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Arquivo mensal: Novembro 2020
O DESMANTELAMENTO DOS NAVIOS DE CRUZEIRO
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É preciso que tudo mude p’ra que tudo fique igual.
I. Em 2019 a indústria de cruzeiros transportou cerca de 30 milhões de passageiros. Era uma indústria de 130 mil milhões de euros que empregava mais de um milhão de pessoas. Ao fim de pouco mais de meio ano, o cenário é bem diferente devido à pandemia. Os cruzeiros desapareceram lentamente dos mares.
Nas docas de Aluaga, na Turquia, as gigantescas embarcações empilham-se à espera de serem desmanteladas para sucata.
A construção destas embarcações pode custar entre 500 milhões a mil milhões e elas podem durar cerca de 40 anos. A sucata é uma alternativa pouco lucrativa. Cada navio demora cerca de seis meses a desmantelar e estima-se que pode render apenas quatro milhões.
O turismo dos navios-cruzeiro cresceu de tal forma que representava, no ano passado, uma das principais fontes de poluição. Nas contas da Federação Europeia de Transporte e Ambiente, só as embarcações do maior operador turístico poluiam 10 vezes mais do que todos os 260 milhões de automóveis da Europa.
Em entrevista sobre o assunto, o Presidente da Zero explicou que “o maior problema associado aos navios de cruzeiro e principalmente ao tráfego aéreo são as partículas ultrafinas e que sao particularmente graves em termos de impacte na saúde, dada a sua pequeníssima dimensão – que leva a que os compostos que transportam entrem muito facilmente no organismo através do sistema respiratório”
Pedro Santos, da Quercus, reiterou que o aumento das emissões associadas aos cruzeiros está relacionada com dois fatores principais: “Desde logo o grande aumento do tráfego de cruzeiros que se verificou nos últimos anos. Adicionalmente, o facto de os limites de emissões para os navios serem muito alargados torna urgente a sua revisão para limites mais apertados”. Os dois aspetos conjugados provocaram um aumento recorde da poluição proveniente dos navios de cruzeiro. E não tem dúvidas quando afirma que “é urgente a revisão dos limites de emissão para este tipo de transportes”. Acrescentou ainda que o enquadramento legal atual é extremamente permissivo, quer nos níveis de emissão quer no que diz respeito à imposição de uma transição energética nos cruzeiros e navios, pelo que “é imperioso que o transporte marítimo não se estabeleça como um reduto intocável no que diz respeito à transição energética para fontes de energia renováveis, onde, os ganhos de escala deste transporte fazem das células de hidrogénio e/ou células de amónia fontes de energia de excelência”.
Na Islândia foram tomadas medidas radicais com vista a proteger a paisagem nacional, em particular os glaciares. O governo islandês anunciou que a partir de 1 de janeiro de 2020 o uso de fuelóleo em águas territoriais vai ser proibido. A Islândia torna-se assim no primeiro país a impor este tipo de restrições ao turismo, admitindo para já a entrada de navios que tenham um sistema de purificação para reduzir a libertação de dióxido de enxofre.
De acordo com o ministro do Ambiente da Islândia, Gudmundur Ingi Gudbrandsson, as embarcações “podem usar petróleo até outras fontes de energia passarem a ser usadas”.
A partir de janeiro, o teor de enxofre dos combustíveis navais não vai poder exceder 0,1%. Atualmente está nos 3,5%.
II. Pelo menos 6,7 milhões de mortes ocorridas no mundo em 2019 decorreram da exposição de longo prazo à poluição do ar, fator que aumenta o risco de derrames, ataques cardíacos, diabetes, cancro do pulmão e outras doenças pulmonares crónicas. A poluição do ar é agora a quarta maior causa de morte em todo o mundo, logo abaixo do tabagismo e má nutrição. No conjunto, as diferentes formas de poluição atmosférica foram responsáveis por mais de uma em cada nove mortes em todo o mundo no ano passado.
