demonstração da força ianque e aliada na china

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De facto o mar do sul da china quase banha os EUA . Não estar também a Inglaterra, nem a Nato, quer dizer que ainda há quem ponha travões na maluqueira generalizada.
Austrália em exercícios militares com EUA, Japão e Índia no Mar do Sul da China
HOJEMACAU.COM.MO
Austrália em exercícios militares com EUA, Japão e Índia no Mar do Sul da China

TOMÁS QUENTAL O BEM DO POVO

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Trabalhar para o bem do povo
Está mais do que provado que as maiorias políticas absolutas são nocivas para o bom funcionamento do regime democrático.
Isso ficou demonstrado com maiorias absolutas do PS e do PSD na Assembleia da República, ficou demonstrado com maiorias absolutas do PSD na Assembleia Legislativa Regional da Madeira e ficou igualmente demonstrado com maiorias absolutas do PSD e do PS na Assembleia Legislativa Regional dos Açores.
Os partidos “apanham-se” no e com o poder absoluto, afastam-se do povo que é no fundo a fonte do poder, exibem tiques autoritários, manifestam arrogância política, não se abrem ao diálogo e transformam-se em “donos disto tudo”, querendo controlar tudo e todos. Derivam daí, em consequência, favoritismos, amiguismos, cumplicidades, promiscuidades e corrupção. Toda a gente sabe que é assim!
A campanha em curso nos Açores no âmbito das eleições legislativas regionais do próximo domingo tem mostrado depoimentos de muitas pessoas a manifestarem cansaço com a maioria absoluta socialista que suporta o actual Governo Regional.
Efectivamente, o poder deve ser partilhado, para haver mais democracia, maior controlo democrático, mais liberdade e maior respeito pelas pessoas concretas. Só assim será possível encontrar as melhores soluções e satisfazer mais as necessidades e os interesses da população.
O PSD esteve muito tempo no poder regional e o PS está ainda há mais tempo. Muito foi concretizado, mas muito mais teria sido realizado se os partidos não se fechassem em si próprios, se ouvissem mais o povo concreto e estivessem mais atentos aos problemas existentes. Por exemplo, não se compreende que em 40 anos de Autonomia político-administrativa regional ainda exista tanta pobreza nos Açores, que nos envergonha a todos nós.
A Autonomia político-administrativa regional foi instituída com o objectivo primeiro de servir as pessoas que vivem nos Açores, mas as pessoas muitas vezes foram esquecidas ou não foram suficientemente atendidas. Isso é o que explica, por exemplo, as longas listas de espera que continuam a verificar-se para consultas clínicas e cirurgias. Se os recursos são limitados, então não gastem milhões, por exemplo, em centros interpretativos em vários lados, em museus que não funcionam e em “casas” que nem sequer foram inauguradas. Os milhões investidos nessas obras megalómanas fazem falta para o que é prioritário.
Nas eleições legislativas regionais, o povo pode e deve resgatar para si o poder que de facto lhe pertence e não atribuir maioria absoluta a nenhum partido. Dessa forma, o povo fica com a garantia de que a Assembleia Legislativa Regional – sede da democracia na Região Autónoma e principal órgão da Autonomia regional – volta a ter o protagonismo institucional que o Estatuto Político-Administrativo dos Açores lhe confere, nomeadamente num frutuoso debate democrático e num efectivo controlo democrático das ações e iniciativas governamentais. E os “donos disto tudo” ou que querem ser “donos disto tudo” não têm outro remédio que não seja trabalharem em cooperação, para o bem do povo. É o que se espera e exige!
You, Maria Das Neves Baptista and 4 others
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finalmente consulado em Malaca

