estado lastimável. Existem amplos troços que precisam de ser reparados com muita urgência. Mesmo em locais que foram intervencionados recentemente pelo anterior governo, como o acesso à Baía de São Lourenço, a rede viária encontra-se inexplicavelmente degradada. Parece que a obra tem 30 ou 40 anos, quando a verdade é que muito recente. Este facto revela bem a falta de qualidade da intervenção realizada”, afirmam os deputados do PPM, partido que integra a coligação do Governo dos Açores, com o PSD e o CDS-PP.
Assim, o PPM defende um plano de recuperação da rede viária, que é, “neste momento, uma das piores dos Açores”, mas com outro serviço de obras públicas, já que o que atualmente está presente na ilha “encontra-se numa situação limite, mal dirigido, sem meios e sem maquinaria”.
Além disso, acrescentam os deputados, “o estaleiro do serviço, no qual os trabalhadores tomam as suas refeições, tem condições verdadeiramente abjetas, não sendo possível continuar a submeter os trabalhadores a este tipo de condições de trabalho”.
Na nota, os deputados do PPM/Açores referem ainda a questão da proteção da orla costeira da ilha, considerando que “foi completamente descuidada ao longo dos últimos anos e encontra-se, em vários locais, numa situação visivelmente degradada”.
O caso da Praia Formosa é “particularmente grave por tudo o que este local representa no âmbito do desenvolvimento turístico da ilha e da proteção de pessoas e bens”, salientam.
May be an image of outdoors and text that says "PM/Açores quer reverter "abandono" de Santa Maria ves, entre quarta-feira SUE cessario uma das piores dos Açores concretas possam reverter atual- ilha situação imi- dirigido, meios ilha Deputadosdo PPM/ /Açores, Paulo Estevão Gustavo Alves, apresentaram ontem balanço visita Santa Maria, entre viária num encon- lastimável. viço, estaleiro qualo trabalhadores refeições, muta urgência. ILADOPORTO LOTEL tipo letrabalho". condições deputados PPM/Açores ontem reverter nexplicavelmen anos, quando deixaram Maria, revela qualidade afirmam executivore Porto. nota deputados sita los Paulo EstevaoeGustavoAl isivelmente degradada. caso Praia Formosa "particularmente por ocal ambito CDS-PP. Assim, PPM defende recuperação rede viária, quee, neste teção pessoas salientam.. bens,"
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Voos da KIWI e Qantas chegarão a Timor-Leste | TATOLI Agência Noticiosa de Timor-Leste

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