O Relatório anual sobre o Estado do Ar Global
incuiu, pela primeira vez, uma análise do impacto da poluição atmosférica por partículas na saúde de recém-nascidos em todo o mundo, concluindo que este factor contribuiu para 20% das mortes de recém nascidos, ou seja, meio milhão de bebés, a maioria das quais relacionada com complicações de baixo peso à nascença e parto prematuro.
Em Portugal a poluição do ar causa cerca de seis mil mortes por ano, agrava problemas respiratórios e cardiovasculares, é responsável por dias de trabalho perdidos e contribui para elevados custos de saúde com grupos vulneráveis como crianças, asmáticos e idosos. (Relatório da Agência Portuguesa do Ambiente). Nos dados sobre a poluição das micropartículas conhecidas como PM2.5, Portugal surge com o registo de 2090 mortes no ano passado.
III. A redução da atividade económica e da mobilidade das pessoas por causa da pandemia da covid-19 reduziu de forma drástica as emissões de dióxido de azoto, que em Lisboa chegaram aos 80% e nalguns locais do Porto aos 60%.
Os cientistas defendem ainda que a pandemia da covid reforçou o valor do ar puro.
Vários estudo, publicados este ano, alertam que a poluição contribui para uma maior letalidade por covid-19.
Uma das zonas de maior interesse é a da Lombardia e Emília Romagna, onde houve mais letalidade associada à covid-19 na Europa e que também é por coincidência, ou não, uma das zonas mais poluídas da Europa. Um estudo, realizado em Itália, mostra que quando uma pessoa passa 100 dias num local com altos níveis de poluição, o risco de apresentar positivo para a covid-19 é três vezes superior. Nos Estados Unidos os investigadores também encontraram associação entre a maior poluição e a sintomatologia da covid-19. Neste caso, em termos de letalidade.
Um dos principais poluentes apontados são as PM 2.5 (matéria particulada numa escala inferior a 2.5 micrómetros). Um aumento de apenas 1 micrograma por metro cúbico, uma coisa muito ínfima na concentração geral de partículas PM 2.5 no ar, está associado a um aumento de 8% na taxa de letalidade de covid-19. Estes resultados são significativos e indicam uma associação entre poluição do ar e a covid-19.
Em entrevista ao Expresso, João Rufo, investigador do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto, explica que as PM 2.5 estão associadas à irritação das vias aéreas, quer em pacientes com covid-19 mas também em indivíduos com asma que têm menos facilidade em controlar os sintomas; “por outro lado, temos o facto de estas partículas, estas poeiras, poderem ajudar a transportar aerossóis. Vemos isto com os esporos dos fungos, com as endotoxinas das bactérias e é possível, colocamos aqui a hipótese, que também possam transportar moléculas do vírus. Estas duas razões podem justificar a associação entre as PM 2.5 e o aumento na letalidade da covid-19.”
IV. Nos Açores aguarda-se o momento da retoma do turismo e da economia mas será que queremos voltar ao mesmo? Fará sentido apostar em actividades que contribuem para o aquecimento global, tal como os navios cruzeiro, ou deveremos aproveitar esta pausa para pensar uma transição ecológica que envolva todos os sectores da sociedade?
Numa região que se quer afirmar como “Sustentável” o ambiente não deverá ser negociável. Um crescimento mais lento e mais sustentado poderá significar um jackpot a longo prazo.
Fontes:
Agência Lusa
Expresso
Observador
Público

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Desapareceu o misterioso monólito de metal encontrado no deserto do Utah – DN
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Autoridades locais disseram que desconhecidos retiraram na sexta-feira o estranho objeto, que tinha quase quatro metros de altura e parecia saído do filme “2001: Odisseia no Espaço”.
Source: Desapareceu o misterioso monólito de metal encontrado no deserto do Utah – DN
VACINA OBRIGATÓRIA OU DESEMPREGO????