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Caros Amigos AICL
Estamos de parabéns pelo nosso trabalho comum em prol da Lusofonia. Festejamos a criação do Consulado em Malaca, uma aspiração ao longo de doze anos, vinculada na merecida vontade dos “portugueses de Malaca / Malásia”
Abraço da Korsang Di Melaka
Negócios Estrangeiros e Finanças – Gabinetes dos Ministros de Estado e dos Negócios Estrangeiros e de Estado e das Finanças

Cria o Consulado Honorário de Portugal em Malaca

faltam profes em lisboa

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Passadas cinco semanas do início do ano letivo, ainda há muitas escolas em Lisboa com docentes em falta. Direção-Geral da Administração Escolar anunciou esta sexta-feira a contratação de mais 725 professores na sexta bolsa de recrutamento. Professores de Tecnologias de Informação e Comunic…

RR.SAPO.PT
Passadas cinco semanas do início do ano letivo, ainda há muitas escolas em Lisboa com docentes em falta. Direção-Geral da Administração Escolar anunciou esta sexta-feira a contratação de mais 725 professores na sexta bolsa de recrutamento. Professores de Tecnologias de Informação e Comunic…

5g o cerco à china

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O CERCO À CHINA JÁ COMEÇOU

A Autoridade Sueca de Telecomunicações afirma que a proibição é a consequência de uma nova lei adotada no início do ano e da avaliação das autoridades militares e dos serviços secretos para “assegurar que a utilização das frequências não ponha em perigo a segurança da Suécia”.

A Autoridade Sueca de Telecomunicações afirma que a proibição é a consequência de uma nova lei adotada no início do ano e da avaliação das autoridades militares e dos serviços secretos para “assegurar que a utilização das frequências não ponha em perigo a segurança da Suécia”.

A EUROPA EXISTE?

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A EUROPA EXISTE?
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O regresso da crise da Europa
Henrique Burnay
19 Outubro 2020 — DN
Opinião

Sábado passado, em Bruxelas, parecia haver mais gente na rua. Uma espécie de romaria do adeus. A partir de segunda-feira fecham cafés e restaurantes durante um mês, pelo menos, depois dos bares já estarem fechados há vários dias, o teletrabalho volta a ser a regra e não se pode convidar mais de 4 pessoas para casa. Vai ser um confinamento sem ser e as pessoas vieram-se despedir.

Pela Europa fora, o final de Outubro começa a lembrar o início de Março. Número crescente de casos, medidas semelhantes mas não coordenadas e o fecho da economia, formalmente imposto ou efeito prático das medidas escolhidas.

No início da pandemia, tivemos de esperar quatro meses por uma reunião do Conselho Europeu que mostrasse que os chefes de Estado e de governo tinham percebido a gravidade da situação e eram capazes de encontrar uma resposta comum: dinheiro. Antes disso, vimos fronteiras a serem fechadas sem aviso prévio, açambarcamento de máscaras, hospitais em colapso nuns lados e vazios noutros, notícias de catástrofes económicas em cursos e acusações generalizadas sobre quem estava ou não estava preparado, quem era ou não era solidário. Em países em pânico, pairou uma dúvida sincera sobre a utilidade da Europa.

Sete meses passados, os países e governos estão mais preparados do que estavam mas, parecem-nos, muito menos do que seria de esperar. Onde se contaria com medidas focadas, intervenções rápidas, estratégias bem pensadas, há o que parece ser improvisação, repetição de soluções que têm um brutal custo económico, pouca coordenação e nenhum sinal político que indicie que a União Europeia são 27 governos soberanos mas cooperantes e coordenados que aprendem uns com os outros.

O essencial da resposta europeia, em Julho, foi um plano para relançar a economia a partir do ano que vem: dinheiro, dado e emprestado, para os Estados Membros financiarem a transformação verde e digital das suas economias, seja lá o que cada um decida que isso é.

