Expresso | Prémio Femina de Honra 2020 atribuído à embaixadora Maria Rita Ferro, Vera Pina também premiada

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O jantar do prémio Femina será realizado “numa cerimónia formal de investidura” no dia 18 de novembro, em Lisboa, encerrando a Cimeira Femina 2020

Source: Expresso | Prémio Femina de Honra 2020 atribuído à embaixadora Maria Rita Ferro

faltam profes nos açores

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Humberta Araujo and 2 others shared a link.
A Bolsa de Emprego Público é o último recurso aos dispor das escolas. Foram já lançados quase 80 concursos urgentes neste ano letivo. Em anos anteriores, houve até educadores de infância a lecionar no 2.º ciclo.

ressuscitaram a santa inquisição e os bufos da pide

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Pedro Tradewind Salgueiro to COVID-19 Açores

Covid-19. Mulher detida em autocarro por violar confinamento obrigatório…

Uma mulher de 67 anos foi detida num autocarro depois de uma denúncia de que estava a violar o confinamento obrigatório.
O autocarro foi evacuado e desinfetado.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) deteve na sexta-feira, dia 16 de outubro, uma mulher por violação do confinamento obrigatório devido à pandemia de Covid-19, na localidade de Ribas de Baixo, no concelho de Loures.
Em comunicado, a GNR esclarece que a mulher de 67 anos foi detida num autocarro, após uma denúncia “a dar conta de uma cidadã em incumprimento de obrigação de confinamento obrigatório”. Os militares dirigiram-se ao local e conseguiram “intercetar o autocarro e abordar a mulher”, que foi conduzida para a sua residência.
O autocarro onde seguia a mulher foi evacuado, “para efeitos da necessária limpeza e desinfeção” e foi enviado um novo veículo para transportar os restantes passageiros.
A mulher foi constituída arguida, e os factos foram remetidos para o Tribunal Judicial de Loures.
Observador
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  • Roberto Garcia lamentavel,ela devia ter cuidade,estava a por em risco as restante pessoas,mas eh estranho julgo que o denuciante(a),podia ter evitado este episodio,alertando as autoridades antes de ela apanhar o autocarro,abraço
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  • Nuno Branquinho Muito bem, se o confinamento obrigatório se sentiu violado, tem todo o direito de se indignar!
  • Laura Simas Só gostava de saber quem fez a denúncia como sabia que a senhora estava em confinamento?

chile mais fogo

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Uma semana antes do plebiscito constitucional, também foi incendiada uma estação do metrô e foram registrados saques em supermercados e ataques a quartéis policiais

BRASIL.ELPAIS.COM
Uma semana antes do plebiscito constitucional, também foi incendiada uma estação do metrô e foram registrados saques em supermercados e ataques a quartéis policiais

no RU mais 26 mil mortos sem ser covid

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Figures for England and Wales show that since March around 26,000 more people than usual have died at home.Most of these deaths were not related to Covid-19.Instead, they were caused by heart disease, lung cancer, dementia and other conditions.While hospitals and care homes saw huge spikes in deaths, mainly from Covid during April and May – these reduced to lower than average levels during the summer.However, in private homes the opposite happened – and more deaths occurred there than the average over the past five years.Increases in deaths from heart disease were particularly marked in men, while deaths from dementia and Alzheimer’s saw the largest increase in women.It looks like these deaths would normally have happened in hospital.So are people being put off going, being told not to come for treatment or choosing to stay at home?And how many of these lives could have been saved if they had gone to hospital?These are all important questions ahead of a busy winter for hospitals juggling the second Covid wave and the healthcare needs of all other patients. (BBC)

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  • Jorge Máximo Heitor Cá, também. Muita gente em risco de vida por não ser chamada a tempo e horas para as consultas ou cirurgias, por as administrações hospitalares estarem quase que exclusivamente focadas na Covid-19.