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ECO, 29/11/2020: Empresas podem negar trabalho a quem não se quiser vacinar. A presidente do Comité Económico e Social Europeu, Christa Schweng, admitiu a possibilidade de uma empresa se negar a contratar um trabalhador que se recuse a ser vacinado contra a Covid-19.

ECO.SAPO.PT
Empresas podem negar trabalho a quem não se quiser vacinar
A presidente do Comité Económico e Social Europeu, Christa Schweng, admitiu a possibilidade de uma emp
Morreu o ator Dave Prowse, que deu vida a Darth Vader na ‘Guerra das Estrelas’ – Cultura – Correio da Manhã
Hoje é notícia: Portugal sem data para ter vacinas; Covid trava reformas
AÇORES HDES 3 MILHOES DÉFICE MENSAL
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Pierre Sousa Lima
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ACORIANOORIENTAL.PT
Défice mensal do HDES é de três milhões de euros e faltam recursos humanos, diz Clélio Meneses
Ex-Vice-Presidente da Pfizer: ‘Não há necessidade de vacinas’, ‘a pandemia efetivamente acabou’ – Anonymous Incision – Anonymous Awakening Brazil
congresso do pcp 600 pessoas sem distanciamento, o covid não ataca o PC?
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Realmente não dá para acreditar nisto. Mas o que é que andamos nós aqui a fazer? Porque é que o povo aceita isto impávido e sereno? Será que somos masoquistas?




O circo está montado vergonha Nacional ser ministro ser presidente vão gozar com o caralh…….
Futebol não se pode
Restauração não se pode
Negócios a fechar famílias a passar fome , e estes politicos que ganham salarios enormes gozam a grande na cara dos pobres ..onde para a polícia para poder multar serão todos coabitantes .e mais não digo
AÇORES UMA SEMANA DE NORTADA MUITO FORTE
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Esta manhã, o vento ruge em todos os Grupos e há razões para tanta ventania.
De acordo com a previsão hoje emitida pelo NHC, que passo a citar, “um intenso e extenso sistema de baixas pressões localizado no Atlântico Oriental continuará a deslocar-se para o Sul durante as próximas 24 horas. Esta depressão poderá adquirir características subtropicais dentro dos próximos dias, enquanto “vagueia” a Norte das ilhas Canárias. A meio da semana, prevê-se que as condições ambientais não sejam favoráveis a uma eventual intensificação. (…)”
Tendo em conta este quadro previsional – a que acresce a circulação causada pelo “nosso” anticiclone, cujo núcleo se encontra situado a NO do arquipélago – estima-se que intensidade do vento, que soprará do quadrante Norte até à próxima sexta-feira, poderá atingir os 65 km/h (muito fresco/forte) com rajada máxima de 95 km/h, especialmente na terça-feira, com particular incidência no Grupo Oriental.
Prevê-se ainda uma intensificação da agitação marítima, com um pico de intensidade a ocorrer hoje no Grupo Oriental, com mar alteroso (ondas de N com 6/7 metros; temporariamente, 7/8 m). Nos restantes grupos, teremos mar cavado a grosso de N (5/7 m), passando a NE e diminuindo de intensidade para a noite (3/5 m).
Em resumo, teremos uma semana típica de Inverno, com nortada rija, mar agitado e o índice térmico (atmosférico) em queda.
Pensando nos amigos mais curiosos, junto um conjunto de cartas e gráficos meteorológicos que permitirão análises mais detalhadas.
Votos de um bom Domingo!





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Pierre Sousa Lima, Fatima Sousa and 22 others
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Pedro Barroso – “Longe d’aqui” album “Longe d’aqui” (1990) – YouTube
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PICO BRANCO
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José Gabriel Silva – Photography
is at
Ilha Do Pico,azores Portugal.
Estamos a caminho do Inverno….