Há, porém, três problemas com este caminho. O plano de recuperação é um plano pós-pandemia, enquanto que a situação actual é de crise sanitária e económica em curso; a assimetria do impacto económico e da capacidade de resposta dos Estados membros agrava-se à medida que a economia fecha e a crise se prolonga; e, por último, volta a não haver um sinal de cooperação e coordenação política. Entretanto, o Parlamento Europeu e os 27 governos bulham sobre o acordo a que um dos lados chegou em Julho.

Não é preciso ser um adivinho nem um catastrofista para saber que nos próximos tempos vai voltar o medo da capacidade de resposta dos sistemas de saúde e da sobrevivência da economia. E a saturação.

As pessoas agora já sabem que a União Europeia não tem competências na área da saúde, que coordenou a futura aquisição de vacinas e que está a financiar investigação. E que há dinheiro prometido. Falta, no entanto, um sinal político forte.

Em Março, os líderes europeus não estavam preparados. Agora, antes que voltem a ficar fechados em cimeiras virtuais, os chefes de Estado e de Governo, e o Parlamento Europeu, têm de dar um sinal claro de que a Europa existe e que a resposta nacional é também europeia.

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faleceu a escritora Helena Marques

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Dom Quixote

Foi com profunda tristeza que recebemos, ontem à noite, a notícia do falecimento da escritora Helena Marques. Aos seus familiares, a Dom Quixote faz chegar as mais sentidas condolências.
A leitura dos seus livros é a melhor forma de a homenagearmos

A jornalista e escritora Helena Marques morreu ontem, segunda-feira, aos 85 anos.

Helena Marques nasceu em Carcavelos, em 1935, numa família de origens madeirenses.
Jornalista durante trinta e seis anos, iniciou a sua carreira no Diário de Notícias do Funchal e terminou-a no Diário de Notícias de Lisboa, onde foi diretora-adjunta (1968-1992). Foi também redatora de vários outros diários, nomeadamente A Capital, República e A Luta.
Associada n.º 33 do Sindicato dos Jornalistas, integrou o Conselho Deontológico e a Assembleia Geral em vários mandatos.
Publicou o seu primeiro livro, O Último Cais, em 1992. Muito aclamado, recebeu o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores, o Prémio Revista Ler/Círculo de Leitores, o Prémio Máxima de Revelação, o Prémio Procópio de Literatura e o Prémio Bordallo de Literatura da Casa da Imprensa.
Seguiram-se os romances A Deusa Sentada (1994), Terceiras Pessoas (1998) e Os Íbis Vermelhos da Guiana (2002), e o livro de contos Ilhas Contadas (2007). O Bazar Alemão (2010) é o seu mais recente livro.
Em 2013 foi-lhe atribuído o Prémio Gazeta de Mérito.
Era mãe do editor Francisco Camacho, do grupo Leya, do jornalista Pedro Camacho, ex-diretor de Informação e atual diretor de Inovação e Novos Projetos da agência Lusa, e do antigo jornalista Paulo Camacho.
A jornalista e escritora Helena Marques morreu ontem, segunda-feira, aos 85 anos. Helena Marques nasceu em Carcavelos, em 1935, numa família de origens madeirenses. Jornalista durante trinta e seis anos, iniciou a sua carreira no Diário de Notícias do Funchal e terminou-a no Diário de Notícias …
JORNALISTAS.EU
A jornalista e escritora Helena Marques morreu ontem, segunda-feira, aos 85 anos. Helena Marques nasceu em Carcavelos, em 1935, numa família de origens madeirenses. Jornalista durante trinta e seis anos, iniciou a sua carreira no Diário de Notícias do Funchal e terminou-a no Diário de Notícias …
A jornalista e escritora Helena Marques morreu ontem, segunda-feira, aos 85 anos. Helena Marques nasceu em Carcavelos, em 1935, numa família de origens madeirenses. Jornalista durante trinta e seis anos, iniciou a sua carreira no Diário de Notícias do Funchal e terminou-a no Diário de Notícias …

