não é obrigatório o teste covid Negativo interilhas, e muito bem!

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Deixou de ser obrigatório o teste covid Negativo interilhas, e muito bem!
Decreto Regulamentar Regional n.º 26/2020/A de 27 de novembro de 2020
Governo Regional
Sumário
Segunda alteração ao Decreto Regulamentar Regional n.º 24/2020/A, de 19 de novembro, na redação dada pelo Decreto Regulamentar Regional n.º 25/2020/A, de 24 de novembro.
Decreto Regulamentar Regional n.º 26/2020/A de 27 de novembro de 2020
Segunda alteração ao Decreto Regulamentar Regional n.º 24/2020/A, de 19 de novembro, na redação dada pelo Decreto Regulamentar Regional n.º 25/2020/A, de 24 de novembro
O Decreto Regulamentar Regional n.º 25/2020/A, de 24 de novembro, aditou o artigo 2.º-A ao Decreto Regulamentar Regional n.º 24/2020/A, de 19 de novembro, com a finalidade de regulamentar a alínea e) do n.º 1 do artigo 5.º do Decreto n.º 8/2020, de 8 de novembro, que procede à execução do Decreto do Presidente da República n.º 51-U/2020, de 6 de novembro, que decreta o estado de emergência, estabelecendo a obrigatoriedade de realização de testes de diagnóstico de SARS-CoV-2, pela metodologia RT-PCR, nas 72 horas antes da partida do voo, das ilhas de São Miguel ou Terceira, com destino a outra ilha do arquipélago, do qual conste a identificação do passageiro, o laboratório onde o mesmo foi realizado, a data de realização do teste e a menção a resultado «negativo».
O Despacho n.º 1899/2020, de 23 de novembro, da Secretária Regional da Saúde, publicado na 2.ª série do Jornal Oficial, estende a aplicação do clausulado-tipo da convenção para a realização de testes de despiste ao vírus SARS-CoV-2 pela metodologia RT-PCR, aprovado em anexo ao Despacho n.º 992/2020, de 26 de junho, e do qual faz parte integrante, a entidades que tenham laboratório sediado nas ilhas de São Miguel e Terceira e que revelem capacidade de realização de testes de despiste ao vírus SARS-CoV-2 pela metodologia RT-PCR.
Considerando que não se encontram reunidas as condições operacionais relacionadas com a aplicação da referida convenção para a realização daqueles testes de diagnóstico, e a aplicação de procedimentos que permitam a adequada conciliação entre a proteção da saúde pública, a prevenção da propagação do vírus SARS-COV-2 e a circulação de passageiros no território da Região Autónoma dos Açores sem excessivos constrangimentos;
Nos termos da alínea d) do n.º 1 do artigo 227.º da Constituição da República Portuguesa e do artigo 41.º, do n.º 6 e da alínea a) do n.º 7 do artigo 81.º e da alínea d) do n.º 1 do artigo 89.º do Estatuto Político-Administrativo da Região Autónoma dos Açores, conjugado com o n.º 2 do artigo 20.º da Lei n.º 44/86, de 30 de setembro, o Governo Regional, em articulação com o Representante da República para a Região Autónoma dos Açores, decreta o seguinte:
Artigo 1.º
Entrada em vigor do artigo 2.º-A do Decreto Regulamentar n.º 24/2020/A, de 19 de novembro
O artigo 2.º-A do Decreto Regulamentar Regional n.º 24/2020/A, de 19 de novembro, na redação dada pelo Decreto Regulamentar n.º 25/2020/A, de 24 de novembro, entra em vigor no prazo de 15 dias a contar da data da entrada em vigor do Decreto Regulamentar n.º 25/2020/A, de 24 de novembro.
Artigo 2.º
Produção de efeitos e entrada em vigor
1 – O presente diploma produz efeitos reportados à data da entrada em vigor do Decreto Regulamentar Regional n.º 25/2020/A, de 24 de novembro.
2 – O presente diploma entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação.
Aprovado em Conselho do Governo Regional, na Horta, em 24 de novembro de 2020.
O Presidente do Governo Regional, José Manuel Cabral Dias Bolieiro.
Assinado em Angra do Heroísmo em 25 de novembro de 2020.
Publique-se.
O Representante da República para a Região Autónoma dos Açores, Pedro Manuel dos Reis Alves Catarino.
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  • Desculpe mas não concordo. Como é sabido existem várias cadeias de transmissão ativas nas ilhas e não fazer teste pode significar o início de uma ou mais uma em outra ilha. Acho esta decisão descuidada – no mínimo…

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    • Leiam bem o Decreto.. Não cancelaram a medida, apenas a adiaram por 15 dias

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      • 2 h
  • Nunca chegou a ser obrigatório. Ia entrar em vigor e foi suspenso pelo Governo Regional, pois não existiam ainda as condições necessárias para arrancar com a medida. E ao contrário do que escreveu, não deixou de ser obrigatório. Apenas foi adiado em 15…

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Télécharger Volcanoes of the Azores: Revealing the Geological Secrets of the Central Northern Atlantic Islands (Active Volcanoes of the World) por Ulrich Kueppers,Christoph Beier ePub eBook @WIRINGSTUFF.FLYING2COPENHAGEN.IT

