estudo sobre uso de máscara

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Image may contain: text that says "Characteristic No.(%) Control participan n=160) 160) Case-patients (n=154) Previous close contact with person with known COVID-19 (missing 1) No 89(57.8) Yes (42.2) Relationship to close contact with known COVID-19 Family 33 (50.8) Friend 9(13.8) Work colleague 11(16.9) Other** 6(9.2) Multiple 6(9.2) Reported use of cloth face covering or mask 14 days before illness onset missing 2) Never 6(3.9) Rarely 6(3.9) Sometimes 11(7.2) Often 22(14.4) Always 108 (70.6) 136 (85.5) 23(14.5) 5(21.7) 4(17.4) 6(26.1) 8(34.8) 0(0.0) 5(3.1) 6(3.8) 7(4.4) 23(14.5) 118(74.2)"
André Dias

Estudo caso-controlo, o terceiro tipo de estudo mais forte na hierarquia de prova cientifica em medicina, indica que usar máscara não contribui para redução de risco.

A maioria, 70%, dos casos indicam usar sempre máscaras. Apenas 4% dos casos indicam nunca usar máscara. Não há diferença signficativa entre casos e controlo no uso constante de máscara. O uso de máscara não parece ser determinante na infecção ou não.

Este tipo de estudo tem muito mais poder estatistico e de prova que centenas de estudos de laboratório de “reter goticulas”, mil vezes mais poder e força que as “provas indiretas” que a OMS diz existirem.

https://www.cdc.gov/mmwr/volumes/69/wr/pdfs/mm6936a5-H.pdf

Estrategizando | EKUS do meu Canto, (nr.14 ), Crônica de Fernando Heitor TEMA: Executivo angolano de contradição em contradição

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A Covid-19 é um facto no mundo desde Dezembro de 2019 e em Angola desde Março 2020. Várias decisões tomou o PR joão Lourenço, Jlo, e o seu Executivo,

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os bufos e a psp voltam a entrar na universidade

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Ipsis verbis.
Que tempos estes de bufismo e perseguição.😩😣😭

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Miguel Pinto Luz

Durante o meu tempo de estudante universitário, não me lembro de alguma vez ver uma força policial nas instalações da Universidade. A razão era simples, só poderiam entrar com ordem expressa da Reitoria por forma a não mais permitir e nunca esquecer os abusos e a repressão levadas a cabo nas décadas de 60 e 70 sobre os alunos universitários. Na época a polícia e a PIDE foram constante nas Universidades, estudantes foram expulsos, presos e até mortos, mas nem assim, nunca a luta estudantil esmoreceu.
Era para mim motivo de orgulho estudar onde tão corajosos colegas tinham lutado pela nossa liberdade.
Ainda assim nunca senti que a Universidade fosse “terra sem lei”, pelo contrário era zona de liberdade conquistada no passado e honrada e praticada no presente.
Recentemente e pelas piores razões lembrei-me destes ensinamentos de estudante.
O meu amigo João Pedro Costa estava a lecionar, na faculdade de arquitetura, quando a PSP interrompe a sua aula para o autuar por não estar a utilizar máscara de proteção. O facto de aula só ter 20 pessoas presenciais e de os alunos estarem a mais de 5 metros do professor, não foi atenuante. Houve uma denúncia anónima, houve um bufo. Esperei uma semana por reacções. Nada. O Reitor calou e nada disse sobre o assunto. A esquerda “dona” de abril também não. E eu estranho tudo isto, ou não, afinal o João é militante do PSD.
Vivemos tempos diferentes, vivemos tempos de medo. Mas não podemos esquecer a nossa história, os nossos valores e deixar de ter bom-senso.