A Ilha do Pico, Açores coberta com o seu manto de neve.
Espero que gostem 
A fotografia não é de agora.
ESTRAGOS EM PONTA DELGADA
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Estragos nas iluminações de Natal hoje em Ponto Delgada provocados pelo vento forte que se fez sentir.
Fotos:
Ricardo Jordão de Sousa


André Silveira and 4 others
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Deus sabe o que faz
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Raquel Fonseca Pereira
a sério? Podia ter caído em cima de algo ou alguém.-
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OSVALDO CABRAL MEXAM-SE (VACINAS COVID)
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Afonso Quental
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Alma Açoriana
shared a post.
Mexam-se!
Quase todos os países europeus já constituíram os seus grupos de trabalho e todo o planeamento para transportar as vacinas contra a Covid-19.
Portugal só agora acordou e, sem saber ainda como virão as vacinas, já está instalada a confusão com gente (i)responsável a anunciar que não haverá vacinas para todos ou que os idosos acima de 75 anos, sem doenças, não terão acesso!
Como diz o Presidente da República, deixem-se de “ideias tontas” e comecem já a trabalhar.
O alerta também serve para cá. É verdade que só agora é que o novo governo tomou posse, mas já devia estar preparado para o que aí vem no sector da Saúde, pelo que não há tempo a perder, especialmente com burocracias tontas, como parece existirem na constituição da tal equipa de peritos de saúde pública.
O tempo actual é de urgência total, sob pena de entrarmos numa situação de colapso total com consequências desastrosas para a vida de todos nós.
Aliás, algumas dessas consequências já se notam na região, fruto de uma má preparação para a segunda vaga que estamos a enfrentar.
De Março até agora parece que não aprendemos nada e andam as autoridades a discutir se o titular da Saúde Pública pode ou não continuar no cargo!
O Serviço Regional de Saúde está ligado às máquinas e se não tiver quem o reanime urgentemente, não haverá cuidados intensivos que o salve.
De Março até 15 de Novembro já morreram nos Açores mais 90 pessoas do que a média de óbitos nos últimos 5 anos.
É um dado preocupante, que só tem explicação no facto de muita gente não estar a recorrer aos cuidados de saúde, por dificuldades de acesso ou por incapacidade de resposta do Serviço Regional de Saúde.
A crescente lista de espera de açorianos para uma cirurgia é um dos grandes falhanços da nossa governação e há que pôr termo a isso.
Há quatro anos tínhamos menos de 10 mil doentes em espera, hoje já vamos quase nos 13 mil e só no último ano entraram mais 500 para a lista.
Há que dotar os hospitais, urgentemente, de recursos de toda a ordem e pô-los a funcionar com uma organização de excelência.
O que se está a passar no maior hospital desta região é preocupante e o novo governo ou toma conta da situação rapidamente ou será apanhado pela impopularidade num abrir e fechar de olhos.
Não se entende que o simples confinamento profilático de funcionários ligados ao Serviço de Esterelização provoque suspensões e atrasos nas cirurgias, quando situações como esta, mesmo a ocorrerem noutros serviços, devem estar acauteladas para que todo o processo de actividade vital dos hospitais não seja interrompido.
Não se compreende que um Plano de Contingência, em qualquer empresa, não tenha o contributo decisivo do médico de trabalho, especializado em saúde pública, muito menos num hospital.
Não se compreende que se adquire e inaugure, com pompa e circunstância, um aparelho de ressonância magnética de topo de gama e depois não funcione porque é preciso dar formação a quem o opera.
Não se entende que se deixe o quadro médico e de outros profissionais de saúde a esvair-se, sem contratar outros em nome de uma qualquer poupança que vamos todos, utentes, pagar depois mais caro.
Não se entende que, lá fora, se recrutem médicos e outros profissionais na reforma, quando aqui não se autoriza que eles permaneçam nem mais um dia nas instalações, mesmo que se ofereçam para continuar a trabalhar.