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Historiador luso-brasileiro revela em livro saga açoriana na República Dominicana | e-Global

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Luiz Nilton Corrêa, antropólogo e historiador luso-brasileiro, é o autor do livro “Açorianos em São Domingos”, que conta a “saga dos migrantes micaelenses na República Dominicana em 1940”. O trabalho, editado pela “Letras Lavadas”, aborda a emigração nos Açores ao longo da sua história, com destaque para a emigração no período entre as duas grandes […]

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TAP MAIS 700 MILHOES DE PREJUIZO

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TAP com prejuízos de 700 milhões até setembro
JORNALDENEGOCIOS.PT
TAP com prejuízos de 700 milhões até setembro
A companhia aérea perdeu 9 milhões de passageiros nos primeiros nove meses do ano, face ao mesmo período de 2019. Até setembro as receitas caíram 66% e os custos 41%. Só no terceiro trimestre as perdas foram de mais de 118 milhões.
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tiago lopes ex dir reg da saúde

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A vida humana vale mais do que politiquices!
O profissional de saúde Tiago Lopes não foi correto nem teve gratidão com os milhares de Açorianos!
Não entendo como é que uma pessoa da área da saúde procede desta forma!
A Ordem dos Enfermeiros deve investigar !
Subscrevo o seu Editorial – Paulo Simões!
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EDITORIAL
Terreno armadilhado
Aos governos e oposições pede-se responsabilidade em todas as decisões tomadas, em cada ato praticado, em cada diploma, decreto ou papelinho assinado. A todos se exige a máxima honestidade política, intelectual e humana e cabe à classe política em geral a responsabilidade da imagem que nós, o Povo, dela fazemos.
Não é justo catalogar todos pela mesma bitola que tende a ser, de há uns anos a esta parte, pouco abonatória para a classe, mas a verdade é que abundam os exemplos menos dignos que ajudam a desfocar a imagem que fazemos dos representantes do Povo nos vários palcos onde atuam.
Uma responsabilidade que se torna ainda maior no quadro da atual pandemia que não parece querer dar tréguas e todos os dias provoca mais vítimas e ameaça fazer ruir o modelo de sociedade que até ao começo deste ano dávamos por garantido.
Assim, seria expectável da parte do novo governo uma atitude mais célere na indigitação dos responsáveis pela área da Saúde – como agora veio a acontecer – tal como era expectável que Tiago Lopes, agora -ex-diretor regional da Saúde e ex-responsável máximo pela Autoridade Regional de Saúde se tivesse disponibilizado para permanecer em funções (mesmo tendo sido eleito deputado) até poder passar a pasta e ajudar na transição para os novos titulares. Ao pedir a demissão antes de haver uma transição de pasta o agora deputado regional esteve mal, talvez condicionado por outros que nos bastidores se movem para dificultar a vida ao novo governo. Do ponto de vista ético e moral o ex-diretor regional da Saúde tinha o dever de garantir todo o apoio aos novos titulares, mesmo estando desgastado como compreensivelmente estará.
Tiago Lopes, justiça lhe seja feita, fez um bom trabalho perante um cenário nunca antes enfrentado por ninguém. Foi ele que todos os dias falou aos açorianos, foi ele o rosto e a voz de referência durante os primeiros meses da pandemia. Cometeu erros, é certo, mas quem nunca os cometeu? Contudo, o erro maior foi o de ter querido sair à pressa no meio do caos instalado na Região que estará já em modo de transmissão comunitária.
O ex-responsável máximo pela Autoridade Regional de Saúde não deveria ter abandonado, como abandonou, o barco que durante todas estes meses capitaneou, sob pena de poder transmitir a ideia de querer deixar o “terreno armadilhado” para quem veio a seguir. Exigia-se um trabalho em parceria, sério e o mais exaustivo possível para que quem agora vai gerir a luta contra a pandemia tenha toda a informação disponível em tempo útil. Virar as costas nesta fase de transição é incompreensível do ponto de vista humano e vai contra de tudo o que os profissionais da saúde defendem e representam … uma classe da qual faz parte Tiago Lopes que antes de ser político é um profissional de Saúde.
A política deve estar sempre ao serviço do Povo e nunca ao serviço de interesses partidários e de lutas pelo poder.
(Paulo Simões)

in, Açoriano Oriental, 29 de Novembro / 2020

milhões por remédio que não funciona

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UE – CONTRATO DE MILHÕES
PARA MEDICAMENTO AMERICANO QUE NÃO FUNCIONA
(Preço de venda foi 420 vezes superior ao custo de produção!)
INVESTIGATION
EU taxpayers in the dark on US corona-drug deal
The US drug is priced at 420 times what it costs to make (Photo: Marco Verch)
By STAFFAN DAHLLHÖF
COPENHAGEN, TODAY, 07:27
The European Commission and most EU states recently signed a huge contract with US pharmaceutical firm Gilead for its anti-corona drug Remdesivir.
But the World Health Organisation (WHO) says there is no evidence the medicine works.
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Portugal também comportou uns camiões carregados disso?
O Trengo impôs-nos a compra por solidariedade política?
Lá teremos que ir agora todos para a Índia e África dar-lhe uso?

AS NOVAS MÉDIA ESTÃO A MATAR A HUMILDADE INTELECTUAL?

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