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este vírus criminoso

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Covid 19 e exercício do poder em Portugal . Quase um ano depois desta novidade disruptiva, e perante o trabalho do governo e oposições durante este tempo que já vai longo, a população eleitoral pode constar o estado da arte na política nacional . 1. mesmo que a maioria do universo eleitoral não vote, todo o país vive o que o governo ( este ou outro) determine em sede de legislação. 2. no caso concreto do combate a este vírus, conclui o governo, sempre em base de dados científicos, que é um vírus com contrato de trabalho. Embora desconhecendo quais os sindicatos, sabe-se que durante o durante o dia anda mais adormecido, e que a partir das 20, 22, 24 horas , torna-se um criminoso impossível de deter, de tal forma a que as medidas que funcionam durante o dia, nos restaurantes , cafés e bares, transportes públicos, escolas, etc, deixam de ter qualquer sucesso, obrigando ao encerramento de qualquer atividade, menos se numa fábrica que trabalhe 24 horas sobre 24horas. Já , em tempos, Roland Barthes, escreveu que o uma das caracterizações das sociedades do capitalismo é as atividades do prazer serem legitimadas pela atividade trabalho, coisa regulada, em que é muito importante o bom comportamento que, evidentemente, é da competência orientadora do estado e dos partidos quando em regimes democrático, agora que se vive um tempo de uma república em que a igreja é coisa arcaica e duvidosa. 3. as famosas liberdades individuais e colectivas , são o que são, em função do que o sistema democrático decide que seja.

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há galegos terroristas? Resistência Galega tinha depósito de explosivos no centro de Coimbra – DN

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A Polícia Judiciária apreendeu explosivos numa garagem na cidade de Coimbra, alugada pelos cabecilhas da Resistência Galega, já detidos desde o ano passado em Espanha

Source: Resistência Galega tinha depósito de explosivos no centro de Coimbra – DN

Governo explica a Bruxelas aumentos de capital à SATA – Economia – RTP Açore

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Foram enviadas as informações sobre os três aumentos de capital … Publicado há 8 minutos

Foram enviadas as informações sobre os três aumentos de capital … Publicado há 8 minutos
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segurança social generosa

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se alguém precisar entre em contacto, de momento já estou servido…

 

From: Cláudia.A.Martins
Sent: Sunday, October 18, 2020 9:27 PM
To: Cláudia.A.Martins <Claudia.A.Martins@seg-social.pt>
Subject: Reclamações

 

Esteja informado de que você recebeu 2M Dollars Contate este e-mail para mais detalhes: j.bonnafe01@gmail.com

malaca e portuguesas

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SINGER WHO “INTRODUCED” THE MALAYSIAN PORTUGUESE TO THE WORLD.

Trez Amigos and the late singer Horace Sta Maria “introduced” the Malaysia Portuguese to the World when their songs became a big hit on international stage,

Horace Sta Maria was the lead singer and leader of the famous Trez Amigos (three friends in Portuguese).

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a app do covid não funciona como os políticos querem

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Ao ler este post lembrei-me que se calhar faz falta editar o livro “Stayaway Covid for dummies” 😂

SOBRE A APLICAÇÃO FEDORENTA (que será obrigatória, mas pode não ser descarregada) – serviço público

«Declaração de interesses a minha empresa, foi uma das que participou no desenvolvimento da app. Se alguma app vier a ser obrigatória (o que tenho a certeza não vai acontecer e que é uma ideia à qual pessoalmente me oponho), não será esta de certeza, pois:
1) os requisitos essenciais que nortearam o desenvolvimento desta app era assegurar anonimidade e confidencialidade dos utilizadores, ou seja, o contrário do que é necessário para uma app de uso obrigatório;
2) para satisfazer os requisitos acima, a opção tecnológica foi usar-se o Bluetooth, que tem limitações várias que só foram ultrapassadas pelo esforço conjunto da Apple e da Google que desenvolveram a API específica, a GAEN, que “só pode ser usada por uma só app em cada país, com aval do governo e voluntária”. Ou seja, se viesse a serobrigatória a app não poderia usar a GAEN e como tal a opção pelo Bluetooth seria inviável;
3) A GAEN, agora, não funciona nas versões mais antigas do Android e do iOS, nem nos Huawei, só cobre potencialmente cerca de 6,5 milhões de portugueses, como se poderia obrigar os restantes?
4) pelas razões descritas em 1), não há qualquer ligação entre o sistema de emissão de códigos e as app (para ser anónimo, o sistema “não sabe” quem tem a app), por isso é impraticável, neste sistema, inserir códigos coercivamente, ou seja, teria de se construir também outro sistema de backoffice para os códigos serem inseridos à força.
Nota: fazer uma nova app e um novo sistema de códigos, demorará tempo, e se calhar, quando ficasse pronto, já a atual evolução da pandemia estaria controlada. Fazem falta assessores de políticos que lhes digam que nem tudo o que desejam, é possível. Como passam a vida a usar a semântica e a demagogia para moldar a realidade, acabam por acreditar que a moldam mesmo. Não haverá app obrigatória e “matou-se” a voluntária. Triste.»