ps quer maioria absoluta

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O presidente do PS/Açores e atual chefe do Governo Regional considerou que uma maioria absoluta do partido nas eleições de domingo é “sem sombra de dúvida” a melhor garantia de defesa dos açorianos no atual contexto pandémico. “Eu acredito que sim. Sem sombra de dúvida”, declarou Vas…

JORNALACORES9.PT
O presidente do PS/Açores e atual chefe do Governo Regional considerou que uma maioria absoluta do partido nas eleições de domingo é “sem sombra de dúvida” a melhor garantia de defesa dos açorianos no atual contexto pandémico. “Eu acredito que sim. Sem sombra de dúvida”, declarou Vas…

ADELAIDE FREITAS NO JL

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Adelaide Freitas: da Literatura Açoriana e Norte Americana

@ Teresa Martins Marques

Adelaide Freitas: da Literatura Açoriana e Norte Americana

@ Teresa Martins Marques

Adelaide Freitas é um nome que não carece de apresentação nos Açores, mas outro tanto não poderá dizer-se no continente. Tendo nascido em 1949, na Achadinha do Nordeste, a mesma localidade da ilha de São Miguel em que nascera, dois meses antes, João de Melo, que haveria de ser seu companheiro na escola primária e, mais tarde, objecto dos seus trabalhos ensaísticos, terminado o liceu em Ponta Delgada, vai graduar-se na Southeastern Massachusetts University, em Darmouth, bem como na City University of New York, regressando, mais tarde, aos Açores onde completará o doutoramento sobre a obra de Hermann Melville em 1987. Pode dizer-se que desde essa altura a Baleia Branca não mais a abandonou.
No seu livro Nas Duas Margens da Literatura Norte-Americana e Açoriana muito justamente comportando textos em português e em inglês), a ensaísta continuou a enfrentá-la em estimulantes ensaios como «Moby Dick e a recuperação da Memória: Portugal na sua atlanticidade», «Os açorianos em Moby Dick» e sobretudo no admirável e fastasmático texto que encerra o livro: «Uma baleia vê os homens: o reacordar da humanidade», onde Adelaide aflora o mito da Atlântida, das Ilhas Afortunadas, bafejadas pelo espírito santo, cruzando-o com mestria às lições de Jung e Eliade e Edgar Morin, mas também do Pessoa da Mensagem, de Nemésio e Natália Correia e ainda a António Tabucchi, Fernando Aires e João de Melo.
Conforme nos diz Vamberto Freitas, na nota de apresentação do livro, este foi organizado pela autora numa fase da sua saúde já muito problemática, todavia os textos foram escritos em anos de grande produtividade criativa. Digno de figurar entre os mais exigentes estudos de género é justamente o ensaio «Para uma sensibilização ao universo feminino – e o grito se fez fala e a fala fez-se mulher», em que a autora parte de Minoo Farhangmeh, das Novas Cartas Portuguesas para se deter com minúcia num trecho decisivo d’ A Melancolia do Geógrafo de Brigitte Paulino-Neto: “ Ela está de gatas, descalça, despenteada a suar. O outro, na moldura da porta, ocupa o lugar do Sol. Só pode ser ele. Ela endireita-se bruscamente, senta-se nos calcanhares, olha-o como se se tratasse de Deus Pai. Fica assim entre o balde e o pano, muito direita diante do homem que se ergue nas suas botas, em contraluz de pernas afastadas, radioso enquanto ela permanece ajoelhada.” Esta mulher ainda não conquistou o seu lugar, ainda não se libertou da condição de objecto-trapo, mas uma revoada de mulheres voa para fora da via crucis e encontra a via certa, o fim do cativeiro. Encontramo-las na Madona de Natália, mas também nas obras de Fátima Borges, Madalena Caixeiro, Judite Jorge ou Lúcia Costa Melo. A Cor do Ciclame dos Desertos de Fátima Borges é a medida certa da procura que confunde tempo e lugar porque sabe que tempo e lugar são uma díade inseparável, como não o sabem os gramáticos que tudo catalogam e separam:
” Aqui é um advérbio de tempo contra o que tão categoricamente sempre afirmaram os fazedores de gramáticas.” Aqui é o lugar da mulher que procura o que lhe falta e que sempre acaba encontrando o que não procura. Voz de silêncio, que grita mais alto que a trombeta em dia de Juízo, o ajuste de contas, a seu tempo, chegará. Do silêncio que se faz voz nos fala ainda um dos mais brilhantes ensaios do livro – «Língua / linguagens, ou a ética da sobrevivência, em Saudade», também em versão inglesa «Saudade, de Katherine Vaz: Language as survival», no qual Adelaide aponta a insistência da autora na criação de personagens “que «perdem» alguns dos cinco sentidos, ora calando-os, ora recuperando-os ou reinventando-os.” É o caso de Clara, que intermitentemente perde e recupera a fala, em situações traumáticas associadas a morte, o mesmo se passando com o seu companheiro, Hélio, que por morte da filha «fechara os olhos para o mundo».