Custa a perceber que, entre Março e agora, não se tenha resolvido um único caso de falta de recursos apresentado pelos Delegados de Saúde, que estão a recorrer a profissionais de outras áreas para o trabalho extenuante que estão a enfrentar diariamente.
É preciso acabar com o desleixo e desorganização que reina em muitos sectores da saúde, reformular tudo o que for preciso reformular e não deixar ninguém para trás, em nome da pandemia, muito menos os outros doentes que necessitam de cuidados permanentes.
Deixem-se de burocracias, deixem-se de discussões estéreis e acabem com os enredos de bastidores.
Mexam-se!
(
Osvaldo Cabral
– Diário dos Açores de 29/11/2020) — with
Osvaldo José Vieira Cabral
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mais mortos que noutros anos
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Mais 90 mortes nos Açores
do que a média dos últimos 5 anos
Entre 2 de Março e 15 de Novembro (semanas 10 a 46), comparativamente com a média de óbitos observada no período homólogo de 2015-2019, o maior aumento do número de óbitos registou-se na região Norte (+4 138 óbitos), seguida da Área Metropolitana de Lisboa (+2 659 óbitos), do Centro (+1 689 óbitos), Alentejo (+798 óbitos), Algarve (+307 óbitos) e das regiões autónomas dos Açores e da Madeira (+90 e +89, respectivamente), revelou ontem o INE.
Comparando o número de óbitos por semana com a média de óbitos no período 2015-2019, o aumento registado na semana 11 (9 a 15 de março) foi explicado pelo acréscimo de óbitos registado na região Norte.
Nas semanas seguintes verificaram-se maiores contributos das restantes regiões, em particular do Centro e da Área Metropolitana de Lisboa, mantendo-se todavia, entre as semanas 13 (23 a 29 de Março) e 22 (25 Abril a 31 de Maio), a região Norte com a maior contribuição para o acréscimo do número de óbitos.
Nas semanas 23 e de 25 a 27 a maior contribuição foi da Área Metropolitana de Lisboa, voltando, em seguida, o Norte a ocupar a primeira posição.
Nas semanas 38 à 41 (entre 14 de Setembro e 11 de Outubro) a maior contribuição pertenceu novamente à Área Metropolitana de Lisboa. Nas últimas cinco semanas, a região Norte volta a apresentar o maior aumento de óbitos.
Do total de 82 326 óbitos registados entre 2 de Março e 15 de Novembro de 2020, 49 301 ocorreram em estabelecimento hospitalar e 33 025 fora do contexto hospitalar (no domicílio ou noutro local), a que correspondem aumentos de 3 492 óbitos e 6 148 óbitos, respectivamente, relativamente à média de óbitos em 2015-2019 em período idêntico.
O excedente de óbitos fora do contexto hospitalar é importante ao longo de todas as semanas, mas especialmente até meados de Julho (semana 28).
Nas três semanas seguintes (13 de Julho a 2 de Agosto) o aumento dos óbitos repartiu-se de forma mais equilibrada entre meio hospitalar e fora desse contexto.
A contribuição dos óbitos fora do contexto hospitalar acentuou-se nas semanas 32 a 36 (3 de Agosto a 6 de Setembro).
Nas semanas 37 a 42 (7 de Setembro a 18 de Outubro) voltou a registar-se uma repartição relativamente equilibrada do aumento de óbitos, comparativamente à média do período homólogo de 2015-2019, entre meio hospitalar e fora desse contexto.
Na semana 43 (19 a 25 de Outubro) volta a aumentar o número de óbitos fora dos hospitais.
Nas duas últimas semanas (2 a 15 de novembro) o maior acréscimo de óbitos registou-se nos hospitais, representando 68,2% na semana 45 e 61,3% na semana 46 do aumento de óbitos relativamente à média dos últimos cinco anos.
(Diário dos Açores de 29/11/2020)

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