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  • Nelson Lobo Pimentel Uma grande senhora que parte, estivemos lado a lado na redacção do Diário de Notícias nos anos 80. Mais uma grande jornalista que nos deixa e vai contribuir para a grande redacção que está a formar-se no além, onde um dia voltaremos a estar juntos.

património abandonado em santa maria

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Domingos Barbosa

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Polígono de Acústica Submarina dos Açores (parte I)
Inaugurado a 19 de Maio de 1972, o Polígono de Acústica Submarina dos Açores, era um Centro de investigação criado através da cooperação de oito países, membros da NATO; Portugal, E.U.A, Canadá, França, Itália, Inglaterra, Holanda e Alemanha Federal.
O Polígono foi instalado na ilha de Santa Maria (com lançamento da 1ª pedra em abril de 1969) por aqui existirem condições logísticas (aeroporto), e pelas “características representativas do meio marítimo ambiente, pelas suas condições meteorológicas muito variáveis, por ter uma configuração de fundo adequada”.
O objectivo do Polígono de Acústica Submarina dos Açores era recolher dados acústicos e referentes ao meio ambiente, características do fundo do oceano, tendo “em vista o aumento da capacidade acústica das esquadras das nações participantes” e também o conhecimento do mar para outros fins científicos.
As instalações eram compostas por três edifícios para serviços do laboratório, uma central eléctrica e acomodações para os investigadores.
O equipamento submarino incluía três transdutores montados em torres e uma bóia submarina com instrumentos para medição das condições do meio ambiente.
Toda a informação obtida era transmitida para o laboratório onde os dados acústicos eram registados e analisados.
O Centro de investigação chegou a ter ao serviço quase 3 dezenas de pessoas em simultâneo.
A inauguração do Polígono teve direito à cobertura da impressa internacional tendo estado presentes jornalistas do Financial Times, Daily Telegraph, Argus South-African Newspapers, Reuter, United Press International e a Associated Press. Os convidados presentes foram mais de uma centena. (CONT.)

tempestade rumo aos açores

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Ontem a 27ª Depressão Tropical do Atlântico Norte transformou-se em Tempestade Tropical (com ventos sustentados da ordem dos 75 km/h). Irá fortalecer-se e assumirá a forma de ciclone tropical de categoria 1 (ventos sustentados na ordem dos 140 km/h), deslocando-se para um ponto bem a norte dos …

Sismos em Santa Bárbara na ilha Terceira e outro na ilha Graciosa: Não sentidos pelas populações

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Ocorreu esta madrugada (4:25H, hora local) um sismo de magnitude 2.1 na escala de Richter, na freguesia de Santa Bárbara na ilha Terceira. O sismo não foi detetado pela população. Também na madrugada de hoje, ocorreu um sismo, cujo epicentro se localizou muito perto da ilha Graciosa, pelas 4:47h, de intensidade 2.4, qu

Source: Sismos em Santa Bárbara na ilha Terceira e outro na ilha Graciosa: Não sentidos pelas populações

quantas pessoas gasta uma vacina ao presidente?

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Para o senhor Presidente ser vacinado, na Unidade de Saúde Familiar Descobertas, em Belém, juntaram-se a ministra da Saúde, a Diretora-Geral da Saúde, Graça Freitas, o Presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, Luís Pisco, e o Diretor Executivo do Agrupamento de Centros de Saúde Lisboa Ocidental e Oeiras, Rafic Ali Nordin.

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sismo graciosa, Earthquake – Magnitude 3.0 – AZORES ISLANDS, PORTUGAL – 2020 October 20, 04:47:30 UTC

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Magnitude: ML 3.0, Region: AZORES ISLANDS, PORTUGAL, Date time: 2020-10-20 04:47:30.0 UTC, Location: 39.03 N ; 28.10 W, Depth: 8 km.

Source: Earthquake – Magnitude 3.0 – AZORES ISLANDS, PORTUGAL – 2020 October 20, 04:47:30 UTC