Estamos num universo humano complexo e intrigante, e deveras perturbador já que Adelaide lutava contra uma doença que lhe perturbava a linguagem, tendo dedicado os seus últimos anos com saúde à escrita de um romance – Sorriso por Dentro da Noite, obra originalíssima no contexto da literatura açoriana, recebido com aplauso generalizado nos meios literários dos Açores e da diáspora, mostrando a emigração do ponto de vista de uma criança que os pais deixam para trás, ao cuidado de uma avó.
O trabalho ensaístico era antecâmara da ficcionista, sem que deixasse de ser aquilo que primacialmente é: trabalho de indagação e de iluminação dos textos. Diálogo implícito com o leitor, mediação de um a um Outro. Voyage au Bout de la Nuit, segundo Céline, ou Sorriso por Dentro da Noite, segundo Adelaide Freitas. Kafka entendia que um livro tem de ser o machado para quebrar o mar gelado dentro de nós. Poucos serão os livros aos quais se aplicam tão ajustadamente, como ao romance de Adelaide Freitas, aquelas palavras, retiradas de uma carta ao amigo Oskar Pollak (1904). Este livro adquire para o sujeito-leitor essa a função salvífica abrindo, por esta forma, uma porta de acesso ao mundo da infância. Neste universo até a esperança é cruel como o mês de Abril, não por acaso o mês do nascimento de Xana – a personagem-protagonista (e também da autora), e bem assim o mês em que parte a mãe da criança, e não por acaso uma das epígrafes do romance retirada de T.S. Eliot: “April is the cruellest month, breeding/ Lilacs out of dead land, mixing/ Memory and desire, stirring/ Dull roots with spring rain(…)” retomado explícitamante no incipit: “ Tudo ali aconteceu, quando a Xana balbuciou maamãã…// Estava-se na Primavera. Gota a gota caíam as primeiras chuvas de Abril – the cruellest month. Cruel também era o que a minha avó acabava de ouvir.”(p.13)
O tema centralizador da romance será a idealização da figura materna e a consequente dificuldade de vinculação. A criança inaugura a linguagem sob o signo do equívoco, trocando as referências das figuras vinculativas. Equívoco e castigo, penoso prefigurado em Sísifo: “Pacientemente, e com esforço colossal, a vovó pegava na menina ao colo como pedra de Sísifo.”(p.13). E desde logo se demarca a figura da ausência, a mãe em efígie: “ o belo retrato da minha mãe” a que chama “ mulher emoldurada” . Distante, inatingível. Como no romance de Katherine Vaz também em Adelaide funciona o silêncio como marcador de decepção, fuga ao real, diluição:“ Sempre que se sentia traída ou magoada, punha as mãos atrás das costas, e recuava, recuava, até tocar na parede. Entrava para dentro dela e permanecia, assim, entre os tabiques (…) Por entre as ripas só se viam os olhos pretos, pretos, como as noites sem luar nem estrelas.” (p.16)
Buscam-se estratégias securitárias na ritualização do comportamento criando-se uma realidade paralela contra o marasmo ilhado, os sonhos “trancados” das mulheres, como nos ensaios de Adelaide Freitas, sobre a condição feminina:
“ As mulheres, por seu lado, rostos encolhidos, roupas acinzentadas em corpos vergados, e sonhos trancados, recolhiam-se a casa, de certa forma receosas e pasmadas…” (p.18) Estamos perante um ferrete do destino, uma herança com marca de diferença: “ Seria louca aquela menina?- perguntavam as mulheres umas às outras: Teria o demónio consigo, ou herdado a asa que transportou para o outro mundo a irmã Serafina morta aos catorze meses…” (p.19)
Xana, a menina furtiva, não aceita a ilusão no mundo real, e como Clara, vive num mundo construído por dentro. Fora de si é o mundo do dinheiro. Na definição da pragmática irmã Carolina: “rico quer dizer que por mais asneiras que se façam se tem sempre razão” (p.26). Tão iguais no fundo, tão diferentes nos processos sublimantes, Carolina resolve o abandono pela via da agressão, Xana vai tentar resolvê-lo pela fuga. Xana tem uma vinculação substitutiva na figura avó. Carolina ficará sozinha com a sua raiva e é ela a verdadeira deserdada de afectos. Deserdados até mesmo de chão, pois o peso do silêncio é ainda o do medo do terramoto:
“ O sofrimento e o medo eram de silêncio absoluto; temia-se a própria fala, não fossem as coisas piorar. E quando se pensava estar fora de perigo, o abanão veio de novo, e as paredes cederam, e a empena da casa virada a Norte desabou, em parte, como baralho de cartas. A fúria do terramoto subtraiu um quarto à nossa casa.” (p.46)
Nenhuma idealização é suportável para além de certos limites. Ela faz ruir a casa interior do ser, e a mãe real não pode competir com o sonho de uma imaginária mãe. Quando esta regressa, a criança fugirá para dentro do sonho e recusá-la-á sem apelo nem agravo.
Quando tudo se subtrai, nesta aritmética da falta, alguma coisa seguramente permanece. Como apontou Ana Marques Gastão será a força expressiva do seu verbo, a fluidez da frase, a discreta modulação do ritmo, a clareza da narrativa. Por isso a voz ficcional e ensaística de Adelaide Freitas não emudeceu com a sua morte e continua connosco para se fazer ouvir.

Texto publicado no JL

acusou positivo faça segundo teste, falsos positivos

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Bem, este artigo científico confirma que quem se preocupa com os falsos positivos tem razão e sugere a solução óbvia: logo que alguém tenha um teste positivo, deve fazer outro imediatamente para acautelar a hipótese de se tratar de um erro.

When SARS-CoV-2 prevalence is low, many positive test results are false positives. Confirmatory testing reduces overdiagnosis and nosocomial infection and enables real-world estimates of test specificity and positive predictive value. This study estimates these parameters to evaluate the impact of c…
CLINICALMICROBIOLOGYANDINFECTION.COM
When SARS-CoV-2 prevalence is low, many positive test results are false positives.…

mesmo com ajuda do Crato os colégios privados perderam

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E foi uma testemunha altamente credível.

Os “amarelos” não ganharam um Processo.

Image may contain: text that says "P A minha conta EDUCAÇÃO Nuno Crato é testemunha dos colégios privados contra o ministério Ex-ministro da Educação vai depor a favor dos colégios contra OS cortes nos contratos de associação na batalha judicial que se avizinha. Aos tribunais podem chegar "dezenas de acções" nos próximos dias."
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Domingos Correia

Uma Página

Agora que se sabe que o Ministério da Educação ganhou TODOS os processos judiciais movidos pelos colégios privados, vale a pena recordar que o Ministro da Educação de Passos Coelho foi testemunha a FAVOR dos privados e CONTRA o ministério.